MODERNA: VEM COM A GENTE SER MULTI!

By | Institucional | No Comments

Reinventar-se é preciso. Sempre. Em todas as épocas e em qualquer lugar. Em nossos mais de 50 anos de mercado, temos a preocupação de estar lado a lado com a educação brasileira, pensando e produzindo soluções de aprendizagem e materiais didáticos que valorizem a formação humana, o trabalho com fatos e dados e a empatia para abrir diálogos.

Valorizamos a Educação para a vida. Uma educação que vai além dos muros da escola, que não forma apenas o aluno, mas transforma a comunidade. Acreditamos em uma educação que apoia os projetos de vida do aluno, mas também desenvolve professores, coordenadores, gestores… enfim, todos que se envolvem com a escola.

Uma parceria multieducação

Em todos esses anos, nosso denominador comum foi a parceria com as instituições de ensino. Temos um compromisso de compreender cada escola como um ecossistema único para oferecer soluções multiconteúdo e percursos de formação multiplataforma. Ao longo da nossa jornada, a marca Moderna se tornou padrão de qualidade para professores e famílias, o que nos dá credibilidade para continuar inovando e construindo relações de multiparceria com as principais escolas do país.

MODERNA

Soluções educacionais múltiplas

LEITURAS DE VESTIBULAR

By | Literatura | No Comments

Por Douglas Tufano

Para a grande maioria dos alunos, os livros de literatura pedidos nos vestibulares são desinteressantes, pois não tratam de problemas que dizem respeito aos jovens de hoje. E para agravar o problema, a linguagem literária ainda dificulta mais a compreensão dessas obras. Alguns alunos dizem que não conseguem compreender o que estão lendo, têm que recorrer a todo instante ao dicionário mas, depois de algumas páginas, isso cansa e desanima.

A meu ver, o problema está na falta de preparação para essas leituras. O professor precisa ajudá-lo a ler, deve servir como intermediário entre o estudante e o livro. Sem essa orientação, é claro que a leitura se torna penosa e desanimadora.

Para ajudar tanto o professor como os alunos, preparei para a editora Moderna uma nova edição dos autores clássicos brasileiros que mais caem no vestibular (Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Raul Pompeia, José de Alencar, Lima Barreto, entre outros). A novidade é que esses livros agora são acompanhados de notas que vão além de explicações de vocabulário. Elas orientam a leitura, dão dicas e pistas sobre o significado de certos episódios, chamam a atenção sobre os recursos de estilo do autor, esclarecem o contexto histórico e social em que transcorre o enredo. Além disso, trazem uma biografia do autor e mostram as características principais de sua época literária. Dessa maneira, é como se o leitor tivesse um professor ao seu lado. A leitura flui com muito mais facilidade. Por isso, minha sugestão é que o aluno faça uma programação de leitura com tempo suficiente para ler cada livro com calma.

Outra dica importante para o aluno se preparar é resolver as questões que já caíram sobre os livros que está lendo. Há obras que ficam vários anos nas listas de leituras obrigatórias; por isso, já foram objeto de muitas questões. Rever essas questões e tentar resolvê-las é sempre um bom teste para recordar pontos importantes dessas obras.

Não se pode esquecer que uma coisa é absolutamente certa: se há uma lista de leituras obrigatórias, é porque no exame vão cair perguntas sobre esses livros. Será que o vestibulando prefere jogar fora os pontos que poderia ter se lesse bem as obras? Muitas vezes, são esses pontos que fazem a diferença na classificação final…

(Douglas Tufano, professor de literatura e redação do ensino médio, autor de livros didáticos e paradidáticos da editora Moderna)

Lixo eletrônico como abordar esse assunto em sala de aula

By | Educação inovadora, Sem Categoria | No Comments

Estamos vivenciando uma revolução tecnológica no mundo, tais mudanças, afetam diretamente a questão ambiental, especificamente o que produzimos com o tempo se tornará lixo eletrônico, sendo de suma importância falarmos de reaproveitamento que envolve os 3’R.

Recentemente foi acrescido mais 2’R, perfazendo os 5’R:

Falar sobre esse tema em sala de aula é fundamental para sensibilizar e desenvolver nos alunos o senso ambiental, trabalhando com os objetivos sustentáveis (ODS) e trabalhando na prática a  sustentabilidade.

Atualmente muitos produtos tecnológicos, possuem um tempo de obsolescência, são os casos dos computadores, celulares, tablets e tornam-se lixo eletrônico. Poucos ainda são os pontos de coleta para esse material, porém, na sala de aula, com os devidos cuidados, estes materiais podem se transformar em currículo, trabalhando projetos mão na massa.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Formada em Letras e Pedagogia, pós-graduada em Língua Portuguesa pela Unicamp e mestranda em Educação pela PUC de SP. É professora de Tecnologias, trabalha com Cultura Digital, Robótica com sucata/livre, programação e animações; e implementação em tecnologias em Escolas Públicas. Vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil e Finalista no Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação.

Como usar o lixo eletrônico nas aulas

É fundamental trabalhar com os estudantes a influência do homem com o meio em que vive, avaliando propostas de intervenção no ambiente, delineando relações entre o padrão de consumo e o crescimento urbano na atualidade. O que pode ser trabalhado nas diversas áreas do conhecimento e de forma interdisciplinar, fazendo os estudantes compreender os ecossistemas e maneiras de contribuir com a preservação.

Abaixo reunimos algumas dicas, vamos lá!?

Preparando o ambiente

O professor pode direcionar a aula, após uma primeira roda de conversa, aprofundando o assunto com pesquisas direcionadas.

Dicas:

Lixo Eletrônico, site Sua Pesquisa

Fonte: Disponível: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/lixo_eletronico.htm.

Lixo Eletrônico no Brasil, site Info Escola

Fonte: Disponível: http://www.infoescola.com/meio-ambiente/lixo-eletronico-no-brasil/

Aproveitando o lixo eletrônico

Após esse primeiro momento de conhecimento, o segundo e poder aproveitar esse lixo em projetos mão na massa, que envolve a aprendizagem criativa e robótica, ao explorar o potencial dos componentes que estão dentro dos equipamentos para dar vidas a protótipos com sucata.

Dentro do computador, é possível reaproveitar o HD, motores, conectores, ventoinhas, fios, placas, ou seja, quase tudo pode ser reaproveitado como matéria prima para o ensino de Robótica. A escola pode se tornar um ponto de coleta e arrecadar esses materiais.

O professor pode usar esse material para dar os primeiros passos no ensino de robótica como montar circuitos eletrônicos, criar protótipos com funcionamentos de motores e de ventoinhas, de forma low tech (baixa tecnologia), dar desafios para que os alunos criem seus objetos usando esses materiais.

Permitindo que os alunos inventem, criem, utilizando os 5’R e as metodologias ativas que visa tirar o aluno da passividade e trazer ao centro do processo de aprendizagem.

Ampliando para a comunidade escolar

Com os trabalhos realizados pelos alunos, a escola pode promover uma feira sobre a sustentabilidade e convidar os familiares e o entorno para participarem, ampliando os conhecimentos sobre o assunto e fazendo os alunos serem multiplicadores desta ação.

Outro ponto é organizar palestras com convidados externos tanto para troca com os estudantes como a comunidade escolar.

Desta maneira ganham todos, os alunos com uma nova visão de mundo e um leque de oportunidades, a sociedade e a natureza.

E você querido professor, como está trabalhando com a questão da sustentabilidade em sala de aula? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar ações e práticas pedagógicas.

Um abraço,

Débora

Como usar BYOD na Educação

By | Educação inovadora | No Comments

Você já ouviu o termo BYOD?

Conhecendo mais

O BYOD é a sigla de Bring Your Own Device (traga o seu próprio aparelho), também conhecida como mobile learning (aprendizagem móvel) e é uma tendência que surgiu no mundo corporativo e que tem ganhando espaço na educação, ao propor que os alunos tragam para a sala de aula seus próprios dispositivos digitais.

Um dos principais impactos é viabilizar a adoção de tecnologia na rotina de estudos, sem a necessidade de fazer altos investimentos de compra, manutenção e atualização de hardwares. Outro ponto forte é a oportunidade de engajamento dos estudantes nas atividades propostas, dando um novo destino aos celulares e tablets dos discentes, rompendo com o paradigma dos docentes que utilizar esses equipamentos irá dispersar a aulas e os estudantes irão acessar conteúdos impróprios que podem (e devem) ser superados com mudança cultural e implementação de sistemas de segurança e controle.

É um novo olhar para a sala de aula! Na medida que possibilita ao professor trabalhar com equipamentos móveis, onde muitas vezes o aluno, já o possui, se utilizando de uma rede wireless, facilitando a dinâmica da sala de aula, ao mesmo tempo que permite ao professor utilizar recursos disponíveis trazidos pelos alunos possibilitando um viés pedagógico. Muitos professores já têm utilizado essa prática ao adquirir um roteador e utilizando os aparelhos móveis dos alunos em suas aulas.

Outro ponto positivo nesta abordagem e criar um espaço acolhedor dentro da sala de aula, sem ter a necessidade de deslocar os alunos para um outro espaço para realizar atividades que necessitem do suporte das ferramentas digitais. Muitas vezes, esse é um fator que desestimula o professor a utilizar tecnologias nas aulas, justamente pelo tempo de deslocamento e perda de parte da aula gerenciar o espaço e equipamentos.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Formada em Letras e Pedagogia, pós-graduada em Língua Portuguesa pela Unicamp e mestranda em Educação pela PUC de SP. É professora de Tecnologias, trabalha com Cultura Digital, Robótica com sucata/livre, programação e animações; e implementação em tecnologias em Escolas Públicas. Vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil e Finalista no Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação.

Levando o BYOD para a sala de aula

O BYOD possibilita que a aprendizagem ocorra em outros espaços, além da sala de aula e sem ser em um espaço físico. Pode ser uma aula pública, um estudo de campo e ou explorar espaços dentro da própria escola, explorando ferramentas fundamentais para envolver os alunos em atividades de pertencimento como imagem, vídeo e até mesmo uma viagem virtual e ou explorando ferramentas de colaboração ao alcance de dispositivos móveis.

É necessário compreender o uso da tecnologia não como ciência, mais, uma propulsora ao ensino aprendizagem, tendo em mente que os alunos se apropriem de recursos que está nas mãos para realizar atividades propostas. O BYOD é uma possibilidade real de otimizar recursos educacionais.

Fica a dica

No entanto, é necessário tomar alguns cuidados, como ter objetivos claros, para desenvolver as atividades, manter bom diálogo com os discentes, principalmente sobre os equipamentos e suas funcionalidades, como por exemplo, quando os equipamentos pertencem a unidade escolar é fácil conversar sobre os aspectos do coletivo, quando os equipamentos são dos alunos, é necessário trabalhar a colaboração para que o individualismo não sobressaia sobre as atividades.

Outro ponto interessante é envolver a comunidade escolar, pensando colaborativamente sobre a adoção do BYOD na unidade escolar, constituindo um fórum para pensar em ações conjuntas, conhecendo a fundo o perfil da comunidade escolar e constituir um politica de uso com a sensibilidade da unidade escolar, além de envolver o colegiado para pensar em adquirir conectividade. Outro ponto, é colocar os alunos em situação de produtores de tecnologias ao desenvolver aplicativos. Uma ferramenta que pode ser utilizada é a fabrica de aplicativos, onde os alunos podem desenvolver uma aprendizagem interativa e criar games, e-books e materiais interativos, usando como limite a imaginação.

E você querido professor, já teve alguma experiência com BYOD, se sim como foi sua experiência? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar práticas e inspirar professores.

Um abraço,

Débora

O papel é um dos produtos mais reciclados no mundo

By | Sustentabilidade | No Comments

O processo de reciclagem de papel começa com você. Depois que o papel foi usado ele deve ser descartado como resíduo a ser reciclado. Na Europa, a taxa de reciclagem de papel foi de 72,5% em 2016. No Brasil esse índice já chega a 67% e cresce ano a ano.

Para manter a qualidade, é importante que o papel seja coletado separadamente de outros materiais. Durante o processo de reciclagem é necessário remover contaminantes e, quando necessário, também resíduos de tinta. A matéria prima resultante pode ser usada para produzir 100% de papel reciclado ou misturada com fibra virgem, dependendo das características de qualidade exigidas.

