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Sustentabilidade

Dia da proteção das florestas

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Muita gente ainda fica surpresa quando descobre que a fabricação e o uso de papel, cartão e papelão faz crescer a quantidade de árvores. Todos sabem que papel é feito de árvores. O que nem todos sabem é que essas árvores são plantadas para essa finalidade. Portanto, é absolutamente errado afirmar que economizar papel ajuda a evitar desmatamento. Ao contrário, mais consumo de papel leva à necessidade de se plantar mais árvores.

No Brasil é cultivada, diariamente, uma área equivalente a 500 campos de futebol com novas árvores para usos industriais, inclusive celulose e papel. Esse cultivo é feito em terrenos que já eram normalmente utilizados para agropecuária. Não há substituição de florestas naturais por florestas cultivadas. Pelo contrário, para cada hectare de florestas cultivadas, são preservados 0,7 hectares de matas nativas. Frequentemente as plantações são feitas em terrenos que já estavam degradados por outros usos e que o manejo correto ajuda a recuperar.

A área total de cultivos de pinus e eucalipto para celulose e papel é cerca de 2,7 milhões de hectares. Isso corresponde a menos de 1% da área utilizada hoje, no Brasil, pela agropecuária. Apesar disso, essa pequena área é responsável por retirar uma grande quantidade de CO2 da atmosfera – o equivalente a cerca de 30% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa em 2018.

Muitos acreditam que florestas plantadas são prejudiciais ao meio-ambiente. Mas, assim como tantas outras monoculturas, seu manejo correto permite o equilíbrio satisfatório com o meio ambiente. O Brasil já é o 6º no ranking total de certificações do sistema FSC, a principal entidade certificadora de boas práticas no manejo florestal, respeitada mundialmente.

No entanto, embora papel, cartão e papelão sejam produtos altamente sustentáveis, nenhum recurso deve ser desperdiçado. Utilize só o que for necessário. E lembre-se: depois de usados, recicle.

GUIA DE BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Ampliando o alcance do nosso trabalho, como uma forma de contribuir com a conscientização sobre as urgentes questões ambientais, elaboramos um pequeno manual de como tornar seu estilo de vida mais consciente e sustentável.

E, aproveitando o tema de conservação das florestas,  vamos ajudar você a entender melhor como cuidar do planeta.

Baixe, compartilhe com os amigos e vamos juntos nessa missão! 🙂

Equipe Two Sides Brasil

#twosides.org.br
twosides@twosides.org.br

Economia circular e reciclagem

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Um grande desafio para a economia mundial é compatibilizar crescimento com sustentabilidade ambiental. Esse desafio se desdobra em três questões:

1. Como garantir o suprimento de matérias primas para a produção crescente de bens de consumo?

2. Como garantir que os resíduos da produção e produtos descartados após o uso não contaminem o meio-ambiente?

3. Como reduzir as emissões de gases do efeito estufa?

A produção industrial, hoje, está baseada em extração de recursos; produção de bens e descarte ou reciclagem de resíduos e de bens pós-consumo. A Economia Circular propõe que o projeto de novos produtos seja feito de modo a garantir a possibilidade de reciclagem total dos materiais utilizados na sua fabricação e/ou a reutilização de suas partes. Na economia circular nada morrerá, tudo será reaproveitado ou reciclado. No limite, não haverá mais lixo, apenas materiais a serem reciclados e reutilizados. O que não puder ser reciclado deverá ser biodegradável sem deixar resíduos tóxicos.

A indústria gráfica não está tão longe de migrar para esse novo modelo. No Brasil, papel, cartão e papelão são oriundos de fonte renovável – árvores cultivadas. Os produtos impressos, após seu uso, já são largamente reciclados (68% no Brasil, 72,5% na Europa). Já estão disponíveis tintas e vernizes com componentes renováveis e que possam passar pelo processo de reciclagem. À medida em que clientes e consumidores finais compreenderem o significado de economia circular, espera-se que passem a preferir produtos projetados segundo esse conceito. A campanha Two Sides apoia e encoraja iniciativas que ajudem a fechar esse ciclo virtuoso.

Equipe Two Sides Brasil

Para saber mais:
www.twosides.org.br
www.ideiacircular.com

Dia mundial da água

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Papel é um dos materiais mais sustentáveis ambientalmente. Sua matéria prima – celulose – vem de árvores cultivadas, é muito reciclado (68,7%, no Brasil) e é biodegradável. Eucalipto é a principal espécie utilizada no Brasil como fonte de celulose. Ao contrário do que muitos acreditam, cultivos bem manejados dessa espécie não secam o solo. Segundo o estudo da Embrapa “Plantações Florestais: Geração de Benefícios com Baixo Impacto Ambiental”, florestas plantadas são uma alternativa potencial para a recuperação de pastagens degradadas e de recursos hídricos, por meio da redução da erosão superficial e de deslizamentos, retenção de nutrientes e moderação das vazões máximas.

As fábricas de celulose e papel utilizam muita água. No entanto, 93% da água captada é devolvida ao meio ambiente dentro dos padrões legais de qualidade. Essas empresas participam do monitoramento de microbacias em ações como o “Programa Cooperativo sobre Monitoramento e Modelagem de Bacias Hidrográficas” (Promab), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). São mais de cinquenta microbacias monitoradas, numa demonstração do compromisso do segmento com o uso racional e responsável desse recurso.

Portanto, também sob o ponto de vista do uso da água, papel se mostra uma opção ambientalmente correta, como suporte de comunicação. No entanto, embora seja um produto altamente sustentável, nenhum recurso deve ser desperdiçado. Utilize só o que for necessário.

Papel usado não é lixo! Recicle!

Equipe Two Sides
Março/2020

#twosides.org.br
twosides@twosides.org.br

O ciclo sustentável do papel

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Para se compatibilizar desenvolvimento econômico com sustentabilidade é necessário evitar o desperdício de recursos e escolher as alternativas menos prejudiciais ao meio-ambiente.

Se temos que nos deslocar todos os dias para o trabalho, o melhor seria caminhar ou, pelo menos, utilizar um transporte coletivo. Mas se a opção for por um carro particular, então este deveria ser movido a álcool. O etanol é muito melhor que a gasolina, porque é combustível de fonte renovável.

O mesmo acontece com papel, cartão e papelão ondulado. Todo consumo inútil deve ser evitado, mas se a comunicação e a embalagem são necessárias, é melhor optar preferentemente por materiais como esses, que utilizam recursos renováveis, são recicláveis e biodegradáveis.

Muitos se enganam ao supor que papel produz desmatamento. Mas, no Brasil, a extração de celulose – principal matéria prima do papel – é feita 100% a partir de árvores plantadas para essa finalidade. 82% da energia consumida na sua fabricação é proveniente de fontes renováveis – resíduos das árvores colhidas e do próprio processo de produção da celulose.

A comunicação eletrônica é um grande gerador de efeito estufa. Os centros de processamento de dados – a famosa “nuvem” – consomem enormes quantidades de energia. Segundo relatório do Greenpeace, a indústria de tecnologia da informação já consome 7% de toda a energia elétrica no mundo. O lixo eletrônico é um problema muito grave hoje. Esses resíduos não são biodegradáveis e são pouquíssimo reciclados. Algumas matérias primas para esses dispositivos são obtidas com graves danos socioambientais.

E lembre-se: se usar papel, recicle!

Ciclo sustentável do papel chega às escolas

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Iniciativa é uma parceria da International Paper, Chamex, Editora Moderna, Two Sides e Ogra

A ação mais recente da parceria entre a editora Moderna e a Two Sides é a produção de 30 mil cartazes mostrando o ciclo sustentável do papel. Metade desse volume já foi distribuída em cerca de 12 mil escolas de todo o Brasil entre os meses de agosto e outubro e o restante será entregue no primeiro semestre de 2020 em eventos e outras atividades do Grupo Santillana.

Além da parceria Moderna e Two Sides, a viabilização dessa iniciativa, denominada Projeto Educadores, contou com o apoio de outros dois membros da Two Sides: a Internacional Paper, que forneceu o papel, e a Ogra Oficina Gráfica, responsável pela impressão dos cartazes.

