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Sustentabilidade

Dia mundial da água

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Papel é um dos materiais mais sustentáveis ambientalmente. Sua matéria prima – celulose – vem de árvores cultivadas, é muito reciclado (68,7%, no Brasil) e é biodegradável. Eucalipto é a principal espécie utilizada no Brasil como fonte de celulose. Ao contrário do que muitos acreditam, cultivos bem manejados dessa espécie não secam o solo. Segundo o estudo da Embrapa “Plantações Florestais: Geração de Benefícios com Baixo Impacto Ambiental”, florestas plantadas são uma alternativa potencial para a recuperação de pastagens degradadas e de recursos hídricos, por meio da redução da erosão superficial e de deslizamentos, retenção de nutrientes e moderação das vazões máximas.

As fábricas de celulose e papel utilizam muita água. No entanto, 93% da água captada é devolvida ao meio ambiente dentro dos padrões legais de qualidade. Essas empresas participam do monitoramento de microbacias em ações como o “Programa Cooperativo sobre Monitoramento e Modelagem de Bacias Hidrográficas” (Promab), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). São mais de cinquenta microbacias monitoradas, numa demonstração do compromisso do segmento com o uso racional e responsável desse recurso.

Portanto, também sob o ponto de vista do uso da água, papel se mostra uma opção ambientalmente correta, como suporte de comunicação. No entanto, embora seja um produto altamente sustentável, nenhum recurso deve ser desperdiçado. Utilize só o que for necessário.

Papel usado não é lixo! Recicle!

Equipe Two Sides
Março/2020

#twosides.org.br
twosides@twosides.org.br

O ciclo sustentável do papel

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Para se compatibilizar desenvolvimento econômico com sustentabilidade é necessário evitar o desperdício de recursos e escolher as alternativas menos prejudiciais ao meio-ambiente.

Se temos que nos deslocar todos os dias para o trabalho, o melhor seria caminhar ou, pelo menos, utilizar um transporte coletivo. Mas se a opção for por um carro particular, então este deveria ser movido a álcool. O etanol é muito melhor que a gasolina, porque é combustível de fonte renovável.

O mesmo acontece com papel, cartão e papelão ondulado. Todo consumo inútil deve ser evitado, mas se a comunicação e a embalagem são necessárias, é melhor optar preferentemente por materiais como esses, que utilizam recursos renováveis, são recicláveis e biodegradáveis.

Muitos se enganam ao supor que papel produz desmatamento. Mas, no Brasil, a extração de celulose – principal matéria prima do papel – é feita 100% a partir de árvores plantadas para essa finalidade. 82% da energia consumida na sua fabricação é proveniente de fontes renováveis – resíduos das árvores colhidas e do próprio processo de produção da celulose.

A comunicação eletrônica é um grande gerador de efeito estufa. Os centros de processamento de dados – a famosa “nuvem” – consomem enormes quantidades de energia. Segundo relatório do Greenpeace, a indústria de tecnologia da informação já consome 7% de toda a energia elétrica no mundo. O lixo eletrônico é um problema muito grave hoje. Esses resíduos não são biodegradáveis e são pouquíssimo reciclados. Algumas matérias primas para esses dispositivos são obtidas com graves danos socioambientais.

E lembre-se: se usar papel, recicle!

Ciclo sustentável do papel chega às escolas

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Iniciativa é uma parceria da International Paper, Chamex, Editora Moderna, Two Sides e Ogra

A ação mais recente da parceria entre a editora Moderna e a Two Sides é a produção de 30 mil cartazes mostrando o ciclo sustentável do papel. Metade desse volume já foi distribuída em cerca de 12 mil escolas de todo o Brasil entre os meses de agosto e outubro e o restante será entregue no primeiro semestre de 2020 em eventos e outras atividades do Grupo Santillana.

Além da parceria Moderna e Two Sides, a viabilização dessa iniciativa, denominada Projeto Educadores, contou com o apoio de outros dois membros da Two Sides: a Internacional Paper, que forneceu o papel, e a Ogra Oficina Gráfica, responsável pela impressão dos cartazes.

