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Parceria Educa Já! e Revista Educatrix apresenta o concurso Vozes da Educação

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Bom dia, pessoal!
Estamos com uma novidade para todos os nossos seguidores!

A educação brasileira possui histórias e experiências ricas de sala de aula. Cada vivência representa uma luta por mudanças e a construção de um futuro voltado para a educação. Apoiando essa ideia, a Revista Educatrix e o blog Educa Já! anunciam o concurso cultural Vozes da Educação, que premiará os 10 melhores comentários com um kit especial com uma caixa de som, um exemplar da Educatrix e o comentário publicado na próxima edição da revista que pensa a educação.

Concurso Cultural Vozes da Educação

Como participar?

Para participar é fácil.

  1. Acesse a versão digital da revista Educatrix, clicando aqui.
  2. Escolha a reportagem que mais lhe desperte interesse
  3. Visite o post do concurso no Blog EducaJá e deixe um comentário nos contando qual a sua matéria favorita e por quê? 
  4. Você poderá concorrer com vários comentários desde que sejam sobre matérias diferentes

Os comentários devem ser enviados até as 23h59 do dia 30 de setembro de 2014 e serão avaliados pela equipe julgadora da revista Educatrix.

Só valerão os comentários feitos sobre as reportagens da nova edição da Educatrix:

Concurso Cultural Vozes da Educação

Não perca essa oportunidade!

Confira o regulamento completo, aqui.

Guerra do Golfo: a diplomacia e o petróleo

By | Aulas/Explicações, Geral, Material Extra | No Comments

A exploração do petróleo desperta o interesse de Estados e empresas em todo o mundo. Neste contexto, o Golfo Pérsico, no Oriente Médio, surge como grande destaque pelo número de reservas petrolíferas e, por consequência, como foco de tensão diplomática. A região já foi palco de uma guerra entre Irã e Iraque (1980 -1988), motivada pelo interesse do ditador iraquiano Saddam Hussein, sunita, em enfraquecer a influência xiita nos campos petrolíferos.

Em 1990, Hussein invadiu o Kuwait sob a justificativa de que o país estava se apropriando de petróleo iraquiano na região da fronteira e o comercializando a preços mais baixos para prejudicar a economia iraquiana. O objetivo principal do Iraque com a invasão era anexar o território vizinho como uma província e controlar o petróleo kuwaitiano.

Era o início do conflito que seria conhecido como Guerra do Golfo.

Saddam Hussein - Guerra do Golfo

Saddam Hussein discursa durante a Guerra do Golfo

 

Guerra do Golfo: Intervenção da ONU e entrada dos EUA

Com a morte de milhares de soldados e civis, a Organização das Nações Unidas (ONU) interveio na situação e declarou embargo comercial ao Iraque e impedindo que outros países associados comercializassem com Saddam Hussein durante a Guerra do Golfo. A medida não foi o bastante para apaziguar a situação e os conflitos armados continuaram. A situação afetou relações comerciais e o fornecimento de petróleo para todo o mundo, mobilizando grandes economias a participarem das ações por paz. Os Estados Unidos decidiram participar do confronto armado apoiando as tropas kuwaitianas para retirada dos iraquianos do território.

Saddam Hussein pretendia, a longo prazo, decretar guerra ao Oriente Médio e dominar territórios vizinhos ao Iraque para dominar o mercado petrolífero. O que o ditador não esperava era o apoio da Arábia Saudita e da Turquia às tropas norte-americanas. Assim, a Organização das Nações Unidas (ONU), autorizou, no início de 1991, a invasão de uma coalizão militar, formada por 34 países, sob a liderança dos Estados Unidos, para forçar a retirada das tropas iraquianas do Kuwait.

Guerra do Golfo: avião sobrevoando o Kuwait

F-14 sobrevoando o território do Kuwait durante a Guerra do Golfo

Os iraquianos atacaram Israel com mísseis de fabricação soviética como medida para ganhar o apoio de outros países da região. No entando, as relações diplomáticas entre Israel e Estados Unidos foram fundamentais para convencer Israel de não contra-atacar militarmente. Saddam Hussein ainda autorizou o incêndio de plataformas petrolíferas do Kuwait.

Em 28 de fevereiro de1991, o Iraque foi bombardeado e as tropas terrestres da coalizão anunciaram a devolução do Kuwait. Apesar das milhares de mortes civis e militares, a Guerra do Golfo não representou grandes mudanças políticas no Iraque, que manteve Saddam Hussein como ditador e não perdeu nenhum território.

Em 2002, esse conflito seria retomado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sob alegação de que o Iraque desenvolvia armas de destruição em massa. Tropas norte-americanas ficaram alojadas no Iraque até 2011 e as armas de destruição em massa nunca foram encontradas e o ditador Saddam Hussein foi condenado à pena de morte e executado em 2006.

Saiba mais sobre a Guerra do Golfo

A Guerra do Golfo foi o primeiro conflito armado com transmissão ao vivo pelos meios de comunicação. O canal britânico CNN (Cable News Network) enviou três jornalistas para acompanhar as ações militares. Bernard Shaw descreveu os primeiros ataques da coalizão contra Bagdá, no Iraque:

A Rede Globo guarda um acervo sobre a Guerra do Golfo. Foi a primeira vez que a emissora realizou a cobertura in loco de um conflito armado.  

Confira os vencedores do Concurso Cultural Minha Aula + Moderna

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Boa tarde, amigos modernos.

Chegou o momento que todos esperavam: o resultado final do concurso cultural Minha Aula + Moderna.

Ao todo, recebemos quase 4 mil respostas para a pergunta Como a tecnologia pode transformar suas aulas?. Toda a equipe da comissão julgadora da Editora Moderna parabeniza a criatividade dos participantes e agradece a dedicação de todos por uma educação de qualidade.

Mas, vamos ao que interessa.

Quais foram as frases premiadas?

1° Lugar – Sônia Aparecida Suchek – São José dos Pinhais (PR)

Instituição: Escola Celestina Scolaro Foggiatto

Arraste para a escola o dinamismo, delete da sua aula a monotonia. Com um clique duplo no planejamento, selecione os conteúdos com a tecnologia. Faça um atalho para uma aula divertida, remova o vírus do passado, computadores, tablets, projetores, recursos para auxiliar o aprendizado.

 

2° Lugar – Maria Aparecida dos Santos – São Luís de Monte Belos (GO)

Instituição: Escola Estadual São Sebastião

A Tecnologia pode transformar as minhas aulas tornando-as mais dinâmicas e integradas, pois a tecnologia possibilita inovar não só o modo de aprender do aluno, mas também o modo de produzir novos conhecimentos. Nesse sentido, minhas aulas se tornam mais prazerosas e significativas não só para o aluno, mas também para toda a comunidade escolar.

 

3° Lugar – Cristina da Silva – Novo Hamburgo (RS)

Instituição: E.E.E. Médio La Salle

A tecnologia transforma minhas aulas através da expansão das trocas de conhecimento e a ampliação do poder de criatividade, coletividade e interação entre educandos e educadores.

 

4° Lugar – Carlos Alberto de Assis Cavalcanti – Arcoverde (PE)

Instituição: Escola Industrial de Arcoverde

Adiciona mais alternativas educacionais ao processo ensino-aprendizagem; subtrai o superado modelo expositivo que causa fadiga ao professor e ao aluno; multiplica os recursos que unem a virtude ao virtual na relação docente-discente; e divide – com todos – o prazeroso benefício do ato de saber-conhecer, saber-fazer, saber-ser e saber-viver, cujo resultado é uma aula MODERNA.

 

5° Lugar – Marisa Cardoso da Rosa – Alvorada (RS)

Instituição: Escola Estadual de Educação Básica Professor Gentil Viegas Cardoso

A Tecnologia vem complementar e enriquecer as minhas aulas. Mostra que o quê é ensinado pode ser levado para ambientes diferentes do contexto escolar. Com o uso da Tecnologia estimulo as diferentes inteligências de meus alunos tornando as aulas mais interessantes e dinâmicas.

