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agosto 2011

“É melhor prevenir do que remediar”

By | Dicas | No Comments

Quem nunca ouviu a expressão que aconselha a antecipar eventos? Para quem não sabe este provérbio é uma parte bastante importante da cultura popular. Exatamente por isso, que os provérbios, essas pequenas frases de cunho moral, fazem parte do folclore do país.

No Brasil, as frases feitas são carregadas de conselhos e vieram da vivência popular, da experiência e da filosofia do povo e costumam ser passadas de geração para geração. Isso quer dizer que é bem provável que você tenha conhecido esses provérbios pela sua família, por um amigo ou pelos seus professores. E, com quase toda a certeza, você irá repeti-los para os seus filhos.

O ato de passar de pai para filho e de boca em boca torna os provérbios parte essencial da cultura. A linguagem popular e oral é fundamental para que se crie uma identidade do povo, por isso, conseguimos identificar, por exemplo, o sotaque e as expressões das diferentes regiões.

Diferente das citações, os provérbios são de criação anônima e transmitem mensagens em frases curtas e diretas. A maioria é de criação anônima e falam sobre diversos assuntos. Veja alguns exemplos:

Antes só do que mal acompanhado

Não conte com o ovo na barriga da galinha

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura

Não há mal que o tempo não cure

Na cama que farás, nela te deitarás

Quem ri por último ri melhor

 

Quem desdenha quer comprar

 

Quem espera sempre alcança

Agora, Inês é morta

 

Cão que ladra não morde

 

Em terra de cego, quem tem um olho é rei


 

Não adianta chorar o leite derramado

 

Cada cabeça, uma sentença

O que os olhos não vêem, o coração não sente 

Carlos Drummond de Andrade: 24 anos da despedida

By | Dicas | No Comments

Boa tarde, pessoal!

Quando nasci, um anjo torto

desses que vivem na sombra

disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.

(Carlos Drummond de Andrade)

O trecho acima é a primeira estrofe de “Poema de Sete Faces”, primeiro poema do livro“Alguma Poesia”, que reúne poemas de Carlos Drummond de Andrade. Esta foi a forma que o autor encontrou de explicar o que é o fazer poético. Como a poesia é o canal de comunicação entre o ser ‘perturbado’ que é o poeta e a realidade. Exatamente por essa visão detalhista e direta que Drummond é consagrado como o maior poeta brasileiro de todos os tempos. Há anos, em 17 de agosto de 1987, perdíamos o nosso mestre da da poesia, aos 84 anos, vítima de uma insuficiência respiratória.

O mineiro de Itabira nasceu em 31 de outubro de 1902 e estudou em colégios jesuítas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. Desde pequeno seus dotes questionadores e de grande inquietação eram evidentes aos professores. Conta-se que o pequeno Drummond foi expulso do Colégio Anchieta (Nova Friburgo – RJ) por insubordinação mental. Aos 19 anos, já de volta a Belo Horizonte, ele começa a escrever para o Diário de Minas e se relacionar com alguns escritores que apostavam nas ideias modernistas, incentivadas e propostas por Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia.

Paralelo à vida de escritor e jornalista, Drummond se formou em Farmácia em 1925, mas nunca teve muito interesse pela profissão. De fato, ele já havia se apaixonado pelo eterno mundo das letras. Convicto das concepções modernistas, Carlos Drummond de Andrade e outros escritores modernistas fundam A Revista, publicação fundamental para a divulgação do movimento na região.

O contato com os modernistas de São Paulo garantiu a Drummond a publicação de um dos seus mais famosos poemas na Revista de Antropofagia, em 1928. O poema causou um grande furor por conta da simplicidade e da colocação das palavras que mudadas de ordem, mudavam o sentido do texto.

Em 1930, publica sua primeira obra poética “Alguma Poesia” e o poema Sentimental é declamado durante a conferência “Poesia Moderníssima do Brasil”, realizada na Universidade de Coimbra, em Portugal. A poesia brasileira e a figura de Drummond estavam cruzando fronteiras e ganhando projeções mundiais.

Sentimental – Carlos Drummond de Andrade

Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.

Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!

– Estás sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando…
E há em todas as consciências, um cartaz amarelo:
“Nesse país é proibido sonhar.”

 

O diferencial de Drummond

O Modernismo ficou conhecido como um movimento da liberdade. Não havia forma correta de se escrever. Podia-se falar de tudo, como quisesse. Drummond, neste sentido, foi um grande exemplar da filosofia modernista. Não há como definir a temática de Drummond. Desta forma, a melhor forma de entender sua obra, é senti-la. Quando mais se lê, mais se quer ler e tentar extrair alguma lição daqueles versos.

Drummond tinha a capacidade de traduzir eventos corriqueiros, gestos grandiosos, sentimentos singelos e paisagens simples em obras-primas. Neste contexto, Drummond também não ficou de fora da crítica social. Em meados do século XX, com a Segunda Guerra Mundial e a ascensão do nazi-fascismo, o poeta tratou o tema em alguns de seus poemas como é o caso dos livros Sentimento do Mundo e a Rosa do Povo.

Mundo Grande – inserido em Sentimento do Mundo (1940)

“Ó vida futura, nós te criaremos”

Carta a Stalingrado – inserido em A Rosa do Povo (1945)

“Stalingrado…

Depois de Madri e de Londres, ainda há grandes cidades!

O mundo não acabou, pois que entre as ruínas

Outros homens surgem, a face negra de pó e de pólvora

E o halito selvagem da liberdade dilata seus os peitos(…)

A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.

Os telegramas de Moscou repetem Homero.”

As poesias de Drummond muitas vezes remetem ao passado. Sem dúvida, o poeta tende ao saudosismo e ao pessimismo em tentativas, sempre bem-sucedidas, de fazer uma ligação entre o passado e uma realidade presente. Com o passar dos anos e das obras, Drummond deixa a ironia de lado e vai se tornando mais afetuoso, principalmente quando fala sobre a infância e a juventude em Itabira.

Em relação a assuntos subjetivos como religião e o comportamento humano, Drummond questiona a existência de Deus e afirma em suas obras que o homem busca constantemente escapar da solidão e do isolamento. Outra grande preocupação é o tempo passado, o presente (poesia social) e o que esperar do futuro, normalmente mais positivo, como resultado da cooperação entre todos os homens.

Confira uma entrevista concedida por Carlos Drummond de Andrade, falando sobre o seu fazer poético e a evolução de suas obras:

Alvo de admiração infinita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

Assista à homenagem prestada pelo Jornal Nacional na ocasião de sua morte:


Curiosidades

Além de poeta e jornalista, Carlos Drummond de Andrade foi um exímio contista e cronista. Seu legado conta com mais de 70 livros, trabalhos em quase 20 jornais e revistas e a participação em 11 obras de outros escritores. Sem dúvida, era um apaixonado pela língua e pela escrita. Muitos literatos inclusive afirmam que Drummond não conseguia parar de produzir, obcecadamente.

Porém, engana-se quem pensa que Drummond não era também um leitor de mão cheia. Pedro Drummond, neto do escritor, conta que o avô era uma espécie de arquivista nato e a prova disso é o Dicionário de Pseudônimos Brasileiros, datilografado por Carlos Drummond de Andrade e fruto de sua experiência com a literatura. Na obra, ele associa os nomes verdadeiros, os pseudônimos e os veículos em que eram publicados. E ainda separados em ordem alfabética.

O livro está em exposição na Biblioteca Nacional e os visitantes podem encontrar assinaturas curiosas como a de d. Pedro I em uma carta no Diário do Governo, em 1823: “Anglo-maníaco, e por isso o Constitucional puro”; Gonçalves Dias, em artigos no Correio Mercantil, em 1849: “O gnomo”; ou de José de Alencar, no texto A corte do leão, escrito em 1867: “Um asno”.

Saiba mais

Conhecer a vida e entender qual era o cenário que um autor estava inserido é fundamental para a compreensão dos conteúdos e dos movimentos literários. Sabendo disso, a Editora Moderna se preocupou em criar a coleção Mestres da Literatura e selecionar autores de destaque para criar essas biografias dos nossos maiores gênios.

Carlos Drummond de Andrade – Mestres da literatura

Autor: Antonieta Cunha

Indicação: 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2), 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)

Tema transversal: Pluralidade Cultural

Formato: 20,50 X 24,00

Número de páginas: 72

 

 

Veja o contexto histórico do Modernismo no Brasil, no Portal Moderna Digital, e saiba mais sobre a primeira e a segunda fase do movimento:

Modernismo – 1ª fase

 

 

 

 

 

 

Modernismo – 2ª fase

 


O movimento dos Caras Pintadas

By | Dicas | 15 Comments

Boa tarde, pessoal.

Em 16 de agosto de 1992, milhões de jovens brasileiros tomaram as ruas das capitais com a cara pintada e vestindo roupas negras, como luto contra a corrupção do governo do então presidente do Brasil, Fernando Collor. Aquele domingo, mais tarde, ficaria conhecido como o “domingo negro” e aqueles grupos de jovens que, apesar de distantes clamavam em mesma voz pela justiça e pelo impeachment de Collor, ficaram conhecidos como Caras Pintadas. O movimento estudantil dos Caras Pintadas teve sua primeira reunião em 29 de maio de 1992. E as manifestações públicas aconteceram entre agosto e setembro daquele ano:

Desde a época das Diretas Já (1982-1984), os estudantes brasileiros estavam bem envolvidos com os processos políticos do nosso país. Neste sentido, é possível citar conquistas como o passe livre nos transportes e o direito da meia-entrada em espetáculos culturais. Os processos políticos no nosso país sempre foram temas de debates. Seja pelas ditaduras que passamos ou pelo início de uma democracia bastante questionável. Em relação a estes questionamentos, Fernando Collor talvez seja o maior exemplo de frustração política e distorção de imagem na nossa história.

Fernando Collor de Mello foi eleito em 1989 e tomou posse em 1990. Durante o processo eleitoral, muitas críticas foram feitas por conta da interferência de grandes organizações privadas.  Com o passar do seu mandado, Collor foi bastante questionado por medidas econômicas adotadas como mudança de moeda, criação de impostos (IOF), aumento de tarifas públicas e redução de incentivos. Todas essas medidas ficaram conhecidas como “Plano Collor”.

Um dos eventos considerados o estopim foi  o chamado confisco da poupança, que obrigou todos os cidadãos brasileiros a emprestarem todo o dinheiro que tivessem em suas poupanças que excedesse os Cr$50.000,00. O governo prometia que devolveria o dinheiro emprestado em um prazo mínimo.

A situação ficou fora de controle depois que Pedro Collor de Mello, irmão de Fernando Collor, apresentou diversos documentos que indicavam roubo de dinheiro público, enriquecimento ilícito, tráfico de influência e corrupção. Em entrevista concedida à revista Veja, Pedro Collor citou seu irmão presidente e Paulo César Farias (PC Farias) como cabeças-chave do esquema. O circo estava armado e as entidades civis do país se reuniram para iniciar o “Movimento pela Ética na Política”.

Leia a entrevista concedida por Pedro Collor à Veja na íntegra, aqui.


Veja também a matéria do Jornal Nacional sobre o impeachment e as manifestações populares:

Woodstock: 42 anos de Paz e Amor

By | Dicas, Moderna Plus | 3 Comments

Boa tarde, pessoal.

Quem gosta de música ou se interessa pela cultura musical do mundo, com certeza, já ouviu o nome da pequena cidade de Woodstock. Não pela cidade em si, mas pelo movimento musical que levou o seu nome e aconteceu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969.

O festival contou com a apresentação de 32 dos maiores nomes da música da época e tornou-se lendário para a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Sexo, drogas e rock’n roll. Esse era o slogan do festival que reuniu cerca de 500 mil pessoas se na fazenda de 600 acres de Max Yasgur, em Bethel.

Sim, apesar de se chamar Woodstock, o festival aconteceu em Bethel, uma cidadezinha a uma hora e meia de distância. O motivo? A insatisfação dos moradores de Woodstock, receosos com a contracultura que o festival prometia.

A verdade é única e universal. Nunca mais um feito musical como aquele será repetido. Mesmo os problemas com comida, limpeza, estacionamento e água, o Festival de Woodstock foi inesquecível aos que participaram e conferiram nomes como Janis Joplin, Jimi Hendrix, The Who, Creedence Clearwater, Santana e outros tantos.

 

A “era aquariana” e a contracultura norte-americana

De acordo com a astrologia, Aquário é o signo da amizade. Por este motivo, a era aquariana é considerada o período de fraternidade e união entre os povos. Este seria um dos motes do evento.  Isso aliado a contracultura instaurada no final dos anos 60 que defendia ideais como o amor livre, protestos anti-guerra e anti-capitalismo, valorização das mulheres no mercado de trabalho, a vida em comunidade, o anarquismo e o uso de drogas.

Aqui, é importante lembrar que dentro deste contexto histórico estão as corridas armamentistas e espaciais entre Estados Unidos e União Soviética que incentivavam a bipolarização do mundo e a Guerra Fria. Um dos eventos que dividiu os norte-americanos foi a Guerra do Vietnã. Desta forma, parte do povo utilizava adesivos favoráveis ao conflito (“Ame-o ou deixe-o”) e outra parte seguia a filosofia hippie da paz e do amor.

Saiba mais

Durante a comemoração dos 40 anos do festival, o jornal O Globo, publicou um hotsite com os detalhes de shows e as filosofias do Woodstock. Para quem se interessa pelo tema e pelos artistas, vale a pena conferir:


No livro de História, da coleção Moderna Plus, você pode conferir materiais interativos sobre o panorama histórico da Guerra do Vietnã, na Parte III > Unidade J> Capítulo 34

Filmes sobre o assunto

Durante todo o festival Woodstock, foi gravado o documentário Woodstock para registrar aquele momento. O filme ganhou um remake em 1970 que organizou os shows e mostra como foi o evento na íntegra. Confira abaixo:

Aconteceu em Woodstock (2009) – EUA

Título Original: Taking Woodstock

Gênero: Comédia

Tempo de Duração: 110 minutos

Direção:  Ang Lee 

Sinopse: É 1969. Quando o hotel dos pais de Elliot é ameaçado de despejo, ele oferece a área para promover um show de rock e arrecadar dinheiro. Ele só não imagina as enormes proporções que o festival de Woodstock terá. Baseado numa história real.


Homenagem ao Dia dos Pais

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Boa tarde a todos

A Editora Moderna parabeniza todos os pais que se preocupam com a educação de filhos e com a formação da personalidade e de caráter deles!

Parabéns pelo seu dia!!!

 

Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um fato inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar.

(Bertrand Russell)

 

É na educação dos filhos que se revelam as virtudes dos pais.

(Coelho Neto)

 

 

Muitos filhos só entenderão que deveriam ter conhecido e amado mais seus pais no dia em que ele fecharem os olhos para sempre.

(Augusto Cury)

 

 

Sábio é o pai que conhece o seu próprio filho.

(William Shakespeare)

 

 

Determine-se a conhecer seus pais… pois nós nunca sabemos quando eles irão de vez.

(Pedro Bial)

 

 

Dia da Televisão

By | Dicas | No Comments

Boa tarde, pessoal.

Quem sou eu?  

Normalmente sou quadrada, mas posso ter outros formatos. Algumas vezes sou alta, outras , posso ser carregada na mão. Não me meça em centímetros, e sim em polegadas.  Posso estar em todos os ambientes da sua casa, mas você também pode me ver no seu celular. Eu costumava ser bem gordinha antigamente, mas ultimamente ando ficando cada vez mais magra. Adivinhou quem sou eu?  Sim, eu sou a televisão.

Brincadeira à parte, hoje é Dia da Televisão.

Apesar de a primeira transmissão televisiva ter acontecido em 26 de fevereiro de 1926, comemoramos o dia do meio de comunicação mais revolucionário do planeta em 11 de agosto por conta do nascimento de Santa Clara de Assis, padroeira da televisão.

Por que Santa Clara de Assis?

A história conta que em 11 de agosto de 1253, um ano antes de sua morte, Santa Clara estava muito doente e por causa disso não pode ir a uma missa realizada na cidade de Assis, na Itália. Dizem que a sua vontade de estar presente na celebração na Igreja de São Francisco era tanta que ela conseguiu ver e ouvir a missa sem sair de sua cama.

Graças a esse acontecimento, o Papa Pio XII proclamou Santa Clara como a padroeira da televisão.

Um breve histórico

As transmissões televisivas pioneiras datam do início do século XX e foram realizadas através de ondas eletromagnéticas enviadas pelas emissoras de televisão. O aparelho televisor como conhecemos foi fruto do trabalho do russo Vladmir Kosma Zworykin, que projetou o que chamamos de iconoscópio e permitiu as transmissões regulares. Foi nessa época que surgiram as principais redes de notícias como a CBS (Columbia Broadcasting System), NBC (National Broadcasting Company) e a BBC (British Broadcasting Corporation).

O modelo em cores passou a funcionar somente a partir de 1954. Já nos anos 70, a televisão se tornou um símbolo da felicidade familiar e alcançou o posto de eletrodoméstico mais vendido do mundo.

A partir de meados dos anos 80, os Estados Unidos lançaram os planos de canais por assinatura com transmissão a cabo, feita em códigos. Esse modelo hoje é um dos mais populares no Brasil pela interatividade com outras mídias como Internet e telefone.

Já nos anos 2000, tivemos a grande chegada da televisão digital que garantiu a melhor qualidade de imagem aos aparelhos, que deixaram de ser feitos em tubos e passaram a ser montados com cristal líquido (LCD), plasma e tela plana.

Segundos dados do IBGE, a venda de computadores já ultrapassou a venda de televisores. Porém, 90% das casas  brasileiras têm obrigatoriamente um televisor.

As emissoras brasileiras

TV Tupi

A TV Tupi foi uma das primeiras emissoras brasileiras de televisão. Conheça mais sobre a história da emissora no documentário abaixo:

TV Record

TV Globo