“O projeto surgiu com o objetivo de desmistificar os mitos associados ao produto e fortalecer o ciclo positivo do papel. E para nós, essa ação, que vai além do produto final, é como compartilhamos conhecimento sobre o setor de florestas plantadas, contamos um pouco mais sobre o processo produtivo 100% renovável, esclarecendo dúvidas que surgem principalmente dentro de uma sala de aula”, afirma Tamara Natale, gerente de Sustentabilidade e Engajamento com a Comunidade e gestora executiva do Instituto International Paper. “É como levamos a informação de forma simples, fortalecendo o uso desse produto milenar e sustentável. Afinal, por trás de cada papel, existe uma história, a preocupação com o meio ambiente, com as pessoas e com as comunidades onde atuamos”, completa Tamara. Para Ana Cristina Suriani, diretora comercial da Ogra, participar do projeto foi uma decisão natural. “Se somos parceiros da Two Sides e compartilhamos as mesmas ideias, nada mais legítimo do que colaborarmos com o que sabemos fazer de melhor.”

Engajamento

Hoje, a Moderna dedica uma parte de seu site institucional à apresentação de seu compromisso com a sustentabilidade e todos os seus livros didáticos (selo Moderna) levam um infográfico com o ciclo sustentável do papel. A meta é conscientizar os agentes escolares e as famílias a respeito desse engajamento, mostrando que há uma cadeia econômica por trás da produção dos materiais (desde a geração de empregos diversos até a responsabilidade do conhecimento associado aos livros didáticos). No ano passado, no Dia dos Professores, a Moderna entregou um lápis semente como brinde utilizando a mesma linguagem visual da campanha, afora um caderno de final de ano. Em 2019, além das comunicações digitais, a editora ampliou o projeto com a entrega do cartaz, palestras internas de conscientização e há ainda outros brindes previstos.

Com relação à receptividade ao Projeto Educadores, de acordo com a equipe da Moderna, as escolas sempre ficam interessadas em ações de formação e enxergam valor no compromisso da editora com as futuras gerações. Segundo a empresa, trata-se de um trabalho coletivo que vai além da sustentabilidade ambiental. É uma proposta de corresponsabilidade entre todos os players da cadeia de produção de papel.

Para a editora, o principal valor nessa ação é criar uma corrente em prol das futuras gerações. Estar comprometido com a sustentabilidade vai além da preocupação ambiental, está diretamente associado a incentivar o consumo consciente de matérias-primas e fontes renováveis. A Moderna entende que é fundamental se posicionar a favor dessas questões. Como uma empresa que é fonte de conteúdo de formação humana, estar à frente de tais iniciativas é uma preocupação constante.

21 de Setembro, Dia da Árvore

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Num momento em que o mundo todo se preocupa com a multiplicação de incêndios na floresta amazônica e com ações de desmatamento ilegal, é fundamental lembrarmos que é possível conciliar desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e que isso deve ser uma meta a ser buscada por governos, empresas e instituições.

O plantio de árvores pode ser uma excelente estratégia para o suprimento de matérias primas renováveis. Milhões de árvores já são plantadas diariamente em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a fabricação de muitos produtos, papel entre eles. Essas árvores contribuem enormemente para a redução do efeito estufa e mitigação das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, outros bilhões de árvores nativas são preservadas pelas mesmas empresas, numa demonstração prática de que desenvolvimento e sustentabilidade não são incompatíveis, pelo contrário, são lados da mesma moeda.

Outro dado importante: segundo pesquisa recente da revista Science, o Brasil tem 50 milhões de hectares de terras degradadas, sem uso, que podem servir para diversas aplicações, inclusive plantio de árvores. É uma área equivalente ao território da Espanha.

Nós brasileiros, que detemos a soberania sobre a maior floresta tropical do planeta, temos enorme responsabilidade pela preservação desse patrimônio, em nosso benefício, mas também em prol de toda a humanidade. Para salvar essas árvores não precisamos renunciar à nossa soberania e nem travar o desenvolvimento do país, muito pelo contrário.

