Educatrix Archives - Editora Moderna

OFICINA DE IDEIAS – Entrega de prêmios

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Boa tarde, amigos modernos.

A segunda edição do Concurso Cultural OFICINA DE IDEIAS foi um sucesso. Tivemos mais de 80 projetos educacionais inscritos que fazem a diferença dentro e fora da comunidade escolar. Na última edição, os trabalhos contemplados mostram que com organização e boa vontade podemos fazer a diferença com os alunos.

Nossa equipe pedagógica de Santa Catarina foi até a EBM Olga Rutzen, em Blumenau, entregar a cesta de livros para a professora Sandra Tais Amorim. O projeto As TICs facilitando o aprendizado: Conhecendo e valorizando nosso Bairro e nossos museus traz uma proposta inovadora de trazer a tecnologia para o dia a dia dos alunos do Ensino Fundamental por meio de atividades lúdicas, sem esquecer da importância de conhecer o local onde eles vivem.

A professora Sandra Tais Amorim (à esquerda) e a professora Rosane Cristina Torres (à direita), responsável pela biblioteca, recebem o prêmio do concurso

 

BRINCANDO COM GAIOLAS

Já a assessora pedagógica da Editora Moderna, Sônia Carvalho, foi ao Parque Estadual dos Três Picos (PETP) conhecer o espaço e entregar o prêmio de primeiro lugar para Antônio Carlos Pestana Rocha. A equipe do PETP foi detaque na seção retrato da revista Educatrix e apresentou seu trabalho com educadores e alunos das escolas da comunidade do entorno para conscientizar a comunidade a respeito da sustentabilidade e da importância da natureza. Clique na imagem e confira as fotos da entrega do prêmio:

Conheça mais sobre o projeto vencedor na nova edição da revista Educatrix:

Está no ar a 5ª edição da EDUCATRIX! Baixe já a sua!

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Amigos modernos, boa tarde.

Novidades fresquinhas para vocês.

A quinta edição da revista Educatrix acaba de sair do forno e chegou recheada de notícias para ajudar você a fazer a diferença na sua escola. Você já pode fazer o downlaod da revista que pensa a educação, aqui. Vale lembrar que é preciso ter cadastro no ISSUU para realizar o cadastro. Confira o tutorial.

Esta edição traz o tempo dentro e fora da escola como foco central e mostra diversas abordagens sobre como as noções de tempo são vistas na educação. A seção POR DENTRO questiona os leitores “Afinal é possível desenhar o tempo?” e propõe metodologias cronológicas para o ensino de várias disciplinas através da construção de linhas do tempo.

A matéria de capa, “É tempo de rever o tempo da escola”, aborda a importância de os professores entenderem o tempo da nova geração de alunos e aprender a inserir formas para quebrar as barreiras. Cada vez mais, o professor precisa se reinventar para obter resultados com seus alunos.

A seção PLENOS SABERES introduz a questão filosófica do tempo e faz uma reflexão a respeito da maneira como controlamos o tempo. Ou seria ele que nos controla? O tempo também está relacionado com a reportagem “Produção de texto e geração: Tudo junto agora e ao mesmo tempo” que contextualiza as diversas abordagens que o professor pode ter para a produção textual com uma geração que não tem tempo a perder.

A revista também convida à discussão de questões importantes do cotidiano escolar como a inclusão de diversas personalidades de alunos e de gestão escolar.

Confira a versão digital na íntegra no Portal da Educatrix:

REVISTA EDUCATRIX

Para quem ainda não conhece a Educatrix, a produção editorial é semestral e a distribuição é feita pela Editora Moderna, especialmente para escolas e professores de todos os segmentos da educação brasileira. Quem preferir, pode baixar a revista gratuitamente em qualquer computador e aproveitar todas as matérias, dicas e sugestões que nossos especialistas prepararam.

Confira também as edições anteriores da Educatrix, clicando aqui.

Os educadores podem acompanhar as novidades, dar opiniões e interagir conosco também pelo Twitter: @euleioEducatrix.

 

Concurso Cultural OFICINA DE IDEIAS – Inscrições prorrogadas até 01/09

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Bom dia, amigos modernos.

Ao longo de sua trajetória de ensino, todo educador desenvolve estratégias próprias para abordar os conteúdos de forma atraente ou otimizar sua gestão educacional. E se o projeto que você montou faturasse uma cesta de livros e ainda ganhasse destaque na próxima edição da revista Educatrix?

