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8 LIVROS INFANTIS PARA REFLETIR SOBRE A PATERNIDADE

By | Institucional | No Comments

Em agosto, comemoramos o Dia dos Pais. Uma data para celebrar as referências paternas em nossas vidas. Sem dúvida, é incrível observar o amor que muitos homens sentem por seus filhos e a dedicação que têm para garantir uma criação de qualidade. Porém, a data também nos leva a refletir: o que é ser pai?

No Brasil, mais de 5,5 milhões de crianças não possuem o nome do pai na certidão de nascimento. Esses são dados do último Censo Escolar, feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2013. Em pesquisa realizada em 2015, pelo Instituto Data Popular, o Brasil tem 67 milhões de mães. Dessas, 31%, ou seja, 20 milhões de famílias são formadas apenas por mães que criam seus filhos sozinhas. Se pensarmos em 2020, provavelmente este número seja maior ainda.

O número é assustador. Por isso, é tão necessário, usar a data para abordar as responsabilidades da paternidade e acabar com o mito sobre “tarefas das mães” e “tarefas dos pais”. Educar é uma responsabilidade conjunta, sem aquele papo de “eu ajudo a criar meu filho”. Não, ajudar não é criar! Criar é participar das brincadeiras, assumir tarefas, transformar papéis socialmente construídos e se comprometer com uma paternidade presente e igualitária.

DIA DOS PAIS: LITERATURA PARA CONSCIENTIZAR

Neste Dia dos Pais, desejamos que as famílias – em todas as suas formas e composições – construam relações afetivas sólidas e participativas, caminhando em direção a um mundo com mais equidade e acolhimento.

Para celebrar e trabalhar o tema, separamos 8 livros infantis do catálogo da Moderna e da Salamandra que abordam a relação entre pai e filho para ler com as crianças!

O que acontece quando duas irmãs puxam, uma de cada lado, os braços de seu pai? Papai é meu! nasceu de uma história real na vida do autor. Ficção e realidade se misturam nessa maluca história de ciúme e amor entre duas irmãs e seu pai.

Gustavo vê sua vida mudar. Num dia, é filho de um famoso diretor de teatro. No outro, vê seu pai abandonar a arte para, misteriosamente, trabalhar com o comércio. O garoto descobre que seu pai está trabalhando com mercadoria ilegal, o que fez com que seu mundo desabe. Como lidar com tantos conflitos?

Uma carta de pai para filho com uma reflexão sobre o imenso planeta que nos acolhe. A partir de uma situação real que inspirou o livro, o autor gentilmente traz pequenos conselhos que valorizam a vida e nos traz divertidas lições de sobrevivência na Terra. E, entre tantas importantes reflexões, uma delas com certeza ficará mais forte na mente do jovem leitor: não estamos sozinhos aqui.

Primeiro foi a mãe. Depois quem perdeu o emprego foi o pai, um alto funcionário de uma empresa engolida pela crise econômica. De repente, adeus às aulas de natação, às roupas da moda, às viagens, a tudo aquilo a que os jovens estavam acostumados. Qual seria a saída para a família?

Naldo não fica muito surpreso quando seus pais resolvem se separar. Afinal, os dois vivem brigando. Mas, quando a mãe dele precisa mudar de cidade, o menino acha natural ir morar com o pai. Naldo só não consegue entender por que a mãe e a avó são contra…

Primeiro foi a mãe. Depois quem perdeu o emprego foi o pai, um alto funcionário de uma empresa engolida pela crise econômica. De repente, adeus às aulas de natação, às roupas da moda, às viagens, a tudo aquilo a que os jovens estavam acostumados. Qual seria a saída para a família?

O que vamos construir juntos, eu e você? Vamos construir um relógio para vigiar o tempo. E construir nosso futuro curtindo cada momento. Um livro sobre plano para o nosso futuro juntos.

Matilda e seu pai são muito diferentes. Matilda é rápida e seu pai é lento. Matilda é arrumada e papai é bagunçado. Eles estão em uma busca por um tesouro, mas papai fica se distraindo. Logo, eles estão perdidos e Matilda está ficando cada vez mais irritada… Será que algum dia encontrarão o caminho para a ilha do tesouro?

