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Tathiana Anselmo

A importância de incluir as metodologias ativas na sua próxima aula

By | Educação inovadora | No Comments

Com o isolamento social e as aulas sendo realizadas com a mediação das tecnologias, é essencial incluir as metodologias ativas nos planos de aulas.

Uma aula mediada pela tecnologia é muito diferenciada da aula presencial. Na aula presencial a interatividade está muito presente, sendo diferenciada em suportes digitais, por isso, é importante adotar metodologias diferenciadas como as aprendizagens ativas que abordam resolução de problemas, sala de aula invertida, design thinking, entre outras.

Os modelos visam tirar o aluno da passividade e trazê-lo para o centro do processo de aprendizagem, para que exerça um papel ativo, protagonista na construção da sua aprendizagem e mesmo diante de suportes digitais é possível incluir as metodologias ativas para as aulas.

Para replicar

As modalidades de metodologias ativas diferem enquanto a estrutura e a abordagem, para propiciar a colaboração e a participação estimulando a criatividade e a inventividade para resolver problemas reais, produzir conteúdo e realizar atividades, como participar de um debate por chat, vencer etapas de um jogo, em que os estudantes se envolvem com a construção das atividades, tornando-os pertencentes e aprendendo de maneira significativa.

Sala de aula invertida

A sala de aula invertida permite que o estudante tenha acesso ao conteúdo de maneira antecipada, utilizando as aulas para enriquecer debates e se aprofundar o conhecimento. Neste momento, é importante trabalhar com a sala de aula invertida, para otimizar e potencializar as aulas. Pode ser encaminhado aos estudantes, textos de diferentes gêneros textuais, podcasts, vídeos curtos, filmes, para que no momento da aula, possa ser retomado os pontos do conteúdo estudado e utilizado no desenvolvimento das atividades.

Contextualize

Para os estudantes é essencial contextualizar o disparador/tema/habilidades a ser trabalhada, aguçando com perguntas norteadoras que levará a buscar por resoluções de problemas, em que pode ser usada atividades “mão na massa”, mapas mentais e estratégias como design thinking, para que os estudantes possam idealizar as soluções e com saídas criativas, podem ser postado em ambientes virtuais, como grupos de WhatsApp, Telegram, chats de plataformas de interação como hangouts, Zoom, Teams.

Metodologia ativa na abordagem dos conteúdos

A implementação das metodologias ativas, exige um novo olhar do educador, que se torna um mediador e estimula a curiosidade e o pensamento crítico. Assim, na abordagem de um conteúdo, ele pode direcionar para o grupo de estudantes desafiando a resolver um problema em colaboração.

A ferramenta Zoom, permite que você agrupe os estudantes em salas de estudo para que grupos de estudantes conversem sobre um assunto em grupos menores, desta maneira, é possível trabalhar a metodologia ativa entre pares e entre times para encontrar soluções em grupos.

Cada situação requer uma abordagem diferenciada que pode ser construída com aulas mediadas por tecnologia. E você querido professor, como tem trabalhado com as metodologias ativas nas aulas mediadas por tecnologia? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar práticas docentes.

Um abraço,

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

BAIXE JÁ A NOVA EDIÇÃO DA EDUCATRIX

By | EDUCATRIX | No Comments

A edição 18 da revista Educatrix já está disponível para download!

Para esta edição, convidamos, você, educador, a participar de um mergulho profundo no tema Projeto de vida. Para nos ajudar nesta missão, convidamos especialistas que embarcaram conosco em busca por respostas sobre como colaborar com a formação dos alunos, sem esquecer da construção dos projetos dos próprios professores.

Esperamos que vocês encontrem ferramentas para que essa grande jornada de conhecimento, se reverbere em ações para aplicarmos em nossas salas de aulas, em nossas comunidades escolares e que, acima de tudo, sigamos construindo, juntos, cada vez mais, uma educação para a vida.

FORMAÇÕES EDUCATRIX

Para que a sua equipe esteja ainda mais integrada com as melhores tendências, elaboramos as Formações Educatrix: oficinas totalmente gratuitas criadas a partir dos conteúdos da revista.

Covid 19 – Novas maneiras de conceber a aprendizagem

By | Educação inovadora | No Comments

Com a agilidade que a Covid-19 avança sobre o mundo, tivemos que aprender rapidamente a criar maneiras de nos relacionar e também de lidar com diversas situações que não estavam planejadas, como a quarentena.

Muitos professores em suas escolas têm discutido como criar possibilidades de atender a todos os estudantes, principalmente aqueles que não possuem condições para estar conectado, já que estudos demonstram a quantidades de dispositivos móveis, principalmente aparelhos celulares entre as famílias. Sem dúvida um grande desafio a ser superado e compreendido.

Esse é o momento oportuno para ousar, pensar e propor diferentes situações de aprendizagens. Sem dúvidas é o professor que melhor compreende a realidade do estudante e pode contribuir e criar situações que atendam melhor a este momento.

Conversando com alguns professores que lecionam em sua grande maiorias nas periferias, muitos me contaram que têm usado o facebook e o whatsapp para planejar e aplicar suas aulas. Algumas escolas, de maneira colaborativas, realizaram guias para os estudantes, e todas essas medidas são eficazes, porque dialogam com cada realidade local. 

Para auxiliá-los com este momento, reunimos algumas sugestões para que possam trabalhar juntos aos estudantes com a ferramenta mais adequada. Vamos lá!

Planejamento

Como na sala de aula convencional, o planejamento é essencial,  ter um objetivo claro de aprendizagem, por exemplo, se for usar uma ferramenta de interação como o Zoom, Teams, Hangouts, é importante definir combinados com os estudantes e definir o que se pretende, tecendo o olhar para a interação, cuidando  do tempo de exposição de um assunto, trazendo elementos para tornar a aula dinâmica, fazer interação com outros materiais e quebrando esse período por blocos, do tempo destinado a conversa, como, se a aula for de 45 minutos, realizar blocos de 15 minutos, cuidando da interação.

Para ferramentas como WhatsApp, grupos no Facebook e ou no Edmodo, o planejamento é também essencial, devendo ter o cuidado em planejar um em tempo menor, mais com modelos inspiradores, em formatos de pílulas e chamando a atenção dos estudantes para a intenção de aprendizagem. 

Para a equipe pedagógica essas ferramentas também funcionam, e é importante montar horários provisórios para os estudantes e intensificar comunicações com a equipe escolar e trabalhar de maneira interdisciplinar e com projetos.  

Em relação aos pais é importante preparar um guia para que possam apoiar os estudantes em algumas frentes, como por exemplo, como ajudar nas dúvidas, criação de rotina de estudos, alimentação e alongamento, auxiliar os estudantes a criarem registros os estudos finalizados, do que está em andamento, daqueles que precisam ser revistos.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Elaboração de atividades

É necessário fazer neste momento um replanejamento e adaptação das atividades. O material didático, livros e apostilas, podem ser utilizados, mediante a comandas e explanações claras sobre o assunto. É preciso apoiar os estudantes a construir o seu aprendizado, trabalhando mapas mentais que ajudarão a desenvolver atividades, mas também a se organizarem.

Se for realizar vídeos, é importante considerar entonação da voz, postura, som e luz e materiais complementares que ajudarão os estudantes a compreender melhor o conteúdo. Os vídeos podem ser realizados por aplicativos do celular e ou com recursos de aplicativos de gravação, como OBS.

Podcast também é uma maneira eficaz de trabalhar com os conteúdos, podendo usar softwares gratuitos como o audacity, que permite fazer recortes de outros programas, considerando os devidos créditos aos materiais.

Avaliações

Esse também é um momento para realizar avaliações e para isso pode ser trabalhado ferramentas de colaboração, como o google classroom, Teams, com elaboração de rubricas que podem ser estruturadas com os estudantes a partir de objetivos de aprendizagem de onde os estudantes estão para onde pretende chegar. 

É importante, realizar momentos de escuta ativa com os estudantes, de como está sendo esse momento e quais as dificuldades enfrentadas para a administração dos estudos, e para isso, ocorrer pode ser utilizado uma diversidade de possibilidades, como quiz, jogos, narrativas digitais, entre outros.

O portfólio digital contribui para esse processo e ainda pode ser trabalhado habilidades como autocuidado, autoconhecimento, organização, criticidade, e uma ferramenta que pode contribuir é o seesaw

Apesar do momento ser de muitas preocupações, esse também é um período para consolidar novas práticas e aprender de maneiras diferenciadas, trazendo novas formas de conceber a aprendizagem e utilizar tecnologias e principalmente inovação e criatividade para criar novos caminhos a educação.

Um abraço,

Débora

A importância de incentivar meninas nas Ciências e nas Tecnologias

By | Educação inovadora | No Comments

Temos vivenciando uma mudança cultural, em que temos visto, mulheres ocupando espaços que antes era tido como impossível a elas. Recentemente tivemos mulheres que através da tecnologia sequenciaram o coronavírus, auxiliando entender a doença e o seu comportamento no mundo. Que orgulho!

A minha história, como mulher e educadora também se confunde com as de muitas outras mulheres que lutam para conquistar espaços na sociedade. Tive uma infância muito difícil, criada por minha mãe, que exerceu também o papel de pai e me deixou uma das coisas mais importante da minha vida, a Educação!

No meio de um cenário difícil, em que cresci ouvindo que não seria ninguém pela separação dos meus pais, ela combatia essas duras palavras me dizendo “estude muito, somente o estudo pode transformar sua vida”.

Ainda na minha infância, já fazia coisas que eram tabus para a época, desmontar coisas, brincar com carrinhos, em que sofri minhas primeiras frustrações, ouvia que isso era coisa de menino e não de menina e muitas foram vezes que fui repreendida. Aquelas marcas que recarregamos para vida e que procuro sempre desmitificar com meus alunos.

Durante minha vida profissional, teve um período que atuei como professora e na indústria, descobrindo minha paixão por tecnologias e compreendendo  que a tecnologia não podia ficar do lado de fora de escola, que ela pode alavancar a aprendizagem. 

É essencial que as jovens tenha contato com as tecnologias ainda na educação básica, para que aprenda experimentando e que também idealize o seu projeto de vida.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Quando surgiu oportunidade de ser professora de Tecnologias, não pensei, duas vezes, me candidatei e fui aprovada pelo conselho de escola. Fiz uma proposta ousada entre ela trabalhar com a cultura maker, programação e robótica, em uma comunidade de extrema pobreza e sem possuir conhecimentos sólidos, porém, com ideal, transformar a vida de crianças e jovens, potencializando o ensino,  trabalhando com problemas reais, raciocínio lógico, colaboração e empatia.

Junto dos alunos criamos o trabalho de Robótica com Sucata, que nasceu do problema do lixo, que através de aulas públicas sensibilizamos a comunidade sobre a sustentabilidade, recolhemos lixo das ruas e levamos a sala de aula para transformar, aplicando os conhecimentos do currículo de forma interdisciplinar em protótipos com sucata e que além do resultados escolares, contribuiu para levantar a autoestima dos estudantes e principalmente das meninas, que falam com segurança de sua expectativa para futuro. 

Decidi ser professora para transformar vidas, romper com paradigmas e acredito que podemos promover uma educação com qualidade e com equidade, mesmo diante de tanto desafios. 

A escola exerce um papel fundamental para trabalhar a tecnologia como uma propulsora a aprendizagem e fomentar ações para envolver e desmistificar a ideia que computação é uma área masculina, muito pelo contrário, a tecnologia é uma área plural, que necessita da diversidade para torná-la cada vez mais democratizada e acessível.

É essencial incentivar nossas estudantes a seguirem carreiras na área de Ciências e também na de Tecnologias, para que ocupem espaços como mulheres de referência como Alda Lovelace que criou a primeira linguagem de algoritmos, Margareth Hamilton responsável pelo sucesso da operação Apollo 11. 

A vocês meninas que sonham com o espaço das Tecnologias, Ciências e Engenharia, vá! É preciso romper velhos paradigmas e se apropriar destes espaços, aliás, esses espaços é de vocês!

Um abraço,

Débora

Como a arte e a criação artística podem contribuir para a educação?

By | Institucional | No Comments

O contato com a arte desde a infância, permite trabalhar e desenvolver uma série de competências e habilidades. Na redação da própria Base Nacional Comum Curricular (a BNCC), encontramos a seguinte afirmação: A aprendizagem de Arte precisa alcançar a experiência e a vivência artísticas como prática social, permitindo que os alunos sejam protagonistas e criadores. (BNCC p.195)

Diante disso, é fácil compreender que em todas as suas diferentes formas de expressão, a Arte é uma ferramenta importantíssima de transformação social, além, é claro de permitir que a criança consiga trabalhar processos internos de maneira muito mais fluída, conseguindo demonstrar sentimentos e desejos através de suas expressões artísticas. Também é através da arte, que os indivíduos despertam sua capacidade de criar e desenvolver a imaginação, de forma que integrem sua história pessoal, cultural e o mundo.   

Para que esse trabalho seja completo, nós, pais, responsáveis e professores, devemos participar de forma efetiva: não precisamos ser exatamente um artista, mas sim alguém extremamente sensível, capaz de ser fruidor e produtor da obra de arte, porque afinal de contas, é esse sentimento, e somente ele, que pode passar esse olhar e sensibilidade para a criança. 

É bom lembrar também, da importância e necessidade de que a arte seja algo acessível à todos, para que qualquer criança, qualquer indivíduo, tenha a possibilidade da descoberta e do desenvolvimento do olhar crítico que as diversas formas de expressão proporcionam 

E é aí que a magia aparece: durante este processo de descoberta, acontece o reconhecimento, a identificação, o sentimento de pertencimento e a partir disso, a percepção do que é o outro, da diversidade, do aprendizado de reconhecer a arte como fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos, em diferentes espaços e tempos. 

E como trabalhar isso com as crianças em tempos de quarentena?

Já dizia um famoso filósofo: A Arte existe para que a realidade não nos destrua. (Nietzsche) 

Pois bem, podemos trabalhar com a Arte de dentro da nossa própria casa, afinal, alguns museus ao redor do mundo, oferecem acesso on-line e gratuito à grande parte de seus acervos.  Sendo assim, que tal tirar um tempinho pra navegar em alguns sites com as crianças?

Uma boa ferramenta de consulta, é o Google, que disponibiliza o Google Artes e Cultura (imagem abaixo). Ali, como uma galeria virtual, apresenta diversos materiais das várias formas de expressão relacionada ao mundo da Arte.

(para usar o site em português, é necessário clicar em “traduzir com o google”, que aparece no centro da página, no final da tela).

Uma dica de como utilizar essa ferramenta é, depois de navegar entre as obras, você pode sugerir que a criança recrie a que mais gostou, usando materiais que se tem em casa: revistas velhas, folhas coloridas, lápis, canetas, giz de cera…o que tiver!

Dessa forma, além de passar mais tempo com a criança, você também a incentiva a criar e desenvolver competências e habilidades através do trabalho com a Arte.  

No fim da semana, vocês podem criar, juntos, uma mostra de Artes em casa, filmar e compartilhar pelas redes com amigos e familiares.   

O que você vai precisar para criar a mostra é simples: barbantes, novelos de lãs, pregadores, com esses materiais, faça varais em alguns espaços da casa, e pendure os desenhos ou colagens, produzidos pela criança! Se não tiver nenhum deles, tudo bem, dá pra expor a produção apenas colocando as folhas encostadas na parede, ou em algum móvel. Ou também, fazer instalações pela casa, utilizando objetos de decoração para a composição do ambiente! Use a imaginação, deixa fruir, é assim que nascem grandes curadores 😛  

E aí, vamos nessa? 😊

Curiosidade: a diferença entre fruir e fluir

Fluir tem significado de escorrer, manar, escoar, passar o tempo, correr em estado fluído. Fruir tem significado de usufruir, ter prazer com, desfrutar, gozar de algo ou de uma situação.

Saiba mais:

  • Percursos da Arte na Educação com Cesare De Florio La Rocca.

https://www.youtube.com/watch?v=drXHtT6PvIs acessado em 26/03/2020.

  • Base Nacional Comum Curricular – BNCC

www.mod.lk/bncc acessado em 31/03/2020.

  • 30 museus virtuais pelo mundo

https://www.melhoresdestinos.com.br/museus-virtuais.html acessado em 31/03/2020

 

Dia mundial da água

By | Sustentabilidade | No Comments

Papel é um dos materiais mais sustentáveis ambientalmente. Sua matéria prima – celulose – vem de árvores cultivadas, é muito reciclado (68,7%, no Brasil) e é biodegradável. Eucalipto é a principal espécie utilizada no Brasil como fonte de celulose. Ao contrário do que muitos acreditam, cultivos bem manejados dessa espécie não secam o solo. Segundo o estudo da Embrapa “Plantações Florestais: Geração de Benefícios com Baixo Impacto Ambiental”, florestas plantadas são uma alternativa potencial para a recuperação de pastagens degradadas e de recursos hídricos, por meio da redução da erosão superficial e de deslizamentos, retenção de nutrientes e moderação das vazões máximas.

As fábricas de celulose e papel utilizam muita água. No entanto, 93% da água captada é devolvida ao meio ambiente dentro dos padrões legais de qualidade. Essas empresas participam do monitoramento de microbacias em ações como o “Programa Cooperativo sobre Monitoramento e Modelagem de Bacias Hidrográficas” (Promab), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). São mais de cinquenta microbacias monitoradas, numa demonstração do compromisso do segmento com o uso racional e responsável desse recurso.

Portanto, também sob o ponto de vista do uso da água, papel se mostra uma opção ambientalmente correta, como suporte de comunicação. No entanto, embora seja um produto altamente sustentável, nenhum recurso deve ser desperdiçado. Utilize só o que for necessário.

Papel usado não é lixo! Recicle!

Equipe Two Sides
Março/2020

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