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Planejar 2013 – Colégio Reação

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Boa tarde, amigos modernos

“O Colégio Reação teve a oportunidade de fazer parte do evento PLANEJAR 2013 com a assessora pedagógica Cássia Oliveira. Professores de todos os segmentos participaram de um debate sobre o planejamento na era digital dando ênfase na contextualização e suas particularidades.”

Planejar 2013 – Catalão (GO)

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Bom dia, amigos modernos!

O Planejar 2013 – Plano de aula na era digital: a tecnologia a favor da educação em Catalão/GO, aconteceu no Colégio Nossa Senhora Mãe de Deus e contou com a participação dos professores da Educação Infantil e Fundamental I. Ao todo, 27 educadores enriqueceram o encontro e compartilharam novas ideias e práticas para a vivência tecnológica na escola. O evento atingiu os objetivos esperados, foi um momento muito significativo, com troca de experiências e sobretudo um momento de repensar e se abir a novas possibilidades no que se refere ao uso da tecnologia no ambiente escolar.

Toda a equipe pedagógica da Editora Moderna em Goiás agradece a presença, a disponibilidade e a contribuição dos presentes e se coloca à disposição para quaisquer dúvidas.

Confira algumas imagens:

Planejar 2013 – Teresina (PI)

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Bom dia, amigos modernos!

No último dia 15 de janeiro, a equipe pedagógica da Editora Moderna no Piauí, realizou o PLANEJAR 2013. O encontro, que aconteceu em Teresina, contou com a participação de professores de todos os segmentos. O debate contribuiu para levantar questões importantes sobre os desafios no planejamento de aulas com a utilização de recursos digitais, permeando o letramento digital do professor, a gestão de sala de aula e a participação do aluno no processo. Na ocasião, os professores adotantes puderam também “navegar” entre os mais diversos recursos tecnológicos oferecidos pela Editora Moderna para facilitar o planejamento do professor.

A Editora Moderna agradece a participação de todos e a rica contribuição dos docentes ao debate. Confira algumas imagens do evento:

A educação nas redes sociais

By | Aulas/Explicações, Dicas | 4 Comments

Boa tarde, amigos modernos.

A sociedade do século XXI está conectada. Ou melhor, é conectada. Carregamos nossos pais, amigos, familiares e conhecidos no bolso pelo celular, ou nos nossos tablets e aparatos com conexão à Internet; nós nos divertimos com um jogo; compartilhamos imagens e damos opiniões sobre os nossos programas favoritos a qualquer hora.

É inegável o poder das redes sociais de atrair pessoas, independentemente da classe social ou da faixa etária. Assim, a escola precisa voltar seus olhos a essas plataformas, contextualizando sua importância dentro do ambiente escolar. É impossível ignorar o Facebook, o Twitter, o Instagram e tantas outras redes em que estamos inseridos.

 “Se não pode com o inimigo, junte-se a ele”

Durante muito tempo, as mídias digitais foram vistas com resistência pelos educadores. Com a popularização da internet, o panorama mudou e uma gama de novas ideias e oportunidades surgiu para a educação de nossas crianças. Hoje, as escolas enxergam as mídias sociais como grandes fontes de comunicação, que ultrapassam as quatro paredes da sala de aula e abrem um mundo a ser explorado. Facebook, Twitter, Youtube, Google Plus e tantas outras plataformas já conquistaram seu espaço dentro dos muros das escolas e provaram ser ótimas como formas de se trabalhar linguagens e formatos diferentes em um mundo digital.

O primeiro ponto importante para esse processo foi entender que os alunos, principalmente a partir do Fundamental II, já estão inseridos nas redes sociais. Uma das barreiras a ser transpassada é a resistência dos próprios alunos em misturar o lugar onde se divertem com a escola. Por outro lado, a familiaridade com a ferramenta facilita a interação entre eles e o trabalho em equipe.

Não basta ter uma boa ideia. É preciso justificar aos pais as atividades que serão realizadas nas redes sociais a fim de evitar comentários como: “não pago escola para meu filho ficar no Facebook”. Assim, é fundamental que o projeto pedagógico da escola seja bastante esclarecido com os pais e responsáveis.

Como usar as redes sociais na sala de aula

Antes de sair fazendo conexões na escola e instalando uma rede wi-fi, a coordenação pedagógica precisa garantir que o professor saiba lidar com as redes sociais. Assim, vale a pena investir em uma consultoria de redes sociais ou em pequenos cursos que expliquem a importância das redes sociais. Os professores precisam comprar a ideia para que o trabalho pedagógico funcione.

Monte um grupo de estudos com o Hangout do Google + ou Twitcam

A ideia de montar um grupo de estudos e de troca de informações é uma ótima saída. Os professores podem incentivar um grupo para a Turma de alunos em que ocorra debates e outras atividades como chats.

O professor pode elaborar uma videoconferência com a turma para revisar o conteúdos antes de uma prova difícil ou explicar um trabalho.

Crie Eventos e Estimule o uso do Twitter

Interaja com as plataformas, monte eventos de estudos, provas, atividades ou trabalhos em grupo. É uma ótima forma também de indicar eventos, viagens, peças de teatro e outras atividades culturais aos alunos. O Twitter é uma ótima ferramenta para as aulas de Redação. A limitação de caracteres ajuda os alunos a ampliar o vocabulário, procurando formas de passar suas ideias no espaço.

Disponibilize conteúdos extras

Indique materiais complementares como vídeos no Youtube, filmes e documentários. Vale lembrar a importância de explicar como esses materiais devem ser observados pelos alunos. A indicação é também um estímulo ao aprendizado da busca por informações. Se antes procurava-se referências em bibliotecas, hoje, os alunos têm o Google à disposição e deve aprender a selecionar as fontes de informação.

Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais
Os conteúdos obrigatórios – como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina – não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). “Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu”, alerta Betina.

A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial.

Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma.

Saiba mais

Selecionamos alguns sites que podem ajudar os professores nessa árdua tarefa de estimular a interação:

Edmodo

edmodo

Educopédia

Educopedia

Primavera Árabe

By | Aulas/Explicações | 2 Comments

Boa tarde, amigos modernos.

A expressão Primavera árabe faz referência a uma série de protestos que ainda ocorrem no chamado “mundo árabe”, compreendendo basicamente os países que compartilham a língua árabe e a religião islâmica, apesar de etnicamente diversos.

As causas já estavam de certo modo presentes, e o descontentamento em vários países era já latente, pela comum falta de emprego e oportunidades para as gerações mais jovens, além da repressão política e a concentração de poder e riqueza na mão de poucos. Assim, já ocorria mobilização por parte de vários grupos, mostrando que este não era um fenômeno novo na região, e, contrário à visão que predominava na mídia ocidental, os envolvidos nos protestos não tinham qualquer influência fundamentalista religiosa, nem haviam absorvido as ideias anti-ocidente promovidas por grupos terroristas como a Al Qaeda.

Entende-se, porém, que o episódio catalisador de toda a recente onda de protestos seja a autoimolação do vendedor de rua tunisiano Mohamed Bouazizi, que ateou fogo ao próprio corpo em 17 de dezembro de 2010 em protesto contra humilhações causadas pelas autoridades locais que confiscaram os bens que usava para trabalhar. Seu funeral reuniu mais de 5000 pessoas e logo causaram a queda do ditador tunisiano Ben Ali.

Logo após iniciam-se protestos em países vizinhos, em especial o Egito, onde, multidões se reúnem na praça Tahrir (palavra árabe que significa “liberdade”), no Cairo, e em várias outras praças nas restantes cidades egípcias, acampando em protesto contra outro dirigente há décadas no poder: Hosni Mubarak. Assim como seu colega tunisiano, o egípcio mantinha o poder atrás de um regime forte, apoiado diretamente pelos militares locais, que se concentravam em reprimir a população. Após meses de protestos e completa paralisação do país, Mubarak renuncia em favor de um governo de transição, apoiado pelos mesmos militares. Os protestos continuam ainda hoje, para que os militares deixem de interferir no governo, e ao que parece, isto está próximo de acontecer.

Em fevereiro, o movimento toma corpo na Líbia, onde Muamar Gadafi exercia o poder com mão de ferro desde 1969. Determinado a não abrir mão do poder ou ao menos fazer concessões em seu corrupto e opressivo regime, Gadafi reprime com violências as manifestações, matando milhares de civis, dando origem a uma guerra civil. Isto causa a reprovação internacional ao seu regime, drenando toda a sua credibilidade, o que causa a intervenção da OTAN. Com o apoio desta, os rebeldes líbios passam a conquistar o território e irão capturar e/ou matar a maioria dos chefes do regime deposto, inclusive Gadafi e três de seus filhos.

No Iêmen, o presidente Ali Abdullah Saleh, no poder há quase 30 anos, após meses de fortes protestos, incluindo um atentado que o levou a deixar o país para tratamento temporariamente, cedeu, a 23 de novembro, concordando em entregar o cargo a seu vice, Abdu-Rabbo Mansur al-Hadi em 30 dias.

Na Síria, assim como na Líbia, os protestos estão sendo reprimidos violentamente, pelo presidente do país, Bashar Al-Assad. Isso causou o desligamento da Síria da Liga Árabe, pois os países daquela organização reprovam a violência utilizada pelo governo, além das manifestações veementes de ONU, União Europeia e Estados Unidos para que o presidente sírio deixe o cargo. Até o momento, Assad, este mesmo filho e sucessor de outro ditador sírio, Hafez, ainda se sustenta no poder, porém, sua situação vai ficando delicada, ante a continuação dos protestos.

Além destes países, Bahrein, Iraque, Argélia, Marrocos, Jordânia, Kuwait e Líbano enfrentam protestos de dimensões importantes, sendo que muitos destes governos já efetuaram mudanças em suas agendas pressionadas pelos protestos populares.

Fonte:  Brasil Escola

Saiba mais

Para saber mais sobre o contexto histórico da Primavera Árabe, nós indicamos o especial produzido pela TV Cultura:

Planejar 2013 – João Pessoa

By | Planejar 2013 | No Comments

Bom dia, amigos modernos.

No último dia 09, a equipe pedagógica da Editora Moderna na Paraíba, deu início às atividades do Planejar 2013.  Durante o encontro, os professores adotantes de obras da Editora Moderna puderam conhecer melhor os recursos tecnológicos dos materiais pedagógicos e organizar o trabalho deste ano letivo. Sem dúvida, o Planejar 2013, em João Pessoa, foi muito importante para os educadores, que participaram ativamente das palestras sob o tema PLANO DE AULA NA ERA DIGITAL: A tecnologia a favor da educação.

Toda a equipe Moderna de João Pessoa agradece a presença de todos os professores e deseja que 2013 seja  repleto de muito sucesso dentro e fora da sala de aula.

Confira as fotos: