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Tendências e desafios em educação financeira de crianças e jovens do Brasil e do mundo

Por | Educação Financeira | 8 Comentários

No início de dezembro, tive a oportunidade de participar da 3ª Conferência Educação Financeira e Comportamento do Investidor e do Seminário de Educação Financeira para crianças e jovens. Nesses eventos, especialistas brasileiros e internacionais discutiram as tendências e os desafios ligados a educação financeira ao redor do mundo. Compartilho agora com você os tópicos que mais chamaram a minha atenção e que nos ajudam a entender o contexto do tema.

Os principais desafios globais ligados à educação financeira apresentados foram:

Longevidade – muito se falou sobre o aumento da longevidade das populações ao redor do mundo e os esforços dos países para ampliar o hábito de poupar a longo prazo para garantir bem-estar e qualidade de vida depois da aposentadoria, reduzindo a dependência das pessoas pelas previdências sociais, sucateadas em praticamente todas as economias do planeta.

Andy de Santis é autora do livro Lições de Valor e parceira do blog para o tema Educação Financeira

Analfabetismo financeiro – Annamaria Lusardi, do Centro Global de Excelência em Letramento Financeiro (GFLEC), apresentou estudos mundiais sobre o nível de alfabetização financeira das populações. Uma delas, a S&P Global Financial Literacy Survey, apontou que dois em cada três adultos no mundo são analfabetos financeiros. No mapa abaixo, é possível notar as variações entres os diferentes países, dentre eles o Brasil que atualmente apresenta um índice de alfabetização financeira próximo à média mundial.

Figura 1 - Letramento financeiro ao redor do mundo. Fonte: GFLEC

Considerando que saber lidar com dinheiro e crédito é uma habilidade essencial para que os cidadãos estejam aptos a participar do século XXI, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicou em 2012 uma seção de educação financeira no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). A pesquisa, intitulada Estudantes e Dinheiro, avaliou o nível de alfabetização financeira de crianças e jovens. Os principais achados também foram apresentados pela palestrante, mostrando que apenas 1 em cada 7 estudantes de 15 ou 16 anos de idade é capaz de realizar operações simples e cotidianas relativas a finanças, como entender detalhes de uma fatura ou calcular o preço de um quilo de alimento no supermercado.

Públicos mais vulneráveis: Vários palestrantes mencionaram que há diferenças significativas no letramento financeiro das populações e alguns grupos são considerados mais vulneráveis que outros, tais como os jovens, as mulheres, as pessoas de baixa renda e escolaridade e os idosos. Crises econômicas, inflação e mudanças abruptas no cenário afetam esses grupos com mais severidade, por isso é fundamental investir esforços em sua educação financeira.

Para superar esses desafios, foram apontadas algumas tendências:

QUANTO MAIS CEDO COMEÇAR, MELHOR!

Investir em educação financeira desde os anos iniciais da formação educacional básica pode formar hábitos financeiros saudáveis durante a vida adulta. Várias nações já atuam nessa direção com programas governamentais específicos. No Brasil, a Estratégia Nacional de Educação Financeira oferece diretrizes para desenvolver programas e materiais do tema dirigidos a todas as faixas etárias e de renda.

IR ALÉM DOS MUROS DA ESCOLA

A educação financeira não precisa nem deve estar restrita às salas de aula. É preciso inserir o tema nos locais de trabalho, nas comunidades, nas bibliotecas, museus e outras instituições públicas e privadas. Em 2013, foi lançada a Federação Internacional dos Museus Financeiros, com a missão de reunir e integrar iniciativas do tema no mundo todo. No Brasil, o Museu de Valores em Brasília traz, além do acervo de moedas e notas históricas, uma nova sala chamada “Você já parou pra pensar?”, que oferece aos visitantes um ambiente experimental voltado à melhor compreensão dos componentes emocionais implícitos nas decisões econômicas. Vale a pena conferir!

INTEGRAR A PSICOLOGIA ECONÔMICA

A educação financeira não é feita só de números e planilhas, como já vimos nesse post. Cada vez mais, a psicologia econômica ou economia comportamental está presente nas ações de educação financeira, trazendo insights sobre processos mentais envolvidos nas decisões econômicas. Existe um esforço permanente de entender esses processos para apoiar consumidores e investidores no exato momento da escolha; esse é o papel do “nudge” (em português ‘cutucada’), conceito criado por Daniel Kahneman, que propõe ‘atalhos’ para auxiliar as decisões do indivíduo em diversos assuntos, inclusive dinheiro. No Brasil, a CVM lançou o Núcleo de Estudos Comportamentais com apoio de grandes especialistas na área, que divulga as novidades da área pelo blog Penso, Logo Invisto?

