Educatrix Archives - Editora Moderna

8 maneiras de usar a tecnologia para melhorar as aulas

Por | Dicas | Sem comentários

Utilizar tecnologia na sala de aula pode ser um desafio, principalmente por ser um espaço com alunos totalmente distintos entre si. Paralelo a isso, os professores contam com uma indústria milionária oferecendo aplicativos e ferramentas de tecnologia que prometem mudar a sala de aula.

A verdade é que não existe um aplicativo para mudar a forma de ensinar. Mas, há formas bem interessantes de incorporar a tecnologia na sala de aula.

De acordo com o pesquisador Howard Gardner, responsável pela teoria das múltiplas inteligências, pais e professores devem procurar aplicativos que ajudem as crianças a desenvolver seu próprio senso crítico. Para isso, é preciso saber quem criou a tecnologia, com que finalidade, se ela é flexível e, em até que ponto os dados produzidos serão usados.

Estabelecendo metas educacionais como ponto de partida, professores podem ajudar os alunos a usar tecnologia na aprendizagem. Preparamos oito dicas baseadas em pesquisas e apoiadas pelo bom senso e saber fazer docente:

1 – Mantenha seus objetivos pedagógicos à frente da tecnologia

No começo e no final de cada dia na escola, pergunte-se: qual é o objetivo pedagógico da minha aula? A nova forma de educação permite múltiplas plataformas e valoriza a do conteúdo, quer se trate de música, arte ou matemática. Segundo Punya Mishra, professor de Psicologia da Educação e Tecnologia Educativa da Universidade Estadual de Michigan, “os bons professores são mais do que apenas especialistas; eles são especialistas em ensinar o conteúdo. Pedagogia e conteúdo não podem ser considerados independentemente um do outro; o mesmo vale para a tecnologia e conteúdo.”.

2 – Escolha aplicativos flexíveis

Deixe os alunos surpreendê-lo e a si mesmos. Katie Davis, professora assistente na Universidade de Washington e co-autora do livro The App Generation, com Howard Gardner, sugere o uso de tecnologia como ponto de partida, uma forma de introduzir novas experiências e modos de expressões. Optar por tecnologias flexíveis que permitem aos estudantes fazerem uso de seus próprios conhecimentos e julgamentos é importante. “Os estudantes podem se perguntar ‘O que eu acho sobre isso? Qual direção eu devo seguir? As experiências devem ser abertas e, se possível, não restritas”, diz Davis. Em outras palavras, fuja de templates e aplicativos excessivamente prontos. Deixe as crianças se sentirem confortáveis com as confusões da aprendizagem e da vida.

3 – Não deixe a tecnologia tornar o aprendizado fácil

Use a tecnologia para tirar os alunos de sua zona de conforto. Em vez disso, desafie-os – traga situações que não podem ser resolvidas em poucos cliques. Procure tecnologias de aprendizagem que identifiquem e empurrem os alunos a lidar com suas lacunas cognitivas, aquele espaço entre o que eles já sabem e o que ainda não sabem. Mantenha a aprendizagem desafiadora, mas não impossível. Busque tencologias que questionam para fomentar a curiosidade e a alegria do descobrimento.

4 – Análise os resultados seriamente e peça feedbacks.

Evite softwares educacionais que ofereçam apenas respostas “corretas”ou “erradas”. Segundo Neil Heffernam, professor do Departamento de Ciência da Computação do Instituto Politécnico de Worcester e criador do sistema de ensino ASSISTments, é importante ajudar crianças a avaliarem seu progresso ao longo do tempo. Mais de 100 mil crianças nos Estados Unidos utilizam o sistema e Hefernan destaca como o comportamento na sala de aula muda baseado na tecnologia. “Nós participamos de uma discussão com toda a turma sobre um erro que 51% da sala cometeu. Então, perguntamos: Qual é o erro conceitual comum para a resposta errada? O próximo passo dos estudantes é escrever um comentário na questão dizendo seu erro. Assim, todas as crianças que acessarem esta questão amanhã terão o comentário do colega como um benefício para evitar o erro”, explica Hefernan.

5 – Desconfie da aprendizagem individualizada – por enquanto

Pesquisas sobre o aprendizado individualizados na esfera digital ainda estão em fases preliminares. Para Sidney D’Mello, professor de Psicologia e Ciência da Computaçao da Universidade de Notre Dame, o futuro é promissor. Ele desenvolveu um software que detecta as expressões faciais e as reações de acordo com a confusão, tédio ou desengajamento do aluno. Mas, para essas tecnologias funcionarem individualmente, a cultura da sala de aula precisa mudar. “É necessário estabelecer uma cultura que valoriza a falha e em que a confusão não signifique que você é estúpido”, explica Sidney.

