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Sustentabilidade

Ciclo sustentável do papel chega às escolas

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Iniciativa é uma parceria da International Paper, Chamex, Editora Moderna, Two Sides e Ogra

A ação mais recente da parceria entre a editora Moderna e a Two Sides é a produção de 30 mil cartazes mostrando o ciclo sustentável do papel. Metade desse volume já foi distribuída em cerca de 12 mil escolas de todo o Brasil entre os meses de agosto e outubro e o restante será entregue no primeiro semestre de 2020 em eventos e outras atividades do Grupo Santillana.

Além da parceria Moderna e Two Sides, a viabilização dessa iniciativa, denominada Projeto Educadores, contou com o apoio de outros dois membros da Two Sides: a Internacional Paper, que forneceu o papel, e a Ogra Oficina Gráfica, responsável pela impressão dos cartazes.

“O projeto surgiu com o objetivo de desmistificar os mitos associados ao produto e fortalecer o ciclo positivo do papel. E para nós, essa ação, que vai além do produto final, é como compartilhamos conhecimento sobre o setor de florestas plantadas, contamos um pouco mais sobre o processo produtivo 100% renovável, esclarecendo dúvidas que surgem principalmente dentro de uma sala de aula”, afirma Tamara Natale, gerente de Sustentabilidade e Engajamento com a Comunidade e gestora executiva do Instituto International Paper. “É como levamos a informação de forma simples, fortalecendo o uso desse produto milenar e sustentável. Afinal, por trás de cada papel, existe uma história, a preocupação com o meio ambiente, com as pessoas e com as comunidades onde atuamos”, completa Tamara. Para Ana Cristina Suriani, diretora comercial da Ogra, participar do projeto foi uma decisão natural. “Se somos parceiros da Two Sides e compartilhamos as mesmas ideias, nada mais legítimo do que colaborarmos com o que sabemos fazer de melhor.”

Engajamento

Hoje, a Moderna dedica uma parte de seu site institucional à apresentação de seu compromisso com a sustentabilidade e todos os seus livros didáticos (selo Moderna) levam um infográfico com o ciclo sustentável do papel. A meta é conscientizar os agentes escolares e as famílias a respeito desse engajamento, mostrando que há uma cadeia econômica por trás da produção dos materiais (desde a geração de empregos diversos até a responsabilidade do conhecimento associado aos livros didáticos). No ano passado, no Dia dos Professores, a Moderna entregou um lápis semente como brinde utilizando a mesma linguagem visual da campanha, afora um caderno de final de ano. Em 2019, além das comunicações digitais, a editora ampliou o projeto com a entrega do cartaz, palestras internas de conscientização e há ainda outros brindes previstos.

Com relação à receptividade ao Projeto Educadores, de acordo com a equipe da Moderna, as escolas sempre ficam interessadas em ações de formação e enxergam valor no compromisso da editora com as futuras gerações. Segundo a empresa, trata-se de um trabalho coletivo que vai além da sustentabilidade ambiental. É uma proposta de corresponsabilidade entre todos os players da cadeia de produção de papel.

Para a editora, o principal valor nessa ação é criar uma corrente em prol das futuras gerações. Estar comprometido com a sustentabilidade vai além da preocupação ambiental, está diretamente associado a incentivar o consumo consciente de matérias-primas e fontes renováveis. A Moderna entende que é fundamental se posicionar a favor dessas questões. Como uma empresa que é fonte de conteúdo de formação humana, estar à frente de tais iniciativas é uma preocupação constante.

21 de Setembro, Dia da Árvore

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Num momento em que o mundo todo se preocupa com a multiplicação de incêndios na floresta amazônica e com ações de desmatamento ilegal, é fundamental lembrarmos que é possível conciliar desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e que isso deve ser uma meta a ser buscada por governos, empresas e instituições.

O plantio de árvores pode ser uma excelente estratégia para o suprimento de matérias primas renováveis. Milhões de árvores já são plantadas diariamente em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a fabricação de muitos produtos, papel entre eles. Essas árvores contribuem enormemente para a redução do efeito estufa e mitigação das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, outros bilhões de árvores nativas são preservadas pelas mesmas empresas, numa demonstração prática de que desenvolvimento e sustentabilidade não são incompatíveis, pelo contrário, são lados da mesma moeda.

Outro dado importante: segundo pesquisa recente da revista Science, o Brasil tem 50 milhões de hectares de terras degradadas, sem uso, que podem servir para diversas aplicações, inclusive plantio de árvores. É uma área equivalente ao território da Espanha.

Nós brasileiros, que detemos a soberania sobre a maior floresta tropical do planeta, temos enorme responsabilidade pela preservação desse patrimônio, em nosso benefício, mas também em prol de toda a humanidade. Para salvar essas árvores não precisamos renunciar à nossa soberania e nem travar o desenvolvimento do país, muito pelo contrário.

Neste dia da árvore, plante uma e lembre-se que as indústrias brasileiras de celulose e papel mantém plantadas, hoje, mais de quatro bilhões, sem contar as matas nativas preservadas.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

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Dia do controle da poluição industrial

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Uma questão que se apresenta como um grande desafio para a economia mundial é compatibilizar crescimento com sustentabilidade.  Como garantir suprimento de matérias primas para a produção crescente de bens de consumo e como garantir que a poluição industrial e produtos descartados não contaminem o meio-ambiente? A simples redução do consumo, como muitos propõem, não resolve o problema. Essa atitude, embora louvável, pode implicar na redução da atividade econômica, prejudicando toda a sociedade.

Muitas empresas já estão buscando implementar o conceito de “economia circular”. A proposta é que no design dos produtos já esteja planejada a reciclagem total dos materiais utilizados na sua fabricação e/ou a reutilização de suas partes. Na economia circular tudo deve ser reaproveitado, transformado em novos bens. No limite, não haverá mais lixo oriundo da produção, apenas materiais a serem reciclados e reutilizados. O papel vem de matéria prima renovável e, depois de utilizado, apresenta altas taxas de reciclagem, 67% no Brasil.

Quanto à poluição industrial, o papel também se sai bem. As indústrias de celulose e papel há décadas vêm reduzindo seus resíduos e melhorando seu tratamento. Na atividade florestal (plantio e colheita de árvores usadas como matéria prima), 99,7% dos resíduos (cascas, galhos e folhas) ficam no próprio campo e fertilizam o solo. Nas atividades industriais, 66% dos resíduos servem como combustível para produção de energia, substituindo combustíveis fósseis. Outros 30,5 % são reutilizados como matéria-prima por outras indústrias. O restante, apenas 3,5%, é encaminhado a aterros industriais. O objetivo é zerar esse resíduo.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico de Two Sides Brasil e da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica
Diretor da Associação Brasileira de Encadernação e Restauro – Aber

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A mídia impressa ajuda a proteger as florestas

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No mundo todo, indústrias que usam madeira para produção de celulose e de papel plantam, todo os dias, o equivalente à área de 1.500 campos de futebol de florestas. No Brasil hoje, há 7,8 milhões de hectares de plantações de árvores, na maioria eucaliptos e pinus. Muitas pessoas chamam esse tipo de plantio de “reflorestamento”, mas não é correto dizer isso, uma vez que não se trata de substituir uma floresta nativa por outra, plantada com espécies exóticas.

As áreas destinadas ao plantio de árvores para produção de celulose e papel, no Brasil, são aquelas que há muitas décadas já são usadas para atividades agropecuárias. Tal plantio em nada prejudica a manutenção de ecossistemas nativos. Ao contrário, ao plantar as árvores que serão usadas como matéria-prima, essas indústrias ajudam a evitar a destruição de matas nativas. Além disso, a indústria brasileira de base florestal é responsável pela preservação de 5,6 milhões de hectares de ecossistemas nativos, ou seja, 0,7 hectares de matas preservadas para cada um dos 7,8 milhões de hectares de florestas plantadas. É importante observar que as áreas plantadas com árvores para produção de celulose e papel correspondem a apenas 0,3% do território nacional ou 2,2% da área disponível para agricultura atualmente.

Outras pessoas dizem que a plantação de eucaliptos é prejudicial ao meio-ambiente por ser uma monocultura. Mas, assim como tantas outras monoculturas, seu manejo correto pode permitir um equilíbrio satisfatório com o meio ambiente. Esse tipo de manejo acontece nos plantios realizados pela indústria brasileira. O Brasil já é o 7º no ranking total de certificações do sistema FSC, a principal entidade certificadora de boas práticas no manejo florestal, respeitada mundialmente.

Manoel Manteigas de Oliveira

Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

O papel é um dos produtos mais reciclados no mundo

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O processo de reciclagem de papel começa com você. Depois que o papel foi usado ele deve ser descartado como resíduo a ser reciclado. Na Europa, a taxa de reciclagem de papel foi de 72,5% em 2016. No Brasil esse índice já chega a 67% e cresce ano a ano.

Para manter a qualidade, é importante que o papel seja coletado separadamente de outros materiais. Durante o processo de reciclagem é necessário remover contaminantes e, quando necessário, também resíduos de tinta. A matéria prima resultante pode ser usada para produzir 100% de papel reciclado ou misturada com fibra virgem, dependendo das características de qualidade exigidas.

Tanto a fibra reciclada quanto a virgem oferecem benefícios. Como as fibras virgens e recicladas fazem parte de um único sistema complexo, é muito difícil comparar com segurança seus atributos ambientais. Na prática, a fibra reciclada não existiria se a fibra virgem não fosse colhida e as demandas da sociedade por produtos de papel e cartão não poderiam ser atendidas sem as duas coisas. Para a produção de celulose virgem é necessário plantar árvores continuamente, o que ajuda a reduzir o efeito estufa.

Uma fibra pode ser reciclada várias vezes, mas não indefinidamente. A reciclagem de papel precisa incorporar uma certa quantidade de fibras novas porque a celulose se deteriora cada vez que é reciclada. Além disso, muitos tipos de papéis exigem fibra virgem na sua composição para alcançar as propriedades técnicas adequadas. Finalmente, às vezes não há papel reciclado, com boa qualidade, em quantidade suficiente para atender à demanda. Cerca de 22% do papel utilizado não é possível coletar ou reciclar.

Papel é feito de celulose, extraída de árvores. Ao contrário do que muita gente pensa, toda celulose produzida no Brasil vem de árvores plantadas e nada vem de matas nativas. Trata-se, portanto, de matéria-prima renovável que não esgota recursos naturais. As árvores plantadas contribuem para a redução do efeito estufa.  Em alguns países usam-se árvores nativas, mas para cada árvore colhida outras são replantadas de modo a garantir sua reposição. Na Europa, por exemplo, as florestas têm crescido 44.000 km2 nos últimos dez anos. A água utilizada na fabricação de celulose e papel não é perdida. Mais de 90% é devolvida ao meio ambiente em condições adequadas segundo os critérios legais.

Para saber mais:

17 de Maio – Dia Internacional da Reciclagem

No dia 17 de maio é comemorado o Dia Internacional da Reciclagem. A data comemorativa foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura (UNESCO) como forma de conscientizar as pessoas sobre os impactos que o alto consumismo gera ao meio ambiente.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), cada brasileiro produz em média 387 kg de lixo por ano, o que chega a mais de 79 mil toneladas anuais no país. Além da quantidade, há um preço ambiental altíssimo: aterros sanitários produzem gases de efeito estufa (GEE) que poderiam ser evitados com uma política de reciclagem.

Contaminação
Alguns materiais levam anos ou décadas para se decompor, como os descartáveis (fraldas, copos plásticos etc). Metais, vidros e plásticos poderiam ser excluídos dos aterros se fosse feita sua separação dos demais materiais. Com a reciclagem, é possível reaproveitar esses materiais, pois as empresas do setor os reutilizam no processo industrial. O caso do lixo eletrônico (também conhecido como e-lixo) tem um agravante: seus componentes possuem elementos químicos altamente tóxicos, quando entram em contato com o solo e com lençóis freáticos.

Há outros vilões contaminantes no material descartado pelos munícipes, como as lâmpadas fluorescentes (elas devem ser descartadas com cuidado para evitar a quebra e consequente esparrame do seu interior para o solo), baterias em geral, televisores, geladeiras e micro-ondas. A SVMA incluiu coletores para o e-lixo em treze parques.

Coleta Seletiva
A cidade de São Paulo tem vários locais cadastrados para o descarte de lixo reciclável. O Programa de Coleta Seletiva da Prefeitura conta com uma rede de 27 cooperativas e associações de catadores habilitadas pela Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (AMLURB). Para participar da coleta seletiva basta fazer uma pesquisa pelo site da Loga ou Ecourbis, para saber dia e horário de coleta de acordo com a região. Depois, é só separar os recicláveis, como papel, plástico, vidro e metal.

O munícipe auxilia muito nesse processo tomando alguns cuidados: plásticos (principalmente de detergentes e xampus) devem ser lavados antes da coleta. As tampas devem ser retiradas. Os vidros também precisam ser lavados e as tampas, retiradas. Metais (latinhas de bebidas em geral) devem ser amassadas ou prensadas. Já os papeis devem ser guardados diretamente em sacos plásticos, tomando o cuidado de não molhá-los. Vidro quebrado também é aceito, mas tome o cuidado de embalá-lo em jornal para não ferir o coletor. Caixas de papelão (incluindo as embalagens longa vida) devem ser desmontadas ou compactadas para reduzir o volume na hora da coleta.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

Papel vem de recursos renováveis

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A despeito do pessimismo de muitas pessoas a humanidade tem evoluído para melhor. No entanto, há questões que devemos enfrentar para continuar a progredir. O resgate de populações que vivem em extrema pobreza, por exemplo, é um desafio. Outra é a questão ambiental.

Esta última envolve, basicamente, três aspectos:

1 – O primeiro é a contaminação dos ecossistemas com resíduos não biodegradáveis – frequentemente substâncias sintéticas e tóxicas. A imagem das gigantescas “ilhas” de detritos flutuando no Oceano Pacífico é bastante conhecida e estão por toda a parte, poluindo e contaminando o meio ambiente.

2 – O segundo aspecto é o uso abusivo dos recursos naturais. Matérias primas não renováveis, extraídas continuamente, podem ter suas reservas esgotadas, comprometendo a sustentabilidade econômica. Solos usados intensivamente e sem o manejo adequado podem se tornar inúteis. O desmatamento pode promover a desertificação.

3 – O terceiro ponto é o aquecimento do planeta pelo efeito estufa, causado pela contaminação da atmosfera com diferentes gases, principalmente o dióxido de carbono.

Papel é feito de celulose, extraída de árvores. Ao contrário do que muita gente pensa, toda celulose produzida no Brasil vem de árvores plantadas e nada vem de matas nativas. Trata-se, portanto, de matéria-prima renovável que não esgota recursos naturais. As árvores plantadas contribuem para a redução do efeito estufa.  Em alguns países usam-se árvores nativas, mas para cada árvore colhida outras são replantadas de modo a garantir sua reposição. Na Europa, por exemplo, as florestas têm crescido 44.000 km2 nos últimos dez anos. A água utilizada na fabricação de celulose e papel não é perdida. Mais de 90% é devolvida ao meio ambiente em condições adequadas segundo os critérios legais.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

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