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Tathiana Anselmo

Geração Digital

By | Educação inovadora | No Comments

É consenso que nossos alunos nasceram na área digital. Eles estão acostumados a estímulos de aplicativos e plataformas digitais, interagindo a redes sociais. São os chamados geração Z, que estão na idade de 10 a 24 anos.

Saiba mais

As relações digitais são tão importantes para os jovens quanto o contato pessoal. Eles fazem parte da geração digital, que é aquela que mais tem acesso à informação.

Compreender essa mudança é compreender o que pode ser feito na Educação e o quanto ela impacta de fato o aprendizado, compreendendo os desafios e superando dificuldades.

Como inserir a escola nesse novo contexto

O ponto de partida é contextualizar esse mundo a realidade escolar, usar ferramentas que aproxime o mundo dos estudantes a sala de aula, permitindo reflexão sobre temas essenciais como Internet segura, uso consciente das redes sociais, notícias falsas e dados.

Questões que permeiam o mundo digital são possíveis de mudanças de paradigmas e culturais. São pontos de trabalhos essenciais a sala de aula, fazendo os estudantes compreender que a tecnologia tem o seu lado benéfico e também o lado não benéfico que pode comprometer os estudos e interferir em sua vida pessoal como os casos de cyberbullying.

Pontos de atenção

Alguns pontos precisam de atenção, especialmente o ensino de leitura na esfera digital, que é repleto de multimodalidade, como imagens e vídeos. Sendo necessário trabalhar esses textos em sala de aula, diminuindo dificuldades e trabalhando a multimodalidade.

Um exemplo disso é o trabalho com os diferentes gêneros digitais como memes, charges, e também com as redes sociais como Twitter, Facebook, Instagram que possuem finalidades diferenciadas.

O Twitter traz uma quantidade mínima de caracteres, o Instagram trabalha a imagem, fomentando e intensificando que os alunos se tornem responsivos ativos, o Facebook cabe ambas modalidades sem o limite de caracteres.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Nova maneira de aprender

Nossos estudantes aprendem e interagem de maneira diferenciada, conectados a esse novo mundo. Um desses caminhos é o diálogo, chamando a atenção para o que está sendo compartilhado e a forma que estão interagindo com as ferramentas digitais.

Abordar novos desafios e estudos de casos é essencial para o processo de aprendizado, algumas ferramentas auxiliam nesta transição, uma delas é o google classroom que permite uma grande interação com o conteúdo a ser trabalhado, interagindo inclusive com a Internet sem a necessidade de sair da tela.

Essas ações são importantes para mudança de pensamento, permitindo que nossos discentes não sejam somente consumidores de tecnologia, mas, também produtores delas ao terem oportunidade de vivenciarem e criarem conteúdo, ganhando autonomia e desenvolvendo o protagonismo juvenil.

Ferramentas digitais

O Caminho perpassa inserir ferramentas digitais ao planejamento e ao cotidiano escolar e vale inserir algumas que permitem criação, autonomia, como vídeos, produção de games.

Ações que independem de uma máquina física e pode ser incorporado aos aparelhos de tablets e celulares dos discentes, ajudando a compreender que esses recursos são aliados ao seu processo de aprendizagem, além de auxiliar no desenvolvimento de habilidades como colaboração, empatia e resoluções de problemas.

Benefícios

A tecnologia tem de ser encarada como uma propulsora a aprendizagem, capaz de alavancar a aprendizagem, e permitindo autoria e personalização do ensino com interação contribuindo para que os alunos vivenciem a aprendizagem ao mesmo em que colabora com a aprendizagem cognitiva.

E você querido professor, quais ações tem realizado em sua de aula para integrar a tecnologia ao contexto escolar?

Um abraço,

Débora

12/10 – Dia das crianças e dia da leitura

By | Literatura | No Comments

O dia 12 de outubro não à toa é uma data especial: além de ter sido escolhido como o “dia das crianças” também é celebrado o dia da leitura.

Quer combinação melhor do que crianças e livros? Os livros abrem portas para um universo cheio de histórias e descobertas. As crianças estimuladas pelo hábito da leitura crescem mais criativas, mais imaginativas e tecem visões amplas.

Abaixo, sugerimos duas listas com indicações de livros para que você leia junto com as crianças que fazem parte da sua vida, já que a formação de leitores é um ato tão poderoso para transformar uma sociedade.

Feliz dia das crianças! Feliz dia da leitura!

MODERNA

  1. Na cozinha com os dinossauros
  2. Ganhei um dinheiro
  3. Pet, o dragão e o mistério das pegadas
  4. O livro da com-fusão: Animais
  5. Tantãs
  6. Reinações de Narizinho
  7. O que eu quero pode acontecer
  8. Biruta
  9. Ratinho manhoso
  10. Quem ri por último, rima melhor

SALAMANDRA

  1. Na colina
  2. Natacha
  3. Mais duas coisinhas à toa que deixam a gente feliz
  4. Quem tem medo de monstro?
  5. Almanaque Ruth Rocha
  6. Doroteia, a centopeia
  7. Sete histórias para contar
  8. Tem sempre um diferente
  9. A outra história de Chapeuzinho Vermelho
  10. A revolta dos gizes de cera

Conheça o Leitura em família

Por acreditar que a leitura deve ser vivenciada não apenas na escola que as editoras Moderna e a Salamandra desenvolveram o programa Leitura em Família, que traz orientações e dicas escritas por pais para proporcionar momentos prazerosos de descobertas e diálogo, além de integrar família e escola na missão de educar.

Clique nos botões abaixo e confira os títulos de cada editora que integram o programa. 

21 de Setembro, Dia da Árvore

By | Sustentabilidade | No Comments

Num momento em que o mundo todo se preocupa com a multiplicação de incêndios na floresta amazônica e com ações de desmatamento ilegal, é fundamental lembrarmos que é possível conciliar desenvolvimento com sustentabilidade ambiental e que isso deve ser uma meta a ser buscada por governos, empresas e instituições.

O plantio de árvores pode ser uma excelente estratégia para o suprimento de matérias primas renováveis. Milhões de árvores já são plantadas diariamente em todo o mundo, inclusive no Brasil, para a fabricação de muitos produtos, papel entre eles. Essas árvores contribuem enormemente para a redução do efeito estufa e mitigação das mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, outros bilhões de árvores nativas são preservadas pelas mesmas empresas, numa demonstração prática de que desenvolvimento e sustentabilidade não são incompatíveis, pelo contrário, são lados da mesma moeda.

Outro dado importante: segundo pesquisa recente da revista Science, o Brasil tem 50 milhões de hectares de terras degradadas, sem uso, que podem servir para diversas aplicações, inclusive plantio de árvores. É uma área equivalente ao território da Espanha.

Nós brasileiros, que detemos a soberania sobre a maior floresta tropical do planeta, temos enorme responsabilidade pela preservação desse patrimônio, em nosso benefício, mas também em prol de toda a humanidade. Para salvar essas árvores não precisamos renunciar à nossa soberania e nem travar o desenvolvimento do país, muito pelo contrário.

Neste dia da árvore, plante uma e lembre-se que as indústrias brasileiras de celulose e papel mantém plantadas, hoje, mais de quatro bilhões, sem contar as matas nativas preservadas.

Manoel Manteigas de Oliveira
Diretor técnico da Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica – ABTG e de Two Sides Brasil

#twosides.org.br
twosides@twosides.org.br

5 ideias para inserir tecnologia na Educação Infantil

By | Educação inovadora | No Comments

A educação infantil é um momento de constante descoberta e experiências!

É fato que cada vez mais as crianças têm acesso a tecnologias e nem sempre esse uso é benéfico. Mesmo antes de saberem ler e escrever, os pequenos e pequenas já estão conectados ao mundo digital. Não incentivar o seu uso nas escolas é negar sua presença na vida dos estudantes, o que acaba sendo um grande equívoco!

Orientar as crianças desde a primeira infância é fundamental para sensibilizar sobre o uso das tecnologias e seu papel na educação, na vida e no coletivo. Nesta faixa etária os alunos possuem muitas curiosidades e aceitam com facilidade a realização de atividades propostas.

Para o professor, o desafio é buscar ferramentas digitais que ajudem a fomentar a aprendizagem na educação infantil, mantendo o foco no ambiente escolar, sendo facilitadores da aprendizagem por meio de novas abordagens pedagógicas com o uso intencional e planejado, com foco sempre na melhoria do aprendizado.

A seguir algumas sugestões de como inserir a tecnologia na Educação infantil.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

1. Cultura Maker

Trazer a cultura maker para essa faixa etária é essencial para possibilitar vivências e é recomendável iniciar com atividades de baixa tecnologia, que pode ser ofertada no curta de animação, utilizando massinha e um celular, desenvolvendo um roteiro e cenário coletivamente com os estudantes.

E ainda na resolver problemas com materiais de sucata entre eles garrafa, palitos, massinhas, papeis coloridos, onde os alunos desenvolvem a autonomia para criar e atuar sobre o desafio e  construção de objetos com materiais recicláveis que podem variar de acordo com a proposta, podendo ser produzidos instrumentos musicais, como uma parque sonoro, brinquedos e até os primeiros protótipos de robótica.

2. Audiovisual

A fotografia é um campo rico a ser trabalhado na educação infantil e um propulsor a várias atividades entre elas, trabalhar a questão da identidade, histórias em quadrinhos por expressões, campanhas e explorar a reflexão por detrás das imagens, pois, desta forma, o professor irá contribuir para o desenvolvimento crítico, favorecendo o debate.

3. Leituras online

Uma das vantagens do uso das tecnologias é permitir que os alunos tenham acesso a livros e as histórias, facilitando o acesso à leitura e uma possibilidade são os gibis da turma da Monica. Tenho certeza que a experiência será incrível e irá exercitar o imaginário e a oralidade dos pequenos.

4. Ferramentas Digitais

Alguns sites são bem interessantes e ajudam na coordenação motora fina e grossa, além de trabalhar o raciocínio lógico, colaboração e a empatia.

Entre eles estão o Educação Infantil um site que oferta uma variada gama de jogos que exploram a coordenação motora, matemática, alfabeto, formas e cores e entre outros e o Q divertido que traz crônicas infantis, folclore, charadas, resgatando brincadeiras típicas brasileiras. Além de ser um momento para conversar com as crianças sobre os periféricos do computador e ou tablets, como teclado, mouse, monitor.

5. Fazer uso de atividades gamificadas

Essa é uma forma de transformar a busca de um conhecimento em um jogo. Nele os alunos devem cumprir etapas para avançar e chegar um objetivo final, tornando o aprendizado um desafio estimulante e sendo desenvolvido pelos alunos, uma possibilidade são atividades desplugadas e que envolvam problemas e obstáculos a serem resolvidos, um bom exemplo disso é um caça tesouro.

E você querido professor, quais atividades desenvolve utilizando as tecnologias nas aulas?

Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar práticas docentes.

Um abraço,

Débora

Estratégias de leitura para gêneros digitais

By | Educação inovadora | No Comments

É fato que nossos alunos apresentam problemas com a leitura! Dados do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), aplicada de três em três anos entre 35 membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), incluindo o Brasil, demonstra que somos uns dos últimos países no ranking em leitura.

Os dados apontam dificuldades dos alunos em localizar informações no texto tanto explicitas como implícitas no texto, reconhecimento de ideia principal, inferências e a situação se agrava quando envolve leituras de mapas, gráficos, charges, consequência da pouca circulação desses gêneros na escola. Este déficit transcende a disciplina de língua portuguesa e atinge as demais matérias do currículo.

Nesse sentido, é importante lembrar do papel da educação e superar a barreira da dificuldade da leitura para que o problema da interpretação seja superado, principalmente em um mundo que está em transformação, no qual temos um problema na leitura realizada no texto impresso que com o avanço das tecnologias se agravaram nos textos e gêneros digital.  E diante desse cenário como alavancar a leitura dos gêneros digitais nas aulas?

A leitura traz diversos benefícios, entre eles o desenvolvimento do repertório, senso crítico, amplia o vocabulário, estimula a criatividade e facilita a escrita e para avançarmos a resposta pode estar em dar voz para os estudar e explorar outros processos como a leitura dialógica.

É necessário abolir das aulas a leitura monológica, aquela que prioriza o individualismo e que muitas vezes silencia o aluno e priorizar a leitura dialógica, que permite dar voz aos alunos, conversando e dialogando sobre os textos e gêneros digitais, perpassando por vivências de leitura, a fim de provocar o leitor a interagir com os textos lidos, falando sobre suas impressões e fazendo conexões com o mundo real.

Dentro deste cenário, os gêneros digitais é um facilitador, pela interatividade, no qual o professor deve estimular o aprendizado em sala de aula.

Gêneros digitais

É necessário inserir no planejamento os gêneros digitais e os meios que eles circulam. As redes sociais, são diferentes, é necessário conversar com os estudantes sobre esses aspectos, como por exemplo, o twitter é um servidor para microblogging, na qual, as informações circulam com um limite de caracteres, já o Instagram é uma rede social de compartilhamento de fotos e vídeos. Conhecer a especificidade e trabalhar esses pontos nas aulas é importante.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

O trabalho pode partir de exemplos de posts, em conversas virtuais, gêneros (vídeo, fotos, texto) e interatividade do leitor com o autor, analisando e conhecendo o contexto da conversa. Por exemplo, muitas vezes quando os alunos acompanham um cantor(a) e ou ator (atriz), muitas vezes, eles interagem com os posts, conhecendo a história de forma macrotexto e no microtexto. Explorar esses aspectos é importante para a leitura e compreensão destes textos, sendo um excelente recurso para as aulas.

Produtores de gêneros digitais

A web proporciona interatividade, trazer esse gancho as aulas para despertar desafios, aguçar a leitura, através das produções, é uma estratégia de leitura. Temos vários programas, inclusive no celular, que produz memes, gifs, charges.

Dicas de ferramentas para trabalhar com gêneros digitais

Memes – Memes Generator Free

Gifs  – Gifs Makers

Charges – Hagaquê

E você querido professor, quais estratégias de leitura vocês utilizam para trabalhar com os gêneros digitais? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar práticas pedagógicas.

Um abraço,

Débora