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Débora Garofalo Archives - Página 2 de 7 - Redes - Moderna.com.br

A importância de incluir as metodologias ativas na sua próxima aula

By | Educação inovadora | No Comments

Com o isolamento social e as aulas sendo realizadas com a mediação das tecnologias, é essencial incluir as metodologias ativas nos planos de aulas.

Uma aula mediada pela tecnologia é muito diferenciada da aula presencial. Na aula presencial a interatividade está muito presente, sendo diferenciada em suportes digitais, por isso, é importante adotar metodologias diferenciadas como as aprendizagens ativas que abordam resolução de problemas, sala de aula invertida, design thinking, entre outras.

Os modelos visam tirar o aluno da passividade e trazê-lo para o centro do processo de aprendizagem, para que exerça um papel ativo, protagonista na construção da sua aprendizagem e mesmo diante de suportes digitais é possível incluir as metodologias ativas para as aulas.

Para replicar

As modalidades de metodologias ativas diferem enquanto a estrutura e a abordagem, para propiciar a colaboração e a participação estimulando a criatividade e a inventividade para resolver problemas reais, produzir conteúdo e realizar atividades, como participar de um debate por chat, vencer etapas de um jogo, em que os estudantes se envolvem com a construção das atividades, tornando-os pertencentes e aprendendo de maneira significativa.

Sala de aula invertida

A sala de aula invertida permite que o estudante tenha acesso ao conteúdo de maneira antecipada, utilizando as aulas para enriquecer debates e se aprofundar o conhecimento. Neste momento, é importante trabalhar com a sala de aula invertida, para otimizar e potencializar as aulas. Pode ser encaminhado aos estudantes, textos de diferentes gêneros textuais, podcasts, vídeos curtos, filmes, para que no momento da aula, possa ser retomado os pontos do conteúdo estudado e utilizado no desenvolvimento das atividades.

Contextualize

Para os estudantes é essencial contextualizar o disparador/tema/habilidades a ser trabalhada, aguçando com perguntas norteadoras que levará a buscar por resoluções de problemas, em que pode ser usada atividades “mão na massa”, mapas mentais e estratégias como design thinking, para que os estudantes possam idealizar as soluções e com saídas criativas, podem ser postado em ambientes virtuais, como grupos de WhatsApp, Telegram, chats de plataformas de interação como hangouts, Zoom, Teams.

Metodologia ativa na abordagem dos conteúdos

A implementação das metodologias ativas, exige um novo olhar do educador, que se torna um mediador e estimula a curiosidade e o pensamento crítico. Assim, na abordagem de um conteúdo, ele pode direcionar para o grupo de estudantes desafiando a resolver um problema em colaboração.

A ferramenta Zoom, permite que você agrupe os estudantes em salas de estudo para que grupos de estudantes conversem sobre um assunto em grupos menores, desta maneira, é possível trabalhar a metodologia ativa entre pares e entre times para encontrar soluções em grupos.

Cada situação requer uma abordagem diferenciada que pode ser construída com aulas mediadas por tecnologia. E você querido professor, como tem trabalhado com as metodologias ativas nas aulas mediadas por tecnologia? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar práticas docentes.

Um abraço,

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Covid 19 – Novas maneiras de conceber a aprendizagem

By | Educação inovadora | No Comments

Com a agilidade que a Covid-19 avança sobre o mundo, tivemos que aprender rapidamente a criar maneiras de nos relacionar e também de lidar com diversas situações que não estavam planejadas, como a quarentena.

Muitos professores em suas escolas têm discutido como criar possibilidades de atender a todos os estudantes, principalmente aqueles que não possuem condições para estar conectado, já que estudos demonstram a quantidades de dispositivos móveis, principalmente aparelhos celulares entre as famílias. Sem dúvida um grande desafio a ser superado e compreendido.

Esse é o momento oportuno para ousar, pensar e propor diferentes situações de aprendizagens. Sem dúvidas é o professor que melhor compreende a realidade do estudante e pode contribuir e criar situações que atendam melhor a este momento.

Conversando com alguns professores que lecionam em sua grande maiorias nas periferias, muitos me contaram que têm usado o facebook e o whatsapp para planejar e aplicar suas aulas. Algumas escolas, de maneira colaborativas, realizaram guias para os estudantes, e todas essas medidas são eficazes, porque dialogam com cada realidade local. 

Para auxiliá-los com este momento, reunimos algumas sugestões para que possam trabalhar juntos aos estudantes com a ferramenta mais adequada. Vamos lá!

Planejamento

Como na sala de aula convencional, o planejamento é essencial,  ter um objetivo claro de aprendizagem, por exemplo, se for usar uma ferramenta de interação como o Zoom, Teams, Hangouts, é importante definir combinados com os estudantes e definir o que se pretende, tecendo o olhar para a interação, cuidando  do tempo de exposição de um assunto, trazendo elementos para tornar a aula dinâmica, fazer interação com outros materiais e quebrando esse período por blocos, do tempo destinado a conversa, como, se a aula for de 45 minutos, realizar blocos de 15 minutos, cuidando da interação.

Para ferramentas como WhatsApp, grupos no Facebook e ou no Edmodo, o planejamento é também essencial, devendo ter o cuidado em planejar um em tempo menor, mais com modelos inspiradores, em formatos de pílulas e chamando a atenção dos estudantes para a intenção de aprendizagem. 

Para a equipe pedagógica essas ferramentas também funcionam, e é importante montar horários provisórios para os estudantes e intensificar comunicações com a equipe escolar e trabalhar de maneira interdisciplinar e com projetos.  

Em relação aos pais é importante preparar um guia para que possam apoiar os estudantes em algumas frentes, como por exemplo, como ajudar nas dúvidas, criação de rotina de estudos, alimentação e alongamento, auxiliar os estudantes a criarem registros os estudos finalizados, do que está em andamento, daqueles que precisam ser revistos.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Elaboração de atividades

É necessário fazer neste momento um replanejamento e adaptação das atividades. O material didático, livros e apostilas, podem ser utilizados, mediante a comandas e explanações claras sobre o assunto. É preciso apoiar os estudantes a construir o seu aprendizado, trabalhando mapas mentais que ajudarão a desenvolver atividades, mas também a se organizarem.

Se for realizar vídeos, é importante considerar entonação da voz, postura, som e luz e materiais complementares que ajudarão os estudantes a compreender melhor o conteúdo. Os vídeos podem ser realizados por aplicativos do celular e ou com recursos de aplicativos de gravação, como OBS.

Podcast também é uma maneira eficaz de trabalhar com os conteúdos, podendo usar softwares gratuitos como o audacity, que permite fazer recortes de outros programas, considerando os devidos créditos aos materiais.

Avaliações

Esse também é um momento para realizar avaliações e para isso pode ser trabalhado ferramentas de colaboração, como o google classroom, Teams, com elaboração de rubricas que podem ser estruturadas com os estudantes a partir de objetivos de aprendizagem de onde os estudantes estão para onde pretende chegar. 

É importante, realizar momentos de escuta ativa com os estudantes, de como está sendo esse momento e quais as dificuldades enfrentadas para a administração dos estudos, e para isso, ocorrer pode ser utilizado uma diversidade de possibilidades, como quiz, jogos, narrativas digitais, entre outros.

O portfólio digital contribui para esse processo e ainda pode ser trabalhado habilidades como autocuidado, autoconhecimento, organização, criticidade, e uma ferramenta que pode contribuir é o seesaw

Apesar do momento ser de muitas preocupações, esse também é um período para consolidar novas práticas e aprender de maneiras diferenciadas, trazendo novas formas de conceber a aprendizagem e utilizar tecnologias e principalmente inovação e criatividade para criar novos caminhos a educação.

Um abraço,

Débora

A importância de incentivar meninas nas Ciências e nas Tecnologias

By | Educação inovadora | No Comments

Temos vivenciando uma mudança cultural, em que temos visto, mulheres ocupando espaços que antes era tido como impossível a elas. Recentemente tivemos mulheres que através da tecnologia sequenciaram o coronavírus, auxiliando entender a doença e o seu comportamento no mundo. Que orgulho!

A minha história, como mulher e educadora também se confunde com as de muitas outras mulheres que lutam para conquistar espaços na sociedade. Tive uma infância muito difícil, criada por minha mãe, que exerceu também o papel de pai e me deixou uma das coisas mais importante da minha vida, a Educação!

No meio de um cenário difícil, em que cresci ouvindo que não seria ninguém pela separação dos meus pais, ela combatia essas duras palavras me dizendo “estude muito, somente o estudo pode transformar sua vida”.

Ainda na minha infância, já fazia coisas que eram tabus para a época, desmontar coisas, brincar com carrinhos, em que sofri minhas primeiras frustrações, ouvia que isso era coisa de menino e não de menina e muitas foram vezes que fui repreendida. Aquelas marcas que recarregamos para vida e que procuro sempre desmitificar com meus alunos.

Durante minha vida profissional, teve um período que atuei como professora e na indústria, descobrindo minha paixão por tecnologias e compreendendo  que a tecnologia não podia ficar do lado de fora de escola, que ela pode alavancar a aprendizagem. 

É essencial que as jovens tenha contato com as tecnologias ainda na educação básica, para que aprenda experimentando e que também idealize o seu projeto de vida.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

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Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Quando surgiu oportunidade de ser professora de Tecnologias, não pensei, duas vezes, me candidatei e fui aprovada pelo conselho de escola. Fiz uma proposta ousada entre ela trabalhar com a cultura maker, programação e robótica, em uma comunidade de extrema pobreza e sem possuir conhecimentos sólidos, porém, com ideal, transformar a vida de crianças e jovens, potencializando o ensino,  trabalhando com problemas reais, raciocínio lógico, colaboração e empatia.

Junto dos alunos criamos o trabalho de Robótica com Sucata, que nasceu do problema do lixo, que através de aulas públicas sensibilizamos a comunidade sobre a sustentabilidade, recolhemos lixo das ruas e levamos a sala de aula para transformar, aplicando os conhecimentos do currículo de forma interdisciplinar em protótipos com sucata e que além do resultados escolares, contribuiu para levantar a autoestima dos estudantes e principalmente das meninas, que falam com segurança de sua expectativa para futuro. 

Decidi ser professora para transformar vidas, romper com paradigmas e acredito que podemos promover uma educação com qualidade e com equidade, mesmo diante de tanto desafios. 

A escola exerce um papel fundamental para trabalhar a tecnologia como uma propulsora a aprendizagem e fomentar ações para envolver e desmistificar a ideia que computação é uma área masculina, muito pelo contrário, a tecnologia é uma área plural, que necessita da diversidade para torná-la cada vez mais democratizada e acessível.

É essencial incentivar nossas estudantes a seguirem carreiras na área de Ciências e também na de Tecnologias, para que ocupem espaços como mulheres de referência como Alda Lovelace que criou a primeira linguagem de algoritmos, Margareth Hamilton responsável pelo sucesso da operação Apollo 11. 

A vocês meninas que sonham com o espaço das Tecnologias, Ciências e Engenharia, vá! É preciso romper velhos paradigmas e se apropriar destes espaços, aliás, esses espaços é de vocês!

Um abraço,

Débora

9 Dicas de ferramentas digitais para trabalhar com o ensino a distância

By | Educação inovadora, Sem Categoria | No Comments

Estamos vivenciando tempos de incertezas e dúvidas, devido a pandemia do Coronavírus COVID 19. Em muitos estados e municípios brasileiros as aulas estão suspensas, devido o alto índice de contaminação.

E neste cenário que é necessário criar caminhos e estratégias para trabalhar com o ensino a distância e ferramentas digitais são uma boa maneira de diminuir o impacto, mas também criar uma cultura de continuidade dos  estudos na rotina domiciliar. Serão muitos desafios e também aprendizados para tornar o ensino produtivo e sem dúvidas o apoio dos familiares será essencial.

Para isso, o trabalho deve vir acompanhado de um amplo diálogo com os pais e responsáveis e na medida do possível intensificar com videoaulas e orientações em suportes e grupos como o de whatsapp e ou plataformas existentes, combinando ferramentas.

Também é importante considerar as aptidões e nível de conhecimento dos estudantes para utilizar a melhor ferramenta, assim, como considerar os níveis de adoção em tecnologia, ou seja, analisar e ponderar aquilo que os estudantes possuem de acesso e priorizar aquelas que podem ser utilizadas de maneira off-line e considerar os materiais didáticos e o currículo.

Abaixo relacionamos algumas dicas, além das conhecidas e utilizadas, para que você, educador e gestor conheçam e adotem para facilitar o aprendizado dos estudantes e fornecer assistência social e interação.

Blackboard – Recursos e ferramentas para fazer a transição e fornecer ensino e aprendizagem de qualidade on-line.

CenturyTech– Caminhos pessoais de aprendizado com micro-lições para abordar lacunas no conhecimento, desafiar os alunos e promover a retenção de memória a longo prazo

ClassDojo– Conecta professores com alunos e pais para criar comunidades em sala de aula

Edmodo– Conecta professores com alunos e pais para criar comunidades em sala de aula

EkStep– Plataforma de aprendizado aberta com uma coleção de recursos de aprendizado para apoiar a alfabetização e o ensino de matemática.

Google Classroom– Ajuda as turmas a se conectarem remotamente, se comunicarem e se manterem organizadas

Moodle – plataforma de aprendizado aberto, orientada para a comunidade e com suporte global

Schoology – Ferramentas para apoiar instrução, aprendizado, classificação, colaboração e avaliação

Seesaw –  Ferramentas para apoiar a construção de portfólios.

O momento é para se reinventar e se possibilitar aprender nesse processo!

Um abraço,

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

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Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

5 maneiras de usar a tecnologia na Educação

By | Educação inovadora | No Comments

Início de ano letivo e uma tendência indiscutível na educação é o uso das tecnologias. Muitos educadores, ainda associam o uso com recursos e conectividade.

Sem dúvidas, é importante ter uma boa infraestrutura e conectividade para alavancar o seu uso, no entanto, é importante salientar que a utilização vai muito além disso, e muitas das vezes não perpassa nem conectividade e nem infraestrutura e sim atitude e se permitir aprender no processo, utilizando por exemplo, tecnologias sociais, que permeiam o território educativo. Além de poder ser trabalhada de maneira plugada com auxílio de aparatos tecnológicos e ou desplugadas com atividades de maneira concreta.

Assim, o uso de tecnologia na educação, visa facilitar processos de ensino e aprendizagem, através do processo de criação em que muitas vezes não precisamos reinventar a roda, mas dar um outro olhar para ferramentas e metodologias conhecidas, como no caso do pacote office e também das metodologias ativas, a cultura maker, entre outros.

Para os educadores é uma oportunidade de inovar na sala de aula, ao permitir mais interatividade, colaboração, empatia e uma educação pautada no processo integral. Desta maneira reunimos algumas maneiras que enfatizam o seu uso na educação. Vamos lá!?

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

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Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Para levar à sala de aula

É importante ter mente que o uso da tecnologia na sala de aula, pode auxiliar a:

  • Interação professor e aluno;
  • Compreender dificuldades e personalizar o ensino dos estudantes;
  • Promover o protagonismo e autoria dos estudantes;
  • Promover um ambiente inclusivo.

Pelos seus benefícios, é importante que seu uso não seja focado apenas em uma sala de aula e ou um espaço específico, mas, que contemple o projeto político pedagógico da escola, para que de fato a tecnologia seja uma propulsora a aprendizagem e não um fim em si mesma.  Para isso é necessário:

Investir em formação docente

Aproveite os espaços de formação pedagógica para formar e orientar os educadores sobre o uso, criando uma cultura de uso da tecnologia na educação. É importante que os educadores também tenham a oportunidade de vivenciar a aprendizagem que podem variar desde a cultura digital, cultura maker, pensamento computacional, entre outros e que se permita aprender com os colegas.

Planejamento das aulas

É essencial que o educador contemple no seu planejamento o uso das tecnologias, que podem ter a finalidade de deixar as aulas mais atrativas e significativas e ou que busquem os estudantes a serem produtores de tecnologia.

Existe uma gama de possibilidades a serem trabalhadas na sala de aula, desde a personalização do ensino através de sites e blogs que promovam a criação, reflexão e autoria, a maneiras de desenvolver protagonismo como atividades mão na massa e ainda de autoria como documentários, animações que permitem interação entre os estudantes, estimulo a expressividade, respeito a diversidade de ideias, promoção de debates e ideias.

Incentivar a pesquisa

Os estudantes ainda possuem dificuldades em realizar pesquisas na esfera digital, é importante apontar caminhos, promover reflexões, dialogar sobre autoria e plagio e ensinar sobre textos multimodais e pesquisar em fontes que sejam confiáveis, trabalhando com temas de combate a desinformação.

Gêneros digitais

Em novos tempos, é essencial trabalhar com gêneros digitais que circulam em redes sociais que os alunos estão familiarizados e que, no entanto, possuem dificuldades em serem produtores, entre os gêneros podemos destacar, fanfics, blogs, vlogs, memes, podcasts, entre outros. A escola é um espaço propicio para vivenciar esses novos gêneros e compreender sua circulação.

Jogos para engajar a aprendizagem

O lúdico necessita ser ponta de entrada para a aprendizagem, e os jogos possibilita engajamento e motivação aos estudantes, além de trabalhar com situações de problemas e o desenvolvimento de habilidades importantes para a formação integral dos estudantes.

É necessário romper com velhos paradigmas e usar a tecnologia a serviço da educação!

Um abraço,

Débora

5 Indicações de leitura para você inserir tecnologias nas aulas

By | Educação inovadora | No Comments

Para ter um uso efetivo da tecnologia dentro da sala de aula é preciso compreender que ela sozinha não tem efeito transformador e que ela precisa ser encarada como uma propulsora a aprendizagem, capaz tornar o aprendizado significativo, envolvente e que permeia os interesses dos estudantes.

Para pensar em novas estratégias e no uso eficiente da Tecnologia na Educação selecionamos uma lista de leituras que permitem conhecer, inspirar, aprofundar e refletir sobre esses temas na sala de aula.

A lista contempla robótica, gamificação, inovação, pensamento computacional e a Internet das Coisas (IOT) que são tendências que cada vez mais estão presentes no universo e no contexto escolar. Vamos lá!

Robótica educacional: experiências inovadoras na educação brasileira

A obra é dos autores:  Rodrigo Barbosa e Silva e Paulo Blikstein e aborda o aprendizado da robótica educacional em escolas do meio urbano e rural, universidades e espaços informais brasileiros, contando exemplos de práticas reais para inspirar o leitor a replicar e a inserir o ensino de robótica no contexto escolar.

Gamificação na educação

Publicado pela editora Pimenta Cultural, aborda conceitos, questionamentos e aplicações da gamificação na educação, e relata dez sessões escritas por diferentes especialistas na área, sob o olhar de motivar e tornar aulas mais interativas e significativas.

O dilema da inovação

O livro foi produzido por Clayton Christensen e recomendando por Steve Jobs. Discorre sobre uma inovação disruptiva ao abordar dilemas através da inovação para alcançar novos caminhos. O livro é pautado no mundo do mercado, mas reflete o olhar que temos que ter para inovação para a vida.

Scratch: um jeito divertido de aprender programação

Neste livro, Helton Varela tem como objetivo proporcionar aos estudantes, educadores e aos curiosos por programação o primeiro passo no mundo da programação por meio do Scratch (software livre gratuito interativo).  O livro aborda a criação de um jogo de labirinto do início ao fim, ao longo do qual serão abordados os conceitos básicos em programação, de maneira simples divertida e didática.

O pensamento computacional aprimora o raciocínio lógico, a criatividade e a resolução de problemas, habilidades importantes para os cidadãos do século XXI.

Criando projetos com Arduino para a Internet das Coisas: experimentos com aplicações do mundo real – Um guia para o entusiasta de Arduino ávido por aprender

A obra aborda sobre como construir dispositivos com Arduino para o uso cotidiano e então conectá-los à internet. Dispositivos conectados permitem construir aplicações aproveitando os benefícios da conectividade, uma tendência comumente conhecida como Internet das Coisas (IoT).

O livro traz experimentos com aplicações do mundo real. Escrito por um desenvolvedor de software e arquiteto de soluções que cansou de procurar e reunir várias lições sobre desenvolvimento com Arduino enquanto aprendia por conta própria tudo sobre o assunto.
Os leitores são apresentados aos elementos essenciais da IoT. Esses princípios são então utilizados para criar uma variedade de projetos úteis.

E você querido professor, quais leituras tem realizado para inovar na sala de aula? Conte aqui nos comentários.

Um abraço,

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

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Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.