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Com a palavra, o professor mediador de leitura

By | LITERATURA COM MARIA JOSÉ NÓBREGA | No Comments

No mês em que se comemora o Dia dos Professores, não podíamos deixar de apontar o papel que esse educador tem na formação de leitores.

Em um país como o Brasil em que se convive com uma escandalosa desigualdade social, em que o acesso à leitura é privilégio de poucos, a atuação do professor como mediador de leitura é fundamental, principalmente, quando pensamos nas crianças das camadas populares.

Para discutir o assunto, vamos ouvir uma professora que generosamente compartilha sua experiência com outros tantos educadores.

Sobre a autora do post

Maria José Nóbrega

Maria José Nóbrega

Colunista

Formada em Língua e Literatura Vernáculas pela PUC/SP, com mestrado em Filologia e Língua Portuguesa pela USP, atuou em programas de formação continuada junto ao MEC, à SEE de São Paulo e à SME de Florianópolis e de São Paulo. Compôs a equipe de elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais, terceiro e quarto ciclos (1998); coordenou a equipe de Língua Portuguesa das Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o ensino fundamental: ciclo I e II – SME de São Paulo (2007); integrou a equipe de elaboração da Proposta Curricular de Língua Portuguesa, do 1º ao 5º ano da SEE do Ceará (2014). Atuou como pesquisadora do Projeto “Currículos para os anos finais do ensino fundamental: concepções, modos de implantação, usos”, desenvolvido pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (2015). Foi assessora do Projeto Planos de Aula da Nova Escola.

Atualmente, além de assessorar várias escolas particulares de São Paulo, é coordenadora dos projetos de leitura da Editora Moderna, organizadora da série “Como eu Ensino” da Editora Melhoramentos, professora do curso de Especialização em Formação de Escritores / Instituto Superior de Educação Vera Cruz e do curso O livro para a infância: processos de criação, circulação e mediação contemporâneos / A Casa Tombada.

Dias das crianças e dia da leitura!

By | Institucional, LITERATURA COM MARIA JOSÉ NÓBREGA | No Comments

Você sabia que no hoje não foi escolhido para ser somente o “dia das crianças”? É também no dia 12 de outubro que celebramos o dia da leitura!

Pois é, agora imagina que combo potente temos quando juntamos crianças + leitura!

Através de histórias, estimulamos o aprendizado e a descoberta de um mundo novo, sob diversas perspectivas e olhares. É nas páginas dos livros, que as crianças desenvolvem habilidades e competências que levarão para vida!

E, mais do que isso: ler para uma criança é criar laços muito acolhedores na relação de quem lê e quem ouve histórias. Além, é claro, de ser aquele instante onde usamos nosso precioso tempo para compartilhar universos e descobertas através do carinho de sentar com o outro e dedicar toda sua atenção à este momento tão especial.

Então, para este dia tão extraordinário, sugerimos listas com indicações de livros para que você leia junto com as crianças que fazem parte da sua vida, já que a formação de leitores é um ato tão poderoso para transformar uma sociedade.

Feliz dia das crianças! Feliz dia da leitura!

3 formas de provocar a aprendizagem significativa

By | ATIVAR | No Comments

O protagonista do artigo de hoje é uma figura célebre no campo da educação: David Ausubel e sua teoria chamada Aprendizagem significativa. Vamos viajar pelo universo de Ausubel e tudo o que o aprendiz já sabe?

Para começo de conversa: David Ausubel era norte-americano, nascido no ano de 1918, tendo vivido até 2008. Uma frase célebre desse autor diz que a coisa mais importante sobre a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já conhece. Até aí, tudo bem. Todo professor já deve ter ouvido falar da importância de se levar em consideração a realidade do estudante, seu contexto de vida, seus interesses ou mesmo aquilo que ele já sabe. Mas e na prática, como fazer isso? Vamos aos nossos três exemplos?

 

  1. Ampliar e reconfigurar: que tal iniciar um novo conteúdo explorando os vários ângulos daquele mesmo tema? Pela perspectiva de um filme, de uma situação vivida por alguém, de um objeto, de algo que os próprios estudantes possuem em casa, de uma música. Quanto mais links conseguirmos fazer durante os encontros, mais esse aprendizado será construído de forma rica e abundante em conexões.

      2. A escola como ambiente motivador: o professor pode preparar uma aula sensacional, com recursos, planejamento alinhado, contexto levado em consideração, comunicação empática. Mas se o estudante não estiver disposto a      aprender, temos aí um grande empecilho. Um ambiente rico e acolhedor que desperte a curiosidade, que tenha uma cultura institucional em que todos estão alinhados com a busca pelo conhecimento é fundamental.

