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Tathiana Anselmo

ANUÁRIO DA EDUCAÇÃO MOSTRA QUE ALGUNS MUNICÍPIOS TÊM ATÉ SETE VEZES MAIS DINHEIRO PARA EDUCAÇÃO DO QUE OUTROS

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Parceria da Moderna com o Todos Pela Educação, Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019 traz análises sobre os temas das 20 metas do PNE e aponta os principais desafios a serem enfrentados para o País avançar na qualidade da Educação

Enquanto um município localizado no Rio Grande do Sul destinava cerca de R$ 19,5 mil por aluno em 2015, havia outro município no Maranhão dispondo de apenas R$ 2,9 mil. Essa diferença, de quase sete vezes, é apontada na oitava edição do Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, parceria do Todos Pela Educação com a Moderna.

A disparidade se repete entre os estados. Enquanto São Paulo recebe a maior média anual de recursos vinculados à Educação por aluno, R$ 6,5 mil; no extremo oposto está o Maranhão, que dispõe de apenas R$ 3,5 mil por aluno ao ano.

A publicação, organizada segundo os temas das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), traz mais de 200 gráficos e tabelas com indicadores educacionais e ainda análises inéditas sobre as políticas públicas prioritárias para a melhoria da qualidade da Educação Básica brasileira em médio prazo.

Em 2019, o PNE chega à metade do seu tempo de vigência. “Era esperado que, neste momento, já houvesse um avanço significativo no alcance das metas mais estratégicas para a melhoria da Educação brasileira”, afirma o texto de abertura do Anuário.

Segundo os editores da publicação, além de reforçar a importância do PNE como referência para as políticas públicas educacionais, é fundamental implementar uma agenda de medidas baseadas em evidências, experiências bem-sucedidas e com visão de médio e longo prazo.

Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019 está disponível online para download gratuito nos sites da Moderna e da Fundação Santillana. Lá, você também encontra outras obras que abordam a Educação sob diferentes perspectivas, sempre com distribuição gratuita.

Clique no livro abaixo para acessar a publicação:

A importância de ensinar o pensamento computacional nas escolas

By | Educação inovadora | No Comments

Em muitos países o pensamento computacional já é ensinado como uma segunda língua, pelos benefícios que oferece ao processo de ensino aprendizagem.

Para alguns professores, só de ouvir a palavra programação, causa espanto, e foi assim também comigo e por isso adianto que não é algo de outro mundo, e em algumas situações, você nem precisa utilizar o computador e para perder o receio e encorajá-lo a dar os primeiros passos, vamos abordar a importância de ensinar o pensamento computacional na escola que traz como benefícios o desenvolvimento de habilidades como o raciocínio lógico, autonomia, pensamento crítico, colaboração, trabalho em equipe, empatia e capacidade de resolver problemas complexos.

Mas, porque ensinar a programar na escola?

Estamos vivendo uma revolução digital que influencia diversos aspectos da nossa sociedade onde precisamos além de estar preparado, preparar as próximas gerações para se apropriar e utilizar todo potencial que a tecnologia tem a nos oferecer.

Quando ensinamos a programar nas escolas com programas específicos, estamos contribuindo para a formação de crianças e jovens, capacitando a usar criativamente o computador, ao aprender a usar as máquinas como ferramentas, exercitando o pensamento computacional, fundamental na resolução de problemas. Problemas estes que pode ser desde uma solução simples de melhoria de processos a desenvolver um sistema que vá beneficiar muitas pessoas.

É oportunizar que nossos jovens não sejam somente consumidores de conteúdo , fazendo-os compreender de forma prática que as tecnologias são criadas e produzidas, deixando de ser consumidora e sendo produtora de recursos digitais e mesmo que ela não seja um produtora, isso faz com utilizem de forma mais consciente e que possam estar preparada para o mundo digital que a gente vive, conhecendo e entendendo os dados por de trás dos programas.

A programação deve ser vista como linguagem que está na nossa sociedade, presente praticamente em todos os recursos digitais, onde o professor ao trabalhar com a programação oferece uma nova possibilidade de comunicação e interação.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é Assessora Especial de Tecnologias da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE SP) e professora da rede pública de ensino de São Paulo. Formada em Letras e Pedagogia, mestranda em Educação pela PUC-SP, vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil, Vencedora no Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT e considerada uma das dez melhoras professoras do mundo pelo Global Teacher Prize, o Nobel da Educação.

Como utilizar a linguagem de programação

A programação pode estar presente nas escolas de diversas formas e em qualquer disciplina, o professor pode utilizar a programação para produção de recursos didáticos, onde ele desenvolve e aplica esses recursos ou trabalha com os alunos para que os mesmos produzam os seus conteúdos, exercitando conhecimentos a partir da linguagem de programação.

Ao ser ensinada de forma contextualizada, a linguagem de programação pode ser uma grande aliada para o processo de aprendizagem, como por exemplo, vamos imaginar que a aula seja sobre sustentabilidade, com a linguagem de programação, eu posso pedir aos alunos para criar uma história animada, um jogo e ou desenvolver em robótica algo sobre o tema.

Um professor de matemática, por exemplo, pode utilizar a programação no campo das formas geométricas e das operações aritméticas, já um professor de língua portuguesa, pode usar a programação como suporte na alfabetização e ou produções de textos, tendo em vista,  uma nova forma de abordagem, que aproxima o envolvimento do aluno com o conhecimento e sua interação com o objeto de estudo.

Quais recursos estão disponíveis para trabalhar com os alunos

Atividades desplugadas

São atividades realizadas sem a ajuda do computador, onde é possível de forma concreta, vivenciar a programação estimulando a convivência, criatividade e antecipando fatos que irá auxiliar posteriormente em programações com softwares específicos.

E para iniciar a linguagem de programação com estudantes, uma sugestão é iniciar pelo Programaê, uma plataforma gratuita, que visa ensinar os primeiros passos na programação de forma lúdica e interativa, a partir de desafios com personagens que os estudantes já conhecem. A plataforma possui planos de aula e sequência didáticas que auxiliam o professor, inclusive em atividades desplugadas.

Softwares

Para ensinar programação, o professor não precisa ser programador, basta ter interesse e vontade de aprender. Hoje temos ferramentas que foram desenvolvidas para o ensino de programação de crianças e jovens, onde são gratuitas, intuitivas e permite muita interação.

O Code.org, tem por objetivo desmistificar e democratizar o aprendizado de programação. Para isso, possui uma série de atividades, justamente para professores que desejam ensinar programação, permitindo que os alunos possam dar continuidade nestes aprendizados em casa, fora do ambiente escolar, realizando uma extensão da sala de aula, podendo criar clubes de programação com os colegas.

Scratch com o ele, qualquer professor, mesmo sem conhecimento prévio, pode ensinar programação para crianças de forma simples e intuitiva. Por meio de blocos de comandos que se encaixam, o Scratch permite a criação de jogos, animações e histórias interativas que podem ser facilmente disponibilizadas no site do projeto e compartilhadas com crianças de outras escolas. A ferramenta ajuda a dar forma à imaginação e pode ser trabalhada de maneira offline.

Scratch 3.0

Para os professores que já conhecem e trabalham com o Scratch, a novidade é a sua versão 3.0 . A nova versão tem como objetivo expandir a forma como as crianças podem criar e compartilhar e os professores podem fomentar a aprendizagem, onde é possível incluir imagens, novos suportes e capacidades de programação, funcionando sobre uma larga variedade de dispositivos, incluindo tablets.

E você querido professor, como trabalha como a linguagem de programação com os alunos? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar práticas docentes.

Um abraço,

Débora

MODERNA: VEM COM A GENTE SER MULTI!

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Reinventar-se é preciso. Sempre. Em todas as épocas e em qualquer lugar. Em nossos mais de 50 anos de mercado, temos a preocupação de estar lado a lado com a educação brasileira, pensando e produzindo soluções de aprendizagem e materiais didáticos que valorizem a formação humana, o trabalho com fatos e dados e a empatia para abrir diálogos.

Valorizamos a Educação para a vida. Uma educação que vai além dos muros da escola, que não forma apenas o aluno, mas transforma a comunidade. Acreditamos em uma educação que apoia os projetos de vida do aluno, mas também desenvolve professores, coordenadores, gestores… enfim, todos que se envolvem com a escola.

Uma parceria multieducação

Em todos esses anos, nosso denominador comum foi a parceria com as instituições de ensino. Temos um compromisso de compreender cada escola como um ecossistema único para oferecer soluções multiconteúdo e percursos de formação multiplataforma. Ao longo da nossa jornada, a marca Moderna se tornou padrão de qualidade para professores e famílias, o que nos dá credibilidade para continuar inovando e construindo relações de multiparceria com as principais escolas do país.

MODERNA

Soluções educacionais múltiplas

LEITURAS DE VESTIBULAR

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Por Douglas Tufano

Para a grande maioria dos alunos, os livros de literatura pedidos nos vestibulares são desinteressantes, pois não tratam de problemas que dizem respeito aos jovens de hoje. E para agravar o problema, a linguagem literária ainda dificulta mais a compreensão dessas obras. Alguns alunos dizem que não conseguem compreender o que estão lendo, têm que recorrer a todo instante ao dicionário mas, depois de algumas páginas, isso cansa e desanima.

A meu ver, o problema está na falta de preparação para essas leituras. O professor precisa ajudá-lo a ler, deve servir como intermediário entre o estudante e o livro. Sem essa orientação, é claro que a leitura se torna penosa e desanimadora.

Para ajudar tanto o professor como os alunos, preparei para a editora Moderna uma nova edição dos autores clássicos brasileiros que mais caem no vestibular (Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Raul Pompeia, José de Alencar, Lima Barreto, entre outros). A novidade é que esses livros agora são acompanhados de notas que vão além de explicações de vocabulário. Elas orientam a leitura, dão dicas e pistas sobre o significado de certos episódios, chamam a atenção sobre os recursos de estilo do autor, esclarecem o contexto histórico e social em que transcorre o enredo. Além disso, trazem uma biografia do autor e mostram as características principais de sua época literária. Dessa maneira, é como se o leitor tivesse um professor ao seu lado. A leitura flui com muito mais facilidade. Por isso, minha sugestão é que o aluno faça uma programação de leitura com tempo suficiente para ler cada livro com calma.

Outra dica importante para o aluno se preparar é resolver as questões que já caíram sobre os livros que está lendo. Há obras que ficam vários anos nas listas de leituras obrigatórias; por isso, já foram objeto de muitas questões. Rever essas questões e tentar resolvê-las é sempre um bom teste para recordar pontos importantes dessas obras.

Não se pode esquecer que uma coisa é absolutamente certa: se há uma lista de leituras obrigatórias, é porque no exame vão cair perguntas sobre esses livros. Será que o vestibulando prefere jogar fora os pontos que poderia ter se lesse bem as obras? Muitas vezes, são esses pontos que fazem a diferença na classificação final…

(Douglas Tufano, professor de literatura e redação do ensino médio, autor de livros didáticos e paradidáticos da editora Moderna)

Lixo eletrônico como abordar esse assunto em sala de aula

By | Educação inovadora, Sem Categoria | No Comments

Estamos vivenciando uma revolução tecnológica no mundo, tais mudanças, afetam diretamente a questão ambiental, especificamente o que produzimos com o tempo se tornará lixo eletrônico, sendo de suma importância falarmos de reaproveitamento que envolve os 3’R.

Recentemente foi acrescido mais 2’R, perfazendo os 5’R:

Falar sobre esse tema em sala de aula é fundamental para sensibilizar e desenvolver nos alunos o senso ambiental, trabalhando com os objetivos sustentáveis (ODS) e trabalhando na prática a  sustentabilidade.

Atualmente muitos produtos tecnológicos, possuem um tempo de obsolescência, são os casos dos computadores, celulares, tablets e tornam-se lixo eletrônico. Poucos ainda são os pontos de coleta para esse material, porém, na sala de aula, com os devidos cuidados, estes materiais podem se transformar em currículo, trabalhando projetos mão na massa.

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Formada em Letras e Pedagogia, pós-graduada em Língua Portuguesa pela Unicamp e mestranda em Educação pela PUC de SP. É professora de Tecnologias, trabalha com Cultura Digital, Robótica com sucata/livre, programação e animações; e implementação em tecnologias em Escolas Públicas. Vencedora na temática Especial Inovação na Educação no Prêmio Professores do Brasil e Finalista no Global Teacher Prize, considerado o Nobel da Educação.

Como usar o lixo eletrônico nas aulas

É fundamental trabalhar com os estudantes a influência do homem com o meio em que vive, avaliando propostas de intervenção no ambiente, delineando relações entre o padrão de consumo e o crescimento urbano na atualidade. O que pode ser trabalhado nas diversas áreas do conhecimento e de forma interdisciplinar, fazendo os estudantes compreender os ecossistemas e maneiras de contribuir com a preservação.

Abaixo reunimos algumas dicas, vamos lá!?

Preparando o ambiente

O professor pode direcionar a aula, após uma primeira roda de conversa, aprofundando o assunto com pesquisas direcionadas.

Dicas:

Lixo Eletrônico, site Sua Pesquisa

Fonte: Disponível: http://www.suapesquisa.com/o_que_e/lixo_eletronico.htm.

Lixo Eletrônico no Brasil, site Info Escola

Fonte: Disponível: http://www.infoescola.com/meio-ambiente/lixo-eletronico-no-brasil/

Aproveitando o lixo eletrônico

Após esse primeiro momento de conhecimento, o segundo e poder aproveitar esse lixo em projetos mão na massa, que envolve a aprendizagem criativa e robótica, ao explorar o potencial dos componentes que estão dentro dos equipamentos para dar vidas a protótipos com sucata.

Dentro do computador, é possível reaproveitar o HD, motores, conectores, ventoinhas, fios, placas, ou seja, quase tudo pode ser reaproveitado como matéria prima para o ensino de Robótica. A escola pode se tornar um ponto de coleta e arrecadar esses materiais.

O professor pode usar esse material para dar os primeiros passos no ensino de robótica como montar circuitos eletrônicos, criar protótipos com funcionamentos de motores e de ventoinhas, de forma low tech (baixa tecnologia), dar desafios para que os alunos criem seus objetos usando esses materiais.

Permitindo que os alunos inventem, criem, utilizando os 5’R e as metodologias ativas que visa tirar o aluno da passividade e trazer ao centro do processo de aprendizagem.

Ampliando para a comunidade escolar

Com os trabalhos realizados pelos alunos, a escola pode promover uma feira sobre a sustentabilidade e convidar os familiares e o entorno para participarem, ampliando os conhecimentos sobre o assunto e fazendo os alunos serem multiplicadores desta ação.

Outro ponto é organizar palestras com convidados externos tanto para troca com os estudantes como a comunidade escolar.

Desta maneira ganham todos, os alunos com uma nova visão de mundo e um leque de oportunidades, a sociedade e a natureza.

E você querido professor, como está trabalhando com a questão da sustentabilidade em sala de aula? Conte aqui nos comentários e ajude a fomentar ações e práticas pedagógicas.

Um abraço,

Débora