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Projeto Presente: autores debatem a educação híbrida

Por | Eventos | Sem comentários

No último dia 11 de abril, a Editora Moderna realizou mais um encontro especial entre professores de escolas particulares do estado de São Paulo e os autores do Projeto Presente. Cerca de 250 educadores de instituições de ensino da capital e do interior de São Paulo participaram do evento e trocaram experiências de vivência na sala de aula.

Durante o encontro, os educadores compartilharam ideias e metodologias sobre a escola híbrida e acompanharam a palestra Diferentes formas de ensinar e aprender: a educação híbrida em foco, ministrada por Lilian Bacich, autora do livro de Ciências. Na segunda parte do evento, os professores conversaram diretamente com os autores da coleção sobre como colocar em prática estratégias para o uso das tencologias digitais, sempre levando em conta o uso fo livo didatico como norteador do conhecimento.

Clique na foto abaixo e confira tudo o que rolou no evento:

Projeto Presente - São Paulo 2015

Educação financeira vai muito além do dinheiro

Por | Dicas, Educação Financeira, Novidades | Sem comentários

No post da semana passada, conversamos sobre a origem e o significado de educação financeira de acordo com o contexto brasileiro. Hoje, vou aprofundar essa conversa para revelar um pouco mais do potencial deste tema em sala de aula.os.

Imagine um iceberg, aquele imenso bloco de gelo que flutua em oceanos onde as temperaturas são muito baixas. Quando alguém vê um iceberg olhando da superfície, enxerga apenas uma pequena parte dele. A parte maior está submersa e pode chegar a centenas de metros de profundidade. Bem, mas o que isso tem a ver com educação financeira? Tudo!

Quando olhamos para nossas entradas e saídas de dinheiro, nossas planilhas e contas, é como se estivéssemos vendo apenas a ponta do iceberg, ou seja, a parte visível aos nossos olhos. Muitos autores e livros de educação financeira cuidam apenas desta parte. Analisam as contas, os números e trazem dicas para equilibrar os dois lados da equação (entradas – saídas = 0) ou para torná-la positiva (entradas – saídas > 0).

Esta forma de olhar educação financeira tem seu valor, mas a meu ver é um pouco superficial. Se fosse tão simples, bastaria entender de matemática e números para ser uma pessoa financeiramente saudável, certo? Não haveria um só estatístico, economista, bancário ou professor de matemática endividado… e sabemos que eles existem.

Andy de Santis é autora do livro Lições de Valor e parceira do blog para o tema Educação Financeira

Para entender nosso comportamento financeiro, precisamos aprofundar um pouco mais a visão e reconhecer que o dinheiro é uma forma concreta de representar nossas escolhas e preferências. Todos os dias fazemos escolhas, algumas mais simples, outras mais complexas. Decidimos o que comer, o que vestir, onde morar, com quem viver, onde estudar ou trabalhar. Todas essas escolhas deixam um rastro: nosso extrato bancário. Sim, porque o dinheiro vem geralmente do trabalho que escolhemos, passa pelas nossas mãos (ou contas bancárias) e segue seu destino para pagar pelas experiências que escolhemos para dar significado às nossas vidas. Olhar para o dinheiro então é uma forma de revelar essas escolhas.

E como fazemos nossas escolhas? Algumas são profundamente pensadas, ponderadas e avaliadas com base no que precisamos, valorizamos e planejamos, ou seja nossas necessidades, valores e sonhos. Outras seguem desejos, impulsos e podem servir a valores alheios, da propaganda ou da sociedade. Será que nossas escolhas revelam que somos mais impulsivos ou planejados? Estamos escolhendo a partir de nossos valores ou dos outros? Olhe agora para sua planilha financeira e você verá muito mais do que apenas números e contas.

Lições de Valor: Educação Financeira escolar

Se você pretende trabalhar com educação financeira em sala de aula, lembre-se de que o tema vai muito além do dinheiro. No livro “Lições de Valor – Educação financeira escolar”, lançado pela Editora Moderna para alunos do Ensino Fundamental II, abordamos as escolhas, os valores, os sonhos, as influências da mídia e muitas outras questões que envolvem a relação dos jovens e suas famílias com o dinheiro, o trabalho e o consumo. Temas profundos, mas abordados de uma forma leve e lúdica.

