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NOVO MINIDICIONÁRIO HOUAISS: CONHECIMENTO QUE CABE NA MOCHILA

By | Lançamentos 2019/2020 | No Comments

O Minidicionário Houaiss acaba de ganhar uma nova versão totalmente revisada e em formato mais prático e fácil de carregar. Tudo isso sem perder a clareza e a precisão das definições que você já conhece e confia.

NOVIDADES DA EDIÇÃO

  • Mais de 30 mil verbetes revisados e atualizados
  • Minienciclopédia com mais de 2.200 entradas de informações sobre personalidades, fatos históricos, dados geográficos e cultural em geral
  • Vocabulário técnico e científico e termos atuais relacionados à tecnologia, internet e ciências.
  • Acesso à versão digital do Pequeno Dicionário Houaiss

INFORMAÇÕES SOBRE A EDIÇÃO

Indicação: Fundamental 2 e Médio
Medidas: 17 x 12 cm
5ª edição

5 Indicações de leitura para você inserir tecnologias nas aulas

By | Educação inovadora | No Comments

Para ter um uso efetivo da tecnologia dentro da sala de aula é preciso compreender que ela sozinha não tem efeito transformador e que ela precisa ser encarada como uma propulsora a aprendizagem, capaz tornar o aprendizado significativo, envolvente e que permeia os interesses dos estudantes.

Para pensar em novas estratégias e no uso eficiente da Tecnologia na Educação selecionamos uma lista de leituras que permitem conhecer, inspirar, aprofundar e refletir sobre esses temas na sala de aula.

A lista contempla robótica, gamificação, inovação, pensamento computacional e a Internet das Coisas (IOT) que são tendências que cada vez mais estão presentes no universo e no contexto escolar. Vamos lá!

Robótica educacional: experiências inovadoras na educação brasileira

A obra é dos autores:  Rodrigo Barbosa e Silva e Paulo Blikstein e aborda o aprendizado da robótica educacional em escolas do meio urbano e rural, universidades e espaços informais brasileiros, contando exemplos de práticas reais para inspirar o leitor a replicar e a inserir o ensino de robótica no contexto escolar.

Gamificação na educação

Publicado pela editora Pimenta Cultural, aborda conceitos, questionamentos e aplicações da gamificação na educação, e relata dez sessões escritas por diferentes especialistas na área, sob o olhar de motivar e tornar aulas mais interativas e significativas.

O dilema da inovação

O livro foi produzido por Clayton Christensen e recomendando por Steve Jobs. Discorre sobre uma inovação disruptiva ao abordar dilemas através da inovação para alcançar novos caminhos. O livro é pautado no mundo do mercado, mas reflete o olhar que temos que ter para inovação para a vida.

Scratch: um jeito divertido de aprender programação

Neste livro, Helton Varela tem como objetivo proporcionar aos estudantes, educadores e aos curiosos por programação o primeiro passo no mundo da programação por meio do Scratch (software livre gratuito interativo).  O livro aborda a criação de um jogo de labirinto do início ao fim, ao longo do qual serão abordados os conceitos básicos em programação, de maneira simples divertida e didática.

O pensamento computacional aprimora o raciocínio lógico, a criatividade e a resolução de problemas, habilidades importantes para os cidadãos do século XXI.

Criando projetos com Arduino para a Internet das Coisas: experimentos com aplicações do mundo real – Um guia para o entusiasta de Arduino ávido por aprender

A obra aborda sobre como construir dispositivos com Arduino para o uso cotidiano e então conectá-los à internet. Dispositivos conectados permitem construir aplicações aproveitando os benefícios da conectividade, uma tendência comumente conhecida como Internet das Coisas (IoT).

O livro traz experimentos com aplicações do mundo real. Escrito por um desenvolvedor de software e arquiteto de soluções que cansou de procurar e reunir várias lições sobre desenvolvimento com Arduino enquanto aprendia por conta própria tudo sobre o assunto.
Os leitores são apresentados aos elementos essenciais da IoT. Esses princípios são então utilizados para criar uma variedade de projetos úteis.