Lições de Valor: Educação Financeira escolar

Fico muito feliz quando leio sobre essas tendências, pois sei que estão totalmente alinhadas com o livro “Lições de Valor – Educação financeira escolar”, lançado pela Editora Moderna para alunos do Ensino Fundamental II. A obra aborda os aspectos emocionais ligados às escolhas, crenças, valores e sonhos e oferece ferramentas para apoiar estudantes, famílias e educadores a melhorar sua relação com os recursos ao seu redor, inclusive o dinheiro. No capítulo 5, “Ou isto ou aquilo”, sugerimos um teste para o aluno responder sobre o que leva em consideração na hora de fazer suas escolhas de consumo.

Eu sou Andyara de Santis Outeiro, autora do livro e estou aqui para dialogar com você sobre os conteúdos da obra e trazer dicas sobre educação financeira para aplicar na escola e na vida. Aproveite o espaço, traga seus dilemas, dúvidas e experiências. Vamos aprender juntos?

As desigualdades das escolas públicas do Brasil

Por | Avaliação | Um comentário

Os resultados de avaliações educacionais externas aplicadas em larga escala, como o Saeb, o Pisa e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), normalmente são discutidos a partir das diferenças encontradas entre as notas conquistadas por alunos das escolas públicas e das escolas privadas. Obviamente, em um país social e economicamente estratificado como o nosso, essas desigualdades saltam aos olhos.

Contudo, é preciso lembrar que cerca de 80% dos alunos da educação básica brasileira são atendidos apenas pelas redes públicas municipais, estaduais ou federais de ensino e, por isso, mesmo olhando estritamente para essa parcela do universo, ainda percebemos que as oportunidades educacionais não são igualmente distribuídas em todo o país.

O estudo de Correa e Orce (2015) é bastante ilustrativo sobre o assunto. A partir dos dados das avaliações e dos questionários contextuais da Prova Brasil entre 2007 e 2013, os autores indicam que o crescimento das médias gerais de rendimento que temos acompanhado ao longo dos anos nas escolas públicas do país não tem ocorrido de forma homogênea.

Juliana Miranda é gerente de Avaliação da Avalia Educacional e nossa parceira para o tema Avaliação

Na verdade, segundo os autores, o avanço das notas gerais do Brasil são mais um reflexo dos resultados de algumas escolas com rendimento muito bom, do que uma real evolução da rede. O gráfico a seguir apresenta detalhes dessa situação ao distinguir a média de todas as escolas (média Brasil), a média das escolas que estão no grupo das 10% com melhores notas (10º decil) e as escolas que estão no grupo dos 10% com piores notas (1º decil), para os alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

As tendências das curvas demonstram que, enquanto as escolas com melhores rendimentos têm paulatinamente melhorado suas notas ao longo dos anos, e, consequentemente, puxado para cima a média nacional, as escolas com piores rendimentos, ao contrário, têm regredido em seus resultados. Isto significa que, enquanto as melhores escolas públicas são capazes de oferecer um ensino cada vez melhor aos seus alunos, as escolas com rendimento mais baixo continuam a enfrentar muitas dificuldades.

Entre os motivos encontrados pelos pesquisadores para justificar essas diferenças são descritos fatores como o nível socioeconômico dos alunos, que é menor nas escolas com pior desempenho, a localização geográfica dessas mesmas escolas nas regiões mais pobres do país, como Norte e Nordeste, e a ausência de uma infraestrutura adequada para o ensino, com salas de aula e bibliotecas em boas condições.

Vale destacar que o estudo também evidencia fatores como a menor experiência profissional dos professores e dos diretores nas escolas com baixo desempenho, assim como um maior percentual de professores indicados politicamente para lecionar nessas escolas em relação àquelas com resultados melhores.

Nos próximos posts, podemos tratar com mais detalhes sobre esses últimos fatores relacionados ao perfil da comunidade escolar que interferem nos resultados das avaliações e determinam essas grandes desigualdades educacionais no país. Porém, vale aqui o destaque para a importante influência que o contexto educacional exerce sobre os resultados de aprendizagem, o que demonstra que a formação real de um aluno é fortemente dependente de um ambiente educacional rico em propostas, constituído por uma equipe coesa, valorizada e comprometida com os bons resultados do grupo.

Escrito por Juliana Miranda

Bacharel em Ciências Sociais/USP e mestre em Educação/PUC-SP e gerente de Avaliação da Avalia Educacional

Referências bibliográficas:

CORREA, Gabriel B. ORCE, Isabel. Desigualdades entre escolas públicas no Brasil: um olhar inicial. Em: Informações FIPE. Disponível em: http://downloads.fipe.org.br/publicacoes/bif/2015/bif418.pdf. Acesso em: 16 nov. 2014.

IOEB: um novo indicador sobre as oportunidades da educação brasileira

Por | Avaliação | Sem comentários

Há algumas semanas, no post sobre o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), conversamos sobre como indicadores são criados em diferentes áreas do conhecimento para sintetizar uma característica macro, normalmente difícil de ser captada diretamente, com o intuito de facilitar a compreensão e permitir o acompanhamento ao longo do tempo das condições e da qualidade daquilo que se mede – o IDEB, por exemplo, tem o objetivo específico de apresentar, em uma escala de zero a dez, a qualidade das escolas no que tange seus resultados de aprendizagem e de fluxo de aprovação dos alunos.

Contudo, a qualidade de um sistema educacional é influenciada e pode ser diagnosticada por muitas outras variáveis além das escolhidas para o cálculo do IDEB. Pensando nisso, na última semana foi divulgado um novo indicador relacionado à educação: o Índice de Oportunidades da Educação Brasileira – IOEB, criado pelo Centro de Liderança Pública e assinado pelos mesmos autores do IDEB (Reynaldo Fernandes, ex-presidente do Inep, e Fabiana de Felicio, ex-diretora de estudos educacionais do Inep).

Juliana Miranda é gerente de Avaliação da Avalia Educacional e nossa parceira para o tema Avaliação

Como o próprio nome diz, o objetivo do IOEB é sintetizar, em um único número, de fácil compreensão, as oportunidades educacionais disponibilizadas às crianças e jovens de todas as localidades do país (municípios, estados e Distrito Federal), por qualquer rede de ensino (pública ou privada).

As informações compreendidas pelo IOEB para diagnóstico das oportunidades educacionais são:

DADOS DE RESULTADO EDUCACIONAL:

  • IDEB anos iniciais do ensino fundamental
  • IDEB anos finais do ensino fundamental
  • Taxa líquida de matrícula do ensino médio

DADOS DE INSUMOS E PROCESSOS EDUCACIONAIS:

  • Escolaridade dos professores
  • Número médio de horas-aula/dia
  • Experiência dos diretores
  • Taxa de atendimento na educação infantil

CONTROLE DE BACKGROUND FAMILIAR:

  • Escolaridade média dos pais

Bem mais completo que o IDEB, não é?

A escolha dessas informações para constituição do IOEB não é aleatória. Para desenvolver um indicador tão importante, é preciso considerar dados oficiais (como os do Censo Escolar, das avaliações educacionais e os coletados pelo IBGE), objetivos, que sejam publicados periodicamente em um intervalo máximo de até dois anos.

Há algumas especificidades importantes do IOEB que o diferencia e o faz complementar o IDEB e nossa capacidade de avaliação sobre o sistema educacional. Vamos lá:

O IOEB, portanto, foi construído a partir do reconhecimento de que os resultados dos alunos nas avaliações dependem tanto das oportunidades oferecidas no âmbito da comunidade, como também de suas características individuais e familiares. Cuidar de toda essa cadeia que determina o resultado do indicador passa a ser uma prioridade para os gestores educacionais.

Para saber mais, acesse o site http://www.ioeb.org.br e conheça os resultados dos municípios e estados, crie comparações e verifique tendências de cada um dos aspectos que formam o indicador.

Nosso papel agora é estudar e divulgar o IOEB a toda comunidade escolar, para que a sociedade possa se apropriar das informações publicadas e cobrar governantes e gestores do sistema por melhorias em todos os aspectos da estrutura educacional que atende nossas crianças e jovens.

Escrito por Juliana Miranda

Bacharel em Ciências Sociais/USP e mestre em Educação/PUC-SP e gerente de Avaliação da Avalia Educacional

Referência bibliográfica:

CLP. Índice de Oportunidades da Educação Básica. Disponível em: http://www.ioeb.org.br/arquivos/metodologia-ioeb.pdf. Acesso em: 10 out. 2015.

Moderna Plus é lançado em evento em Belo Horizonte (MG)

Por | Eventos, Projeto Presente 2015 | Sem comentários

Uma das mais conhecidas coleções do Ensino Médio acaba de ganhar sua nova edição. O Moderna Plus foi reformulado e a Editora Moderna está realizando um ciclo de eventos nas principais capitais brasileiras para apresentar a nova edição das obras disciplinares. No dia 07 de outubro foi a vez dos professores da rede privada de Belo Horizonte (MG) conhecerem as novidades do material.

O encontro contou com a palestra “A curadoria como estratégia de trabalho do professor autor”, ministrada pela especialista Tatiana Klix. Os professores presentes puderam tirar dúvidas e compartilhar experiências sobre o trabalho com informações na sala de aula, além de conhecer todas as novidades do Moderna Plus em três estandes temáticos, divididos por áreas de conhecimento.

Confira abaixo todas as fotos do evento:

Lançamento Projeto Moderna Plus 2015 - Belo Horizonte / MG

Conheça a coleção completa

Educar é a arte de potencializar o aprendizado de forma prazerosa. Isso acontece por meio de planejamento, técnica e respeito a competências e habilidades particulares. Dessa forma, a Coleção Moderna Plus busca fortalecer o trabalho do professor com o aluno, propondo projetos específicos para cada curso e idade, para que o aprendizado seja mais interessante.
Teoria e prática se aliam a jogos, tecnologia, recursos digitais e impressos, entre outras ferramentas que estimulam o aluno a aprender melhor.

Clique aqui e navegue pelas novidades da coleção.

SESC Manaus realiza Projeto Dia do Filósofo

Por | Novidades | Sem comentários

Os professores de Filosofia, Giordano Cássio e Paulo Chacon, realizaram durante o período de 27 a 31 de agosto na Escola SESC em Manaus, uma mostra de trabalhos em comemoração ao Dia do Filósofo. A exposição dos trabalhos, elaborados em sala de aula, contou com a ajuda dos alunos do 5o ao 9o ano (matutino e vespertino) do Ensino Fundamental II.

Utilizando os temas filosóficos do livro didático Encontro com a Filosofia, da Editora Moderna,  professores e alunos realizaram atividades e produziram materiais para a exposição.

Os professores criaram um jogo chamado “Desafio dos Filósofos”. Uma forma de interagir testando os conhecimentos filosóficos dos nossos alunos.

As turmas de 5o ano criaram os origamis de coruja, os 6o anos desenharam os filósofos Tales, Sócrates, Platão e Aristóteles. As turmas de 7o ano fizeram cartazes de frases dos filósofos e também montaram um mosaico com a figura do filósofo Agostinho, que é considerado “padroeiro” dos filósofos. As turmas dos 8o e 9o anos criaram banners de temas filosóficos.

Assim, de uma forma criativa e divertida, a Escola SESC pôde comemorar o Dia do Filosofo (28/08), contribuindo com o processo de ensino-aprendizagem dos alunos da instituição. Confira algumas fotos da mostra:

Texto escrito pelo Prof. Giordano Cássio, da Escola SESC, em MANAUS/AM.

A PRODUÇÃO COLABORATIVA NO PROJETO ARARIBÁ

Por | Dicas, Novidades | Um comentário

Aprender e ensinar são atos coletivos. Ninguém aprende sozinho, sem referências ou exemplos prévios. Todos nós, alunos e professores, precisamos de mediação para aprender, ou seja, antes de aprender de fato, desenvolvemos a habilidade de reter conteúdos. Ao sermos estimulados por nossa família a falar nossas primeiras palavras, estamos adquirindo nossos primeiros conhecimentos e traçando a nossa própria rede de significados.

Nesse breve exemplo, nossos pais ou familiares assumem o papel de mediadores do conhecimento. Essa simples mediação é necessária para o desenvolvimento de uma habilidade que será utilizada por toda a nossa vida. Aprendemos a falar pela referência e pela repetição de tal competência no dia a dia com a nossa família, tempos antes das nossas experiências escolares.

O diálogo com os nossos pares é tão fundamental para o processo de aprendizagem quanto para a produção de conhecimento. Trocar experiências com amigos, ler materiais de distintos autores sobre um mesmo tema, assistir a um documentário, ouvir opiniões… tudo isso tem um valor inestimável para a construção daquilo que sabemos, das nossas visões de mundo e da nossa bagagem cultural. Assim, podemos afirmar que produzimos diferentes conteúdos, com diversas pessoas, o tempo todo.

A PRODUÇÃO COLETIVA NA ESCOLA

O conceito de produção colaborativa tem ganhado força nos debates sobre a qualidade dos materiais didáticos utilizados nas escolas. Enquanto os livros didáticos tradicionalmente traziam um único autor especialista assinando a obra, as obras de autoria coletiva trazem um número maior de especialistas em diferentes áreas da disciplina.