Tanto a fibra reciclada quanto a virgem oferecem benefícios. Como as fibras virgens e recicladas fazem parte de um único sistema complexo, é muito difícil comparar com segurança seus atributos ambientais. Na prática, a fibra reciclada não existiria se a fibra virgem não fosse colhida e as demandas da sociedade por produtos de papel e cartão não poderiam ser atendidas sem as duas coisas. Para a produção de celulose virgem é necessário plantar árvores continuamente, o que ajuda a reduzir o efeito estufa.

Uma fibra pode ser reciclada várias vezes, mas não indefinidamente. A reciclagem de papel precisa incorporar uma certa quantidade de fibras novas porque a celulose se deteriora cada vez que é reciclada. Além disso, muitos tipos de papéis exigem fibra virgem na sua composição para alcançar as propriedades técnicas adequadas. Finalmente, às vezes não há papel reciclado, com boa qualidade, em quantidade suficiente para atender à demanda. Cerca de 22% do papel utilizado não é possível coletar ou reciclar.

Papel é feito de celulose, extraída de árvores. Ao contrário do que muita gente pensa, toda celulose produzida no Brasil vem de árvores plantadas e nada vem de matas nativas. Trata-se, portanto, de matéria-prima renovável que não esgota recursos naturais. As árvores plantadas contribuem para a redução do efeito estufa.  Em alguns países usam-se árvores nativas, mas para cada árvore colhida outras são replantadas de modo a garantir sua reposição. Na Europa, por exemplo, as florestas têm crescido 44.000 km2 nos últimos dez anos. A água utilizada na fabricação de celulose e papel não é perdida. Mais de 90% é devolvida ao meio ambiente em condições adequadas segundo os critérios legais.

Para saber mais:

17 de Maio – Dia Internacional da Reciclagem

No dia 17 de maio é comemorado o Dia Internacional da Reciclagem. A data comemorativa foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura (UNESCO) como forma de conscientizar as pessoas sobre os impactos que o alto consumismo gera ao meio ambiente.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), cada brasileiro produz em média 387 kg de lixo por ano, o que chega a mais de 79 mil toneladas anuais no país. Além da quantidade, há um preço ambiental altíssimo: aterros sanitários produzem gases de efeito estufa (GEE) que poderiam ser evitados com uma política de reciclagem.

Contaminação
Alguns materiais levam anos ou décadas para se decompor, como os descartáveis (fraldas, copos plásticos etc). Metais, vidros e plásticos poderiam ser excluídos dos aterros se fosse feita sua separação dos demais materiais. Com a reciclagem, é possível reaproveitar esses materiais, pois as empresas do setor os reutilizam no processo industrial. O caso do lixo eletrônico (também conhecido como e-lixo) tem um agravante: seus componentes possuem elementos químicos altamente tóxicos, quando entram em contato com o solo e com lençóis freáticos.

Há outros vilões contaminantes no material descartado pelos munícipes, como as lâmpadas fluorescentes (elas devem ser descartadas com cuidado para evitar a quebra e consequente esparrame do seu interior para o solo), baterias em geral, televisores, geladeiras e micro-ondas. A SVMA incluiu coletores para o e-lixo em treze parques.

Coleta Seletiva
A cidade de São Paulo tem vários locais cadastrados para o descarte de lixo reciclável. O Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura conta com uma rede de 27 cooperativas e associações de catadores habilitadas pela Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB). Para participar da coleta seletiva basta fazer uma pesquisa pelo site da Loga ou Ecourbis, para saber dia e horário de coleta de acordo com a região. Depois, é só separar os recicláveis, como papel, plástico, vidro e metal.

O munícipe auxilia muito nesse processo tomando alguns cuidados: plásticos (principalmente de detergentes e xampus) devem ser lavados antes da coleta. As tampas devem ser retiradas. Os vidros também precisam ser lavados e as tampas, retiradas. Metais (latinhas de bebidas em geral) devem ser amassadas ou prensadas. Já os papeis devem ser guardados diretamente em sacos plásticos, tomando o cuidado de não molhá-los. Vidro quebrado também é aceito, mas tome o cuidado de embalá-lo em jornal para não ferir o coletor. Caixas de papelão (incluindo as embalagens longa vida) devem ser desmontadas ou compactadas para reduzir o volume na hora da coleta.

Fonte: Prefeitura de São Paulo