“O projeto surgiu com o objetivo de desmistificar os mitos associados ao produto e fortalecer o ciclo positivo do papel. E para nós, essa ação, que vai além do produto final, é como compartilhamos conhecimento sobre o setor de florestas plantadas, contamos um pouco mais sobre o processo produtivo 100% renovável, esclarecendo dúvidas que surgem principalmente dentro de uma sala de aula”, afirma Tamara Natale, gerente de Sustentabilidade e Engajamento com a Comunidade e gestora executiva do Instituto International Paper. “É como levamos a informação de forma simples, fortalecendo o uso desse produto milenar e sustentável. Afinal, por trás de cada papel, existe uma história, a preocupação com o meio ambiente, com as pessoas e com as comunidades onde atuamos”, completa Tamara. Para Ana Cristina Suriani, diretora comercial da Ogra, participar do projeto foi uma decisão natural. “Se somos parceiros da Two Sides e compartilhamos as mesmas ideias, nada mais legítimo do que colaborarmos com o que sabemos fazer de melhor.”

Engajamento

Hoje, a Moderna dedica uma parte de seu site institucional à apresentação de seu compromisso com a sustentabilidade e todos os seus livros didáticos (selo Moderna) levam um infográfico com o ciclo sustentável do papel. A meta é conscientizar os agentes escolares e as famílias a respeito desse engajamento, mostrando que há uma cadeia econômica por trás da produção dos materiais (desde a geração de empregos diversos até a responsabilidade do conhecimento associado aos livros didáticos). No ano passado, no Dia dos Professores, a Moderna entregou um lápis semente como brinde utilizando a mesma linguagem visual da campanha, afora um caderno de final de ano. Em 2019, além das comunicações digitais, a editora ampliou o projeto com a entrega do cartaz, palestras internas de conscientização e há ainda outros brindes previstos.

Com relação à receptividade ao Projeto Educadores, de acordo com a equipe da Moderna, as escolas sempre ficam interessadas em ações de formação e enxergam valor no compromisso da editora com as futuras gerações. Segundo a empresa, trata-se de um trabalho coletivo que vai além da sustentabilidade ambiental. É uma proposta de corresponsabilidade entre todos os players da cadeia de produção de papel.

Para a editora, o principal valor nessa ação é criar uma corrente em prol das futuras gerações. Estar comprometido com a sustentabilidade vai além da preocupação ambiental, está diretamente associado a incentivar o consumo consciente de matérias-primas e fontes renováveis. A Moderna entende que é fundamental se posicionar a favor dessas questões. Como uma empresa que é fonte de conteúdo de formação humana, estar à frente de tais iniciativas é uma preocupação constante.

21 de Setembro, Dia da Árvore

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Num momento em que o mundo todo se preocupa com a multiplicação de incêndios na floresta amazônica e com ações de desmatamento ilegal, é fundamental lembrarmos que é possível conciliar desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e que isso deve ser uma meta a ser buscada por governos, empresas e instituições.

O plantio de árvores pode ser uma excelente estratégia para o suprimento de matérias primas renováveis. Milhões de árvores já são plantadas diariamente em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a fabricação de muitos produtos, papel entre eles. Essas árvores contribuem enormemente para a redução do efeito estufa e mitigação das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, outros bilhões de árvores nativas são preservadas pelas mesmas empresas, numa demonstração prática de que desenvolvimento e sustentabilidade não são incompatíveis, pelo contrário, são lados da mesma moeda.

Outro dado importante: segundo pesquisa recente da revista Science, o Brasil tem 50 milhões de hectares de terras degradadas, sem uso, que podem servir para diversas aplicações, inclusive plantio de árvores. É uma área equivalente ao território da Espanha.

Nós brasileiros, que detemos a soberania sobre a maior floresta tropical do planeta, temos enorme responsabilidade pela preservação desse patrimônio, em nosso benefício, mas também em prol de toda a humanidade. Para salvar essas árvores não precisamos renunciar à nossa soberania e nem travar o desenvolvimento do país, muito pelo contrário.

Neste dia da árvore, plante uma e lembre-se que as indústrias brasileiras de celulose e papel mantém plantadas, hoje, mais de quatro bilhões, sem contar as matas nativas preservadas.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

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