6 - Traga os interesses dos alunos para a sala de aula

Mimi Ito, professora e antropóloga cultural do uso da tecnologia no Instituto de Pesquisas Humanas da Universidade da Califórnia, muitas vezes, vê que os professores tentam enxertar algumas das expressões de mídias sociais Facebook, Instagram e Twitter. “As crianças são resistentes a ter seu espaço de lazer colonizado por adultos. Conectar-se com as práticas direcionadas às crianças por sites de tecnologia educacional pode ser mais eficiente.”

Professores podem ajudar os alunos a identificar suas paixões. Quando há identificação com a atividade, os alunos ficam abertos a novas conexões. “Para os estudantes, pesquisar muito e ficar melhor em algo que seus amigos não é o suficiente para manter a atenção na escola. Quando um adulto – professor, mentor ou os pais – compartilha o interesse e demonstra que aquela atividade é relevante no mundo ou na escola é, de fato, uma transformação profunda.”, explica Ito.

7 - Busque experiências

Procure tecnologias que favoreçam as interações sociais. “Quais são os diálogos abertos por essa tecnologia?”, pergunta Loro Takeuchi, diretora e pesquisadora no Joan Ganz Cooney Center. Considere a noção de “aprendizagem em torno de tecnologia” e tenha em mente que nunca há uma tecnologia perfeita. A maioria dos professores confia em indicações e em sua própria experiência. De acordo com pesquisas realizadas por Takeuchi, 48% das recomendações vêm de outros professores, 41% vem de sua própria experiência, e 31 % dos estudantes.

8 – Compartilhe sua produção

Existe um movimento online para professores compartilharem conteúdos, planos de aula e sua produção professional. Por toda a internet existem sites com recursos educacionais abertos gratuitos e disponíveis para edição. Para Elizabeth Murray, fundadora de uma instituição especializada em educação online e a distância, “há conceitos que são difíceis para os professores ensinarem e difíceis para os alunos aprenderem. Dessa forma, os professores também querem aprender outras formas de ensinar e ajudar outros professores. Muitas vezes falta às escolas a iniciativa de usar a tecnologia educacional para capacitar e inspirar o seu própria corpo docente”, ressalta a pesquisadora.

Fonte: TED

OFICINA DE IDEIAS – Entrega de prêmios

Por | Dicas, Novidades | Sem comentários

Boa tarde, amigos modernos.

A segunda edição do Concurso Cultural OFICINA DE IDEIAS foi um sucesso. Tivemos mais de 80 projetos educacionais inscritos que fazem a diferença dentro e fora da comunidade escolar. Na última edição, os trabalhos contemplados mostram que com organização e boa vontade podemos fazer a diferença com os alunos.

Nossa equipe pedagógica de Santa Catarina foi até a EBM Olga Rutzen, em Blumenau, entregar a cesta de livros para a professora Sandra Tais Amorim. O projeto As TICs facilitando o aprendizado: Conhecendo e valorizando nosso Bairro e nossos museus traz uma proposta inovadora de trazer a tecnologia para o dia a dia dos alunos do Ensino Fundamental por meio de atividades lúdicas, sem esquecer da importância de conhecer o local onde eles vivem.

A professora Sandra Tais Amorim (à esquerda) e a professora Rosane Cristina Torres (à direita), responsável pela biblioteca, recebem o prêmio do concurso

 

BRINCANDO COM GAIOLAS

Já a assessora pedagógica da Editora Moderna, Sônia Carvalho, foi ao Parque Estadual dos Três Picos (PETP) conhecer o espaço e entregar o prêmio de primeiro lugar para Antônio Carlos Pestana Rocha. A equipe do PETP foi detaque na seção retrato da revista Educatrix e apresentou seu trabalho com educadores e alunos das escolas da comunidade do entorno para conscientizar a comunidade a respeito da sustentabilidade e da importância da natureza. Clique na imagem e confira as fotos da entrega do prêmio:

Conheça mais sobre o projeto vencedor na nova edição da revista Educatrix:

Está no ar a 5ª edição da EDUCATRIX! Baixe já a sua!

Por | Novidades | Sem comentários

Amigos modernos, boa tarde.

Novidades fresquinhas para vocês.

A quinta edição da revista Educatrix acaba de sair do forno e chegou recheada de notícias para ajudar você a fazer a diferença na sua escola. Você já pode fazer o downlaod da revista que pensa a educação, aqui. Vale lembrar que é preciso ter cadastro no ISSUU para realizar o cadastro. Confira o tutorial.