 

Premiação

1° Lugar – Notebook + iPhone  + cesta de livros + Sala de Aula Móvel Digital HP (para a escola)

2° Lugar – Notebook + cesta de livros

3° Lugar – Notebook + cesta de livros

4° Lugar – Notebook + cesta de livros

5° Lugar – Notebook + cesta de livros

 

A equipe da Editora Moderna entrará em contato em breve através dos dados cadastrados na inscrição para a entrega dos prêmios.

Parabéns a todos os vencedores.

 

 

Protestos se tornam assuntos nas salas de aula brasileiras

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Boa tarde, amigos modernos!

Nas últimas semanas, os noticiários brasileiros trouxeram inúmeras reportagens de manifestações contra a falta de qualidade de serviços públicos, tarifas de transporte, corrupção e outras pautas fundamentais para a sociedade. A maioria das ações, orquestradas pelas redes sociais, levaram multidões às ruas para pedir explicações aos nossos governantes e, principalmente, exercer a cidadania.

A educação é uma das armas para corrigir as imperfeições políticas e os estudantes são fôlego novo para melhorias políticas e econômicas. Muitos desses alunos tiveram a oportunidade de participar de manifestações em suas regiões e agora, mais do que nunca, é preciso que a escola e a família os ajudem a entender o resultado de todo o processo político. Por conta disso, a escola precisa guiar os caminhos e os rumos da cidadania para garantir um futuro melhor.

Na última edição da Educatrix traz uma reportagem sobre Educação Política que pode ajudar os professores a trabalharem esses contextos dentro da sala de aula. Confira:

 

Novas experiências

Vale lembrar que esse será um capítulo da História do Brasil a ser abordado em provas de vestibular. Por esse motivo, algumas escolas já têm instruído seus professores a abrir espaço nas aulas de história, geografia e sociologia para debater o tema e estabelecer argumentos para redações, dissertações e, obviamente, para a vida. Para conhecer algumas dessas iniciativas, nós indicamos a reportagem “Protestos viram tema de aula em escolas de São Paulo, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta semana.

Fonte: Folha de S.Paulo

 

A vida e a obra de Tatiana Belinky

By | Geral | 26 Comments

Boa tarde, amigos modernos.

No último sábado, 15 de junho, a literatura infantojuvenil do Brasil perdeu um de seus maiores ícones: a escritora Tatiana Belinky. A autora faleceu aos 94 anos de idade. Toda a equipe da Editora Moderna, por onde a autora também fez grande escola, prestigia e guarda saudades da grande profissional e ser humano que foi Tatiana Belinky. Hoje, dedicamos um espaço especial para uma singela homenagem.

Nascida em 18 de março de 1919, em São Petersburgo, antiga União Soviética, Tatiana Belinky veio com a família para o Brasil com dez anos de idade. Iniciou sua vida literária em 1948, com o apoio de seu marido Júlio Gouveia, com quem se casara em 1940 e com quem teve dois filhos, cinco netos e três bisnetos. Seus primeiros projetos literários eram pequenas peças de teatro e textos traduzidos para crianças, realizados em conjunto com a Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo.

Entre 1951 e 1964, o grupo de teatro coordenado por Tatiana e Julio começou a realizar espetáculo de tele-teatro ao vivo pela TV Tupi. Os roteiros, adaptados da literatura nacional e internacional, eram escritos pela autora. Assim, surgiria também a adaptação de o Sítio do Pica-pau Amarelo, obra de Monteiro Lobato, com cerca de 350 capítulos.

Belinky também escreveu críticas literárias para diversos jornais durante a vida, como “O Estado de S.Paulo”, “Folha de São Paulo” e “Jornal da Tarde”;  e trabalhou em diversos programas da “TV Cultura”.