Neste dia da árvore, plante uma e lembre-se que as indústrias brasileiras de celulose e papel mantém plantadas, hoje, mais de quatro bilhões, sem contar as matas nativas preservadas.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

#twosides.org.br
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Dia do controle da poluição industrial

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Uma questão que se apresenta como um grande desafio para a economia mundial é compatibilizar crescimento com sustentabilidade.  Como garantir suprimento de matérias primas para a produção crescente de bens de consumo e como garantir que a poluição industrial e produtos descartados não contaminem o meio-ambiente? A simples redução do consumo, como muitos propõem, não resolve o problema. Essa atitude, embora louvável, pode implicar na redução da atividade econômica, prejudicando toda a sociedade.

Muitas empresas já estão buscando implementar o conceito de “economia circular”. A proposta é que no design dos produtos já esteja planejada a reciclagem total dos materiais utilizados na sua fabricação e/ou a reutilização de suas partes. Na economia circular tudo deve ser reaproveitado, transformado em novos bens. No limite, não haverá mais lixo oriundo da produção, apenas materiais a serem reciclados e reutilizados. O papel vem de matéria prima renovável e, depois de utilizado, apresenta altas taxas de reciclagem, 67% no Brasil.

Quanto à poluição industrial, o papel também se sai bem. As indústrias de celulose e papel há décadas vêm reduzindo seus resíduos e melhorando seu tratamento. Na atividade florestal (plantio e colheita de árvores usadas como matéria prima), 99,7% dos resíduos (cascas, galhos e folhas) ficam no próprio campo e fertilizam o solo. Nas atividades industriais, 66% dos resíduos servem como combustível para produção de energia, substituindo combustíveis fósseis. Outros 30,5 % são reutilizados como matéria-prima por outras indústrias. O restante, apenas 3,5%, é encaminhado a aterros industriais. O objetivo é zerar esse resíduo.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico de Two Sides Brasil e da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica
Diretor da Associação Brasileira de Encadernação e Restauro – Aber

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twosides@twosides.org.br

A mídia impressa ajuda a proteger as florestas

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No mundo todo, indústrias que usam madeira para produção de celulose e de papel plantam, todo os dias, o equivalente à área de 1.500 campos de futebol de florestas. No Brasil hoje, há 7,8 milhões de hectares de plantações de árvores, na maioria eucaliptos e pinus. Muitas pessoas chamam esse tipo de plantio de “reflorestamento”, mas não é correto dizer isso, uma vez que não se trata de substituir uma floresta nativa por outra, plantada com espécies exóticas.

As áreas destinadas ao plantio de árvores para produção de celulose e papel, no Brasil, são aquelas que há muitas décadas já são usadas para atividades agropecuárias. Tal plantio em nada prejudica a manutenção de ecossistemas nativos. Ao contrário, ao plantar as árvores que serão usadas como matéria-prima, essas indústrias ajudam a evitar a destruição de matas nativas. Além disso, a indústria brasileira de base florestal é responsável pela preservação de 5,6 milhões de hectares de ecossistemas nativos, ou seja, 0,7 hectares de matas preservadas para cada um dos 7,8 milhões de hectares de florestas plantadas. É importante observar que as áreas plantadas com árvores para produção de celulose e papel correspondem a apenas 0,3% do território nacional ou 2,2% da área disponível para agricultura atualmente.

Outras pessoas dizem que a plantação de eucaliptos é prejudicial ao meio-ambiente por ser uma monocultura. Mas, assim como tantas outras monoculturas, seu manejo correto pode permitir um equilíbrio satisfatório com o meio ambiente. Esse tipo de manejo acontece nos plantios realizados pela indústria brasileira. O Brasil já é o 7º no ranking total de certificações do sistema FSC, a principal entidade certificadora de boas práticas no manejo florestal, respeitada mundialmente.

Manoel Manteigas de Oliveira

Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil