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O ciclo sustentável do papel

Para se compatibilizar desenvolvimento econômico com sustentabilidade é necessário evitar o desperdício de recursos e escolher as alternativas menos prejudiciais ao meio-ambiente.

Se temos que nos deslocar todos os dias para o trabalho, o melhor seria caminhar ou, pelo menos, utilizar um transporte coletivo. Mas se a opção for por um carro particular, então este deveria ser movido a álcool. O etanol é muito melhor que a gasolina, porque é combustível de fonte renovável.

O mesmo acontece com papel, cartão e papelão ondulado. Todo consumo inútil deve ser evitado, mas se a comunicação e a embalagem são necessárias, é melhor optar preferentemente por materiais como esses, que utilizam recursos renováveis, são recicláveis e biodegradáveis.

Muitos se enganam ao supor que papel produz desmatamento. Mas, no Brasil, a extração de celulose – principal matéria prima do papel – é feita 100% a partir de árvores plantadas para essa finalidade. 82% da energia consumida na sua fabricação é proveniente de fontes renováveis – resíduos das árvores colhidas e do próprio processo de produção da celulose.

A comunicação eletrônica é um grande gerador de efeito estufa. Os centros de processamento de dados – a famosa “nuvem” – consomem enormes quantidades de energia. Segundo relatório do Greenpeace, a indústria de tecnologia da informação já consome 7% de toda a energia elétrica no mundo. O lixo eletrônico é um problema muito grave hoje. Esses resíduos não são biodegradáveis e são pouquíssimo reciclados. Algumas matérias primas para esses dispositivos são obtidas com graves danos socioambientais.

E lembre-se: se usar papel, recicle!