E você querido professor, quais leituras tem realizado para inovar na sala de aula? Conte aqui nos comentários.

Um abraço,

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

5 livros para trabalhar a cultura afro-brasileira

By | Literatura | 3 Comments

O dia 20 de novembro celebra a Consciência Negra e relembra a todos a importância de viver em um mundo repleto de diversidade. Nesta data, celebramos a influência das raízes africanas no nosso país e levantamos debates sobre temas transversais e de extrema importância como o combate ao racismo, a promoção da convivência, a cultura afro-brasileira e o respeito.

Sabendo da relevância do assunto e da necessidade de falarmos cada vez mais sobre isso com os nossos alunos, nós selecionamos 5 obras para que professores de todo o Brasil possam realizar projetos especiais, focados na conscientização e no respeito à pluralidade.

Os conteúdos dos livros podem ser trabalhados ao longo do ano ou em projetos interdisciplinares para datas comemorativas e são destinados aos diversos segmentos da educação básica. São obras de ficção e de não ficção que abordam aspectos diferenciados da cultura de influência africana e sua correlação e presença no nosso cotidiano.

Para conhecer mais sobre estes livros, entre em contato com o consultor Moderna na sua escola ou entre em contato com a nossa equipe pelo telefone 0800 17 2002 para agendar uma visita.

ENSINO FUNDAMENTAL 1

KIESE: HISTÓRIA DE UM AFRICANO NO BRASIL

Antepassados
Editora Moderna

Autor: Ricardo Dreguer
Edição: 1ª Edição
Ilustração: Bruna Assis Brasil
Faixa etária: A partir de 09 anos
Trabalho interdisciplinar: Geografia, História, Português
Indicação: 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1), 6º Ano (EF2)
Assunto: África, Cultura afro-brasileira, Escravidão no Brasil
Tema transversal: Cidadania, Pluralidade Cultural, Ética
ISBN: 9788516096700

Sinopse: O livro narra a trajetória de Kiese, um menino que foi capturado ainda na infância em sua aldeia, na África, e trazido para o Brasil para ser escravizado. É também a história de muitos africanos que foram tirados de seu território, separados de seus familiares e amigos e trazidos para o Brasil ao longo do tempo que durou o regime escravista em nosso país. A história de Kiese é a história de um brasileiro que lutou para conquistar um lugar para ser feliz com sua família, seus amigos e sua gente. Sua história se confunde com a própria formação do Brasil.

O QUE HÁ DE ÁFRICA EM NÓS?

Coleção Viramundo
Editora Moderna

Autor: Wlamyra R. de Albuquerque, Walter Fraga
Ilustração: Pablo Mayer
Faixa etária: A partir de 09 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 4º Ano (EF1)
Assunto: africanos, escravidão, negros no Brasil
ISBN: 9788516084769

Sinopse: O que há de África em nós é um livro de viagens. Os personagens atravessam o oceano Atlântico, visitam outros períodos históricos, embarcam em navios e chegam a lugares e situações diferentes. Tudo começa com uma pergunta: Desde quando o mundo é mundo? Essa questão nos leva ao continente africano. Venha navegar com Cecília, Camila, Akin, Chico, Isabel e Alice nessa incrível história sobre a presença africana no Brasil.

ENSINO FUNDAMENTAL 2

A AMIZADE ETERNA E OUTRAS VOZES DA ÁFRICA

Veredas
Editora Moderna

 

Autor: Ilan Brenman
Edição: 1ª Edição
Ilustração: Catarina Bessell
Faixa etária: A partir de 09 anos
Trabalho interdisciplinar: Geografia, História, Português, Português
Indicação: 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1), 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2)
Assunto: África, ancestralidade, astúcia, escravidão, esperteza, origem, traição
Tema transversal: Pluralidade Cultural
ISBN: 9788516103637

Sinopse: Cada conto deste livro tem no seu DNA a sabedoria, o humor, a perspicácia e a celebração da vida, deixando um legado de inestimável valor para os homens do futuro.

