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Está chegando a CONTEC Brasil Belo Horizonte

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Tendências em conteúdo educacional, conteúdo e suportes editoriais, aprendizado e ensino interativo estão entre os temas da CONTEC Brasil Belo Horizonte, conferência internacional da Feira do Livro de Frankfurt programada para o dia 18 de novembro, das 9h30 às 13h30, no espaço da Bienal do Livro de Minas Gerais. Entre os participantes estão o autor Walcyr Carrasco, que falará sobre sua experiência de escrever para crianças; Jorge Proença, cofundador do Kiduca; Carla Viana Coscarelli, pesquisadora e escritora;  e Pablo Arrieta, consultor em educação para a Apple, da Colômbia.

O evento, realizado pela quinta vez no Brasil, pretende mostrar que a leitura ainda é a chave para a obtenção de uma boa educação, mas os livros já não são o principal meio para a aquisição de conhecimento.

Inscreva-se na CONTEC

As inscrições para que educadores e interessados participem da CONTEC são gratuitas pelo site:

Jorge Proença, que falará sobre a gamificação, revela: As nossas experiências (mais de 3 anos e 15.000 alunos) demonstram claramente que a linguagem dos games motiva o aluno a aprender cada vez mais. A geração Y nasce conectada, precisa de ferramentas interativas e encontra nos games essa experiência”.

Além dos professores, deverão participar editores de livros para crianças, jovens e adultos, editores universitários, bibliotecários, fornecedores de tecnologia e interessados. Anteriormente foram realizadas conferências em São Paulo (2012 e 2014), Rio de Janeiro (2013) e Rio Grande do Sul (2014).

Vamos falar de novas tecnologias, abordagens inovadoras e divertidas para o aprendizado, gamificação, plataformas on-line, aplicativos, ferramentas interativas de aprendizagem e livros avançados que agitam os papéis tradicionais e remodelam a experiência de aprendizagem nas escolas, nas universidades, em casa e no lazer. E mesmo com todas essas inovações, o professor continua no centro do aprendizado e deve estar preparado para responder aos desafios dos alunos de hoje tão voltados para tecnologia no seu dia a dia

Marifé Boix Garcia, vice-presidente da Feira do Livro de Frankfurt

A comunicação está mudando rapidamente e em todas as frentes. Também os editores estão às voltas com informações no campo dos direitos autorais, digitalização e o mercado internacional. Nossa ideia é trazer o debate sobre essas questões, principalmente na área da literatura infantil e juvenil

Ricardo Costa, diretor da Feira do Livro de Frankfurt no Brasil

Lima Barreto: o Pré-Modernismo no Brasil

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Afonso Henrique de Lima Barreto, ou simplesmente Lima Barreto, foi um dos grandes representantes da corrente literária do Pré-Modernismo. Nascido em 13 de maio de 1881, Lima Barreto era mestiço e, durante a sua vida, sofreu com o preconceito da classe literária carioca. Apesar da sua condição social, frequentou colégios e cursou Engenharia na Escola Politécnica. Ainda estudante, publicou seus primeiros textos em revistas e jornais da comunidade estudantil.

Órfão de mãe, Lima Barreto foi criado por seu pai, que sofria de alguns distúrbios mentais. Por conta do agravamento da doença, Lima Barreto abandona os estudos de Engenharia para cuidar do pai e começa a trabalhar na Secretaria de Guerra, ocupando um cargo bastante burocrático. Foi este emprego que deu inspiração para algumas de suas crônicas sobre o cotidiano na capital carioca. Esses textos começaram a ser publicados em revistas literárias da época como “Careta”, “Fon-Fon” e “O Malho”.

Lima Barreto lutou contra as injustiças sociais e os preconceitos raciais. Sua influência na imprensa foi crucial nessa jornada. Porém, por conta disso também, teve problemas sérios com alcoolismo, ficando internado duas vezes no Hospício Nacional, para tratamento do vício. Lá, descreveu suas experiências no livro Cemitério dos Vivos. Em seu funeral, em 01 de novembro de 1921, ignorado pelos intelectuais da época, foi homenageado com a presença dos pobres anônimos e suburbanos sobre quem escreveu. Deixou um legado de 17 volumes entre contos, ensaios, crônicas, memórias, correspondências e críticas literárias, que, por conta da sua morte prematura, foram publicadas postumamente.

Contexto histórico e literário

Lima Barreto nasceu em 1881, quando D.Pedro I ainda era o imperador de nosso país. O autor viveu todo o processo de transição para a República e foi conterrâneo de autores realistas, como Machado de Assis e Aluízio Azevedo. A proposta realista focava sua temática no modo de vida e na hipocrisia de uma burguesia emergente nos grandes centros cariocas. Por conta de sua condição social, Lima Barreto marcou seu nome na história por dar vida e voz aos personagens dos subúrbios cariocas. Através de seus romances, podemos observar claramente os mecanismos de relacionamento social típicos da sociedade brasileira no início do século XX, fortemente marcada pela distinção por raça e classe social.

Lima Barreto

Em seu primeiro romance, Recordações do Escrivão Isaías Caminha, publicado em 1909, conta a história de um mulato que sonha em se tornar jornalista na cidade grande. O jovem Isaías acreditava no seu valor e queria provar que podia vencer na vida pelos seus esforços, superando, sobretudo, o preconceito racial pela cor de sua pele. Após diversas dificuldades, ele consegue um emprego como escrivão de um jornal, mas só consegue promoções por ter descoberto seu chefe em uma noitada de orgias.

De caráter autobiográfico, o livro defende que o meio massacra as condições de um indivíduo crescer através de méritos próprios. Assim como Lima Barreto, que por toda sua vida lutou contra o preconceito, Isaías narrou suas memórias com a convicção de ter vencido em parte os problemas e as humilhações que o meio social preconceituoso lhe delegava, mas mais consciente de estar vivendo uma situação falsa ou de exceção.

Lima Barreto acreditava que a literatura devia ajudar a difundir as “grandes e altas emoções humanas” e a construir a comunhão entre as pessoas de todas as raças e classes. Leitor apaixonado, usou a voz de diferentes personagens para espalhar essa crença no poder dos livros.

Em seu primeiro romance, Recordações do Escrivão Isaías Caminha, publicado em 1909, conta a história de um mulato que sonha em se tornar jornalista na cidade grande. O jovem Isaías acreditava no seu valor e queria provar que podia vencer na vida pelos seus esforços, superando, sobretudo, o preconceito racial pela cor de sua pele. Após diversas dificuldades, ele consegue um emprego como escrivão de um jornal, mas só consegue promoções por ter descoberto seu chefe em uma noitada de orgias.

Triste Fim de Policarpo Quaresma

A obra-prima de Lima Barreto veio com Triste Fim de Policarpo Quaresma, publicado em 1915. A narrativa conta a história do major Policarpo Quaresma, um patriota exacerbado e fanático pelos assuntos que envolvem o Brasil, desde a fauna e a flora do país, até a cultura e o folclore do povo. O patriotismo desmedido é criticado por todos a sua volta, que o tarjam de louco.

Com Policarpo Quaresma, Lima Barreto consegue colocar em xeque o duelo entre o que é real e o que é ideal. Enquanto o patriotismo do major é ideal, a descrença dos que o cercam é real. Influenciado pelos livros que lê, Policarpo Quaresma traça um projeto para tornar o país uma grande potência mundial. Inicialmente, Quaresma mergulha no estudo das tradições brasileiras, aprendendo inclusive a língua tupi e os costumes dos nossos indígenas. Depois passa a se dedicar ao trabalho agrícola. Compra o Sítio Sossego e resolve pôr em prática as orientações científicas que encontrava nos livros. Mas as terras não se revelam tão férteis como diziam os livros, as pragas são terríveis e há muitas dificuldades na comercialização dos produtos.

Quaresma começa a perceber que o problema, na verdade, está na corrupção dos políticos, que não fazem leis que ajudem esse desenvolvimento. Dedica-se, então, a seu terceiro projeto: a reforma política. A oportunidade para isso surge por ocasião da Revolta da Armada. Quaresma vai ao Rio de Janeiro, engaja-se voluntariamente nas tropas do marechal Floriano Peixoto e luta pelos ideais republicanos. Vê em Floriano o reformador enérgico e patriota que sonhara e entrega-lhe um documento em que expõe seus planos de salvação do país. Mas o marechal responde-lhe secamente: “Você, Quaresma, é um visionário…”. Desilude-se mais uma vez. Compreende então que não há patriotismo, e que os governantes só estão preocupados com seus interesses pessoais.

Lima Barreto livro

Triste fim de Policarpo Quaresma

  • Coleção Travessias – Editora Moderna
  • Autor: Lima Barreto
  • Faixa etária: A partir de 15 anos
  • Indicação: 1º Ano (EM), 2º Ano (EM), 3º Ano (EM)
  • Assunto: Crítica social e política, EJA, Sátira, Violência
  • Tema transversal: Ética
  • Número de páginas: 168

A desilusão final de Quaresma faz referência à desilusão que Lima Barreto teve durante toda a sua vida. O autor morreu acreditando que o dever dos escritores era “deixar de lado todas as velhas regras, toda a disciplina exterior dos gêneros e aproveitar de cada um deles o que puder e procurar, conforme a inspiração própria para tentar reformar certas usanças”.

Saiba mais

O filme Policarpo Quaresma: Herói do Brasil (1988), do diretor Paulo Thiago, traz a hstória desse homem que acreditava com voracidade no potencial do nosso país. É excelente para trabalhar o filme e o contexto histórico com os alunos

Policarpo Quaresma, Herói do Brasil – Brasil (1988)

  • Duração: 120 min
  • Direção: Paulo Thiago
  • Sinopse: O major Policarpo Quaresma é um sonhador. Um visionário que ama o seu país e deseja vê-lo tão grandioso quanto, acredita, o Brasil pode ser. A sua luta se inicia no Congresso. Policarpo quer que o tupi-guarani seja adotado como idioma nacional. Ele tem o apoio de sua afilhada Olga por quem nutre um afeto especial e Ricardo Coração dos Outros trovador e compositor de modinhas que conta a história do nosso herói do Brasil.

Ordem e progresso por Benjamin Constant

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O carioca Benjamin Constant nasceu em 18 de outubro de 1833. Entrou no Exército em 1852 e já na Escola Militar apresentava grande aptidão para Matemática, disciplina que mais tarde lecionaria. Como militar, Constant participou da Guerra do Paraguai e era um dos idealizadores do golpe que derrubou o Império de D. Pedro II, sendo, por isso, considerado um dos fundadores da República. Foi Ministro de Guerra e Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos do governo do Marechal Deodoro da Fonseca e saiu da política por conta de alguns desentendimentos que teve com o nosso primeiro presidente.

Foi exatamente durante a sua permanência no Ministério que Benjamin Constant determinou o lema da nossa bandeira. A ideia veio de suas influencias com os ideários positivistas de Augusto Comte que consideravam a educação como prática essencial para a anulação de tensões sociais. Sendo assim, Constant encabeçou uma nítida reforma na educação do Brasil e publicou as obras “Memórias sobre a Teoria das Quantidades Negativas” e “Relatório sobre a Organização do Ensino dos Cegos”.

Sou demasiado cético para ser incrédulo

Benjamin Constant

Benjamin Constant: Ordem e Progresso

A bandeira de um país traduz os sentimentos mais vibrantes da nação que representa. O símbolo maior da pátria traz as cores, formas, desenhos e dizeres que aquele povo busca. No caso do Brasil, a frase “Ordem e Progresso” estampada em uma faixa branca representa os desejos de crescimento e evolução dos brasileiros através da ordem e da disciplina. Pode até ser que você não concorde com o que está escrito. Mas, de fato, os dizeres da nossa bandeira foram criados por um militar brasileiro muito dedicado à educação: Benjamin Constant.

