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Tathiana Anselmo

Como escolher a metodologia ideal para a minha aula?

By | ATIVAR | No Comments

Com tantas possibilidades de abordagens, métodos, estratégias, além de ferramentas digitais e recursos que podem ser explorados, definir o método que será o fio condutor de uma aula pode se tornar algo complexo.

Na teoria, todos os métodos parecem perfeitos e sua efetividade, comprovada. Ao chegar em sala de aula, nem sempre tudo se cumpre conforme os protocolos prévios e parece que a implementação de um novo método “deu errado”. E é daí que partimos: ao trabalhar com um método que não faz parte do seu rol de domínios pedagógicos, é certo que nem tudo ocorrerá conforme o planejado: perguntas inusitadas surgirão, interrupções vão ocorrer em momentos inoportunos, a internet pode ficar fora do ar bem naquela hora chave, os estudantes podem não entender o motivo daquela movimentação toda e por aí vai.

Como evitar? Primeiro, é preciso reavaliarmos nossa relação com o erro. Se é errando que se aprende, é errando que você vai aprender a implementar novas metodologias. E é assim com todo mundo: foi assim comigo e será assim com você. Mas há estratégias simples para evitar isso:

1. Perceber o erro, o equívoco, aquilo que deu errado de forma científica. Científica? Sim, explico: anotando dados, entendendo o que não saiu conforme o programado e se sair do programado foi realmente ruim ou se foi uma ótima oportunidade para tirar uma dúvida que era o questionamento de muitos outros estudantes.

2.  Planejar tendo a consciência de que o planejamento é flexível: se no meio do caminho você perceber que a trilha planejada tomou outro rumo, alimente aquele rumo, tire as dúvidas, valorize as participações e realinhe as velas assim que possível. É pra isso que o planejamento serve: não para ser rígido e imutável, mas para entrarmos em ação sabendo exatamente onde queremos chegar e qual é o objetivo daquela experiência.

3. Comunicação clara: há quem diga que boa comunicação evita guerras. No caso da escola, uma comunicação clara alinha expectativas entre estudantes e professores. Quer dizer, antes de adotar novas metodologias, especialmente aquelas em que a autonomia do estudante será mais requerida, é importante que exista um diálogo franco com os estudantes e não esqueça: com as famílias. Isso porque, para alguns, ainda existe a crença de que metodologias envolve menos trabalho por parte do professor, por exemplo. Algo que precisa ser esclarecido desde o início. Quanto aos alunos, é importante que entendam as etapas que passarão, os objetivos e a importância da variação de métodos de aprendizagem, por exemplo.

Dito isso, vamos ao passo-a-passo para escolher a metodologia ideal?

  • Defina as habilidades e competências a serem desenvolvidas no processo
  • Atente-se ao contexto e realidade em que os estudantes vivem
  • Perceba fatores potencializadores ou limitantes, por exemplo: tamanho da sala de aula, estrutura da escola, equipamentos disponíveis
  • Alinhamento com o seu jeito de trabalhar e desenvolver atividades

A união: domínio dos conteúdos + métodos que correspondam aos objetivos de aprendizagem é um dos caminhos ideais ao se buscar variedade nos métodos de ensino, sempre entendendo a possibilidade de adaptação à sua realidade e visando propiciar a melhor experiência de aprendizagem possível, dentro das possibilidades.

Educador(a), desejo que esse texto tenha demonstrado para você o valor da intencionalidade em qualquer processo pedagógico. Recursos, métodos e ferramentas devem passar por um filtro, que leve em consideração o contexto dos estudantes, os objetivos pedagógicos e mesmo a estrutura da instituição.

Boa jornada! Um abraço digital,

Professora Emilly Fidelix @seligaprof

Sobre a autora do post

Emilly Fidelix

Emilly Fidelix

Colunista

Emilly Fidelix é criadora do @seligaprof, onde impacta milhares de professores de todo o Brasil, palestrante e formadora de professores. É doutoranda em História Cultural (UFSC), especialista em Tecnologias, Comunicação e Técnicas de Ensino (UTFPR), colunista no blog Redes Moderna e professora de pós-graduação no Instituto Singularidades. Atua nas áreas de metodologias ativas, storytelling aplicado à educação e BNCC.

Propondo atividades de alfabetização com o uso de QR Codes

By | OLHARES | No Comments

Que tal surpreender seus alunos na alfabetização com desafios que envolvam escritas, leituras e oralidade? A proposta é criar QR Codes recheados de atividades, para complementar e contribuir no processo de alfabetização dos seus alunos. Junto com os códigos, além das atividades, vão as orientações para o desenvolvimento em casa com o apoio e acompanhamento direto das famílias.

Você pode propor um desafio para cada dia da semana, nesse formato as atividades devem ser curtas, que não demandem muito tempo e complexidade na realização para não sobrecarregar com as demais tarefas dos alunos, mas é possível propor também apenas um desafio a cada semana ou quinzenalmente, dessa vez mais elaborados e que exijam mais da participação das crianças, mas independentemente do formato escolhido, de acordo com a realidade de sua turma, procure combiná-los de forma que complementem e reforcem o estudo desenvolvido em sala de aula.

Mas porque usar o QR Code nessa programação de atividades?

QR Code (Quick Response Code), código de resposta rápida, é uma evolução do código de barras. Hoje em dia são super fáceis de criar. Se ainda não experimentou na educação, eu recomendo, pois dá para criar muitas práticas criativas e interessantes com esses códigos.

Além de ser uma linguagem dos nossos tempos, que já faz parte das nossas vidas, sendo usado na apresentação de diversos produtos e informações gerais no nosso dia a dia, como panfletos de mercados, em programas de televisão, em cardápios, em etiquetas de roupas, em livros didáticos, lugares turísticos e etc., o QR facilita o envio das atividades as famílias, pois agrupa as informações de suporte a aplicação, é rápido o acesso, sem contar que há ainda o fator surpresa que o envolve, afinal, sejam crianças ou adultos, todos ficam curiosos em saber o está escondido atrás do código. Isso também motiva a participação e envolvimento de todos.

Os desafios propostos podem ser variados, para isso você, professora, professor, alfabetizadores, precisam levar em conta as necessidades de aprendizagem da sua turma, relacionados a habilidades a serem desenvolvidas.

Veja algumas possibilidades de desafios:

DESAFIO 1: Adivinha. O que é, o que é?

Nessa atividade as crianças são desafiadas a encontrar e escrever a resposta da adivinha sobre um animal (PAPAGAIO) e a gravar em vídeo uma outra para compartilhar com os colegas da turma. No arquivo em formato PDF, estão a atividade, as orientações a família para a realização com a criança e um conteúdo extra, texto informativo, para ler com a criança.

Para criar o QR Code, armazene o arquivo do desafio no Google Drive, ou em outro armazenador, que você costuma usar. Se for no Google Drive, selecione a opção leitor (Qualquer pessoa na Internet com este link pode ver). Em qualquer deles, copie o link de compartilhamento. Escolha um site gratuito para a criação do código, para o desafio acima usei o QR Code Generator. Cole o link, faça o download do código criado e compartilhe com as famílias, nos canais de comunicação, se necessário as oriente sobre leitores de QR Code. https://br.qr-code-generator.com/

Veja no código a abaixo o arquivo do desafio 1: adivinha, na íntegra, que apresento como um modelo possível.

Você pode também propor outros desafios como os que sugiro abaixo:

Além da atividade e das orientações as famílias, coloque sempre que possível um material extra complementar que possa levar mais conhecimento as crianças e sua família. Pode ser algo que explore o tema da atividade ou que tenha alguma relação com ela.

Você pode propor sequências didáticas, gincanas culturais, trilhas de aprendizagem, em todas as disciplinas e muito mais, tudo isso com o uso do QR Code. É só aliar objetivos, intencionalidade pedagógica, criatividade e uma vontade de experimentar e fazer diferente, com foco na aprendizagem dos nossos alunos.

Em outro post, aqui na olhares, vou compartilhar com vocês uma trilha literária para realizar com os alunos, usando as paredes e espaços da escola.

Um grande abraço e até a próxima,

Mara Mansani

Sobre a autora do post

Mara Mansani

Mara Mansani

Colunista

Professora há quase 30 anos, lecionou em vários segmentos, da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental, passando também pela Educação de Jovens e Adultos (EJA). Recebeu o Prêmio Educador Nota 10, na área de Alfabetização, com o projeto Escrevendo com Lengalenga.

Meu aluno não gosta de ler. E agora?

By | LITERATURA COM MARIA JOSÉ NÓBREGA | No Comments

O lançamento de dois livros da editora Salamandra – “Eu não gosto de livros: mesmo: de verdade: ponto final.”, de Emma Perry e Sharon Davey [ilustrações] e “O livro que não gostava de crianças”, de Christine Naumann-Villemin e Laurent Simon [ilustrações] – dá margem a uma produtiva conversa com a minha convidada Sandra Medrano, especialista em literatura para crianças e jovens.

O que fazer com crianças que não se interessam por livros? Como ampliar as referências literárias para abrir possibilidades de encontro com o livro? São alguns dos temas. Imperdível!

Sobre a autora do post

Maria José Nóbrega

Maria José Nóbrega

Colunista

Formada em Língua e Literatura Vernáculas pela PUC/SP, com mestrado em Filologia e Língua Portuguesa pela USP, atuou em programas de formação continuada junto ao MEC, à SEE de São Paulo e à SME de Florianópolis e de São Paulo. Compôs a equipe de elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais, terceiro e quarto ciclos (1998); coordenou a equipe de Língua Portuguesa das Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para o ensino fundamental: ciclo I e II – SME de São Paulo (2007); integrou a equipe de elaboração da Proposta Curricular de Língua Portuguesa, do 1º ao 5º ano da SEE do Ceará (2014). Atuou como pesquisadora do Projeto “Currículos para os anos finais do ensino fundamental: concepções, modos de implantação, usos”, desenvolvido pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (2015). Foi assessora do Projeto Planos de Aula da Nova Escola.

Atualmente, além de assessorar várias escolas particulares de São Paulo, é coordenadora dos projetos de leitura da Editora Moderna, organizadora da série “Como eu Ensino” da Editora Melhoramentos, professora do curso de Especialização em Formação de Escritores / Instituto Superior de Educação Vera Cruz e do curso O livro para a infância: processos de criação, circulação e mediação contemporâneos / A Casa Tombada.

Seis equívocos no ensino remoto

By | Educação inovadora | No Comments

Há um ano temos ministrando aulas no formato remoto e é possível levantarmos equívocos cometidos neste processo. Olhar para 2020 é essencial para uma reflexão de professores, gestores, comunidade e estudantes para compreender aquilo que deu certo e o que não deu certo e criar comissões internas para compreender possíveis casos de evasão escolar.  

É certo que a tecnologia é e será uma ferramenta essencial ao processo de ensino aprendizagem e permanecerá na escola pelos benefícios a Educação, por isso, tecer caminhos para inovação é criar oportunidades para que os estudantes se sintam pertencentes a realidade escolar.  

Muitas vezes, quando falamos e pensamos em tecnologia, a primeira coisa que vem à nossa mente são as tecnologias inovadoras das quais temos acesso na atualidade, como os notebooks, tablets e aparelhos celulares. Dispositivos que fazem parte da rotina dos estudantes, professores e seus familiares. Se pararmos para pensar no uso da tecnologia nas salas de aula, vamos perceber que são séculos de inovação e adaptação. 

Com a experiência do ensino remoto, já podemos falar em alguns equívocos cometidos neste processo e que precisamos rever para continuar avançando no ensino aprendizado. Confira abaixo, quais são eles e que caminhos não devemos realizar. Vamos juntos? 

  1. Estudantes, abram a câmera 

Um dos equívocos comuns que cometemos com os estudantes com a angústia da participação nas aulas remotas e a insistência para que eles abram as câmeras 

É preciso compreender que apesar dos nossos estudantes terem nascidos na era digital, a exposição frente ao público é grande para todos e ainda vem cercada de atitudes que precisam ser revistas como o cyberbullying. Desta maneira, a insistência e a mesma condicionada a participação por nota, pode causar um grande desestimulo ao processo educacional e desencadear a falta de interesse e o abandono escolar dos alunos. 

Neste sentido, é necessário que os professores ofertem maneiras diversificadas para que os estudantes possam participar das aulas remotas, como quizzes, mapas mentais e a condução e o  acolhimento da abordagem pedagógica.   

2. Organização do tempo de aula 

No ensino remoto é fundamental a rotina e a organização dos estudos. Realizar prévias do que será visto em aula e otimizar isso, através de uma rotina é essencial para que os estudantes possam se planejar e ter um aproveitamento da turma 

Uma sugestão é o trabalho com a sala de aula invertida que auxilia no antes, durante e depois levando os estudantes a serem protagonistas, mas também curadores de informações, além de ser um benefício a aula, por otimizar o tempo para debates e reflexões. 

  

3. Trabalhe com o socioemocional 

Com um ano de aulas remotas é fundamental o trabalho a partir de habilidades socioemocionais ocasionadas pelo longo período de distanciamento social e convívio presencial com os estudantes. Neste sentido, é essencial manter uma escuta ativa e promover atividades em sala de aula em que os estudantes possam participar e lidar com as diferentes emoções e que tenha um espaço para expor aquilo que está sentido. 

Pode ser realizado um trabalho logo no início da aula, uma roda de conversa, um termômetro de emoções, uma música, uma meditação com exercícios de respiração, entre outras atividades condizentes com a realidade da turma.     

4. Professor, seja mediador de conhecimento 

O ensino remoto é desafiador para estudantes e professores! É importante que o professor se lembre do seu papel e não cometa equívocos do passado de ser transmissor de conhecimento e sim parceiro dos estudantes, capaz aguçá-los e desafiá-los a resolver problemas de modo que consigam ser criativos e exercer o pensamento crítico. 

5. Evite, o uso de ferramentas inadequadas 

Esse é um erro comum que acaba acarretando consequências de muitos erros anteriores que comentamos aqui. A escolha por ferramentas digitais nas aulas remotas, deve considerar a realidade dos estudantes, uma pesquisa que considere os objetivos pedagógicos e a real necessidade do aprendizado 

As ferramentas escolhidas precisam cumprir o papel de mudar as abordagens pedagógicas, mas também proporcionar interatividade entre os estudantes.  

6. Não tornar a Tecnologia vilã das aulas 

O uso das tecnologias vai além da sala de aula e vista de maneira equivocada pode tornar-se vilã do ensino. Não adianta ofertar tecnologia se ela não vier acompanhada de abordagens inovadoras e que permita que os estudantes reflitam sobre as diferentes situações, opinem sobre algum assunto, conversem e realizem conexões com ambientes reais.  

Um abraço e até próxima!

Débora

Sobre a autora do post

Débora Garofalo

Débora Garofalo

Colunista

Débora Garofalo é formada em Letras e Pedagogia, com especialização em Língua Portuguesa pela Unicamp, Mestra em Educação pela PUC-SP e FabLearn Fellow, Columbia, EUA. Professora há 16 anos da rede publica de SP, sendo idealizadora do trabalho de Robótica com Sucata que se tornou uma política pública. Atualmente é Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo e colunista das Redes Inovadora na Editora Moderna.

Integrante da comissão de Direitos Humanos da Cidade de São Paulo e Palestrante em grandes eventos Nacionais e Internacionais entre eles, Latinoware, Campus Party, Bett Educar, Havard, EUA, Oxford em Londres, Buenos Aires na Argentina, Ecole Polytechnique, França. Pelo trabalho realizado na Educação Pública, recebeu diversos prêmios importantes, entre eles: Professores do Brasil 2018, Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT 2019, Medalha de Pacificadores da ONU 2019 e considerada uma 10 melhores Professoras do Mundo pelo Global Teacher Prize 2019, Nobel da Educação.

5 temáticas para você trabalhar a competência geral 5: cultura digital

By | ATIVAR | No Comments

Olá, educadores! Hoje o nosso papo envolverá uma temática que está em alta nos últimos anos: tecnologias digitais. Esse tema, que até alguns anos atrás era pouco discutido no cenário educacional brasileiro, salvo algumas exceções, cresceu timidamente e despontou com a Base Nacional Comum Curricular, quando nos deparamos com uma das competências gerais: Cultura digital.

Nesse sentido, a BNCC está trazendo para o debate, a importância de aderirmos a essas ferramentas como recursos pedagógicos, mas também como fonte de análise, de reflexão, de pensamento crítico, não apenas para consumir, mas para criar. Veja o que o documento nos diz:

“a cultura digital tem promovido mudanças sociais significativas nas sociedades contemporâneas. Em decorrência do avanço e da multiplicação das tecnologias de informação e comunicação e do crescente acesso a elas pela maior disponibilidade de computadores, telefones celulares, tablets e afins, os estudantes estão dinamicamente inseridos nessa cultura, não somente como consumidores. Os jovens têm se engajado cada vez mais como protagonistas da cultura digital, envolvendo-se diretamente em novas formas de interação multimidiática e multimodal e de atuação social em rede, que se realizam de modo cada vez mais ágil” (BNCC, p. 61).

Sobre essa competência, a BNCC nos diz que é preciso:

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva (p. 9).

Por isso, uma formação que envolva a temática de forma crítica, significativa, reflexiva e ética se faz necessária: não basta o uso pelo uso, mas o uso ético, responsável e seguro. A partir disso, sugiro que você faça num caderno ou recurso digital, um exercício de brainstorming para construir ideias e possibilidades sobre como você pode trabalhar a competência geral 5 da BNCC com os seus estudantes. Para isso, dividi a competência em 5 temáticas-pilares, que você pode mudar de acordo com o seu componente curricular e/ou planejamento. Vamos lá?

Pense sempre em formas de adaptar ao seu contexto, partindo de temáticas que facilmente se encaixam nas discussões, como fake news nas ciências, por exemplo, envolvendo vacinas. Outra forma sobre como refletir sobre o impacto das redes sociais em língua portuguesa, por exemplo, seria trabalhar a partir de crônicas, as sensações que os estudantes já tiveram a partir da comparação, a dita vida perfeita, o medo do julgamento do outro ou mesmo discussões envolvendo ansiedade e depressão com os jovens.

Também é importante pensarmos no uso de recursos digitais para que os estudantes criem a partir da colaboração, do senso crítico e explorem diferentes plataformas que lhes permitam diversas formas de se expressar: a partir do desenho, do texto, da história em quadrinhos, dos memes, de podcasts.

Os caminhos são muitos. É interessante que cada educador estude a BNCC e, especialmente o que o documento propõe a cada componente curricular, para que então, analise as possibilidades e as inclua, pouco a pouco, à sua prática pedagógica.

Boa jornada, educadores! Um grande abraço digital!

Prof. Emilly Fidelix | @seligaprof

Sobre a autora do post

Emilly Fidelix

Emilly Fidelix

Colunista

Emilly Fidelix é criadora do @seligaprof, onde impacta milhares de professores de todo o Brasil, palestrante e formadora de professores. É doutoranda em História Cultural (UFSC), especialista em Tecnologias, Comunicação e Técnicas de Ensino (UTFPR), colunista no blog Redes Moderna e professora de pós-graduação no Instituto Singularidades. Atua nas áreas de metodologias ativas, storytelling aplicado à educação e BNCC.