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Os cuidados necessários com a alfabetização na educação emergencial

By | Educação inovadora | No Comments

A pandemia trouxe adaptações às aulas, mas é bem difícil falar em educação emergencial para o ciclo da alfabetização. Isso, devido às crianças estarem em processo de descoberta em que a presença e o acompanhamento do professor é essencial, para que os estudantes possam ir avançado no processo de aprendizagem, além dessa etapa (como outras na educação) ser baseada no contato presencial.

A faixa etária das crianças são outro desafio, por justamente estarem se ambientando a nova rotina. Na escola, as crianças possuem uma rotina de estudos para que possam se adaptar, em que o lúdico está presente em atividades práticas para fortalecer a coordenação motora e contribuir para o raciocínio lógico, noções espaciais, escrita, cálculos entre outros. É  o mundo de descoberta e de experimentação!

Pais e professores estão aflitos com toda essa situação! No entanto, apesar de todas as dificuldades esse é o momento que devemos seguir com tranquilidade. A etapa da alfabetização é marcada por um ciclo e com o retorno presencial, deverá ser feito um diagnóstico e aulas de reforço, para que os estudantes possam se recuperar nesse período.

Neste período de pandemia também é possível promover ações para minimizar os impactos, juntando esforços. Vamos juntos ver algumas sugestões?!

Aposte no relacionamento com a família

É importante professores e familiares se unirem para que as crianças neste período possam desenvolver atividades práticas e atividades relacionadas a alfabetização. 

Se as aulas forem ministradas por tecnologia, é necessário ter o cuidado com o tempo e com a administração da atividade, dado o suporte digital que a criança está utilizando para acompanhar, como por exemplo, o celular em que o cuidado se faz  pelo grau atividade, mas também com o acompanhamento da mesma na tela, por isso o ideal é ouvir os familiares e criar com eles um planejamento conjunto. 

As atividades podem ser híbridas, respeitando as especificidades de cada criança, mas nesse caso ter o material didático é um apoio é importante. É claro que aula mediada por tecnologia é algo inusitado, mas é necessário recordarmos que estamos em um momento atípico e que nada substitui o contato presencial dentro de uma sala de aula, principalmente na alfabetização. O diálogo é a chave para este momento! 

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Atividades diferenciadas

Neste momento, vale apostar em projetos conhecidos que são exitosos,  como leitura em família, mala da leitura, meu diário, entre outros. E também em velhos conhecidos como jogos, cantigas de rodas, rimas, entre outros. Se os estudantes tiverem acesso, vale a pena recomendar jogos digitais, com o intuito de ampliar o universo de experiências e potencializar as aprendizagens e o desenvolvimento cognitivo. 

Vale explorar atividades de observações e trabalhar com as habilidades socioemocionais, como propor atividades diferenciadas com esses temas, traçar roteiros e produzir guias de orientações aos familiares para que possam trabalhar com os pequenos.

Proponha uma rotina

Estabeleça aos familiares uma rotina que inclua intervalos, leituras, brincadeiras e atividades e exercícios. Oriente os familiares como proceder em caso as crianças ficarem inquietas diante das propostas e demonstre a importância aos familiares mesmo diante da rotina em casa, a fonte de aprendizado que pode ter, ao fazer uma receita junto com a criança e ou até uma atividade física. 

Outro aspecto importante é a orientação referente ao processo de aprendizagem, como manter o diálogo com as crianças, aguçar a criatividade e a fazer perguntas norteadoras sobre as atividades para que possam tecer reflexões. 

A alfabetização é um período marcante, que requer atenção e cuidados e mesmo diante deste cenário pode ser prazeroso, porque o conhecimento adquirido nesse momento é rico e merece ser considerado, alternando com momentos de leitura e escrita. 

 Um abraço carinhoso,

Débora

Dia da proteção das florestas

By | Sustentabilidade | No Comments

Muita gente ainda fica surpresa quando descobre que a fabricação e o uso de papel, cartão e papelão faz crescer a quantidade de árvores. Todos sabem que papel é feito de árvores. O que nem todos sabem é que essas árvores são plantadas para essa finalidade. Portanto, é absolutamente errado afirmar que economizar papel ajuda a evitar desmatamento. Ao contrário, mais consumo de papel leva à necessidade de se plantar mais árvores.

