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As facetas de William Shakespeare

Por | Dicas, Moderna Plus | Sem comentários

William Shakespeare é unanimidade quando se fala em literatura. É um gênio reconhecido que traz consigo uma série de lendas e de mitos sobre quem teria sido na realidade. Mas isso não prejudica em nada sua imagem perante os leitores de todas as gerações. Afinal, todo o gênio está envolto em mitos jamais desvendados.

O que se sabe é que Willian Shakespeare nasceu em abril de 1564, mas não se sabe com precisão a data de seu nascimento, somente que foi entre os dias 21 e 23. Alguns críticos preferem assumir o dia 26 de abril, sua data de batismo, como comemoração. Curiosamente, o escritor pode ter falecido no dia de seu aniversário de 52 anos, em 23 de abril de 1616. Aqui está outra curiosidade. Shakespeare faleceu no mesmo dia que Miguel de Cervantes, autor espanhol de Dom Quixote, outro grande gênio da literatura mundial.

Que tal conhecer mais?

A vida de Shakespeare

Retirado do site A Caricatura do Brasil

William Shakespeare foi o terceiro filho do casal Mary e John que vivia na pequena cidade de Stratford-Upon-Avon, na Inglaterra . Teve uma infância abastada, mas sua família não era rica. Seu pai, um fabricante de tintas, bolsas e luvas de couro, teve problemas financeiros e acabou falindo quando William completou 12 anos. Para ajudar a família, ele começa a trabalhar em pequenos cargos.

Mesmo com as dificuldades que passou, a família e William sempre incentivou a educação e os hábitos de leitura. Assim, desde menino, Shakespeare esteve rodeado de grandes obras de sua época e de autores clássicos, que foram fundamentais na sua formação de poeta e dramaturgo.

Casou-se aos 18 anos com a jovem Anne Hathaway, oito anos mais velha que ele, e teve três filhos com ela: Susanna e os gêmeos Judith e Hamnet, que morreu aos 11 anos. Nessa época, ele já escrevia algumas peças teatrais que fazia sucesso em sua cidade. Para tentar melhores oportunidades, a família Shakespeare parte para Londres para tentar a sorte. Lá, o autor inglês conseguiria obter o sucesso necessário que o tornaria imortal.

Em 1592, com menos de 30 anos, Shakespeare já tinha o seu talento reconhecido no teatro, tendo redigido pelo menos duas peças: “A Comédia dos Erros” e “A Megera Domada“. O seu prestígio aumentou ainda mais em 1594, quando começou a trabalhar para a companhia de teatro “The Lord Chamberlain’s Men“.

Estilo e contexto

Existem algumas observações a serem feitas quando falamos das obras de Shakespeare. A primeira delas é o contexto histórico do escritor. Shakespeare viveu durante a chamada era elizabetana, em que artistas eram bastante valorizados pela realeza. Assim, os poemas e peças dele caíram no gosto das classes mais altas.

Outro ponto importante é observar a composição dos personagens shakespearianos. A maioria deles está inserida em situações comuns aos ingleses. Além disso, as personalidades chamavam a atenção, pois iam desde reis enlouquecidos pelo poder, até a história de amores proibidos. Outros ainda habitavam mundos fantásticos e traziam à tona grandes nomes da história Antiga.

Shakespeare usou como ninguém a linguagem para explorar personalidades complexas, criar climas variados e controlar enredos estonteantes, recheados de identidades marcantes e misteriosas.

 

As facetas Shakespearianas

Shakespeare é o maior escritor da língua inglesa.

É o maior tesouro literário da Inglaterra.

Talvez seja também o maior escritor de todos os tempos.

 A gratidão é o único tesouro dos humildes.

(William Shakespeare)

Independente do que você já tenha ouvido falar sobre as obras de Shakespeare, o autor inglês foi detentor de uma habilidade única no manuseio da linguagem. Ele dominava vocabulários e linguagens consideradas extremamente acessíveis e que atingiam o âmago de seus leitores em cheio.

Para facilitar o estudo de suas obras, os estudiosos dividem sua produção em três partes, relacionadas ao estilo e formato empregados por Shakespeare. A primeira fase, entre 1590 e 1602, revela um autor de comédias alegres, dramas históricos e tragédias renascentistas. A segunda parte de suas obras é definida pelas tragédias grandiosas e comédias amargas e são consideradas suas obras-primas (Antônio e Cleópatra, Júlio César, Hamlet, Rei Lear, Macbeth e Otelo). Essa fase perdura até 1610. A última fase da produção shakespeariana – que vai até a sua morte – é definida pelas peças com finais conciliatórios. Sua última peça foi Henrique VIII, escrita em 1613.

Todas as graças da mente e do coração se escapam quando o propósito não é firme.

(William Shakespeare)

O material conhecido de Shakespeare foi realizado em 25 anos (1590-1616). Ao todo, foram 13 comédias (Muito Barulho por Nada, Sonhos de uma Noite de Verão), 13 peças históricas (Henrique V, Ricardo III), 6 tragédias, 4 tragicomédias, 154 sonetos e  três poemas longos. Apesar de ter morrido há mais de cinco séculos, Shakespeare ainda é um dos dramaturgos mais encenados no mundo.

 

Saiba mais

Os adotantes da coleção Moderna Plus de Literatura contam com um vídeo explicativo da obra Romeu e Julieta, escrita por William Shakespeare:

 

 

A minissérie Som & Fúria, produzida em 2009 pela Rede Globo conta os bastidores de uma companhia de teatro que está preparando encenações de peças shakespearianas. O diretor do folhetim foi Fenando Meirelles e a co-direção ficou por conta de Katia Lund. Vale a pena conferir:

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19 de abril: Dia do Índio

Por | Eventos | Um comentário

Bom dia, amigos modernos!

Vamos começar o dia celebrando uma das culturas que formaram a personalidade brasileira. Em 19 de abril, comemoramos o Dia do Índio. Nessa data, enaltecemos a importância dos hábitos e costumes do povo indígena e voltamos nossos olhos à conscientização da preservação dessa cultura tão rica.

A data de 19 de abril foi instituída em 1940, quando foi realizado o I Congresso Indígena da América Latina, no México. O principal objetivo da reunião é manter viva a cultura indígena em toda a América, criando regras e normas que assegurem a qualidade de vida desses povos, que ainda sofrem com a discriminação do homem branco.

 

 

Atualmente, o nosso país abriga 230 povos indígenas, falantes de cerca de 180 línguas. Cada tribo tem sua identidade própria, tem seu próprio jeito de se pintar, de se vestir e de se organizar. Hoje, a cultura indígena deve ser ensinada em todas as escolas brasileiras, conforme a Lei 1.645/08. Aliás, isso é tema de bastante discussões acerca de quem deveria ensinar a cultura indígena, visto que a maioria dos educadores aprende superficialmente os modos de vida dos índios. Assim, aprendemos na escola estereótipos sobre os índios. Nessa data, seria interessante imaginarmos como trabalhar com os alunos. Documentários, fotos, músicas e a vasta literatura de contos que muitos autores fazem sobre os índios.

Saiba mais

Conheça algumas obras da Editora Moderna que foram pensadas para aproximar a cultura indígena das salas de aula:

Antologia de contos indígenas de ensinamento

Tempo de histórias

Série Lendo e Relendo

Autor: Daniel Munduruku

Faixa etária: A partir de 15 anos

Trabalho interdisciplinar: Português

Assunto: Contos indígenas, EJA, Índios brasileiros

Tema transversal: Pluralidade Cultural, Ética

Número de páginas: 72

 

 

 

 

Virando gente grande – Rituais indígenas de passagem

Coleção Desafios

Autor: Benedito Prezia

Área: Não Ficção

Formato: 20,50 X 24,00

Número de páginas: 64

 

 

 Arte indígena

Autor: Hildegard Feist

Trabalho interdisciplinar: Arte, História

Indicação: 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2), 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)

Área: Arte

Tema transversal: Pluralidade Cultural

Número de páginas: 32

 

Índio vivo

Coleção Viramundo

Autor: Julieta de Godoy Ladeira

Ilustração: Dave Santana

Faixa etária: A partir de 08 anos

Trabalho interdisciplinar: Arte, Geografia, Português

Indicação: 3º Ano (EF1), 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1)

Assunto: Costumes indígenas, Direitos dos índios, Missões e catequese, Uma homenagem aos povos indígenas, Viagem dos navegantes

Tema transversal: Pluralidade Cultural, Ética

Número de páginas: 72

 

 

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Mao Tsé-Tung e a Revolução Cultural Chinesa

Por | Dicas | 3 Comentários

Boa tarde, pessoal.

Hoje, vamos falar sobre um episódio marcante da história da República Popular da China. Em 18 de abril de 1966, Mao Tsé-Tung deu início à Revolução Cultural Chinesa, um período de transformações políticas e sociais que durou 10 anos e mudou concepções e formas de pensar do povo chinês.

Mao Tsé-Tung assumiu o governo em 1949, quando o Partido Comunista Chinês assumiu o controle. Todavia, o sistema comunista implantado tomou rumos diferentes daqueles em quem Tsé-Tung acreditava. Enquanto a população chinesa passava fome e vivia em condições difíceis, os chefes de governo sustentavam diversas mordomias. Insatisfeito, Mao passa a instigar o poder dos estudantes contra a burocracia e a corrupção do Partido Comunista.

O movimento e a repercussão com os jovens

Em 1958, a China iniciou um plano de governo conhecido como O Grande Salto Adiante. O objetivo principal era estruturar a produção agrária do país através de um sistema cooperativo e organizar a produção industrial. Apesar de ser bastante atraente, o plano se mostrou ineficiente, principalmente por conta do rompimento da China com a União Soviética, em 1957.

As consequências do fracasso foram sentidas diretamente pela população chinesa que sofreu com o desemprego, a fome e a desorganização do sistema. Isso fez com que partidários de Mao Tse-Tung passassem a ter ideias de tirar o poder governamental de suas mãos e deixá-lo somente como uma figura decorativa no poder. Quando Mao percebeu o golpe, ele começa a difamar seus inimigos e declarar a plenos pulmões a necessidade de promover uma limpeza geral nos quadros políticos, econômicos e ideológicos da China.

Assim, em 18 de abril de 1966, Mao anuncia formalmente durante uma reunião do Comitê Central do Partido Comunista Chinês (PCC), a chamada Revolução Cultural. O movimento apresentava quatro objetivos principais:

Para atingir seus objetivos, Mao Tsé-Tung passa a encorajar a criação de comitês revolucionários – bases da Guarda Vermelha-, compostos pelas forças militares, camponesas, partidários e governamentais. Os comitês serviriam de escudo para Mao, eliminando sua oposição política. Além de manter o fervor revolucionário e um estado constante de luta e superação, a revolução pretendia tornar cada unidade econômica chinesa, como fábricas e fazendas, tornando-as bases para a reconstrução do comunismo e para o processo de coletivização.

Outra característica importante da Revolução Cultural Chinesa foi a tentativa de acabar com o confucionismo, uma corrente cujas ideias eram baseadas na filosofia de Confúcio e que, por milênios, influenciara o povo chinês. Tudo isso, sem dúvida, ampliou a popularidade de Mao Tse-Tung, que seguiu no poder até 1976, quando faleceu.

Em 1977, com a ascensão de Deng Xiaoping, a Revolução Cultural Chinesa foi declarada oficialmente encerrada.

 

Saiba mais

Como sugestão para complementar o post, indicamos o filme “Adeus minha concubina”, que tem como pano de fundo os bastidos da Revolução Cultural Chinesa e a influência de Mao Tsé-Tung e o Partido Comunista Chinês:

Outro filme interessante sobre esse assunto é o Tempos de Viver, utilizado para demonstrar a evolução do comunismo na China desde a ascensão de Mao, até a década de 80.

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Planejar 2012 – Santa Maria/RS

Por | Eventos, Planejar 2012 | Sem comentários

O Colégio Coração de Maria, em Santa Maria (RS), abriu as portas para o Planejar 2012 no último dia 12 de abril. Na ocasião, 150 educadores do estado puderam conhecer mais sobre a Editora Moderna e participaram da palestra de Nevio Faccin (Mestre em Ciências da Educação), Nathália Lemos (Especialista em Informática na Educação) e Rosa Maria Mandracio (Assessora Pedagógica da Editora Moderna) sobre Planejamento Interativo: a prática e as novas mídias.

A contribuição dos presentes foi fundamental para tornar o momento produtivo e inesquecível. Juntos, a equipe da Editora Moderna e os educadores puderam pensar os novos passos da educação no Brasil e traçar planos de aulas interessantes para os nossos alunos.

Agradecimentos especiais à direção e coordenação do Colégio Coração de Maria que nos recebeu de forma tão carinhosa e a todos os presentes.

 

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Marco Antonio Moreira no Colégio Rio Branco em Campinas

Por | Dicas, Eventos | Sem comentários

Bom dia, amigos modernos.

No último dia 11 de abril, a equipe pedagógica da Editora Moderna preparou um evento especial para a comemoração dos 149 anos do Colégio Rio Branco, em Campinas. A editora proporcionou aos educadores um encontro com o Professor Dr. Marco A. Moreira (www.marcoantoniomoreira.com.br), um dos maiores nomes da educação no Brasil da atualidade.

Especialista em Teorias de Aprendizagem, Marco Antônio Moreira deu uma palestra aos educadores sobre a Teoria da Aprendizagem Significativa e os conceitos de David Ausebel sobre o assunto. Além disso, a palestra estimulou análises críticas e uma visão ampla das tendências educacionais no Brasil.

Obrigada ao Prof. Dr. Marco Antônio Moreira pela oportunidade.

Agradecemos também à diretoria e coordenação do Colégio Rio Branco de Campinas por toda a atenção dada a nossa equipe. Parabéns pelos 149 anos!

 

Saiba mais

Para quem quiser conhecer mais sobre a Teoria da Aprendizagem Significativa, de David Ausebel, vale a pena conferir a reportagem da Revista Educatrix sobre o assunto:

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Café Moderna - Belo Horizonte MG - imagem destacada

Café Moderna – Belo Horizonte/MG

Por | Dicas, Eventos | Sem comentários

Está encerrado o ciclo do Café Moderna.

A equipe pedagógica da Editora Moderna em Minas Gerais realizou o último evento no Colégio Batista Getsêmani, em Belo Horizonte. O encontro aconteceu no dia 12 de abril e contou com a participação de seis educadores do Ensino Fundamental I da escola. Na ocasião, a assessora pedagógica Daniella Lopes apresentou os 8 eixos pedagógicos que norteiam a produção didática da Editora Moderna e entregou um exemplar da revista Educatrix para cada participante.

A equipe docente falou sobre a experiência com os livros do Projeto Buriti de Geografia, História e Ciências, adotados pela escola. Os participantes ressaltaram os resultados dos programas de atividades dos livros e dos objetos instrucionais que motivam os alunos e os ajudam a pensar sobre os temas, estimulando a aprendizagem significativa.

A contribuição das professoras foi fundamental para o sucesso do evento. A Editora Moderna agradece pela participação e presença de todos e, em especial, à coordenadora Cláudia Lúcia Reis de Sá Andrade, que abriu as portas do colégio para receber a nossa equipe.

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Planejar 2012 – Belo Horizonte / MG

Por | Eventos, Planejar 2012 | Sem comentários

O último evento do ciclo Planejar 2012 aconteceu em 11 de abril, no colégio Frei Orlando – Unidade 1, em Belo Horizonte (MG). O encontro contou com a presença de 15 participantes entre educadores do Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio. Os convidados assistiram à palestra da assessora pedagógica da Editora Moderna, Daniella Lopes, sobre Planejamento Interativo – a aula e suas mídias. Daniella abordou aspectos importantes do uso de recursos didáticos para tornar as aulas mais interessantes aos alunos e mais proveitosas aos professores.

Os participantes conferiram também vídeos relacionados aos temas abordados e debateram as melhores práticas para a formação dos alunos. Sem dúvida, a valiosa contribuição dos presentes enriqueceu o momento e tornou as atividades mais descontraídas.

Agradecemos a contribuição de todos, especialmente às coordenadoras do colégio, Renata Teodoro Maia e Cátia Carvalho Simões Aroeira, e à diretora Alvânia de Paula Lana Goulart pela receptividade e atenção.

Dia-Mundial-do-Parkinson

Dia Mundial do Parkinson

Por | Dicas | Sem comentários

Boa tarde, amigos!

No dia 11 de abril, cidades em todo o planeta fazem ações de conscientização sobre a Doença de Parkinson. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, cerca de 1% da população mundial com mais de 65 anos apresenta a doença. Dessa forma, mais de quatro milhões de pessoas são afetadas e, no Brasil, estima-se que esse número chegue a 200 mil pessoas com mais 60 anos.

A data faz referência ao nascimento do médico inglês James Parkinson, responsável por realizar o primeiro descritivo da doença, em 1817. A Doença de Parkinson – ou Mal de Parkinson – é degenerativa e causada pela deterioração progressiva de neurônios secretores de dopamina, responsável pela condução de correntes nervosas e, logo, pelo movimento muscular. A causa ainda não é conhecida e os sintomas característicos da doença são lentidão nos movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, alterações na fala e na escrita e os típicos tremores nos membros.

Apesar dos avanços médicos, como a causa da doença ainda não foi determinada, não existe cura. Vale lembrar que o Mal de Parkinson é crônico e progressivo, ou seja, vai piorando conforme o tempo passa. Porém não é contagiosa e tão pouco fatal. Com o tratamento adequado, é possível ter os sintomas amenizados.

Assim como outras doenças degenerativas, como o Alzeihmer, por exemplo, não existe exames específicos para o diagnóstico da doença, nem para a sua prevenção. O diagnóstico é realizado com base na história clinicado paciente e em exames neurológicos comuns.

Ao contrário do que muitos pensam, o Parkinson pode atingir pessoas mais jovens, mas a grande maioria apresenta os primeiros sintomas após os 50 anos de idade. O tratamento médico é realizado com remédios, cirurgias e terapias complementares como fisioterapia, a fonoaudiologia, a psicologia, terapia nutricional e ocupacional.

 

Saiba mais

O filme Tempo de Despertar, de 1990, traz à tona a história real de  Oliver Sacks, que serviu de base para a criação do personagem principal, Malcolm Sayer. Sayer, interpretado por Robin Williams é um neurologista que conseguiu emprego em um hospital psiquiátrico. Lá ele encontra vários pacientes que aparentemente estão catatônicos, mas Sayer sente que eles estão só “adormecidos” e que se forem medicados da maneira certa poderão ser despertados. Assim, pesquisa bem o assunto e chega à conclusão de que a L-DOPA, uma nova droga que já estava sendo usada para pacientes com o Mal de Parkinson, deve ser o medicamento ideal para este casos. No entanto, ao levar o assunto para o diretor, ele autoriza que apenas um paciente seja submetido ao tratamento. Imediatamente Sayer escolhe Leonard Lowe (Robert De Niro), que há décadas estava “adormecido”. Gradualmente Lowe se recupera e isto encoraja Sayer em administrar L-DOPA nos outros pacientes, sob sua supervisão. Logo os pacientes mostram sinais de melhora e também mostram-se ansiosos em recuperar o tempo perdido. Mas, infelizmente, Lowe começa a apresentar estranhos e perigosos efeitos colaterais.

 

Separamos também alguns materiais e alguns sites que podem ajudar a instruir os interessados no tema:

Site da Associação Brasil Parkinson – http://www.parkinson.org.br/firefox/index.html

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