Escreveu mais de 250 obras de literatura infanto-juvenil durante toda a sua carreira, tendo recebido importantes prêmios nacionais e internacionais, como o Prêmio Jabuti (1989). Pela Editora Moderna, Tatiana Belinky tem grandes obras publicadas como “Olhos de ver”, “O caso do bolinho”, “O grande rabanete”, “Tatu na casca”, “Transplante de menina” e “O livro das tatianices”.

Em 2009, Tatiana Belinky foi eleita para uma das cadeiras da Academia Paulista de Letras e agora passa a ser imortalizada por suas obras:

Sinopse: Que tal um passeio pela São Paulo de algumas décadas atrás? É o que este apanhado de crônicas nos proporciona. Por suas histórias desfilam cenas e tipos que marcaram o dia-a-dia paulistano. Um mendigo pede apenas “a medida exata do seu querer”; crianças de rua vendem colchetes e barbatanas para colarinho, ou devolvem o troco de uma generosa esmola. E uma cidade diferente, bem mais tranquila e humana, vai surgindo diante de nós, na elegância poética da crônica de Tatiana Belinky.

Sinopse: Neste livro, Tatiana Belinky narra as memórias de sua terra natal e como a deixou para vir morar em um lugar desconhecido, que se chamava Brasil. Conta sobre sua chegada e primeiras impressões. Entre lembranças, brincadeiras e cenas da infância e juventude, mostra com delicadeza e talento como é que é que, com amor, se constrói um brasileiro por dentro.

Sinopse: Neste livro, entre séria e brincando (mais brincando do que séria, para dizer a verdade), Tatiana Belinky revela sua saborosa filosofia, construída em mais de oito décadas de existência. São limeriques e outros poemas, cheios de humor e absurdos, mas que levam o leitor a pensar seriamente sobre coisas muito importantes da vida.

 

Tiradentes: o mito por trás do homem

By | Aulas/Explicações, Dicas, Geral, Material Extra | No Comments

Boa tarde, amigos modernos!

Hoje, vamos dar espaço à história do Brasil e falaremos um pouco sobre a vida de um dos grandes mártires brasileiros. Joaquim José da Silva Xavier, popularmente conhecido como Tiradentes, foi batizado no dia 12 de novembro de 1746 na Vila de São José Del Rey, no estado de Minas Gerais. Apesar de não se ter certeza sobre a data de seu nascimento, a sua contribuição à Inconfidência Mineira e à formação política de nosso país é sempre estudada nas aulas de História.

Que tal conhecer mais?

Uma vida de luta

Tiradentes nasceu na Fazenda do Pombal, localizada entre a Vila de São José, hoje a cidade de Tiradentes, e a cidade de São João del Rey em Minas Gerais.  Era filho do português, Domingos da Silva Santos, com a brasileira Maria Antônia da Encarnação Xavier. O casal teve sete filhos, sendo o pequeno Joaquim José o quarto da linhagem. Ficou órfão de seus pais aos 11 anos e mudou-se para Vila Rica (atual Ouro Preto) para morar com seu padrinho, que lhe ensinou o ofício de dentista. Desse ofício, Joaquim José recebeu o famoso apelido de TIRADENTES.

Além de dentista, Tiradentes também trabalhou como minerador, mascate e farmacêutico, sendo sócio em uma pequena botica de assistência aos pobres de Vila Rica. Sua participação política começou por causa da mineração. Joaquim José da Silva Xavier foi o responsável pelo reconhecimento de terrenos, fazendo o levantamento do sertão brasileiro. Alistando-se, assim, na tropa da capitania de Minas Gerais e tornando-se Alferes, do regimento militar, Dragões de Minas Gerais.

Com o conhecimento da região, foi nomeado pela rainha Maria I, comandante da patrulha do Caminho Novo, em 1781. Neste posto, era responsável por levar toda a produção mineira para o porto do Rio de Janeiro e enviá-la aos portugueses. No exército, Tiradentes acumulou frustrações. Apesar de se esforçar para conseguir uma promoção militar, não conseguia crescer profissionalmente. Esse foi um fato importante para a sua participação política na Inconfidência Mineira.

