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A construção coletiva de uma escola inclusiva

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Em mais de trinta anos em sala de aula, todas as vezes em que tive a oportunidade de ter em minha turma algum aluno com deficiência, pude aprender  muito, como ser humano, e enquanto profissional  da educação. Como foram ricas as vivências, as interações, o processo de aprendizagem dos alunos, as descobertas, as adaptações possíveis, o amor e a empatia! Muitas vezes não foi fácil, é verdade, mas essa convivência é possível, necessária e direito de todos os alunos, crianças, adolescentes e jovens, com deficiência!

As dificuldades vêm muitas vezes por não termos a formação adequada, outros profissionais no apoio  na escola ou recursos e ambientes apropriados e acolhedores, entre outros fatores, mas nada disso invalida o direito de cada um deles de conviver, aprender e se desenvolver coletivamente e colaborativamente. E como ainda temos que aprender no sentido de construir uma escola inclusiva e uma educação realmente para todos! Muitas ações para essa construção envolvem toda a sociedade, outras dependem  especificamente dos poderes públicos no sentido de debater e implantar políticas públicas nesse sentido, que façam valer o que a lei já determina há alguns anos, mas e nós professores , como podemos contribuir para a construção de uma escola inclusiva?

Entre tantas possibilidades, destaco algumas que a meu ver são essenciais e possíveis para nós professores .

  • Em primeiro lugar tenha empatia e esteja aberto a aprender a como fazer essa educação inclusiva, como comunicar e interagir, como fazer da sua sala de aula um ambiente que além de acolhedor, seja de aprendizagem para todos, sem excluir seu aluno com deficiência, logicamente tendo claro que cada qual tem um jeito, um ritmo para aprender, mas que todos podem e tem potencial  para avançar, mesmo dentro de alguma limitação.
  • Se envolva no debate sobre essa educação inclusiva em sua escola, que não deve ser apenas ação e preocupação dos professores que tenha em sua turma algum aluno com deficiência. Cobre  junto de sua escola, Rede de Ensino, ações que apoiem e orientem essas ações.
  • Apoie ações coletivas no sentido de garantir o direito a educação da pessoa com deficiência, sem isolar, separar e ou discriminar.
  • Estude e busque alternativas que sejam possíveis de serem realizadas em sua sala de aula ou seja, aprenda com quem já faz essa educação acontecer, em práticas pedagógicas inclusivas.

Compartilho com vocês, queridos professores, alguns conteúdos,  materiais e práticas pedagógicas  que estão disponibilizadas gratuitamente em sites de  Institutos, Fundações e etc. entre outros.

Instituto Rodrigo Mendes

No site, você encontra um acervo riquíssimo de materiais para estudo, reflexão e muita prática inclusiva! Dá para ampliar muito a nossa visão e entendimento sobre educação e inclusão. Entre tantos materiais de muita qualidade, destaco três, mas vale a pena explorar exatamente tudo!

Livro: “Educação Inclusiva na Prática”. Uma parceria da Fundação Santillana, com o Instituto Rodrigo Mendes.

O livro traz  seis estudos de caso de estudantes com deficiência matriculados em escolas regulares Brasil afora, além da história e de conceitos da educação inclusiva;

https://www.fundacaosantillana.org.br/wpcontent/uploads/2020/07/EducacaoInclusivaPratica.pdf

Acesse também a Live de lançamento do livro, que traz mais informações e o debate para entendermos a proposta do livro. Uma aula para todos de que uma educação inclusiva é possível!

https://youtu.be/niUU3PE9wZg

Coletânea de práticas de educação física, “Portas abertas para inclusão”. São várias práticas incríveis que podem transformar a escola em um espaço de aprendizagem para todos. Muito muito bom, vai muito além da educação física.

http://institutorodrigomendes.org.br/portas-abertas/files/coletanea-de-praticas.pdf

Portal Diversa

Diversa é uma plataforma criada pelo Instituto Rodrigo Mendes, de compartilhamento de conhecimento sobre educação inclusiva, com  práticas e relatos de experiência de educadores de todo o país, com materiais pedagógicos e muito mais. Tudo muito bem explicado e fácil de compreender. Plataforma maravilhosa! Dá para se inspirar, aprender e fazer acontecer  em nossas salas de aula e em toda a escola.

https://diversa.org.br/

Instituto Paradigma

O Instituto Paradigma desenvolve um trabalho voltado para a defesa dos direitos humanos das pessoas com deficiência, com uma proposta ampla, que vai além da educação inclusiva,  como por exemplo a inclusão econômica. O Instituto disponibiliza muitos materiais em sua biblioteca digital como o material abaixo, com práticas pedagógicas inclusivas.

https://iparadigma.org.br/wp-content/uploads/Ed-Inclusiva-3.pdf

Instituto Alana

Para mais reflexão e entendimento sobre os benefícios da educação inclusiva para estudantes com e sem Deficiência, leia e compartilhe com todos da sua escola esse conteúdo disponibilizado pelo Instituto Alana. Material esclarecedor!

https://alana.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Os_Beneficios_da_Ed_Inclusiva_final.pdf

Mais conteúdos em práticas inspiradoras!

https://iparadigma.org.br/wp-content/uploads/Ed-Inclusiva-3.pdf

Todos Pela Educação

Para conhecer a legislação sobre educação inclusiva, acesse também:

https://todospelaeducacao.org.br/noticias/conheca-o-historico-da-legislacao-sobre-educacao-inclusiva/

Espero que  explorem todos esses materiais de estudo  e comecem, se ainda não o fizeram, a transformar sua sala de aula em um espaço de aprendizagem para todos. Esse pode ser um bom caminho para a mudança, transformação  e construção da escola inclusiva, nossa contribuição como profissionais da educação.

Como reflexão final, vejam esse conceito disponibilizado pelo Portal Diversa.

“Uma escola inclusiva é uma escola que inclui a todos, sem discriminação, e a cada um, com suas diferenças, independentemente de sexo, idade, religião, origem étnica, raça, deficiência. Uma escola inclusiva é aquela com oportunidades iguais para todos e estratégias diferentes para cada um, de modo que todos possam desenvolver seu potencial. Uma escola que reconhece a educação como um direito humano básico e como alicerce de uma sociedade mais justa e igualitária.”

Um grande abraço a todos e até a próxima!

Mara Mansani

 

Sobre a autora do post

Mara Mansani

Mara Mansani

Colunista

Professora há quase 30 anos, lecionou em vários segmentos, da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental, passando também pela Educação de Jovens e Adultos (EJA). Recebeu o Prêmio Educador Nota 10, na área de Alfabetização, com o projeto Escrevendo com Lengalenga.

Como trabalhar o empreendedorismo nas aulas

By | Educação inovadora, Sem Categoria | No Comments

A escola possui um papel essencial de ser ativa e proporcionar aos estudantes novas concepções e vivências de aprendizagem. 

O tema do empreendedorismo na educação vem ganhando força, porque esse processo que é acompanhado de atitude, faz com que nossos estudantes tenham a oportunidade de desenvolver competências e habilidades, além de estratégias de ideias, sonhos, relacionado ao seu projeto de vida. 

A Base Nacional Curricular Comum (BNCC) prevê uma série de competências para a Educação Empreendedora. Ao analisar as áreas do conhecimento é possível localizar referências e habilidades relacionadas a atitude empreendedora como o trabalho a partir da colaboração, resolução de problemas reais que beneficiam o social e se utilizam de recursos acessíveis.  

A escola é a porta de entrada para trabalhar com o empreendedorismo que tem o foco na intencionalidade, transdisciplinariedade e o protagonismo juvenil dos estudantes, associado as metodologias ativas que tem o foco tirar o aluno da passividade e trazê-lo ao centro do processo cognitivo.  

A educação empreendedora pode ser trabalhada em qualquer etapa da escolarização desde os pequenos aos jovens estudantes. E é um dos caminhos para o trabalho a partir de temas integradores, transversais e integrais, sem fragmentações de conhecimento ao permitir que os estudantes teçam reflexões, análises e resolvam problemas, que podem ser da unidade escolar, do bairro e ou que envolvam o território educativo.  

 Intencionalidade 

Para explorar a educação empreendedora é importante trabalhar a partir da intencionalidade, resolver um desafio, pensar em questões que os estudantes tenham que refletir sobre estratégias para resolver e que permitam desenvolver o senso crítico, a autonomia e a ter ideias sustentáveis. 

Um por exemplo disso, é pensar sob a ótica da questão ambiental. Por exemplo, no trabalho de robótica com sucata que idealizei junto aos estudantes da Emef Almirante Ary Parreiras, teve o viés empreendedor, voltado a pensar na sustentabilidade do trabalho, em que a solução se deu através de parceria e da venda de materiais recicláveis a empresas  e repasse de verbas a APM (Associação de Pais e Mestres) para torna-lo sustentável na unidade escolar.  

 Antes de criar a estratégia para sensibilizar os estudantes, eles foram desafiados a pensar, pesquisar, conhecer sobre reciclagem, sustentabilidade, descarte de materiais e o ciclo de vida de materiais e produtos (da fabricação ao descarte), realizar o reconhecimento da comunidade e propor soluções em que uma das estratégias utilizadas foi o designer thinking que consiste em criar uma chuva de ideias para pensar soluções, chegando na proposta da parceria. 

E justamente aqui que nasce a intencionalidade e a educação empreendedora, ao permitir que os estudantes de maneira coletiva realizem uma imersão sobre o tema abordado, buscando ideias inovadoras para implementar.  

Transdicisplinariedade 

O nosso cérebro é dinâmico e não segrega conhecimentos, por isso trabalhar a partir da luz da transdisciplinariedade é essencial para incentivarmos aos estudantes a lançarem o conhecimento sobre características múltiplas, desenvolver diversas habilidades e serem criativos.  

A transdicisciplinariedade pode ser trabalhada a partir de um eixo integrador que pode nascer de uma área do conhecimento e abarcar as demais. Um exemplo é quando pensamos nas grandes construções da civilização, não é apenas um tema relacionado a história, envolve outros conhecimentos, como: artes, ciências, filosofia, matemática, linguagens e tantas outras para explicar períodos. É o estudante tem a oportunidade de explorar um mix de conhecimentos, criando associações e permitindo conexões, em que precisa do outro para realizar o seu argumento, sendo uma concepção integral.   

Ao fazer isso o estudante está mobilizando diversos conhecimentos, assegurando suas experiências, compartilhando e construindo argumentos para a vida cidadã.  

 Protagonismo  

Desenvolver o protagonismo é um dos maiores desejos da educação moderna e a educação empreendedora pode contribuir com este viés. Ao permitir que os estudantes trabalhem encontrando soluções e com projetos estamos trabalhando com as metodologias ativas e suas modalidades. 

O estudante deixa de ser passivo para ser ativo, constrói o seu conhecimento, toma decisões, expõe argumentos e tornam-se empreendedores. O papel do professor é de mediar este processo e oportunizar a desafiá-lo a encontrar soluções e impasses. 

O desenvolvimento destas características nos estudantes consiste em permitir atitudes, questionar processos, que sejam curadores de informações. Ao invés do professor iniciar a aula questionando o que estudante sabe sobre determinado assunto, deve questioná-lo o que conhecem sobre ele, isso é ter altas expectativas a todos os estudantes e ouvi-los. 

Um abraço, 

Débora

 

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é formada em Letras e Pedagogia, com especialização em Língua Portuguesa pela Unicamp, Mestra em Educação pela PUC-SP e FabLearn Fellow, Columbia, EUA. Professora há 16 anos da rede pública de SP, sendo idealizadora do trabalho de Robótica com Sucata que se tornou uma política pública. Atualmente é Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo e colunista do blog Redes na coluna Edução Inovadora na Editora Moderna.

Integrante da comissão de Direitos Humanos da Cidade de São Paulo e Palestrante em grandes eventos Nacionais e Internacionais entre eles, Latinoware, Campus Party, Bett Educar, Harvard, EUA, Oxford em Londres, Buenos Aires na Argentina, Ecole Polytechnique, França. Pelo trabalho realizado na Educação Pública, recebeu diversos prêmios importantes, entre eles: Professores do Brasil 2018, Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT 2019, Medalha de Pacificadores da ONU 2019 e considerada uma 10 melhores Professoras do Mundo pelo Global Teacher Prize 2019, Nobel da Educação.

Ler com os ouvidos

By | LITERATURA COM MARIA JOSÉ NÓBREGA, Sem Categoria | No Comments

Ao acompanharem a leitura em voz alta de um livro por um leitor mais experiente, as crianças têm acesso a textos que ainda não sabem ler, mas que se tornam possíveis pela voz do outro. Essa prática abre um espaço intersubjetivo entre o texto, o leitor e a criança. É pela voz do outro que a criança se sente atraída pela literatura e estimulada a conquistar autonomia para ler.

Para promover esse contato íntimo com o texto, o leitor precisa ir além da decodificação dos sinais gráficos, além da fluência para respeitar as unidades sintáticas do texto. Precisa abrir-se a uma experiência simbólica que se desdobra esteticamente em uma melodia, em uma sonoridade.

Uma tal experiência sensível só é possível com uma leitura expressiva, que mobiliza elementos prosódicos, como entonação (a velocidade, a altura e o volume), ênfase (o realce a palavras ou expressões) e ritmo (a alternância de tempos fortes e fracos para que a performance não fique monótona). Por essa razão, é que se sustenta que, sem uma intimidade profunda com o texto, não há como ler expressivamente. É retomando o texto várias vezes que se encontra a justa interpretação melódica capaz de comunicar os sentidos atribuídos a ele não só pela voz de quem lê, mas também pelo olhar, gestos e movimentos de quem escuta.

Com crianças em processo de alfabetização, a leitura em voz alta permite ainda aproximá-las da linguagem escrita, garantindo que se apropriem de algumas de suas características antes mesmo de compreenderem o que as marcas gráficas representam, como reconhecer diferentes gêneros, estruturas textuais, funções dos textos; familiarizar-se com as expressões mais elaboradas próprias da linguagem literária, formas típicas de como começam e terminam as histórias, associações que permitem, pela experiência com os livros, criar expectativas sobre o que vai ler.

Se pela voz do outro as crianças leem sem saber ler, para que se tornem efetivamente leitoras autônomas, é necessário que, no processo de alfabetização, tenham conhecimentos específicos sobre o sistema alfabético e as convenções da escrita.

Como desenvolver a fluência e a leitura expressiva nas crianças?

A escritora americana Lisa Papp, provavelmente, se inspirou para escrever Madeline Finn e Bonnie (Salamandra) no projeto “Book Buddies”, que convida crianças a lerem para gatos abandonados em um abrigo em Birdsboro (Pensilvânia, Estados Unidos).

Criança lê para um gatinho abandonado em um abrigo nos EUA

Crianças que não têm fluência leitora, certamente, vão se identificar com Madeline que não gosta de ler em voz alta de jeito nenhum, porque as palavras se emaranham em sua boca. O problema da pequena só se resolve quando sua mãe decide levá-la até a biblioteca pública, onde a bibliotecária propõe a ela algo inusitado: ler para Bonnie, uma enorme cachorra branca.

Inspirando-se no livro, sugira que cada criança experimente treinar a leitura em voz alta para o seu de animal de estimação, ou mesmo para uma plateia de bichinhos de pelúcia.

Como foi o treino? Ficou mais divertido? Sua leitura melhorou: ficou mais fluente?

Para não expor as crianças que ainda não tenham fluência, proponha que gravem um áudio com a leitura do texto treinado. Após escutar a gravação com a criança, pergunte:

a. Houve dificuldade para ler alguma palavra? Qual?

b. Ocorreu alguma troca de palavra? Onde?

c. Ao constatar um erro, você já foi capaz de se autocorrigir?

Para crianças que já leem com alguma fluência, mas ainda não o fazem com expressividade, proponha que, após a gravação, façam uma autoavaliação de seu trabalho:

a. Variou a entonação, isto é, a velocidade, a altura e o volume de sua leitura?

b. Realçou a leitura de palavras ou expressões relevantes do texto? Quais foram elas? Por que as escolheu?

c. Procurou alternar os tempos fortes e fracos para que a leitura não ficasse monótona? Que pistas do texto você usou para variar o ritmo?

O desenvolvimento dessas capacidades pode se desdobrar em projetos mais ambiciosos como ler para crianças menores, gravar audiolivros, podcasts. Vai ser uma festa!

Sobre a autora do post

Maria José Nóbrega

Maria José Nóbrega

Colunista

Formada em Língua e Literatura Vernáculas pela PUC/SP, com mestrado em Filologia e Língua Portuguesa pela USP, atuou em programas de formação continuada junto ao MEC, à SEE de São Paulo e à SME de Florianópolis e de São Paulo. Compôs a equipe de elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais, terceiro e quarto ciclos (1998); coordenou a equipe de Língua Portuguesa das Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o ensino fundamental: ciclo I e II – SME de São Paulo (2007); integrou a equipe de elaboração da Proposta Curricular de Língua Portuguesa, do 1º ao 5º ano da SEE do Ceará (2014). Atuou como pesquisadora do Projeto “Currículos para os anos finais do ensino fundamental: concepções, modos de implantação, usos”, desenvolvido pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (2015). Foi assessora do Projeto Planos de Aula da Nova Escola.

Atualmente, além de assessorar várias escolas particulares de São Paulo, é coordenadora dos projetos de leitura da Editora Moderna, organizadora da série “Como eu Ensino” da Editora Melhoramentos, professora do curso de Especialização em Formação de Escritores / Instituto Superior de Educação Vera Cruz e do curso O livro para a infância: processos de criação, circulação e mediação contemporâneos / A Casa Tombada.

Cinco títulos para desenvolver a fluência e a leitura expressiva com crianças em fase de alfabetização

GUEDES, Avelino. O sanduíche da Maricota. São Paulo: Moderna.

BELINKY, Tatiana. O grande rabanete. São Paulo: Moderna.

TAYLOR, Sean. Quando nasce um monstro. São Paulo: Salamandra.

MACHADO, Ana Maria. Camilão, o comilão. São Paulo: Salamandra.

PAMPLONA, Rosane. Era uma vez… três! Histórias de enrolar… São Paulo: Moderna.

RETOMADA DAS AULAS: E-BOOKS GRATUITOS QUE AJUDAM A ORGANIZAR AS ESCOLAS NA PANDEMIA

By | Institucional, Sem Categoria | No Comments

Em um cenário de dúvidas sobre os caminhos da pandemia, 2021 nos traz uma certeza: a importância da Educação para jovens e crianças. A retomada das aulas neste ano, seja no formato a distância, presencial ou híbrido, está repleta de desafios que serão encarados por toda a comunidade escolar.

A Santillana, a Moderna e a Salamandra são parceiras das escolas, professores, diretores, pais e estudantes para organizar a retomada, e acolher a todos neste momento delicado. Para isso, publicamos quatro e-books gratuitos que auxiliam de forma objetiva a encarar esses desafios, olhando para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais e para a organização de espaços e atividades escolares.

Desenvolvido por uma psicóloga e uma psicopedagoga do Instituto de Psiquiatria Infantil do Hospital das Clínicas da USP, o material ajudará gestores e professores a garantir um retorno humanizado para toda a equipe da escola e das famílias.

BAIXE AQUI!

Este livro é o resultado de um longo trabalho desenvolvido com famílias, crianças e adolescentes no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP. As habilidades socioemocionais, como propostas neste livro, oferecem metáforas que podem ser retiradas das histórias infantis e as emprega enquanto mediadoras.

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O material traz um olhar abrangente sobre o contexto da pandemia e dicas para estruturar um plano de ação completo para o retorno das aulas. Dividido em três partes, o e-book aborda os conceitos já conhecidos da covid-19, como elaborar um plano de ação para a volta às aulas presenciais e como promover este plano entre os diferentes públicos envolvidos.

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O material traz um olhar abrangente sobre o contexto da pandemia e dicas de práticas pedagógicas para aplicar com as turmas de forma remota. Neste e-book você aprenderá sobre: educação integral e inclusiva, ensino híbrido e metodologias ativas, como construir pontes entre o currículo e a vida no pós-pandemia, e outras questões fundamentais para a retomada.

BAIXE AQUI!

Conheça os materiais e conte conosco para continuar fortalecendo as práticas pedagógicas da sua escola em 2021.