UM GRITO DE LIBERDADE: A SAGA DE ZUMBI DOS PALMARES

Recontando a História
Editora Moderna

Autor: Álvaro Cardoso Gomes, Rafael Lopes de Sousa
Edição: 1ª Edição
Faixa etária: A partir de 11 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2), 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)
Assunto: Escravidão, Palmares, Quilombos, Sociedade Açucareira, Zumbi
Tema transversal: Pluralidade Cultural
ISBN: 9788516102753

Sinopse: Um jovem escravo, batizado como Francisco, vive em companhia de um padre que é seu protetor. Aprendeu a ler, a escrever e tem regalias que seus companheiros não têm. Mesmo assim, é um eterno descontente, porque almeja conquistar o bem que considera mais precioso – a liberdade. Ao mesmo tempo, a história contempla também o drama da jovem Kênia, uma escrava recém-chegada da África e que se apaixonará por um forte guerreiro chamado Vemba. Contando com muita ação, lutas sangrentas, atos de heroísmo, a narrativa procura resgatar a saga de Palmares. No reino criado pelos negros, estes personagens farão de tudo para manter acesa a chama da liberdade.

DA COR DA ESPERANÇA: A LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS

Recontando a História
Editora Moderna

Autor: Márcia Abreu
Edição: 1ª Edição
Faixa etária: A partir de 11 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2), 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)
Assunto: Abolicionismo, Caifazes, Escravidão, Lei Áurea
Tema transversal: Pluralidade Cultural, Ética
ISBN: 9788516102746

Sinopse: Que cor deve ter alguém para ser gente? De que cor deve ser para ter esperança? Até o século XIX, muitos negros foram escravizados e tratados como animais ou coisas. Eram comprados e vendidos, trabalhavam à força, eram castigados duramente. Gente não se submete a este tipo de tratamento sem revolta, por isso eles organizaram rebeliões e fugas, resistiram aos desmandos e lutaram para se tornar livres. Da cor da esperança conta a história de um grupo de negros – escravos, livres e libertos – desde a captura na África até os movimentos abolicionistas. Gente que tinha dor e queria ser livre, gente que sofria e fazia festa, gente que amava e sentia medo.

Conheça outras obras

Preparamos um catálogo especial para os professores que têm interesse em trabalhar com os elementos da cultura africana na sala de aula. Vale lembrar que a Unesco proclamou a década de 2015 a 2024 como a Década Internacional das Pessoas de Ascendência Africana e, para isso, organizou a campanha “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”. Confira mais algumas obras do nosso catálogo que trabalham o tema e são específicas para cada segmento.

Experiência mão na massa para você se inspirar

By | Educação inovadora | No Comments

O movimento maker propôs, nos últimos anos, o resgate da aprendizagem mão na massa, trazendo o conceito “aprendendo a fazer”, que aplicada ao ambiente escolar, tem como objetivo promover e estimular a criação, investigação, resoluções de problemas dos estudantes, proporcionando a pensar fora da caixa ao resolver problemas, conectando ideias desconectadas, usando ao máximo qualquer tipo de recurso. Uma oportunidade de reinventar e inovar a educação!

A cultura maker possibilita que aprendizagem ocorra em forma de experimentação, ao vivenciar a aprendizagem, através das metodologias ativas, que busca tirar o aluno da passividade e trazê-lo para o centro do processo de aprendizagem.

E por onde começar?

A chave para o sucesso na implementação de um projeto inovador é criar um ambiente que permita a participação dos atores envolvidos, para que conheçam e que possam contribuir, dando-lhes a sensação pertencimento e de autoria.