Tiradentes começou a perceber que o domínio de Portugal sobre o Brasil era injusto, principalmente sobre a extração de pedras preciosas. Em sua opinião, ao país jamais conseguiria andar com as próprias pernas enquanto a metrópole portuguesa dominasse os meios de produção e comércio brasileiro.

A Inconfidência Mineira

As frustrações pessoas de Tiradentes e a sua visão sobre a dominação de Portugal fizeram com que, ao lado de Claudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga e Inácio José de Alvarenga Peixoto, Tiradentes ajudasse a montar um movimento de revolta contra as condições dos mineiros: a Inconfidência Mineira.

Como a maioria das revoltas brasileiras, a Inconfidência Mineira só aconteceu por conta da participação da chamada elite colonial. Mineradores, fazendeiros, padres, advogados e militares começavam a ter problemas para pagar os altos impostos à Coroa portuguesa. A escassez do ouro e de pedras preciosas já era preocupante às elites brasileiras. Os grandes mineradores já não conseguiam pagar as 100 arrobas anuais (1.500 kg) de ouro ao governo português.

Percebendo isso, Portugal começou a estabelecer algumas medidas restritivas na colônia, entre elas o Álvara de 1785, que proibiu a produção de tecidos no território brasileiro, obrigando a elite a importar todos os produtos consumidos a altas taxas de alfândega. Além disso, em 1788, o novo governador da capitania, Visconde de Barbacena, foi obrigado a aplicar a derrama, taxa de 538 arrobas de ouro em impostos atrasados, para aumentar a receita recolhida e a dependência econômica do Brasil em relação à metrópole.

A medida impulsionou os populares a aderirem aos inconfidentes. O movimento foi inspirado nos ideais iluministas e na independência das colônias inglesas (Estados Unidos). Vale ressaltar novamente que os líderes da Inconfidência Mineira eram homens instruídos e que tinham estudado em grandes universidades europeias e convivido com as ideias de Voltaire e Rousseau.

O papel de Tiradentes era atrair os populares com discursos e a divulgação das ideias. Claudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Luis Vieira da Silva e Inácio José de Alvarenga Peixoto seriam os responsáveis por organização uma nova Constituição. O plano militar era baseado em ações de defesa, com apoio externo e sistema de guerrilha. Entre as ações programadas estavam:

  • Criar a Casa da Moeda
  • Acabar com o monopólio estatal sobre a extração mineral
  • Instalar fábricas de pólvora, tecidos e usinas metalúrgicas
  • Separar a Igreja do Estado
  • Criar uma universidade em Vila Rica
  • Abolir o exército permanente e profissional
  • Criar símbolos nacionais como a bandeira e as armas

Os inconfidentes saíram às ruas dando vivas à República com grande adesão popular, antes de se tornar numa revolução de fato. Para combater as ações revoltosas, o Visconde de Barbacena desistiu de decretar a derrama, mas começou a convocar os devedores da Fazenda Real para cobrar seus impostos. Um deles, Joaquim Silvério dos Reis, aceitou delatar os líderes da revolta em troca do perdão de sua dívida e um prêmio por sua lealdade à Coroa. Onze inconfidentes foram condenados à morte, porém apenas Tiradentes foi executado e esquartejado em praça pública.

Tiradentes acabou levando toda a culpa do movimento e visto como o único conspirador. O dentista foi condenado à morte, executado em 21 de abril de 1792, e teve seu corpo em exposição pública. Apenas em 1889, com a Proclamação da República, que Tiradentes foi elevado à condição de heroi.

Tiradentes esquartejado, pintura de Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1893)

Mas e na sua opinião? Tiradentes foi um heroi, um bandido ou um bode expiatório?

Saiba mais

A poetisa brasileira Cecília Meirelles possui um acervo de 85 romances que relatam a Inconfidência Mineira. Vale a pena conhecer o material e, até mesmo, trabalhá-lo em sala de aula para melhor entendimento do movimento e atividade interdisciplinar:

Outro material que pode ser utilizado na sala de aula como complemento, é o filme Os Inconfidentes (1972), dirigido por Joaquim Pedro de Andrade: