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A educação nas redes sociais

Boa tarde, amigos modernos.

A sociedade do século XXI está conectada. Ou melhor, é conectada. Carregamos nossos pais, amigos, familiares e conhecidos no bolso pelo celular, ou nos nossos tablets e aparatos com conexão à Internet; nós nos divertimos com um jogo; compartilhamos imagens e damos opiniões sobre os nossos programas favoritos a qualquer hora.

É inegável o poder das redes sociais de atrair pessoas, independentemente da classe social ou da faixa etária. Assim, a escola precisa voltar seus olhos a essas plataformas, contextualizando sua importância dentro do ambiente escolar. É impossível ignorar o Facebook, o Twitter, o Instagram e tantas outras redes em que estamos inseridos.

 “Se não pode com o inimigo, junte-se a ele”

Durante muito tempo, as mídias digitais foram vistas com resistência pelos educadores. Com a popularização da internet, o panorama mudou e uma gama de novas ideias e oportunidades surgiu para a educação de nossas crianças. Hoje, as escolas enxergam as mídias sociais como grandes fontes de comunicação, que ultrapassam as quatro paredes da sala de aula e abrem um mundo a ser explorado. Facebook, Twitter, Youtube, Google Plus e tantas outras plataformas já conquistaram seu espaço dentro dos muros das escolas e provaram ser ótimas como formas de se trabalhar linguagens e formatos diferentes em um mundo digital.

O primeiro ponto importante para esse processo foi entender que os alunos, principalmente a partir do Fundamental II, já estão inseridos nas redes sociais. Uma das barreiras a ser transpassada é a resistência dos próprios alunos em misturar o lugar onde se divertem com a escola. Por outro lado, a familiaridade com a ferramenta facilita a interação entre eles e o trabalho em equipe.

Não basta ter uma boa ideia. É preciso justificar aos pais as atividades que serão realizadas nas redes sociais a fim de evitar comentários como: “não pago escola para meu filho ficar no Facebook”. Assim, é fundamental que o projeto pedagógico da escola seja bastante esclarecido com os pais e responsáveis.

Como usar as redes sociais na sala de aula

Antes de sair fazendo conexões na escola e instalando uma rede wi-fi, a coordenação pedagógica precisa garantir que o professor saiba lidar com as redes sociais. Assim, vale a pena investir em uma consultoria de redes sociais ou em pequenos cursos que expliquem a importância das redes sociais. Os professores precisam comprar a ideia para que o trabalho pedagógico funcione.

Monte um grupo de estudos com o Hangout do Google + ou Twitcam

A ideia de montar um grupo de estudos e de troca de informações é uma ótima saída. Os professores podem incentivar um grupo para a Turma de alunos em que ocorra debates e outras atividades como chats.

O professor pode elaborar uma videoconferência com a turma para revisar o conteúdos antes de uma prova difícil ou explicar um trabalho.

Crie Eventos e Estimule o uso do Twitter

Interaja com as plataformas, monte eventos de estudos, provas, atividades ou trabalhos em grupo. É uma ótima forma também de indicar eventos, viagens, peças de teatro e outras atividades culturais aos alunos. O Twitter é uma ótima ferramenta para as aulas de Redação. A limitação de caracteres ajuda os alunos a ampliar o vocabulário, procurando formas de passar suas ideias no espaço.

Disponibilize conteúdos extras

Indique materiais complementares como vídeos no Youtube, filmes e documentários. Vale lembrar a importância de explicar como esses materiais devem ser observados pelos alunos. A indicação é também um estímulo ao aprendizado da busca por informações. Se antes procurava-se referências em bibliotecas, hoje, os alunos têm o Google à disposição e deve aprender a selecionar as fontes de informação.

Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais
Os conteúdos obrigatórios – como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina – não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). “Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu”, alerta Betina.

A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial.

Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma.

Saiba mais

Selecionamos alguns sites que podem ajudar os professores nessa árdua tarefa de estimular a interação:

Edmodo

edmodo

Educopédia

Educopedia

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