           3. A colaboração como potência: ao trabalhar em grupo, seja para uma pesquisa, a criação de um protótipo, a elaboração de um texto, experiências são trazidas à tona, bem como conhecimentos, informações, vivências que podem trazer novos significados ao que está sendo proposto. Por isso, a troca com os pares é tão importante: ela não substitui outros momentos da aula, mas ajuda a trazer novos links, gerar novas experiências com aquele conteúdo estudado.

Para ir além: deixo como sugestão o artigo de Marco Antônio Moreira: O que é afinal aprendizagem significativa? Disponível em: http://moreira.if.ufrgs.br/oqueeafinal.pdf

Um grande abraço digital,

Prof. Emilly Fidelix | @seligaprof

Sobre a autora do post

Emilly Fidelix

Emilly Fidelix

Colunista

Emilly Fidelix é criadora do @seligaprof, onde impacta milhares de professores de todo o Brasil, palestrante e formadora de professores. É doutoranda em História Cultural (UFSC), especialista em Tecnologias, Comunicação e Técnicas de Ensino (UTFPR), colunista no blog Redes Moderna e professora de pós-graduação no Instituto Singularidades. Atua nas áreas de metodologias ativas, storytelling aplicado à educação e BNCC.

Seis passos para inserir a cultura maker nas aulas

By | Educação inovadora | No Comments

Não tem mais volta a cultura maker chegou para ficar! Esse tema que já é conhecido por muitos, pela lembrança de algum familiar que tinha o hábito de consertar alguma coisa, o chamado faça você mesmo, vem se expandindo na educação por apontar caminhos para uma transformação na aprendizagem e proporcionar uma educação inovadora.

A filosofia maker teve sua origem nas garagens pelo mundo e revelou grandes talentos como Steve Jobs e Bill Gates, trazendo à tona conceitos como consertar, construir, modificar e transformar, usando apenas as mãos e a criatividade.

Com a disseminação da revolução tecnológica, ocasionada pela 4º revolução industrial, a cultura maker tornou-se uma das portas de entrada para quem quer inovar na sala de aula, por permitir um leque de possibilidades que vão desde o trabalho com ferramentas digitais e ou não, usando as muitas áreas do conhecimento para resolver problemas de forma colaborativa, além do desenvolvimento de habilidades socioemocionais e sociomocionais híbridas, tais como a criatividade e o pensamento crítico, associadas ao currículo e as muitas possibilidades de atividades, como: marcenaria, bordado, programação, narrativas digitais, robótica, prototipagem e modelagem 3D, entre outros.

Muitos professores, possuem a dúvida de como levar a cultura maker para sala de aula? Como iniciar um trabalho desta maneira envolvendo o currículo? Abaixo reunimos algumas dicas para que você possa se inspirar e dar os primeiros passos e ou aprofundar o conhecimento. Vamos juntos?

Para levar a sala de aula

  1. Aguce a criatividade dos estudantes

Para iniciar um trabalho maker com os estudantes, é importante aguçar a criatividade, para isso, pode apresentar um problema da unidade escolar, do bairro e ou da cidade, trazendo a metodologias ativas e suas diferentes modalidades como resoluções de problemas, aprendizagem por projeto, ensino híbrido, rotações por estações entre outras para iniciar o trabalho.

A atividade a ser realizada dependerá da proposta, objetivo e foco da aprendizagem, mas a construção poderá envolver materiais não estruturados, aliados a metodologias ativas e ou investigativas como o STEAM que é um acrônimo em inglês para as disciplinas Science, Technology, Engineering, Arts e Mathematics (Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática).

  1. Espaço Acolhedor

Se você não tem um espaço maker, saiba que sua sala de aula pode se transformar em uma, com adaptações e reorganizações ao mobiliário para facilitar o trabalho colaborativo e criações dentro dos espaços, como canto mão na massa para mexer com ferro de solda e cola quente e ainda caixa organizadoras de plástico para armazenar materiais, separados por cores, em que:

Verde – os estudantes têm livre acesso a pegar e usar como: materiais não estruturados, kits de robótica e componentes eletrônicos simples, entre outros;

Amarelo – os estudantes podem ter acesso aos materiais com supervisão do professor, como: ferramentas, estiletes, tesouras, componentes eletrônicos sensíveis como sensores, motores servos, entre outros;

Vermelho – os estudantes podem ter acesso aos materiais somente com orientação do professor, como a serrote, materiais de corte, componentes eletrônicos delicados, como buzzer, ponte H, entre outros.

Isso contribui para que os estudantes se sintam pertencentes ao espaço, ao mesmo tempo que é trabalhado com valores como segurança, respeito aos colegas e ao ambiente e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais como empatia, amabilidade e cooperação.