E para colocar a mão na massa, trouxemos a experiência para você replicar em suas aulas do Professor André Cardoso, da escola EFFM Dom Helder Câmara e fundador da Startup Robótica com Sucata na Cidade de Fortaleza no Ceará. Confira abaixo o passo-a-passo produzido pelo Professor André Cardoso.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Estoura Balão

O estoura balão é uma prática fundamental para a etapa final de eletrônica básica, migrando para a etapa de programação e robótica aplicada. O estoura balão é um veículo de diversão lúdica que se utiliza de motores e um controle com chaves inversoras de corrente para ocorrer uma disputa saudável e divertida entre dois robôs para estourar o balão do oponente. Reúne os conteúdos do STEAM matemática, física, engenharia, ciência e artes e da cultura maker.

MATERIAIS E RECURSOS

01 papelão 50 cm x 50 cm, 01 palito de churrasco,  01 canudo de papel com diâmetro de 6 mm, 01 recipiente de desodorante roll on, 02 tachinhas com alfinetes, um pacote de balões usados em festas e 04 tampinhas plásticas de óleo de carro (usar um pedaço de passadeira  de borracha para dar aderência).

02 motores dc’s 6v com caixa de redução, 2m  de fios para cada pino do moto (total de 4m), 02 mini chaves interruptor 12v 3A e 02 terminais, bateria 9v 240~450ma com adaptador.

FERRAMENTAS

Pistola de silicone com a barrinha; serrinha, estilete; tesoura; régua e 3mm e cola instantânea.

PROCEDIMENTO

  1. Faça um molde do estoura balão, sendo como base da estrutura (Fig.1). Esta figura tem 15 cm (comprimento) x 10 cm (largura) x 8 cm (altura). Você pode substituir por qualquer molde retangular de papelão. O importante é que tenha a dimensão correta.
  2. Colar os motores com caixa de redução com rodas em cada extremidade final em cada ponta (Fig.1-a).
  3. Corte o desodorante roll on no gargalo (5cm). Colar na extremidade frontal, 3 cm antes da ponta (Fig 1–b).
  4. Soldar os 4 fios do cabo em cada motor e a outra extremidade do cabo irá no controle (Fig.1-c).
  5. Faça o suporte das tachinhas em um suporte de papelão com um quadrado de 5 cm (Fig.1-d).
  6. Para o controle iremos utilizar um recipiente de margarina, onde iremos colocar as mini chaves interruptores, nestes componentes existe 6 pinos, assim, para fazer a alternância de corrente, para soldar em X nas duas extremidades da frente com as de trás. Os pinos centrais são colocados para bateria (fig.2).
  7. Agora, você coloca na parte de fora (Fig.1-e) uma boca de garrafa pet, para ser o suporte do balão, onde você irá furar a tampinha de garrafa pet e ao encher um balão, irá passar por dentro da tampinha e enroscar na boca da garrafa pet, sendo o suporte do balão (fig. 3).

Fig.1

Fig.2

Fig.3

E você querido professor gostou desta experiência?! Não deixe de realiza-la com a turma.

Um abraço,

Débora

5 ações para aproximar o trabalho de Tecnologia na sala de aula

By | Educação inovadora | No Comments

Tenho recebido muitas mensagens de professores das mais diferentes regiões do Brasil, com a mesma dúvida. Como superar as barreiras da tecnologia em sala de aula?

Não existe uma receita de bolo, mas, o caminho passa por compreender o cenário atual, superar medos e angustias e utilizar a tecnologia que temos nas mãos.

O mercado está em constante evolução com a indústria 4.0 e apesar de avançarmos e vivenciar a educação 4.0, muitas escolas estão na educação 1.0 caracterizada pelo giz e lousa. É necessário superarmos barreiras e acrescentarmos ideias para usar as diferentes ferramentas digitais em sala de aula.

A mesma facilidade que temos com o uso da tecnologia para as atividades mais rotineiras do dia-a-dia deve ser abraçada pela escola e pelos professores e fazer parte do planejamento, com objetivos claros e desafios para alavancar a aprendizagem dos alunos.

Superando barreiras

Para isso é necessário vencer barreiras, como ausência de infraestrutura, conectividade e formação docente e é necessário investimento das políticas públicas. Muitos de nós sentimos dificuldade em lidar com programas e ferramentas, pois, só tivemos contato com ferramentas digitais na fase adulta, bem diferente dos nossos estudantes que nasceram e estão familiarizados com as tecnologias.

O primeiro passo é enxergar que a tecnologia não é um fim em si mesma, é que ela uma propulsora a aprendizagem, e seu uso deve sempre vir acompanhado de reflexão e ética.

O aparelho celular deve ser utilizado como aporte pedagógico em sala de aula e no começo o professor deverá realizar um trabalho de mudança cultural, lembrando que os alunos não foram preparados lidar com as redes sociais, internet segura, uso de dados e nem como essa ferramenta como um poderoso instrumento para sua aprendizagem.

As propostas e objetivos de uso de ferramentas digitais devem ser claros e envolver os discentes em ações de pertencimento, geralmente acompanhado de metodologias ativas, que oportuniza o aluno sair da passividade e assumir o centro do processo de aprendizagem ao trazer dinamismo as aulas.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Ideias para inserir ferramentas digitais em sala de aula

Conheça: Compreenda recursos e softwares que podem ser incorporados a sua rotina na escola.  Gerenciadores como Google Drive e Google Sala de Aula permitem realizar trabalhos colaborativos, permitindo que vários documentos possam ser vistos e comentados por um grupo – com acesso inclusive pelo celular. É possível gerenciar pesquisas e aplicar avaliações tornando as aulas mais atrativas e dinâmicas e de maneira offline.

Planeje: Realize atividades em que a experimentação da aprendizagem esteja presente, valorizando o aluno no centro do processo de ensino e fazendo do professor o mediador dessa construção.  Ao estabelecer espaços colaborativos dentro da sala de aula, o aluno pode inventar, criar e usar recursos diferentes para a resolução de problemas.

Insira: O foco da educação hoje está no desenvolvimento de competências e habilidades, entre elas colaboração, empatia e relações socioemocionais. Aproveite para inserir as redes sociais em suas aulas, expandindo o aprendizado e dando espaço a um ensino mais personalizado. Edmodo, Blogger, Twitter e Instagram são redes sociais que permitem interação, personalização e a possibilidade de realizar trabalhos que expressem mais a vivência e a visão do aluno.

Crie: Estimule o contato com softwares (programas) autorais e a produção de trabalhos colaborativos.  Audacity e Gimp são exemplos de programas que permitem realizar diversos tipos de trabalho, além de serem gratuitos e trabalhar de maneira offline.

Compartilhe: Propicie momentos para compartilhar as atividades realizadas, incentivando os alunos a produzir seus próprios textos em formatos distintos. Eles poderão criar textos a partir das pesquisas realizadas na internet e em outras mídias e você pode ensiná-los a mencionar de maneira correta o crédito de autores e fontes pesquisadas.

Muitas ferramentas acima, oferecem oportunidade de compartilhar trabalhos, então aproveite ainda esses recursos para mostrar sua experiência a outros professores. As ferramentas digitais podem ser usadas como um grande propulsor à inovação, criatividade e inventividade por meio da experimentação – dando aos alunos a oportunidade de serem protagonistas, autorais e construtores da sua própria aprendizagem.

Tecnologia não é apenas trabalhada com equipamentos e softwares, ela pode de ser trabalhada de diversas maneiras, uma delas é atividades low tech (de baixa tecnologia) e fora de equipamentos e computadores, como, em oficinas criativas e programação desplugada.

Um abraço,

Débora