Esta edição traz o tempo dentro e fora da escola como foco central e mostra diversas abordagens sobre como as noções de tempo são vistas na educação. A seção POR DENTRO questiona os leitores “Afinal é possível desenhar o tempo?” e propõe metodologias cronológicas para o ensino de várias disciplinas através da construção de linhas do tempo.

A matéria de capa, “É tempo de rever o tempo da escola”, aborda a importância de os professores entenderem o tempo da nova geração de alunos e aprender a inserir formas para quebrar as barreiras. Cada vez mais, o professor precisa se reinventar para obter resultados com seus alunos.

A seção PLENOS SABERES introduz a questão filosófica do tempo e faz uma reflexão a respeito da maneira como controlamos o tempo. Ou seria ele que nos controla? O tempo também está relacionado com a reportagem “Produção de texto e geração: Tudo junto agora e ao mesmo tempo” que contextualiza as diversas abordagens que o professor pode ter para a produção textual com uma geração que não tem tempo a perder.

A revista também convida à discussão de questões importantes do cotidiano escolar como a inclusão de diversas personalidades de alunos e de gestão escolar.

Confira a versão digital na íntegra no Portal da Educatrix:

REVISTA EDUCATRIX

Para quem ainda não conhece a Educatrix, a produção editorial é semestral e a distribuição é feita pela Editora Moderna, especialmente para escolas e professores de todos os segmentos da educação brasileira. Quem preferir, pode baixar a revista gratuitamente em qualquer computador e aproveitar todas as matérias, dicas e sugestões que nossos especialistas prepararam.

Confira também as edições anteriores da Educatrix, clicando aqui.

Os educadores podem acompanhar as novidades, dar opiniões e interagir conosco também pelo Twitter: @euleioEducatrix.

 

Concurso Cultural OFICINA DE IDEIAS – Inscrições prorrogadas até 01/09

Por | Dicas, Novidades | Sem comentários

Bom dia, amigos modernos.

Ao longo de sua trajetória de ensino, todo educador desenvolve estratégias próprias para abordar os conteúdos de forma atraente ou otimizar sua gestão educacional. E se o projeto que você montou faturasse uma cesta de livros e ainda ganhasse destaque na próxima edição da revista Educatrix?

A revista Educatrix, publicada pela Editora Moderna, estendeu o prazo de envio para os formulários de inscrição do Concurso Cultural OFICINA DE IDEIAS. O concurso é aberto a educadores e estudantes do ensino superior que estejam intimamente envolvidos com o projeto apresentado. Todos os materiais serão analisados pela nossa comissão julgadora que elegerá o trabalho mais criativo.

A inscrição é gratuita e pode ser feita até o dia 01 de setembro de 2013

Os dois melhores projetos levam uma supercesta com grandes títulos da literatura publicados pelas editoras Moderna, Salamandra e Objetiva. O primeiro lugar também participará de uma reportagem especial na seção Retrato na próxima edição da revista.

Vale lembrar que os trabalhos acadêmicos devem ter sido apresentados a uma banca examinadora e os projetos educacionais devem ter vigência ou ter acontecido há pelo menos um ano.

A regra mais importante é a criatividade!

Como participar?

Para participar é fácil.

Basta fazer o download do Formulário de Inscrição – Oficina de Ideias, preenchê-lo com todos os dados do projeto e enviar para o e-mail educatrix@moderna.com.br. Você receberá uma mensagem de confirmação e já estará participando.

Se quiser enviar vídeos, fotos ou documentos detalhados também pode, mas é IMPRESCINDÍVEL o envio do formulário, formatado de acordo com o regulamento. Os projetos que vierem fora do padrão estabelecido não participarão.

Não esqueça de conferir o regulamento do concurso.

O resultado será divulgado no dia 15 de setembro de 2013.

Compartilhe atitudes e ideias que estejam a favor de uma verdadeira educação de valor.

Protestos se tornam assuntos nas salas de aula brasileiras

Por | Dicas, Geral | 2 Comentários

Boa tarde, amigos modernos!

Nas últimas semanas, os noticiários brasileiros trouxeram inúmeras reportagens de manifestações contra a falta de qualidade de serviços públicos, tarifas de transporte, corrupção e outras pautas fundamentais para a sociedade. A maioria das ações, orquestradas pelas redes sociais, levaram multidões às ruas para pedir explicações aos nossos governantes e, principalmente, exercer a cidadania.

A educação é uma das armas para corrigir as imperfeições políticas e os estudantes são fôlego novo para melhorias políticas e econômicas. Muitos desses alunos tiveram a oportunidade de participar de manifestações em suas regiões e agora, mais do que nunca, é preciso que a escola e a família os ajudem a entender o resultado de todo o processo político. Por conta disso, a escola precisa guiar os caminhos e os rumos da cidadania para garantir um futuro melhor.

Na última edição da Educatrix traz uma reportagem sobre Educação Política que pode ajudar os professores a trabalharem esses contextos dentro da sala de aula. Confira:

 

Novas experiências

Vale lembrar que esse será um capítulo da História do Brasil a ser abordado em provas de vestibular. Por esse motivo, algumas escolas já têm instruído seus professores a abrir espaço nas aulas de história, geografia e sociologia para debater o tema e estabelecer argumentos para redações, dissertações e, obviamente, para a vida. Para conhecer algumas dessas iniciativas, nós indicamos a reportagem “Protestos viram tema de aula em escolas de São Paulo, publicada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta semana.

Fonte: Folha de S.Paulo

 

EDUCATRIX: O MUNDO ATRAVÉS DA LEITURA DAS IMAGENS

Por | Dicas, Novidades | Sem comentários

Bom dia, amigos modernos.

Vocês já se perguntaram quantas leituras fazemos todos os dias? Além de reportagens, livros e e-mails, tente se lembrar de alguma mensagem que você absorveu sem fazer esforço algum. Pode ser uma nova placa de trânsito, um anúncio de revista ou uma propaganda. Percebeu? Toda imagem contém uma mensagem que, muitas vezes, pode ser lida apenas com um olhar.

Poluição visual em Nova Iorque

A compreensão de imagens remete imediatamente à semiótica, ciência que estuda os signos – não do horóscopo, mas os “sinais” e como nós os decodificamos. De acordo com diversos estudiosos da disciplina, toda interpretação passa pelos conceitos de significante e significado, em que o primeiro se refere ao objeto em exposição e, o segundo, à imagem acústica que ele projeta, ou seja, ao próprio processo de decodificação da imagem, que é realizado conforme experiência e repertório de quem está vendo.

MAIS QUE MIL PALAVRAS

Nenhuma outra área explorou tão bem o mundo das imagens quando a arte. Na pintura, as formas foram levadas à perfeição por Leonardo Da Vinci e Rembrandt, desconstruídas por Picasso e subvertidas de lógica por Salvador Dali e Escher. Mesmo na música, ao nos depararmos com as canções sinestésicas da Bossa Nova ou repletas de cenas como as músicas da Tropicália, as imagens estão presentes.

“Relatividade”, de M. C. Escher.

No cinema, entre as mais diversas obras, destacamos o documentário Janela da Alma, filme que explora diversas questões relacionadas à visão com uma série de entrevistas com artistas e intelectuais com deficiências visuais que vão da miopia à cegueira. Entre nomes como José Saramago, Hermeto Pascoal e Manoel de Barros, o cineasta Wim Wenders dá um enriquecedor depoimento – veja aqui – sobre a relação das imagens com seus filmes e com sua própria forma de enxergar o mundo.

 

NA SALA DE AULA

A leitura visual é um assunto que tangencia todas as disciplinas, podendo ser abordada de maneiras diferentes e complementares. Os conceitos das matérias de exatas podem servir como base para a interpretação das formas em história da arte, história e geografia. Mesmo em língua portuguesa, as formas assumem papel importante dentro de alguns movimentos literários, como o concretismo.

“Lixo é luxo”, de Augusto de Campos.

É importante que os alunos tenham contato desde cedo com esta visão mais analítica das imagens, uma vez que a escola tem papel fundamental na formação de crianças e jovens. Estimular o aluno a refletir sobre as mensagens a que é exposto faz desenvolver seu senso crítico e tece uma rede de conexões com o mundo, o que contribui com seu crescimento intelectual e maturidade.

A revista Educatrix apresenta uma matéria sobre a importância de se exercitar a leitura visual. Confira:

EDUCATRIX: ETNOMATEMÁTICA – O BICHO DE SETE CABEÇAS É BONZINHO

Por | Dicas, Novidades | Sem comentários

Bom dia, amigos modernos.

Vocês saberiam dizer o que há em comum entre um boliche, um supermercado e um simples jogo de dados? À primeira vista, podem parecer ambientes completamente distintos, mas com um pouco de criatividade pedagógica, podem se transformar em ótimas maneiras para se ensinar matemática e fazer com que os alunos encarem a disciplina sem medo.

Essas e muitas outras são atividades fazem parte da etnomatemática, uma interessante metodologia que estimula o desenvolvimento da criatividade, conduzindo a novas formas de relações interculturais. A etnomatemática não é propriamente uma nova disciplina, mas sim uma forma de se abordar a matemática não somente com a utilização da ciências por diferentes grupos ou culturas, como também o conhecimento prévio do aluno, desafiando-o a utilizá-lo para enfrentar situações de seu cotidiano.

Segundo o professor Ubiratan D’Ambrósio, principal idealizador da proposta no Brasil e autor da obra Etnomatemática: uma abordagem inclusiva, “ensinar é preparar o aluno para viver o mundo real, e um dos meios mais importantes para tal é de natureza matemática”. Esta integração do “mundo real” com a sala de aula reforça a importância do diálogo entre as disciplinas como uma forma eficiente de aumentar a retenção e o interesse dos alunos.

AULAS MAIS CRIATIVAS, ALUNOS MAIS INTERESSADOS

A etnomatemática é uma metodologia essencialmente interdisciplinar. O prefixo etno faz referência a contextos culturais e à forma com a qual o conhecimento e a técnica são abordados pelas mais diversas culturas. Sendo assim, é importante que o professor esteja preparado para dialogar com as outras disciplinas para contextualizar sua turma antes de iniciar um exercício.

As atividades de sala de aula são ferramentas importantes para desafiar os alunos a aplicarem conhecimentos teóricos em situações do cotidiano. Assim, desde um simples jogo de cartas ou dados até um supermercado improvisado, em que os alunos se deparam com as operações matemáticas, são cenários que o professor pode utilizar em seu favor, como mostra esta matéria realizada pela UNIVESP TV.

A quarta edição da Revista Educatrix também fala mais sobre a etnomatemática, suas origens, atividades e sugestões de como os professores podem utiliza-la em sala de aula. Confira:

Educatrix: A Língua Inglesa se consolida na sala de aula

Por | Dicas, Material Extra, Novidades | Sem comentários

Bom dia, amigos modernos!

Já faz muito tempo que o aprendizado de língua inglesa é tido como uma necessidade. Grande parte do mercado de trabalho exige uma formação minimamente básica no idioma na hora de fazer novas contratações. Mas, agora, não é só a necessidade de conseguir um cargo melhor que torna o estudo do inglês algo imprescindível na formação. A globalização trouxe com ela um mundo onde a língua nativa é o inglês.

Com isso, o idioma não é mais unicamente tido como uma necessidade instrumental, sua predominância no mundo empresarial e em áreas do conhecimento e entretenimento torna a proficiência na língua uma questão de sobrevivência. Se formos, por exemplo, analisar o mundo da internet, podemos perceber que ele é quase absolutamente dominado pelo inglês. Além disso, estima-se que cerca de 90% da produção científica em todo mundo acontece no idioma.

Existem diversos motivos, tanto políticos quanto econômicos, que ascenderam o idioma como o mais falado em todo o mundo. O fato é que, nos dias de hoje, existem mais falantes não nativos da língua inglesa do que nativos.

MAS E NA ESCOLA? COMO ABORDAR A LÍNGUA INGLESA NA SALA DE AULA?

Fora da escola, o inglês normalmente é ensinado de modo instrumental e prático. Apesar dessa abordagem ser eficiente, formando pessoas fluentes na língua, ela não traz quase nenhuma bagagem cultural ao falante. Por isso, deve ser descartada no ensino dentro das escolas. Em um ambiente pedagógico, importante é tornar o aprendizado do jovens em algo significativo.

Assim, encontra-se o desafio dos professores de língua estrangeira. Como fazer com que os alunos ganhem essa bagagem significativa durante as aulas de idiomas nas escolas? Uma das saídas é utilizar elementos como as redes sociais, games, filmes e diversos outros tipos de mídia que estão muito presentes do cotidiano dos alunos, mostrando que aprender inglês vai além de estar preparado para o mercado de trabalho.

O infográfico abaixo, desenvolvido pela Kaplan Internacional, fala um pouco mais sobre a utilização de contextos significativos no ensino do idioma:

Infográfico da Kaplan: Como Ensinar Inglês

 

A nova edição Revista Educatrix também traz uma matéria que discorre sobre o assunto. Confira:

Resumindo, o necessário é não tratar Língua Inglesa como só mais uma disciplina cheia de regras. Deve-se pensar nela como fundamental para desenvolver as habilidades necessárias para o cidadão do século 21.