A poesia objetiva de João Cabral de Melo Neto

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Nascido em Recife, no dia 09 de janeiro de 1920, João Cabral de Melo Neto marcou seu nome na Literatura brasileira com poesias marcadas pela objetividade e pelo retrato da população nordestina do início do século XX. Durante sua trajetória valorizou a diplomacia e a literatura de cordel, cujas influências podem ser observadas em algumas de suas obras.

Primo de Manuel Bandeira e Gilberto Freyre, o poeta faz parte da chamada Geração de 45, movimento literário que criticava os “excessos do modernismo” e propunha uma poesia disciplinada e formal, que deixava de lado a subjetividade e exaltava o traalho árduo do autor.

Nunca escrevi um poema espontaneamente

João Cabral de Melo Neto

Quem mais influência exerceu sobre mim, teoricamente, foi o arquiteto Le Corbusier. Por muitos anos, ele significou para mim lucidez, claridade, construtivismo. Em resumo: o predomínio da inteligência sobre o instinto.

João Cabral de Melo Neto

Carlos Drummond de Andrade foi uma das maiores referências de João Cabral de Melo Neto. O pernambuco chegou a afirmar que Drummond o ensinou que “ser poeta não significava ser sonhador, que a ironia, a prosa cabiam dentro da poesia”. A poesia de João Cabral de Melo Neto também foi influenciada pelas obras de

artistas plásticos como o holandês Piet Mondrian, com suas telas abstratas geométricas, e o catalão Joan Miró, com suas pinturas abstratas surrealistas; além do encantamento provocado pela fragmentação e pelas colagens propostas por cubistas como o espanhol Pablo Picasso e o francês Georges Braque. As teorias arquitetônicas de Le Corbusier também tiveram influência na obra do poeta pernambucano. João Cabral costumava dizer que havia aprendido com esse arquiteto que a poesia “é uma construção, como uma casa”.

João Cabral é considerado pelos críticos “não apenas um dos maiores poetas sociais, mas um renovador consistente, instigante e original da dicção poética antes, durante e depois dele”. Ele e Graciliano Ramos possuem o mesmo grau ético e artístico, um na poesia, o outro na prosa, que objetiva com precisão uma prática poética comum: deram à paisagem nordestina, com suas diferenças sociais, uma das dimensões estéticas mais fortes, cruéis e indiscutíveis que já se conheceu.

João Cabral de Melo Neto na sala de aula

O livro Conexões com a Língua Portuguesa – Literatura traz a biografia literária do autor e todo o contexto histórico de João Cabral de Melo Neto na Literatura brasileira. Wilton Ormundo e Mara Scorfava prepararam um roteiro inovador para os alunos e propostas de atividades especiais para ampliar os conhecimentos. Confira um exemplo:

João Cabral de Melo Neto

Vozes da Educação: confira os vencedores do concurso cultural

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O blog Educa Já! e o Redes da Editora Moderna agradecem a participação de todos os professores no Concurso Cultural “VOZES DA EDUCAÇÃO”. Os comentários significativos sobre as reportagens da revista Educatrix foram selecionados para a seção cartas da próxima edição. Os vencedores receberão um kit especial contendo um exemplar da sexta edição da revista Educatrix, um exemplar da sétima edição e uma caixa de som para usar no seu computador ou notebook.

Além desses kits os comentários que foram escolhidos serão publicados na próxima edição da revista, conforme especificado no Regulamento do Concurso

O Concurso foi um sucesso e segue aqui o nosso agradecimento a todos que curtiram as inúmeras publicações no Facebook, que compartilharam o post do Concurso em suas timelines tanto do Facebook quanto do Twitter e a todos aqueles que participaram deixando seu comentário no blog Educa Já!

Vencedores do Concurso Cultural Vozes da Educação:

Simone Simões

Eliana Correa de Araujo

PAULO CESAR DOS SANTOS ALVES

Paulo José Lopes da Rocha

Vilma Elaine de Oliveira Ribeiro

Lilliam Rosa Prado dos Santos

Gleyci Azevedo

A equipe do Blog EducaJá está entrando em contato com todos os ganhadores pra envio dos kits.

Mais uma vez, agradecemos a parceria da Cybele Meyer e de todos os que acompanham o EducaJá, a Editora Moderna e a revista Educatrix!

Até a próxima!

Miguel de Cervantes e seu Dom Quixote

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Boa tarde, pessoal,

Muitos de vocês devem ter ouvido o termo “quixotesco” para classificar pessoas que tendem a serem levadas pela imaginação, são muito românticas ou até mesmo um pouco desligadas da realidade. A verdade é que o termo faz referência a uma das maiores obras da Literatura mundial: Dom Quixote de La Mancha.

O autor Miguel de Cervantes Saavedra nasceu em 29 de setembro de 1547. Apesar de não se ter comprovação sobre a data, este é o dia divulgado como oficial de seu nascimento, em Valladoid, Espanha. Cervantes teve passagens pelo exército espanhol e chegou a lutar na batalha de Lepanto, contra o império turco. Alguns historiadores contam que nessa passagem, ele acabou sofrendo um sério ferimento no braço esquerdo que fez com que ele perdesse os movimentos da mão.

Em 1585, Cervantes casa com Catalina de Salazar, 22 anos mais nova que ele, e escreve seus primeiros poemas e novelas, como “La Galatea”. A grande curiosidade que envolve o autor é que por muitos anos, ele foi considerado um escritor ruim, não conseguindo sobreviver de suas obras e, por isso, trabalhou como cobrador de impostos e prestador de serviços para um cardeal italiano.

Dom Quixote de La Mancha

Foi aos 58 anos que Cervantes virou a mesa. Em 1805, o escritor publica a primeira parte do seu livro mais famoso: Dom Quixote de La Mancha. Com ele, Cervantes passaria a se dedicar somente a escrever e marcaria o seu nome para sempre na Literatura mundial. O livro conta a história um fidalgo (Dom Quixote) e seu fiel escudeiro (Sancho Pança) em busca de aventuras trovadorescas.

Aqui vale lembrar que Cervantes foi contemporâneo às ideais renascentistas na Europa. Essa transição de pensamento influenciaria muito a sua obra. Dom Quixote conta com humor as histórias dos antigos cavaleiros trovadores, apaixonados e que idealizavam a mulher amada, pelos olhos de um fidalgo considerado louco pelas pessoas a sua volta. Foi por conta da inocência sonhadora, romântica e da ausência de realidade que surgiu o adjetivo quixotesco para classificar pessoas avoadas.

O sucesso de Dom Quixote foi tão intenso que a obra Miguel de Cervantes transgrediu séculos. Hoje, a língua castelhana, por exemplo, muitas vezes é citada como a “língua de Cervantes”, mostrando a importância da narrativa. A obra foi tão bem aceita pela crítica da época, que no seu primeiro ano, teve seis edições e deu vazão a outras produções do autor: “Novelas Exemplares” (1613), o livro “Viagem ao Parnaso” (1614) e uma coletânea com as suas melhores peças de teatro, “Oito Comédias e Oito Intermédios” (1615). Por toda a sua contribuição, Cervantes é considerado o precursor do realismo na Espanha.

Dom Quixote em outras linguagens

Não foi só Cervantes que obteve sucesso com a figura caricata de Dom Quixote. Pablo Picasso e Salvador Dalí, conceituados pintores também ilustraram em suas obras o fidalgo quixotesco:

Peças de teatro:

Balé:

Filmes:

Don Quixote – Nunca desista

Saiba mais:

Para quem quiser saber mais sobre Dom Quixote, a Biblioteca Nacional de Portugal possui um acervo completo sobre a obra do autor e sobre outros artistas que estiveram relacionados a ele. Vale a pena conferir:

Complemente suas aulas

O autor Walcyr Carrasco publicou uma tradução adaptada de Dom Quixote pela Editora Moderna. A obra ajuda a complementar as aulas de Literatura para os alunos do Ensino Fundamental II.

Conheça mais:

Dom Quixote - Walcyr Carrasco