NOVA EDIÇÃO| Estudar História – Das origens do homem à era digital

By | Lançamentos 2019/2020 | No Comments

As últimas décadas foram marcadas por uma forte renovação das atividades docentes. Os currículos escolares foram reformulados, enfatizando o desenvolvimento das habilidades e competências; as avaliações tomaram caráter formativo; as metodologias ativas ganharam relevância nos processos de ensino-aprendizagem; a formação dos jovens para a cidadania tornou-se um dos pilares das práticas educativas e as novas tecnologias digitais penetraram o ambiente escolar. O ensino de História, em particular, passou a valorizar o debate historiográfico, a produção do conhecimento histórico e o desenvolvimento da capacidade do jovem de mobilizar seu conhecimento sobre o passado para analisar o presente.

Se por um lado todas essas mudanças são bem-vindas e dão mais dinamismo e sentido à Educação, por outro sobrecarregam os professores, cujos salários e condições de trabalho nem sempre acompanharam o aumento do volume de tarefas e responsabilidades. Por essa razão, a disponibilidade de materiais didáticos que deem suporte ao trabalho docente, assegurando ao educador recursos para desenvolver suas aulas sem, no entanto, engessar seu curso, tornaram-se essenciais.

Ciente disso, pensamos a coleção Estudar História para ser usada de maneira bastante flexível. Nela, cada professor encontrará à sua disposição uma variedade suficientemente grande de propostas e textos que lhe permitam traçar o percurso pedagógico que mais lhe convier, sem prendê-lo a um roteiro de trabalho pré-determinado.

Em todos os volumes há atividades de verificação de leitura na sessão Recapitulando, colocadas estrategicamente ao final de um bloco de informações para que o professor possa planejar desde uma aula invertida, aproveitando o tempo em sala para discussões, atividades criativas e propostas interativas como as sugeridas na sessão Fazendo e Aprendendo, até fazer uma avaliação diagnóstica da habilidade de leitura e compreensão de texto dos seus alunos. Outra preocupação foi garantir, na sessão História em Construção, que os estudantes entrem em contato com os métodos de produção do conhecimento histórico e sintam-se estimulados a problematizar a realidade, buscando no passado explicações possíveis para as situações que vivenciam hoje. Para essa finalidade, inclusive, todos os capítulos apresentam uma proposta de atividade na qual o aluno precise estabelecer relações entre passado e presente.

Tomando a Base Nacional Comum Curricular como norte, a coleção também oferece propostas interdisciplinares e atividades que desenvolvam as habilidades cognitivas do jovem, instando-o a ler e interpretar gráficos e tabelas, mapas, imagens de diversos tipos e textos de vários gêneros. Além disso, valoriza os trabalhos em equipe, a atividade de pesquisa e a aprendizagem de procedimentos a fim de desenvolver, aos poucos, a autonomia do estudante.

Deste modo, nosso propósito foi firmar uma relação de parceria com os colegas de profissão, reconhecendo sua competência para gerenciar o próprio curso, mas solidárias às dificuldades práticas que marcam a carreira docente. Esperamos estar com vocês nessa jornada!

Patrícia e Anna

Conheça a obra!

Patrícia Ramos Braick

Patrícia Ramos Braick

Autora do livro Estudar História

Mestre em História (área de concentração: Histórias das Sociedades Ibéricas e Americanas) pela PUC-RS. Ex-professora da educação básica em Belo Horizonte/MG.

Anna Barreto

Anna Barreto

Autora do livro Estudar História

Mestre em História Social pela USP. Professora da educação básica nas redes pública e privada de São Paulo/SP, desde 1987.

Geração Digital

By | Educação inovadora | No Comments

É consenso que nossos alunos nasceram na área digital. Eles estão acostumados a estímulos de aplicativos e plataformas digitais, interagindo a redes sociais. São os chamados geração Z, que estão na idade de 10 a 24 anos.

Saiba mais

As relações digitais são tão importantes para os jovens quanto o contato pessoal. Eles fazem parte da geração digital, que é aquela que mais tem acesso à informação.

Compreender essa mudança é compreender o que pode ser feito na Educação e o quanto ela impacta de fato o aprendizado, compreendendo os desafios e superando dificuldades.

Como inserir a escola nesse novo contexto

O ponto de partida é contextualizar esse mundo a realidade escolar, usar ferramentas que aproxime o mundo dos estudantes a sala de aula, permitindo reflexão sobre temas essenciais como Internet segura, uso consciente das redes sociais, notícias falsas e dados.

Questões que permeiam o mundo digital são possíveis de mudanças de paradigmas e culturais. São pontos de trabalhos essenciais a sala de aula, fazendo os estudantes compreender que a tecnologia tem o seu lado benéfico e também o lado não benéfico que pode comprometer os estudos e interferir em sua vida pessoal como os casos de cyberbullying.

Pontos de atenção

Alguns pontos precisam de atenção, especialmente o ensino de leitura na esfera digital, que é repleto de multimodalidade, como imagens e vídeos. Sendo necessário trabalhar esses textos em sala de aula, diminuindo dificuldades e trabalhando a multimodalidade.

Um exemplo disso é o trabalho com os diferentes gêneros digitais como memes, charges, e também com as redes sociais como Twitter, Facebook, Instagram que possuem finalidades diferenciadas.

O Twitter traz uma quantidade mínima de caracteres, o Instagram trabalha a imagem, fomentando e intensificando que os alunos se tornem responsivos ativos, o Facebook cabe ambas modalidades sem o limite de caracteres.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Nova maneira de aprender

Nossos estudantes aprendem e interagem de maneira diferenciada, conectados a esse novo mundo. Um desses caminhos é o diálogo, chamando a atenção para o que está sendo compartilhado e a forma que estão interagindo com as ferramentas digitais.

Abordar novos desafios e estudos de casos é essencial para o processo de aprendizado, algumas ferramentas auxiliam nesta transição, uma delas é o google classroom que permite uma grande interação com o conteúdo a ser trabalhado, interagindo inclusive com a Internet sem a necessidade de sair da tela.

Essas ações são importantes para mudança de pensamento, permitindo que nossos discentes não sejam somente consumidores de tecnologia, mas, também produtores delas ao terem oportunidade de vivenciarem e criarem conteúdo, ganhando autonomia e desenvolvendo o protagonismo juvenil.

Ferramentas digitais

O Caminho perpassa inserir ferramentas digitais ao planejamento e ao cotidiano escolar e vale inserir algumas que permitem criação, autonomia, como vídeos, produção de games.

Ações que independem de uma máquina física e pode ser incorporado aos aparelhos de tablets e celulares dos discentes, ajudando a compreender que esses recursos são aliados ao seu processo de aprendizagem, além de auxiliar no desenvolvimento de habilidades como colaboração, empatia e resoluções de problemas.

Benefícios

A tecnologia tem de ser encarada como uma propulsora a aprendizagem, capaz de alavancar a aprendizagem, e permitindo autoria e personalização do ensino com interação contribuindo para que os alunos vivenciem a aprendizagem ao mesmo em que colabora com a aprendizagem cognitiva.

E você querido professor, quais ações tem realizado em sua de aula para integrar a tecnologia ao contexto escolar?

Um abraço,

Débora

12/10 – Dia das crianças e dia da leitura

By | Literatura | No Comments

O dia 12 de outubro não à toa é uma data especial: além de ter sido escolhido como o “dia das crianças” também é celebrado o dia da leitura.

Quer combinação melhor do que crianças e livros? Os livros abrem portas para um universo cheio de histórias e descobertas. As crianças estimuladas pelo hábito da leitura crescem mais criativas, mais imaginativas e tecem visões amplas.

Abaixo, sugerimos duas listas com indicações de livros para que você leia junto com as crianças que fazem parte da sua vida, já que a formação de leitores é um ato tão poderoso para transformar uma sociedade.

Feliz dia das crianças! Feliz dia da leitura!

MODERNA

  1. Na cozinha com os dinossauros
  2. Ganhei um dinheiro
  3. Pet, o dragão e o mistério das pegadas
  4. O livro da com-fusão: Animais
  5. Tantãs
  6. Reinações de Narizinho
  7. O que eu quero pode acontecer
  8. Biruta
  9. Ratinho manhoso
  10. Quem ri por último, rima melhor

SALAMANDRA

  1. Na colina
  2. Natacha
  3. Mais duas coisinhas à toa que deixam a gente feliz
  4. Quem tem medo de monstro?
  5. Almanaque Ruth Rocha
  6. Doroteia, a centopeia
  7. Sete histórias para contar
  8. Tem sempre um diferente
  9. A outra história de Chapeuzinho Vermelho
  10. A revolta dos gizes de cera

Conheça o Leitura em família

Por acreditar que a leitura deve ser vivenciada não apenas na escola que as editoras Moderna e a Salamandra desenvolveram o programa Leitura em Família, que traz orientações e dicas escritas por pais para proporcionar momentos prazerosos de descobertas e diálogo, além de integrar família e escola na missão de educar.

Clique nos botões abaixo e confira os títulos de cada editora que integram o programa. 

21 de Setembro, Dia da Árvore

By | Sustentabilidade | No Comments

Num momento em que o mundo todo se preocupa com a multiplicação de incêndios na floresta amazônica e com ações de desmatamento ilegal, é fundamental lembrarmos que é possível conciliar desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e que isso deve ser uma meta a ser buscada por governos, empresas e instituições.

O plantio de árvores pode ser uma excelente estratégia para o suprimento de matérias primas renováveis. Milhões de árvores já são plantadas diariamente em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a fabricação de muitos produtos, papel entre eles. Essas árvores contribuem enormemente para a redução do efeito estufa e mitigação das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, outros bilhões de árvores nativas são preservadas pelas mesmas empresas, numa demonstração prática de que desenvolvimento e sustentabilidade não são incompatíveis, pelo contrário, são lados da mesma moeda.

Outro dado importante: segundo pesquisa recente da revista Science, o Brasil tem 50 milhões de hectares de terras degradadas, sem uso, que podem servir para diversas aplicações, inclusive plantio de árvores. É uma área equivalente ao território da Espanha.

Nós brasileiros, que detemos a soberania sobre a maior floresta tropical do planeta, temos enorme responsabilidade pela preservação desse patrimônio, em nosso benefício, mas também em prol de toda a humanidade. Para salvar essas árvores não precisamos renunciar à nossa soberania e nem travar o desenvolvimento do país, muito pelo contrário.

Neste dia da árvore, plante uma e lembre-se que as indústrias brasileiras de celulose e papel mantém plantadas, hoje, mais de quatro bilhões, sem contar as matas nativas preservadas.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

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