No Brasil é cultivada, diariamente, uma área equivalente a 500 campos de futebol com novas árvores para usos industriais, inclusive celulose e papel. Esse cultivo é feito em terrenos que já eram normalmente utilizados para agropecuária. Não há substituição de florestas naturais por florestas cultivadas. Pelo contrário, para cada hectare de florestas cultivadas, são preservados 0,7 hectares de matas nativas. Frequentemente as plantações são feitas em terrenos que já estavam degradados por outros usos e que o manejo correto ajuda a recuperar.

A área total de cultivos de pinus e eucalipto para celulose e papel é cerca de 2,7 milhões de hectares. Isso corresponde a menos de 1% da área utilizada hoje, no Brasil, pela agropecuária. Apesar disso, essa pequena área é responsável por retirar uma grande quantidade de CO2 da atmosfera – o equivalente a cerca de 30% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa em 2018.

Muitos acreditam que florestas plantadas são prejudiciais ao meio-ambiente. Mas, assim como tantas outras monoculturas, seu manejo correto permite o equilíbrio satisfatório com o meio ambiente. O Brasil já é o 6º no ranking total de certificações do sistema FSC, a principal entidade certificadora de boas práticas no manejo florestal, respeitada mundialmente.

No entanto, embora papel, cartão e papelão sejam produtos altamente sustentáveis, nenhum recurso deve ser desperdiçado. Utilize só o que for necessário. E lembre-se: depois de usados, recicle.

GUIA DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Ampliando o alcance do nosso trabalho, como uma forma de contribuir com a conscientização sobre as urgentes questões ambientais, elaboramos um pequeno manual de como tornar seu estilo de vida mais consciente e sustentável.

E, aproveitando o tema de conservação das florestas,  vamos ajudar você a entender melhor como cuidar do planeta.

Baixe, compartilhe com os amigos e vamos juntos nessa missão! 🙂

Equipe Two Sides Brasil

#twosides.org.br
twosides@twosides.org.br

Como promover uma orientação eficiente aos pais

By | Educação inovadora | No Comments

Uma das grandes angústias dos educadores é como orientar e promover uma comunicação eficiente aos pais. E grande parte dessa preocupação está relacionada com educadores que lecionam para crianças da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental 1, em que o apoio dos pais é fundamental para o processo de ensino-aprendizagem.

Essa pergunta não vem sendo debatida desde sempre na educação, mas com a pandemia ficou em evidência. Abaixo reunimos sugestões, que poderão auxiliar você professor a rever rotas e trilhas de aprendizagem e envolver melhor os familiares nesse processo. Vamos juntos!?

Apoio socioemocional

Assim como os professores e estudantes é importante trabalhar aspectos socioemocionais também com os pais. Os professores podem propor atividades para que os familiares também possam vivenciar e gerir melhor suas angústias e emoções, como oferecer um quadro com algumas situações para que os pais possam refletir sobre suas ações e ou ainda propor um jogo para que seja realizado em ambiente familiar que reflitam ações, atitudes, sentimentos, entre outros.

Muitos projetos desenvolvidos na escola, podem ser retomado, neste período, como: leitura em família, caixa surpresas e que trabalhem com esses aspectos.  Tente indicar leituras que tenham aspectos socioemocionais e que ajudem nessa reflexão familiar. Isso pode ser usado em todas as etapas, observando as diferentes particularidades de uma série a outra. Se queremos que o familiar e ou responsável pelo estudante participe também é necessário engajá-lo em ações de pertencimento!

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

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Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Orientações aos familiares

É importante que ao encaminhar uma orientação aos pais, se atentar para que seja clara, objetiva e didática, detalhando ao máximo as informações, seja para realizar uma atividade e ou acompanhar o estudante nas realizações das atividades propostas. 

É necessário enxergar os familiares como peça fundamental ao sucesso do processo de aprendizado, não só para esse momento emergencial, mas também para o retorno presencial, já que eles poderão auxiliar a planejar novas rotas para conduzir o retorno. Desta maneira, é importante dividir com os familiares algumas fichas para que possam preencher sobre os estudantes com informações, se eles estão conseguindo realizar as atividades, se as informações foram suficientes, se o aluno se mostrou interessado e ou desinteressado ao realizar a atividade, entre outras. 

Outra dica é demonstrar maneiras de conduzir a rotina de estudos em casa, através de ilustrações e cuidados que os familiares devem ter, como ambiente de aprendizagem, postura, alimentação, horários de estudos entre outros, sabemos que mesmo diante de tantos desafios é importante enfatizar esses cuidados.

Esse é um momento de união, em que sabemos que os familiares não irão substituir os professores, mas podem ajudar a construir esse momento de aprendizagem e ser fundamental após com o retorno presencial. Agora é a hora e a vez de engajar os pais nessa missão!

Um abraço carinhoso,

Débora

A importância de intensificar o trabalho com habilidades socioemocionais em tempo de pandemia

By | Educação inovadora | No Comments

No início da suspensão das aulas, devido a pandemia, tínhamos a impressão inicial que ficaríamos sem o convívio social e das aulas presenciais por duas ou três semanas. No entanto, estamos caminhando para três meses em isolamento social e isso tem impacto na aprendizagem e também no relacionamento dos nossos estudantes que estão lidando com muito sentimentos, privações e situações neste momento de angústia a todos. 

Diante da ausência das aulas presenciais e conhecendo as dificuldades enfrentadas no período de isolamento, tornou-se essencial intensificar o trabalho com as habilidades socioemocionais, principalmente porque já temos conhecimento que nós professores e nossos estudantes não somos os mesmos e que mesmo no retorno presencial enfrentaremos o distanciamento social e aquele abraço, aquele carinho e ou o beijo no colega demore um pouquinho mais para acontecer.

E com a pandemia outro ponto precisa ser falado e trabalhado, trata-se do luto, muitos educadores e também estudantes estão passando por esse doloroso momento, em que faz necessário falar, discutir, contar histórias, se apoiar para seguir em frente.

As habilidades socioemocionais podem ser trabalhadas de maneira interdisciplinar e ou transversal, em que as competências podem ser vivenciadas, praticadas tanto no ambiente escolar e ou pela família e que são essenciais para a formação do indivíduo. 

As habilidades a ser trabalhada estão relacionadas as emocionais como sentimentos raiva, angústia, pressão, alegria, entusiasmo, éticas, as relacionadas a valores e também as habilidades híbridas, como criatividade. Podendo ser amplamente vivenciada com projetos mãos na massa. Entre as habilidades estão autogerenciamento, autoconsciência,  autocuidado, consciência social, entre outras que envolvem tomadas de decisão e principalmente o convívio entre as pessoas, formando assim o estudante de maneira integral, com valores integrais.

Como trabalhar com as habilidades emocionais nas aulas

Existem diversas maneiras de trabalhar com o tema nas aulas, inclusive em aulas ministradas por auxílio da tecnologia.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Acolhimento

Inicie as aulas realizando um acolhimento com estudantes, proponha contação de estórias, um jogo em que o estudante possa trabalhar com as habilidades socioemocionais. Outra possibilidade é levar para a aula estudos de casos para que os estudantes reflitam sobre diversas situações e proponham soluções. 

Atividade entre pares

Proponha atividades, que mesmo a distância os estudantes tenham de consultar os colegas e que trabalhe com a colaboração e a empatia. Outra dica é propor problemas aos estudantes para que eles tenham que exercitar o socioemocional, como jogos, quiz, atividades mão na massa que é uma fonte para o trabalho com a cultura maker.

Explore o momento da pandemia

Trabalhar com as habilidades socioemocionais também é expor esse período e permitir que os estudantes tenham uma oportunidade de falar sobre esse momento e como estão superando. As histórias podem ser realizadas em podcast em uma espécie de diário da pandemia, com os gravadores do celular e ou outra maneira que o estudante tenha acesso a esse momento e ou ainda em murais coletivos com o uso do padlet em que os estudantes escolham e exponham uma imagem sobre o seu sentimento e como está lidando com eles.

São muitos os benefícios de uma aprendizagem propiciada através do trabalho com as habilidades socioemocionais, como uma melhora na aprendizagem, autonomia, colaboração, resolução de problemas, empatia, protagonismo, combate ao bullying e ao cyberbullying, entre outros, para que possamos de fato se apoiar uns aos outros e superar esse momento, exercendo na prática o autocuidado. 

Um abraço carinhoso e até a próxima,

Débora