Eu sou Andyara de Santis Outeiro, autora do livro e estou aqui para dialogar com você sobre os conteúdos da obra e trazer dicas sobre educação financeira para aplicar na escola e na vida. Aproveite o espaço, traga seus dilemas, dúvidas e experiências. Vamos aprender juntos?

Você já pensou em publicar seu artigo sobre EJA?

Por | Dicas, Geral, Novidades | Sem comentários

A revista Educatrix está em busca de produções, estudos e pesquisas realizados por profissionais da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Esta é uma oportunidade para publicar seu artigo acadêmico ou experiência profissional em uma revista especial, de circulação nacional e distribuição gratuita em milhares de instituições educacionais públicas.

O escolhido estará na mesma edição com artigo de capa escrito por Moacir Gadotti, uma das maiores referências na EJA!

Envie seu artigo

Quem pode participar?

Profissionais que estejam em atividade na área de Educação de Jovens e Adultos: educadores em geral e pesquisadores.

Qual o tamanho do artigo?

Os artigos devem ter entre 14 e 20 mil caracteres (com espaço) e devem ser enviados em formato Word. Se o texto for acompanhado de imagens, elas precisarão ter cessão de uso.

Quais são os critérios para seleção?

Abrimos nossas páginas para compartilhar projetos educacionais, casos de gestão, pesquisas e artigos acadêmicos que reflitam sobre o panorama atual, propondo estratégias para modificar o dia a dia da EJA, relatando experiências regionais bem-sucedidas.

Qual o prazo de envio?

Os textos devem ser enviados para a análise da equipe editorial pelo e-mail educatrix@moderna.com.br até 01 de maio de 2015.

Orientações gerais

A equipe editorial selecionará 1(um) artigo dentre os enviados. Por ser uma revista de distribuição gratuita, a participação na revista não será remunerada. O participante receberá 10 edições impressas da publicação e terá seu artigo compartilhado em âmbito nacional.

Venha fazer parte deste movimento pela melhoria da educação no Brasil!

Afinal, o que é Educação Financeira?

Por | Educação Financeira | 4 Comentários

No último post, citamos 5 razões para a escola adotar a educação financeira como tema a ser trabalhado em sala de aula. Esperamos que os argumentos tenham lhe ajudado a refletir ou, quem sabe até, convencido você a inserir o assunto em sua prática pedagógica ou na escola de seus filhos.

No entanto, para garantir que a inserção deste tema seja adequada, é fundamental entender a sua origem e significado. Afinal, dinheiro é um assunto relevante e delicado que merece muito cuidado ao ser tratado em sala de aula.

Não faz muito tempo que o tema Educação Financeira começou a ser discutido no Brasil. Antes de 1994, convivíamos com altos índices de inflação e pacotes governamentais que tornavam a situação econômica do país bastante instável. Era impossível planejar a longo prazo e muito arriscado orientar pessoas em suas decisões econômicas. Após o Plano Real, a moeda foi estabilizada e a sociedade brasileira começou a entender melhor o valor do dinheiro, assim ficou mais fácil comparar preços, financiar produtos e planejar conquistas de longo prazo.

Andy de Santis é autora do livro Lições de Valor e parceira do blog para o tema Educação Financeira

Até o fim dos anos 1990, o assunto educação financeira concentrava-se nas “dicas de investimento” dos especialistas em produtos do mercado financeiro, ensinando pessoas que já tinham recursos disponíveis para investir a preservar ou multiplicar esses recursos. Com a melhora da situação econômica a partir de 1999, alguns fatores foram importantes para impulsionar a prática da educação financeira no Brasil: o controle da inflação, o aumento da bancarização e o maior acesso ao crédito.

Nos anos 2000, uma avalanche de obras de autores dedicados a orientar pessoas para aprimorar a gestão de seu patrimônio e suas finanças pessoais invadiu o mercado brasileiro, como o best-seller “Pai rico pai pobre”, dos autores americanos Robert T. Kiyosak e Sharon Lechter, “Seu futuro financeiro” de Louis Frankenberg e “Casais inteligentes enriquecem juntos” de Gustavo Cerbasi. Mas somente em 2010, o assunto foi elevado a política pública com a promulgação do decreto que instituiu a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) como política de estado que dá diretrizes para a inclusão do tema na educação de crianças, jovens e adultos.