            3. Processo

Dentro da cultura maker o processo é mais importante do que o produto final. Para isso, aposte em desafios e metodologias ativas para que os estudantes possam explorar a criatividade como promover uma chuva de ideias através de ideação e o designer thinking e pensar em resolver problemas que poderão aparecer no meio do processo criativo, como – teremos todos os materiais para a construção do protótipo? O mesmo é possível de substituição?; Como os mesmos serão apresentados?; O que pretendo resolver com essa construção?; O meu projeto é escalável?; entre outros.

            4. Registro

Outra parte importante do processo é o registro. Para isso, o professor poderá adotar o diário de bordo e ou realizar fichas de observação em que os grupos serão orientados a preencher durantes as aulas e sua extensão fora do ambiente escolar, isso ajudará o professor mediar as dúvidas e auxiliar com assertividade a construção do conhecimento.

           5. Avaliação

A avaliação de um projeto maker, não pode seguir a mesma etapa de uma avaliação tradicional. Assim, o professor, pode usar de diferentes formas de avaliação como rubricas que os estudantes participam da construção dos critérios de onde está e onde pretende chegar e ou por portfólios que pode ser impresso e ou digital usando ferramentas gratuitas como o canva, e ou padlet para cada etapa do processo. Isso faz com que o estudante seja curador e autônomo no seu processo de construção e possa participar ativamente do processo cognitivo.

             6. Hora de começar o trabalho

Para que possa levar o trabalho a sala de aula deixo aqui um vídeo que possui um passo de uma Abayomi para construção de um robô autômato.

A origem das bonecas Abayomi tem sido frequentemente contada dialogando sobre um período triste da história que é a época da escravidão sendo confeccionadas a bordo de navios negreiros.  Segundo essa estória, as mães as faziam para os filhos com os retalhos de suas roupas, as quais rasgavam à unha na esperança de os acalentar naqueles momentos dolorosos que viviam. Assim, as bonecas representariam a resistência, e o amor de mãe, a proteção. Imagine quanta discussão pode surgir daqui e envolver as muitas áreas do conhecimento nesta estória incrível.

Se quiser se aprofundar sobre o tema, em breve teremos um lançamento de um livro! Quer saber mais sobre as novidades, acesse aqui e faça o seu cadastro para receber informações sobre o lançamento.

Um abraço e até a próxima,

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é formada em Letras e Pedagogia, com especialização em Língua Portuguesa pela Unicamp, Mestra em Educação pela PUC-SP e FabLearn Fellow, Columbia, EUA. Professora há 16 anos da rede pública de SP, sendo idealizadora do trabalho de Robótica com Sucata que se tornou uma política pública. Atualmente é Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo e colunista do blog Redes na coluna Edução Inovadora na Editora Moderna.

Integrante da comissão de Direitos Humanos da Cidade de São Paulo e Palestrante em grandes eventos Nacionais e Internacionais entre eles, Latinoware, Campus Party, Bett Educar, Harvard, EUA, Oxford em Londres, Buenos Aires na Argentina, Ecole Polytechnique, França. Pelo trabalho realizado na Educação Pública, recebeu diversos prêmios importantes, entre eles: Professores do Brasil 2018, Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT 2019, Medalha de Pacificadores da ONU 2019 e considerada uma 10 melhores Professoras do Mundo pelo Global Teacher Prize 2019, Nobel da Educação.

Com a palavra quem escreve e ilustra (ou ilustra e escreve)

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Os encontros de leitores com os autores e ilustradores se constituem como uma das formas de gerar efeitos positivos na consolidação do gosto pela leitura. Porém tais encontros só fazem sentido para as crianças se elas tiverem sido tocadas pelo texto e pelas imagens que compõem o livro.

É sobre as pontes entre linguagens… sobre as pontes entre autores, ilustradores e seus leitores para produzir sentido ao compartilhar histórias nossa conversa com Lúcia Hiratsuka que escreveu e ilustrou, entre outros títulos, duas pequenas joias: O guardião da bola e A máquina de retratos.

Sobre a autora do post

Maria José Nóbrega

Maria José Nóbrega

Colunista

Formada em Língua e Literatura Vernáculas pela PUC/SP, com mestrado em Filologia e Língua Portuguesa pela USP, atuou em programas de formação continuada junto ao MEC, à SEE de São Paulo e à SME de Florianópolis e de São Paulo. Compôs a equipe de elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais, terceiro e quarto ciclos (1998); coordenou a equipe de Língua Portuguesa das Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o ensino fundamental: ciclo I e II – SME de São Paulo (2007); integrou a equipe de elaboração da Proposta Curricular de Língua Portuguesa, do 1º ao 5º ano da SEE do Ceará (2014). Atuou como pesquisadora do Projeto “Currículos para os anos finais do ensino fundamental: concepções, modos de implantação, usos”, desenvolvido pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (2015). Foi assessora do Projeto Planos de Aula da Nova Escola.

Atualmente, além de assessorar várias escolas particulares de São Paulo, é coordenadora dos projetos de leitura da Editora Moderna, organizadora da série “Como eu Ensino” da Editora Melhoramentos, professora do curso de Especialização em Formação de Escritores / Instituto Superior de Educação Vera Cruz e do curso O livro para a infância: processos de criação, circulação e mediação contemporâneos / A Casa Tombada.

5 séries/filmes para explorar Cultura Digital com os estudantes

By | ATIVAR | No Comments

Olá, prof! Se você me acompanha há algum tempo por aqui, já leu sobre a competência geral 5 da BNCC: Cultura Digital, não é? Caso esteja chegando agora, não tem problema, a gente reforça exatamente o que a Base Nacional Comum Curricular nos diz sobre essa competência:

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. Essa competência reconhece o papel fundamental da tecnologia e estabelece que o estudante deve dominar o universo digital, sendo capaz, portanto, de fazer um uso qualificado e ético das diversas ferramentas existentes e de compreender o pensamento computacional e os impactos da tecnologia na vida das pessoas e da sociedade.

Desse modo, tudo o que se refere às tecnologias digitais, como algoritmo, inteligência artificial, programação, redes sociais, ética e segurança em rede, interessa à educação básica. Mas nem sempre a inspiração e as ideias de formas sobre como conectar essas discussões às nossas áreas do conhecimento surgem, não é verdade? Que tal buscar repertório em filmes e séries? Separei uma lista com cinco indicações pra você assistir e se julgar pertinente, trazer para a discussão com os estudantes. Vamos lá?

Black Mirror (série)

Esta série antológica de ficção científica explora um futuro próximo onde a natureza humana e a tecnologia de ponta entram em um perigoso conflito. A série, disponível no Netflix, conta com episódios independentes. Dessa forma, sugiro um em específico, chamado Nosedive, episódio 1 da temporada 3. Nele, são explorados a relação das pessoas com as curtidas e o valor que cada indivíduo passa a ter na sociedade perante seu status na rede.

O Dilema das redes (filme)

Especialistas em tecnologia e profissionais da área fazem um alerta: as redes sociais podem ter um impacto devastador sobre a democracia e a humanidade. O filme, disponível no Netflix, explora o acesso de dados dos usuários via algoritmo, por empresas como o Google. A série chama a atenção sobre um ponto em específico: tudo o que faz online está sendo rastreado e observado. Como lidar com isso?

Better than us (série)

Imagine robôs humanoides vivendo entre nós. Como seria esse mundo? O que poderia acontecer? A série, disponível no Netflix pode não ser ideal a se trabalhar na íntegra com os estudantes (ainda que a classificação indicativa seja de 14 anos, a série contém discussões fortes, envolvendo prostituição e terrorismo, por exemplo), é rica em reflexões sobre um futuro onde os robôs conviveriam conosco.

O círculo (filme)

Com classificação indicativa de 12 anos e disponível no Netflix, o filme O círculo é estrelado por Emma Watson (queridinha de muitos adolescentes). O foco do filme é a vigilância na internet, trazendo discussões também sobre privacidade e ética.

O quinto poder (filme) 

Ao fundar o polêmico site WikiLeaks, o personagem Julian Assange conta com o apoio do amigo Daniel Domscheit-Berg. O objetivo da página é fornecer uma plataforma para que denunciantes, anonimamente, exponham segredos do governo e crimes corporativos. Com o crescimento do site, a dupla logo passa a dar mais furos noticiosos do que a mídia convencional. O grau de influência de Assange aumenta, e a relação entre os dois amigos acaba bastante abalada. O principal alerta do filme trata da a vulnerabilidade das informações postadas na Internet.

Agora é só escolher as produções que mais te chamaram a atenção e assistir, sempre pensando em formas de expandir seu repertório e aproveitar as discussões propostas para incluir no seu planejamento.

Um super abraço digital,

Prof. Emilly Fidelix | @seligaprof

Sobre a autora do post

Emilly Fidelix

Emilly Fidelix

Colunista

Emilly Fidelix é criadora do @seligaprof, onde impacta milhares de professores de todo o Brasil, palestrante e formadora de professores. É doutoranda em História Cultural (UFSC), especialista em Tecnologias, Comunicação e Técnicas de Ensino (UTFPR), colunista no blog Redes Moderna e professora de pós-graduação no Instituto Singularidades. Atua nas áreas de metodologias ativas, storytelling aplicado à educação e BNCC.