A revista Educatrix, publicada pela Editora Moderna, estendeu o prazo de envio para os formulários de inscrição do Concurso Cultural OFICINA DE IDEIAS. O concurso é aberto a educadores e estudantes do ensino superior que estejam intimamente envolvidos com o projeto apresentado. Todos os materiais serão analisados pela nossa comissão julgadora que elegerá o trabalho mais criativo.

A inscrição é gratuita e pode ser feita até o dia 01 de setembro de 2013

Os dois melhores projetos levam uma supercesta com grandes títulos da literatura publicados pelas editoras Moderna, Salamandra e Objetiva. O primeiro lugar também participará de uma reportagem especial na seção Retrato na próxima edição da revista.

Vale lembrar que os trabalhos acadêmicos devem ter sido apresentados a uma banca examinadora e os projetos educacionais devem ter vigência ou ter acontecido há pelo menos um ano.

A regra mais importante é a criatividade!

Como participar?

Para participar é fácil.

Basta fazer o download do Formulário de Inscrição – Oficina de Ideias, preenchê-lo com todos os dados do projeto e enviar para o e-mail educatrix@moderna.com.br. Você receberá uma mensagem de confirmação e já estará participando.

Se quiser enviar vídeos, fotos ou documentos detalhados também pode, mas é IMPRESCINDÍVEL o envio do formulário, formatado de acordo com o regulamento. Os projetos que vierem fora do padrão estabelecido não participarão.

Não esqueça de conferir o regulamento do concurso.

O resultado será divulgado no dia 15 de setembro de 2013.

Compartilhe atitudes e ideias que estejam a favor de uma verdadeira educação de valor.

Protestos se tornam assuntos nas salas de aula brasileiras

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Boa tarde, amigos modernos!

Nas últimas semanas, os noticiários brasileiros trouxeram inúmeras reportagens de manifestações contra a falta de qualidade de serviços públicos, tarifas de transporte, corrupção e outras pautas fundamentais para a sociedade. A maioria das ações, orquestradas pelas redes sociais, levaram multidões às ruas para pedir explicações aos nossos governantes e, principalmente, exercer a cidadania.

A educação é uma das armas para corrigir as imperfeições políticas e os estudantes são fôlego novo para melhorias políticas e econômicas. Muitos desses alunos tiveram a oportunidade de participar de manifestações em suas regiões e agora, mais do que nunca, é preciso que a escola e a família os ajudem a entender o resultado de todo o processo político. Por conta disso, a escola precisa guiar os caminhos e os rumos da cidadania para garantir um futuro melhor.

Na última edição da Educatrix traz uma reportagem sobre Educação Política que pode ajudar os professores a trabalharem esses contextos dentro da sala de aula. Confira:

 

Novas experiências

Vale lembrar que esse será um capítulo da História do Brasil a ser abordado em provas de vestibular. Por esse motivo, algumas escolas já têm instruído seus professores a abrir espaço nas aulas de história, geografia e sociologia para debater o tema e estabelecer argumentos para redações, dissertações e, obviamente, para a vida. Para conhecer algumas dessas iniciativas, nós indicamos a reportagem “Protestos viram tema de aula em escolas de São Paulo, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta semana.

Fonte: Folha de S.Paulo

 

EDUCATRIX: O MUNDO ATRAVÉS DA LEITURA DAS IMAGENS

Por | Dicas, Novidades | Sem comentários

Bom dia, amigos modernos.

Vocês já se perguntaram quantas leituras fazemos todos os dias? Além de reportagens, livros e e-mails, tente se lembrar de alguma mensagem que você absorveu sem fazer esforço algum. Pode ser uma nova placa de trânsito, um anúncio de revista ou uma propaganda. Percebeu? Toda imagem contém uma mensagem que, muitas vezes, pode ser lida apenas com um olhar.

Poluição visual em Nova Iorque

A compreensão de imagens remete imediatamente à semiótica, ciência que estuda os signos – não do horóscopo, mas os “sinais” e como nós os decodificamos. De acordo com diversos estudiosos da disciplina, toda interpretação passa pelos conceitos de significante e significado, em que o primeiro se refere ao objeto em exposição e, o segundo, à imagem acústica que ele projeta, ou seja, ao próprio processo de decodificação da imagem, que é realizado conforme experiência e repertório de quem está vendo.

MAIS QUE MIL PALAVRAS

Nenhuma outra área explorou tão bem o mundo das imagens quando a arte. Na pintura, as formas foram levadas à perfeição por Leonardo Da Vinci e Rembrandt, desconstruídas por Picasso e subvertidas de lógica por Salvador Dali e Escher. Mesmo na música, ao nos depararmos com as canções sinestésicas da Bossa Nova ou repletas de cenas como as músicas da Tropicália, as imagens estão presentes.

“Relatividade”, de M. C. Escher.

No cinema, entre as mais diversas obras, destacamos o documentário Janela da Alma, filme que explora diversas questões relacionadas à visão com uma série de entrevistas com artistas e intelectuais com deficiências visuais que vão da miopia à cegueira. Entre nomes como José Saramago, Hermeto Pascoal e Manoel de Barros, o cineasta Wim Wenders dá um enriquecedor depoimento – veja aqui – sobre a relação das imagens com seus filmes e com sua própria forma de enxergar o mundo.

 

NA SALA DE AULA

A leitura visual é um assunto que tangencia todas as disciplinas, podendo ser abordada de maneiras diferentes e complementares. Os conceitos das matérias de exatas podem servir como base para a interpretação das formas em história da arte, história e geografia. Mesmo em língua portuguesa, as formas assumem papel importante dentro de alguns movimentos literários, como o concretismo.

“Lixo é luxo”, de Augusto de Campos.

É importante que os alunos tenham contato desde cedo com esta visão mais analítica das imagens, uma vez que a escola tem papel fundamental na formação de crianças e jovens. Estimular o aluno a refletir sobre as mensagens a que é exposto faz desenvolver seu senso crítico e tece uma rede de conexões com o mundo, o que contribui com seu crescimento intelectual e maturidade.

A revista Educatrix apresenta uma matéria sobre a importância de se exercitar a leitura visual. Confira:

EDUCATRIX: ETNOMATEMÁTICA – O BICHO DE SETE CABEÇAS É BONZINHO

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Bom dia, amigos modernos.

Vocês saberiam dizer o que há em comum entre um boliche, um supermercado e um simples jogo de dados? À primeira vista, podem parecer ambientes completamente distintos, mas com um pouco de criatividade pedagógica, podem se transformar em ótimas maneiras para se ensinar matemática e fazer com que os alunos encarem a disciplina sem medo.

Essas e muitas outras são atividades fazem parte da etnomatemática, uma interessante metodologia que estimula o desenvolvimento da criatividade, conduzindo a novas formas de relações interculturais. A etnomatemática não é propriamente uma nova disciplina, mas sim uma forma de se abordar a matemática não somente com a utilização da ciências por diferentes grupos ou culturas, como também o conhecimento prévio do aluno, desafiando-o a utilizá-lo para enfrentar situações de seu cotidiano.

Segundo o professor Ubiratan D’Ambrósio, principal idealizador da proposta no Brasil e autor da obra Etnomatemática: uma abordagem inclusiva, “ensinar é preparar o aluno para viver o mundo real, e um dos meios mais importantes para tal é de natureza matemática”. Esta integração do “mundo real” com a sala de aula reforça a importância do diálogo entre as disciplinas como uma forma eficiente de aumentar a retenção e o interesse dos alunos.

AULAS MAIS CRIATIVAS, ALUNOS MAIS INTERESSADOS

A etnomatemática é uma metodologia essencialmente interdisciplinar. O prefixo etno faz referência a contextos culturais e à forma com a qual o conhecimento e a técnica são abordados pelas mais diversas culturas. Sendo assim, é importante que o professor esteja preparado para dialogar com as outras disciplinas para contextualizar sua turma antes de iniciar um exercício.

As atividades de sala de aula são ferramentas importantes para desafiar os alunos a aplicarem conhecimentos teóricos em situações do cotidiano. Assim, desde um simples jogo de cartas ou dados até um supermercado improvisado, em que os alunos se deparam com as operações matemáticas, são cenários que o professor pode utilizar em seu favor, como mostra esta matéria realizada pela UNIVESP TV.

A quarta edição da Revista Educatrix também fala mais sobre a etnomatemática, suas origens, atividades e sugestões de como os professores podem utiliza-la em sala de aula. Confira:

Educatrix: A Língua Inglesa se consolida na sala de aula

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Bom dia, amigos modernos!

Já faz muito tempo que o aprendizado de língua inglesa é tido como uma necessidade. Grande parte do mercado de trabalho exige uma formação minimamente básica no idioma na hora de fazer novas contratações. Mas, agora, não é só a necessidade de conseguir um cargo melhor que torna o estudo do inglês algo imprescindível na formação. A globalização trouxe com ela um mundo onde a língua nativa é o inglês.

Com isso, o idioma não é mais unicamente tido como uma necessidade instrumental, sua predominância no mundo empresarial e em áreas do conhecimento e entretenimento torna a proficiência na língua uma questão de sobrevivência. Se formos, por exemplo, analisar o mundo da internet, podemos perceber que ele é quase absolutamente dominado pelo inglês. Além disso, estima-se que cerca de 90% da produção científica em todo mundo acontece no idioma.

Existem diversos motivos, tanto políticos quanto econômicos, que ascenderam o idioma como o mais falado em todo o mundo. O fato é que, nos dias de hoje, existem mais falantes não nativos da língua inglesa do que nativos.

MAS E NA ESCOLA? COMO ABORDAR A LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA?

Fora da escola, o inglês normalmente é ensinado de modo instrumental e prático. Apesar dessa abordagem ser eficiente, formando pessoas fluentes na língua, ela não traz quase nenhuma bagagem cultural ao falante. Por isso, deve ser descartada no ensino dentro das escolas. Em um ambiente pedagógico, importante é tornar o aprendizado do jovens em algo significativo.

Assim, encontra-se o desafio dos professores de língua estrangeira. Como fazer com que os alunos ganhem essa bagagem significativa durante as aulas de idiomas nas escolas? Uma das saídas é utilizar elementos como as redes sociais, games, filmes e diversos outros tipos de mídia que estão muito presentes do cotidiano dos alunos, mostrando que aprender inglês vai além de estar preparado para o mercado de trabalho.

O infográfico abaixo, desenvolvido pela Kaplan Internacional, fala um pouco mais sobre a utilização de contextos significativos no ensino do idioma:

Infográfico da Kaplan: Como Ensinar Inglês

 

A nova edição Revista Educatrix também traz uma matéria que discorre sobre o assunto. Confira:

Resumindo, o necessário é não tratar Língua Inglesa como só mais uma disciplina cheia de regras. Deve-se pensar nela como fundamental para desenvolver as habilidades necessárias para o cidadão do século 21.

Educatrix: Estudo da cidadania dentro da escola

Por | Material Extra, Novidades | Sem comentários

Boa tarde, amigos modernos!

Muito se fala sobre a necessidade de formar os alunos para que eles se tornem jovens ativos na sociedade. Na teoria, pode até parecer simples ministrar uma disciplina que desenvolva nos jovens essa consciência cívica. Entretanto, o professor precisa vencer uma série de desafios antes de conseguir aplicar esse tema de modo significativo na vida dos alunos. Mas qual é o motivo de tanta dificuldade em ministrar uma aula desse tipo?

Imagine o ano de 1969. O governo brasileiro, ainda vivendo os primeiros anos da ditadura militar, promulga o Decreto-lei que institui a Educação Moral e Cívica como obrigatória no país. O mesmo governo que lidera com totalitarismo passa a exigir o estudo de disciplinas que objetivavam a defesa da democracia. Assim, estudar política dentro das escolas tornou-se um tabu. A abordagem de temas cívicos foi deixada de lado até chegar ao ponto de o aluno não ter mais apoio no desenvolvimento de sua consciência crítica

Mas todo esse cenário pode estar prestes a se transformar. Foi aprovado pelo Senado um projeto que inclui o estudo de cidadania, ética social e política nas escolas – saiba mais aqui. Agora, a intenção é preparar os jovens de modo que se tornem pessoas críticas e capazes de construir o seu próprio pensamento político e, assim, exercerem um papel significativo dentro da sociedade.

 

COMO TRABALHAR A EDUCAÇÃO POLÍTICA?

Ao abordar esse tema, o professor deve se atentar a alguns pontos muito importantes.

Propostas de trabalho sobre cidadania precisam colocar os alunos em condição de igualdade, permitindo que eles expressem livremente suas opiniões. Também é preciso que o professor mantenha o foco das discussões em questões do presente.

O docente encontra na publicação “Educação política: reflexões práticas e democráticas” textos que se aprofunda na questão da educação política dentro das escolas. O material é gratuito e está disponível aqui.

A quarta edição da Revista Educatrix também dedicou um espaço que analisou a fundo esse tema.

O desafio está lançado.
Chegou a hora de transformar os futuros adultos em pessoas que podem tomar atitudes que mudem o cenário social em que vivem.