Para a ENEF, Educação Financeira é um processo que colabora com os indivíduos a entender melhor conceitos e produtos financeiros; desenvolver valores e competências para entender riscos e oportunidades de cada decisão financeira; fazer escolhas bem informados; e agir para melhorar seu bem estar hoje e no futuro.

Entre as diretrizes para incluir o tema nas escolas, destacamos três:

#1 Conectar a educação financeira à dimensão espacial:

Significa que crianças e jovens devem ser estimulados a refletir sobre o impacto das suas ações individuais sobre as sociais, e vice-versa, congregando os níveis individual, local, regional, nacional e global. Ampliar essa consciência permite educar a criança para a cidadania, a ética e a responsabilidade no ato de consumir e poupar.

#2 Conectar a educação financeira à dimensão temporal:

Significa estimular a criança e o jovem a compreender as inter-relações do tempo nas decisões tomadas. Os espaços são atravessados por essa dimensão conectando passado, presente e futuro para ensinar a criança a planejar a curto, médio e longo prazos, desenvolver a cultura da prevenção e possibilitar o questionamento sobre sua condição atual.

#3 Inserir o tema de forma interdisciplinar e transversal

Significa que a Educação Financeira não precisa ser uma disciplina à parte, mas pode e deve ser integrada a outros temas como Meio Ambiente, Trabalho e Consumo e Educação Fiscal. É um tema que oferece oportunidades de aplicação prática a disciplinas essenciais do currículo como matemática, geografia, ciências e filosofia.

Lições de Valor: Educação Financeira escolar

O livro “Lições de Valor – Educação financeira escolar”, lançado pela Editora Moderna para alunos do Ensino Fundamental II foi totalmente desenvolvido a partir das diretrizes da ENEF e conta com 12 unidades para estimular o jovem a refletir e tomar decisões que tragam mais qualidade de vida a si e sua família em harmonia com a sociedade e o ambiente em que vivem, hoje e no futuro.

Eu sou Andyara de Santis Outeiro, autora do livro e estou aqui para dialogar com você sobre os conteúdos da obra e trazer dicas sobre educação financeira para aplicar na escola e na vida. Aproveite o espaço, traga seus dilemas, dúvidas e experiências. Vamos aprender juntos?

Por que dialogar sobre educação financeira na escola?

Por | Sem Categoria | 7 Comentários

A inserção de novos conteúdos e disciplinas em sala de aula merece uma avaliação muito cuidadosa a respeito de sua relevância no contexto da sociedade. Acolher todos os assuntos “da moda” pode trazer riscos à escola que deseja manter a sua qualidade de ensino nos temas essenciais.

Por este motivo, vale a pena refletir sobre as razões que uma escola teria para adotar a educação financeira como problemática a ser discutida em sala de aula. Citamos 5 motivos para você discutir e avaliar com sua escola.

#1 – Tem relevância social

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor em 2014 publicada pela CNC, mais de 60% das famílias brasileiras estão endividadas. Deste total, 19,4% atrasam os pagamentos, enquanto 6,3% estão inadimplentes, ou seja, não tem condições de cumprir com seus compromissos financeiros. Este é portanto, um tema presente na vida das famílias dos alunos, professores e funcionários das escolas e que afeta toda a comunidade escolar. Por esta relevância, o assunto entrou na agenda da educação básica e do ensino médio por meio da promulgação do decreto que instituiu Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) como política de estado que dá diretrizes para a inclusão do tema na educação de crianças, jovens e adultos.

Andy de Santis é autora do livro Lições de Valor e parceira do blog para o tema Educação Financeira

#2 – Pode acelerar mudanças

O espaço da escola é precioso para despertar a consciência de crianças e adultos sobre assuntos novos, cuja disseminação de forma ampla pode beneficiar a toda a sociedade. Temas como ética, meio ambiente e diversidade, ao serem aplicados em sala de aula, vem gerando verdadeiras revoluções no cotidiano de alunos, pais e professores, contribuindo para desenvolver atitudes alinhadas com as demandas do século XXI. A educação financeira é um tema no qual somos todos aprendizes e a escola pode acelerar a conscientização dos alunos motivando a transformação dos adultos ao seu redor.

#3 – Contribui para o consumo consciente e a sustentabilidade

Educação financeira não trata apenas de números e planilhas de controle das finanças. Fala sobre tomar decisões de consumo, planejar o futuro e considerar os impactos de cada escolha para o bolso, a sociedade e o planeta. Ao propor ao jovem a reflexão sobre as seis perguntas do consumo consciente, seus sonhos e projetos de vida, a distinção entre desejos e necessidades, entre outras questões, o tema contribui para a construção de uma sociedade mais consciente e sustentável.

#4 – Está na boca do jovem

Dinheiro é um assunto que atrai e gera interesse, faz parte do cotidiano do jovem, especialmente a partir do Fundamental II quando as famílias começam a “liberar” recursos financeiros a ele frequentemente em forma de mesadas, semanadas ou ocasionalmente em datas especiais. Discutir situações concretas envolvendo dinheiro contribui para despertar a atenção dos alunos a diferentes disciplinas do currículo e a atividades complementares em turno extra.

#5 – Contribui para preparar o jovem a viver no século XXI

Para aprender a lidar melhor com suas escolhas de consumo e o uso do dinheiro, o aluno precisará desenvolver a disciplina, a persistência, a responsabilidade, o planejamento, o questionamento e o controle da impulsividade, entre outros hábitos necessários à preparação do jovem para atuar na sociedade do século XXI.

Pensando em tudo isso, lançamos o livro “Lições de Valor – Educação financeira escolar”, que estimula o envolvimento da família nas atividades propostas e a participação protagonista do aluno. Uma das 12 unidades do livro, por exemplo, propõe aos estudantes planejar financeiramente a feira da semana e refletir sobre os consumos de água e luz dentro de casa. Estimular este hábito pode resultar em escolhas que garantam mais qualidade de vida a esses jovens, assim como em economia no orçamento da família, fomentando, ainda, uma relação responsável entre consumo e sustentabilidade.

Eu sou Andyara de Santis Outeiro, autora do livro e a partir de agora irei dialogar neste espaço com você sobre os conteúdos da obra e trazer dicas sobre educação financeira para aplicar na escola e na vida. Aproveite o espaço, traga seus dilemas, dúvidas e experiências. Vamos aprender juntos?

Michael Faraday: o senhor da eletricidade

Por | Dicas | Sem comentários

Michael Faraday nasceu em 22 de setembro de 1791, em Londres, na Inglaterra e foi um dos maiores cientistas experimentais de todos os tempos. Suas contribuições à ciência vão desde as criações do motor elétrico, do gerador elétrico, do transformador e do dínamo até as leis da eletrólise e o efeito Faraday. Assuntos bastante comentados nas aulas de Física e Química.

Primeiros passos para a comodidade

Pare para pensar em algo simples: você passaria uma semana sem usar nenhum equipamento que usa eletricidade? Imagine como seria ficar sem utilizar computadores, celulares, televisão, ventilador, forno micro-ondas, lâmpadas e diversos outros equipamentos que facilitam em muito a nossa vida. Missão nada fácil, não é mesmo?

De onde vem a eletricidade?

A resposta mais simples é: dos experimentos do autodidata inglês Michael Faraday. Vindo de uma família pobre, Michael Faraday teve formação educacional deficiente e ficou órfão de pai em 1809. Como sua família – mãe e dois irmãos – vivia em função do salário de James Faraday, seu pai, o jovem Michael precisou começar a trabalhar. Aos 13 anos, Faraday só tinha noções básicas de leitura, escrita e matemática. Seu primeiro emprego foi em uma encadernadora, ajudando na distribuição de jornais e nas encadernações de uma livraria. O amplo contato que tinha com os livros, que lia quando autorizado, despertou seu interesse pelas ciências e o ajudou a conquistar mais clientes na livraria.

O químico Humphrey Davy teve papel fundamental na vida de Michael Faraday. Foi como assistente de Davy que, aos 22 anos, Faraday, iniciou sua carreira científica. Além de viajar por toda a Europa com Davy, Faraday pôde conhecer o trabalho de diversos físicos e químicos da época como Alessandro Volta e Joseph Gay-Lussac. Como assistente de laboratório aprendeu a conduzir experimentos e fazer análises qualitativas.

Após um tempo começou a obter destaque como experimentador e colaborou muito nos experimentos do laboratório de Davy. Aprendeu conceitos de observação científica e fez diversos estudos sobre a difusão de gases e liquefação, principalmente do cloro. Toda essa habilidade em experimentos o ajudou no desenvolvimento das leis básicas da eletrólise. Com a aposentadoria de seu mentor do laboratório tornou-se responsável por este e continuou seus trabalhos na área de eletricidade, muito mais em uma questão química do que física.

Michael Faraday: contribuições científicas

Os experimentos de Faraday trataram de diversas áreas do conhecimento químico e físico, tendo a eletricidade como grande figura. Faradey foi o responsável por notar as diversas formas de eletricidade conhecidas na época. Em uma citação do próprio Faraday temos:

"Os vários aspectos sob os quais as formas da matéria se manifestam têm uma origem comum. Em outras palavras, são tão diretamente relacionadas e naturalmente dependentes, que são conversíveis como tais entre si, possuindo uma equivalência de potência em todas as suas ações"

− Michael Faraday

Em vários experimentos de seus experimentos, o cientista inglês construiu as bases do que conhecemos hoje como eletroquímica. Ao lado de William Whewell estabeleceu a nomenclatura utilizada neste ramo da disciplina. Assim, os créditos de nomes como cátodo, ânodo, íons etc podem ser dados a ele.

Os movimentos relativos de ímãs e cabos condutores de eletricidade foram outros temas de suma importância estudados por Faraday. Nesse sentido, alguns segredos da natureza como a geração de forças magnéticas por correntes elétricas e por  movimentos de imãs próximos a cabos de eletricidade foram desvendados pelo inglês.

Sabendo da existência dessa relação entre imãs e eletricidade, Faraday desenvolveu muitas experiências que exploravam essa capacidade e desenvolveu as primeiras bobinas de geração de eletricidade – principal forma de geração de eletricidade utilizada em usinas de energia.

Além das primeiras bobinas, Faraday começou a desenvolver uma espécie de motor, ou seja, um equipamento onde ele transformava a eletricidade em energia mecânica, mais especificamente uma rotação de discos metálicos.

Conta-se que certa vez, um primeiro-ministro inglês foi ao laboratório de Faraday conhecer os equipamentos de eletricidade do cientista e o questionou qual seria a funcionalidade de seus gerados. Na ocasião, Michael Faraday lhe respondeu:

“Não sei, mas aposto que algum dia seu governo vai colocar um imposto sobre ele.”

E ele estava certo. Hoje, somos quase incapazes de viver sem os equipamentos que vieram a surgir usando as técnicas básicas que Faraday desenvolveu.

Como foi proposto no começo do texto, alguém ainda quer tentar o desafio?

Evento do Projeto Presente aborda Avaliação Formativa em Salvador

Por | Eventos | Sem comentários

No dia 8 de novembro, a equipe pedagógica da Editora Moderna na Bahia realizou um encontro com 55 professores do Ensino Fundamental I. O evento contou com a palestra “Avaliação Formativa”, ministrada por Ocimar Munhoz Alavarse, e com a apresentação do Projeto Presente.

A Editora Moderna agradece a todos os educadores pela atenção dispensada à nossa equipe e pela rica contribuição com opiniões e trocas pedagógicas.

Confira as imagens do evento:

Eventos 2015: Editora Moderna encerra o ciclo em Salvador (BA)

Por | Eventos, Lançamento Araribá Plus | Sem comentários

A equipe pedagógica da Editora Moderna na Bahia realizou o último encontro do ciclo de eventos 2015 no dia 08 de novembro. Professores de São Paulo assistiram à palestra “Nossos alunos e as competências socioemocionais“, ministrada por Maria del Carmem G. Chude, que abordou o uso pedagógico dos hábitos da mente e mostrou como inserir no dia a dia escolar atitudes transformadoras que preparam os alunos para a vida em sociedade.

Durante o encontro, os participantes puderam debater o perfil do novo professor e compartilhar experiências dentro da sala de aula. A equipe pedagógica apresentou a nova edição do Projeto Araribá Plus, mostrando com exemplos como aplicar o conteúdo da palestra na escola. Ao final, foi realizado sorteio de kits de prêmios.

A contribuição das professoras foi fundamental para o sucesso do evento. A Editora Moderna agradece pela participação e presença e a rica contribuição de todos .

Eventos 2015: Salvador – Fotos

Clique na foto abaixo e confira tudo o que rolou no evento em Salvador

Entenda os Hábitos da Mente

Os chamados Hábitos da mente são comportamentos inteligentes que nos permitem lidar com um mundo complexo e em constante mudança. São um conjunto de disposições e atributos utilizados por pessoas capazes de resolver problemas, de tomar decisões conscientes e de pensar de forma criativa e inovadora.