Category

Sem Categoria

Precisamos falar, e muito, sobre água

By | Literatura, Sem Categoria | No Comments

Nos últimos tempos, quando abro uma das muitas torneiras espalhadas pela minha casa e vejo a água jorrar em profusão tenho refletido o quanto esta é uma comodidade que não valorizamos. Comento sobre isso com os amigos, com os professores e alunos com quem costumo trocar ideias em salas de aula. É um pensamento incômodo, especialmente recorrente após ter me juntado a um grupo de 10 pessoas, entre mulheres e crianças, que se embrenhava pelo sertão do Piauí para buscar água. Sob um sol inclemente, andamos por trilhas inóspitas durante quase três horas caatinga adentro, desde o povoado de Barreiro, na zona rural do pobre município de Guaribas, até um poço de água barrenta – o objetivo da jornada. Após um breve descanso, com direito a molhar os rostos suados, baldes de plástico e latas foram enchidos até a boca e equilibrados sobre as cabeças. Pegamos o árduo caminho de volta.

Sérgio Túlio Caldas

Sérgio Túlio Caldas

Autor de “Água – Precisamos falar sobre isso”, “Terra sob Presão – a vida na era do aquecimento global” e “Com os Pés na África”, livro premiado no Jabuti 2017.

Embora um tanto escura e de aspecto nada confiável, a água serviria para matar a sede, fazer a comida e cuidar da higiene pessoal das famílias do grupo. A quantidade do líquido colhida era um volume muito abaixo do recomendado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A entidade indica 110 litros diários de água para atender as necessidades de consumo e higiene de uma pessoa.

Ao ver a água que escorre fácil da minha torneira, também me lembro de Shiva Avatari, que conheci em uma das viagens ao Nepal. Na casa do meu amigo nepalês, espetada no alto de uma montanha, não há chuveiro ou uma simples torneira. Todo santo dia, Shiva desce o morro a pé para pegar água em uma fonte pública da capital Katmandu. Com o galão de plástico abastecido, ele retorna ladeira acima com a carga de 20 litros que dará conta de suas necessidades do dia.

Da janela da casa de Shiva, a vista é espetacular. Fica-se cara a cara com a imponente cordilheira do Himalaia, que além de contar 8 dos 10 picos mais altos do planeta – incluindo o Everest –, abriga em suas montanhas uma das mais extraordinárias reservas de água do planeta. Para Shiva e milhões de moradores da região do Himalaia, porém, a água permanece apenas ao alcance das vistas, e não das mãos.

Costumo falar nas conversas nas escolas que essas duas experiências que vivi no sertão brasileiro e nas montanhas nepalesas regaram a semente que brotou no meu recente livro “Água – Precisamos falar sobre isso”.

A essa altura do século 21, quando startups digitais bilionárias são criadas da noite para o dia, cruzar longas distâncias transportando água na cabeça é uma realidade perturbadora. Ainda mais no Brasil, país que estoca 12% de toda a água doce superficial do mundo – a maior reserva hídrica da Terra.

Essa indignação, somada ao fato de cuidarmos tão mal do recurso natural imprescindível à vida, me indicou que era urgente falar, escrever, sobre a água. Resolvi botar o pé na estrada e também resgatar observações que venho colhendo nos últimos anos sobre a delicada situação da água em diversas regiões do Brasil e do mundo, onde há fartura e escassez do recurso, onde existem ações de preservação, e também tensões por um pouco de água.

Hoje, entende-se que não basta ter água em quantidade para uma cidade ou um país sentir orgulho. O mais importante é saber tratá-la e administrá-la. Sem tratamento e poluída, ela ameaça ambientes naturais e causa doenças graves. Nos países em desenvolvimento, estima-se que 90% dos esgotos e 70% dos resíduos industriais sem tratamento são descarregados em rios.

Por aqui, 100 milhões de brasileiros não têm serviço de coleta de esgoto. E quase 40 milhões vivem sem redes de água em casa. A cada 100 litros de água tratada, cerca de 40 litros vão para o ralo, desperdiçadas em instalações clandestinas e tubulações mal conservadas. Não é à toa que 65% das internações de crianças com menos de 10 anos em hospitais no Brasil ocorrem devido ao contato com água contaminada.

O agronegócio e as atividades das mineradoras consomem e desperdiçam grandes quantidades de água, superexploram as reservas subterrâneas, contaminando rios e devastando fontes d’água. Essa constante pressão sobre os recursos hídricos deve se agravar ainda mais em resposta às mudanças climáticas e ao ritmo do crescimento populacional. Somos 7,5 bilhões de habitantes na Terra. Em 2025, seremos 9 bilhões, e a demanda por água aumentará. E muitos de nós continuam a não dar a mínima, mesmo diante de tão sérias pressões ambientais e hídricas no nosso horizonte.

De uma maneira geral, a ONU recomenda que é urgente haver mudanças na administração pública dos recursos hídricos, com investimentos em infraestrutura e atenção especial à educação. As escolas podem contribuir, e muito, na preservação do precioso recurso natural ao ensinar a crianças e jovens a importância soberana da água para a existência de toda espécie de vida. Esse esforço equivale a um passo enorme, e necessário, para tratarmos melhor e com mais responsabilidade o nosso planeta.

Saiba mais

De toda a água existente no planeta, cerca de 97% é salgada – inapropriada ao consumo humano. Dos 3% restantes, justamente a água doce que podemos usar, 2% estão inacessíveis em geleiras, camadas de neve e reservatórios subterrâneos. Ou seja, temos à nossa disposição apenas 1% para irrigar plantações, abastecer cidades, movimentar a indústria e, principalmente, para matar a nossa sede. Neste instante, fonte de água se encontram ameaçadas pelo desmatamento, pela poluição, pelo desperdício e pela exploração desenfreada. Se não soubermos usar com responsabilidade o líquido fundamental para a vida, a mina irá secar. Neste livro, o autor nos mostra a situação desse valioso recurso a partir de estudos recentes e de suas observações em viagens por diversas regiões do Brasil e do mundo, locais em que há fartura e escassez; onde existem ações de preservação, mas também conflitos e tensões por um pouco de água.

ESPORTE TAMBÉM PARA QUEM TEM DEFICIÊNCIA

By | Sem Categoria | No Comments

Lucas Mozela é um atleta vitorioso da natação. Aos 20 anos, coleciona medalhas em competições brasileiras e internacionais, como o Panamericano do Canadá, de 2015. Nascido com uma má formação no braço direito, começou a nadar aos 7 anos, como forma de reabilitação. Quando ainda estava no Ensino Fundamental, Lucas concedeu uma entrevista para o meu livro, Esporte, Caminho de Superação. Lá, ele citava como maior destaque na sua carreira, até então, quatro medalhas obtidas nas Paralimpíadas Escolares.

Hoje, Lucas frequenta o Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo, um dos melhores do mundo no esporte de alto rendimento, e acaba de lançar um canal no YouTube em que conta sobre sua trajetória e suas conquistas, como representar o país, como integrante da seleção brasileira principal, nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro – no livro Esporte, Caminho de Superação, você vai encontrar um histórico dos Jogos Paralímpicos e das provas de natação.

Sobre a autora do post

Denise Pellegrini

Denise Pellegrini

Autora do livro - Esporte, caminho de superação.

Denise Pellegrini é jornalista com especialização em Jornalismo de Educação e Ciência pela PUC-SP e Produção de Textos Literários pelo ISE Vera Cruz. Trabalhou na revista Nova Escola por 17 anos, 11 deles como redatora-chefe. Atuou como editora-assistente do Escola Agora, jornal distribuído aos professores e gestores pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo, e repórter do jornal da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Recentemente, foi redatora-chefe dos Cadernos Pedagógicos do Projeto Nossa Rede, da Secretaria Municipal de Educação de Salvador.

Histórias como a de Lucas são um incentivo e tanto para muitas crianças e muitos jovens com algum tipo de deficiência que ainda não acreditam ser possível praticar esporte ou, ao menos, alguma atividade física. A oportunidade de essa garotada se movimentar, participar de jogos, brincadeiras ou atividades esportivas deve ser dada pela escola. Durante muito tempo, alunos com algum tipo de deficiência ficaram afastados da Educação Física nas instituições de ensino brasileiras.

A ideia era focar em quem tivesse “potencial”. Assim, as aulas da disciplina serviam para que os “bons” ficassem melhores ainda. Aos que não eram habilidosos, assim como aos gordos, cegos, surdos ou com dificuldade de locomoção, por exemplo, restava assistir aos colegas. Felizmente, a prática docente na disciplina não segue mais essa cartilha. A evolução é mostrada na reportagem A Educação Física mudou. E sua aula?, publicada pela revista Nova Escola. “O propósito atual do ensino de Educação Física é promover a inclusão e o desenvolvimento de todos”, afirma o texto.

Hoje, é bem mais frequente nas escolas ver crianças e jovens com algum tipo de deficiência participando das mesmas atividades que os demais integrantes da turma, como mostra o documentário sobre Educação Física inclusiva produzido pelo Instituto Rodrigo Mendes (o instituto lançou um curso online gratuito sobre o tema).

O objetivo das aulas de Educação Física atualmente nas escolas do país não é mais formar atletas ou equipes competitivas, como já ocorreu, mas privilegiar a formação integral do aluno. Entre as competências dessa área, definidas pela Base Nacional Comum Curricular, estão reconhecer as práticas corporais como parte da identidade cultural dos povos e levar os alunos a combater posicionamentos discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes. São temas que rendem boas conversas em sala, não?

Durante as atividades práticas, é possível também chamar os jovens para contribuir sobre formas de incluir todos os colegas. Você vai ver como eles têm ideias criativas!

A construção de valores é uma das dimensões do conhecimento relacionadas às habilidades desenvolvidas pela disciplina. Aí se incluem os valores relacionados ao respeito às diferenças e ao combate aos preconceitos de qualquer natureza, o que pressupõe formar alunos capazes de superar estereótipos que se apresentem nas aulas práticas. Assim, a escola oferece a experiência de participar de atividades esportivas, brincadeiras ou jogos, e ampliar a consciência sobre os próprios movimentos a todos os estudantes! Seguindo esses princípios e debatendo temas tão importantes em sala ou na quadra, você vai formar estudantes que respeitam as diferenças e atribuem novos sentidos às práticas corporais, valorizando menos o sucesso e a vitória e mais os colegas, a comunidade e a cultura local. Que tal experimentar?

Coleção Informação e Diálogo

A coleção Informação e Diálogo trata de temas atuais, que estão em discussão na mídia e que, com certeza, renderão um bom diálogo e uma proveitosa troca de ideias entre os jovens de 11 a 14 anos. Livros em formato de Almanaque que usam e abusam de hipertextos com o intuito de oferecer ao jovem um conjunto de temas que possam ser discutidos e compartilhados entre os colegas de escola, amigos e também na família, despertando o seu interesse e estimulando-o a prosseguir a pesquisa iniciada por meio da leitura.

Confira abaixo mais sobre a coleção Informação e Diálogo:

Novo autor exclusivo da Moderna

By | Literatura, Sem Categoria | No Comments

Ilan Brenman

“A criança, principalmente a pequena, respira histórias! Ela é capaz de esquecer de comer e de ir ao banheiro por causa do envolvimento com as histórias. As narrativas ficcionais destinadas à infância fornecem as ferramentas necessárias para a compreensão, assimilação e enfrentamento dos percalços da vida. E ainda mais, estreita vínculos entre pais e filhos, alunos e professores, avós e netos…” 

A Moderna e a Salamandra sempre valorizaram a literatura infantojuvenil brasileira. É o primeiro grupo editorial a promover autores exclusivos. Hoje, estão no time Ruth Rocha, Pedro Bandeira, Eva Furnari e Walcyr Carrasco. A obra completa desses grandes autores recebeu bibliotecas próprias as quais adotaram seus nomes, e estão recheadas de incríveis histórias e best-sellers. Segundo Maristela Petrili, diretora editorial de Literatura, a valorização das literaturas infantil e juvenil, em suas particularidades, é essencial em um país que pouco lê, principalmente por despertar o prazer da leitura nas novas gerações.

“Contar boas histórias, que respeitem a inteligência da criança e do jovem, e possibilitem a leitura em família e na escola, é nosso principal compromisso com a nova geração do país”, assegura. “Trazer para nossa casa editorial autores de prestígio no cenário nacional é uma forma de garantir acesso a todo o seu acervo, ainda mais em um momento delicado do país, tanto para a economia quanto para a liberdade de expressão e, consequentemente, para a literatura”.

Eva Furnari
Ruth Rocha
Pedro Bandeira
Walcyr Carrasco

Nova geração de autores

Uma nova geração de autores tem, cada vez mais, garantido espaço neste vasto universo da literatura infantil e juvenil. Eles dividem o palco do escrever e contar histórias com grandes nomes em igualdade de excelência. Agora, nossa seleção de autores exclusivos acaba de ganhar um novo nome para ampliar ainda mais esse sucesso: ILAN BRENMAN!

Ilan Brenman: um autor engajado

Ilan Brenman nasceu em Israel, mas é brasileiro por opção e coração. É psicólogo e fez mestrado e doutorado em Educação. Seus trabalhos acadêmicos sempre defenderam uma literatura infantil livre da ideologia do “politicamente correto” e com muito cuidado e respeito para não subestimar a inteligência e a sensibilidade da criança e do jovem leitor.

“Não escrevemos ‘livrinhos’ e nem ‘historinhas’ só porque são para crianças.”

De forma lúdica, Ilan conta histórias de vida que falam sobre sonhos e obstáculos a ser ultrapassados. Mas sempre podendo contar com alguém para ajudar a seguir em frente.

Segundo o autor, adota 3 formas de escrever: a criação, a partir de uma ideia totalmente ficcional; o reconto, que é quando coloca ao seu modo aquele clássico que todos já conhecem; e a observação, sua forma de trabalho em que utiliza, normalmente, do próprio cotidiano para criar as mais belas histórias. Um exemplo é sua obra Papai é meu!, já publicada pela Moderna, em que retrata de forma divertida momentos vividos com suas duas filhas.

Qualidade reconhecida em prêmios

Excelência e inventividade são qualidades que Ilan Brenman não deixa faltar em suas histórias. Prova disso é o quanto o seu trabalho já foi premiado. São mais de 25 menções, sendo elas Prêmios pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil); Selo de livro altamente recomendado pela FNLIJ; Prêmio: os 30 melhores livros do ano, pela Revista Crescer e Seleção no catálogo White Ravens 2012, com o livro O alvo, uma das seis obras brasileiras escolhidas pela maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo, a IJB – Internationale Jugend bibliothek (Biblioteca Internacional da Juventude).

Prêmios pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infanto-Juvenil):

  • Melhor livro para Crianças 2011, pelo livro “O Alvo”
  • Melhor livro de reconto 2009, pelo “As 14 Pérolas da Índia”
  • Melhor livro-Imagem 2010, pelo” Telefone sem Fio”’

Selo de livro Altamente recomendado pela FNLIJ:

  • A Amizade Eterna – 2017
  • O Faraó e o homem dos figos – 2017A Condenação de Emília – 2013
  • Silêncio, doze histórias universais sobre a morte – 2013
  • Pai, não fui eu! – 2013
  • A Mulher que não sabia guardar segredos – 2013
  • As 14 pérolas da sabedoria judaica – 2012
  • O que a terra está falando? – 2012
  • Lendas Judaicas – 2009
  • As 14 pérolas budistas – 2010
  • O que cabe num livro? – 2007
  • O Senhor do bom nome – 2005
  • As narrativas preferidas de um contador de histórias – 2006
  • A dobradura do samurai – 2005
  • Hoje é dia de festa – 2006
  • Hermes, o Motoboy – 2007
  • Contador de histórias de bolso – África – 2005
  • Contador de histórias de bolso – Brasil – 2006

Prêmio: Os 30 melhores livros infantis do ano, pela Revista Crescer:

  • Pai, quem inventou? – 2017
  • Pai, não fui eu! – 2013
  • Bocejo – 2013
  • Mamãe é um lobo – 2011
  • Telefone sem fio – 2011
  • Pai, todos os animais soltam pum? – 2010
  • Até as princesas soltam pum – 2009
  • Clara – 2008

Seleção no catálogo White Ravens 2012

O livro “O alvo” foi uma das seis obras brasileiras escolhidas para o catálogo White Ravens 2012, prestigiosa seleção internacional feita pela maior biblioteca de literatura infantil e juvenil do mundo, a IJB – Internationale Jugend bibliothek (Biblioteca Internacional da Juventude).

Biblioteca Ilan Brenman

A Biblioteca Ilan Brenman incorporará gradativamente a obra completa do autor, organizada em novas coleções. A partir de 2019, os livros vão passar por um processo de reformulação com novas capas, novas ilustrações e projetos gráficos que valorizarão ainda mais o trabalho desse grande nome da literatura brasileira.

Quando se abre a possibilidade de trabalhar a obra completa de um autor, cria-se um vínculo com o escritor e sua biografia e faz com que as crianças se interessem mais por conhecer seu estilo literário. Em sala de aula, será possível criar atividades divertidas com as coleções temáticas, ampliar o repertório cultural e, ao mesmo tempo, trabalhar a competência leitora. Mas, acima de tudo, será uma nova oportunidade de estimular o prazer da leitura como emancipadora.

Nosso último lançamento

Na Moderna, o último lançamento de Ilan Brenman é a obra A amizade eterna, um livro em que o autor reconta uma série de narrativas africanas pesquisadas em suas viagens pelo continente onde se deu a origem da vida humana na Terra. Histórias que discutem questões complexas com várias características semelhantes a outras narrativas como A gata borralheira, dos Irmãos Grimm.

É uma honra para a Moderna ter Ilan Brenman como Autor Exclusivo. Queremos construir com Ilan, Eva, Ruth, Pedro, Walcyr e os tantos outros nomes de peso que temos a alegria de promover em nosso catálogo, uma grande caminhada na literatura. E, junto com você, contribuir para cultivarmos nossos leitores e formarmos cidadãos.

Maior best-seller

Sua obra mais conhecida no Brasil – e uma das mais traduzidas em outros países (14 idiomas) – é “Até as princesas soltam pum”, em acordo com seu pensamento liberal quanto ao politicamente correto. Uma história divertida criada a partir de um acontecimento de sua vida e adaptado à visão geral de que toda criança tem seu quê de curiosidade.

Na obra, Ilan traça a figura de um pai que precisa contar para sua filha que até as princesas soltam pum. Mas, claro, ele não poderia contar algo tão importante de qualquer maneira, por isso, apresentou a ela “O Livro Secreto das Princesas”, que acabou revelando este e vários outros segredos do mundo mágico.

Com este best-seller, o autor desmistifica o estereótipo esperado por parte da sociedade na formação da menina, estimulando o trabalho com as emoções das crianças.