Mais do que a criação de um conteúdo por várias mentes e mãos, a produção colaborativa envolve compartilhar tomadas de decisão e responsabilidades. Quando transportamos esse conceito para o universo educacional, repleto de personagens e linguagens tão distintos, atribuímos ainda mais valor à troca de experiências entre professores e alunos.

No caso dos materiais didáticos, temos uma infinidade de conteúdos que circulam diariamente na sala de aula: livros, vídeos, animações, planos de aula, fotografias, artigos produzidos pelos estudantes, filmes etc. Traçar propostas para uma aprendizagem significativa, que partam da elaboração de conteúdos considerando as experiências vividas por professores e alunos pode ser interessante para prática docente e para a democratização do conhecimento na sala de aula, estimulando e ensinando os jovens a participarem da construção de sua própria rede de significados.

ENTENDA QUAL É O SEGREDO DO PROJETO ARARIBÁ

Levando em conta todas as vantagens da produção colaborativa, que vão desde uma proposta pedagógica disciplinar completa, com linguagem sistematizada, até a valorização da aplicação dos conceitos e conteúdos de cada campo do conhecimento na vida do aluno, a Editora Moderna entende que produzir projetos pedagógicos de autoria coletiva é essencial para atender a multiplicidade exigida por um processo de ensino-aprendizagem que converse com as novas demandas do século XXI.

A produção do Projeto Araribá Plus, por exemplo, reúne equipes de especialistas de diferentes áreas do conhecimento com o objetivo de criar uma coleção consistente no trabalho interdisciplinar com temas transversais e que leve à sala de aula múltiplos olhares sobre cada conteúdo. A coleção conta também com a contribuição de profissionais dedicados à produção de ferramentas e recursos multimídia cada vez mais eficientes, que garantam ao professor novas possibilidade de uso da tecnologia.

Com a produção colaborativa dos livros didáticos, a Editora Moderna oferece aos professores uma nova abordagem disciplinar, baseada nas relações entre diferentes campos de estudo e entre a diversidade de temas de cada disciplina, além da aplicação desses conhecimentos no mundo do trabalho e na relação do aluno com a família e a comunidade.

Confira alguns exemplos: (clique na imagem para ampliar)

Imagem retirada do Projeto Araribá Plus Português

A seção PROJETO EM EQUIPE coloca em ação várias das competências desenvolvidas ao longa da Unidade, com ênfase na produção de gêneros orais, valorizando o trabalho colaborativo.

Imagem retirada do Projeto Araribá Plus Matemática

A seção EDUCAÇÃO FINANCEIRA estimula os alunos a resolver situações-problemas a partir de conhecimentos prévios e de conteúdos estudados em sala de aula

Imagem retirada do Projeto Araribá Plus História

A seção DE OLHO NO INFOGRÁFICO aborda conteúdos interessantes para despertar a curiosidade dos alunos e exercitar a interpretação e a análise de textos em diferentes linguagens.

Imagem retirada do Projeto Araribá Plus Geografia

A seção LUGAR E CULTURA permite o estudo de manifestações culturais de caráter local ou regional, do Brasil e do mundo.

Imagem retirada do Projeto Araribá Plus Ciências

As  ABERTURAS DE UNIDADE trazem infográficos para apresentar a relevância do estudo, gerando expectativa e curiosidade nos alunos. Com isso, o professor pode proporcionar um momento de reflexão antes de iniciar um novo conteúdo.

Novo Projeto Moderna Plus é lançado em Fortaleza (CE)

Por | Eventos, Lançamento Moderna Plus 2015 | Sem comentários

Uma das mais conhecidas coleções do Ensino Médio acaba de ganhar sua nova edição. O Moderna Plus foi reformulado e a Editora Moderna está realizando um ciclo de eventos nas principais capitais brasileiras para apresentar a nova edição das obras disciplinares. O primeiro encontro aconteceu em Fortaleza (CE)  no dia 24 de setembro de 2015 e reuniu mais de 100 professores da rede privada.

O encontro contou com a palestra “A curadoria como estratégia de trabalho do professor autor”, ministrada pela especialista Tatiana Klix. Os professores presentes puderam tirar dúvidas e compartilhar experiências sobre o trabalho com informações na sala de aula, além de conhecer todas as novidades do Moderna Plus em três estandes temáticos, divididos por áreas de conhecimento.

Confira abaixo todas as fotos do evento:

Moderna Plus 2015

Conheça a coleção completa

Educar é a arte de potencializar o aprendizado de forma prazerosa. Isso acontece por meio de planejamento, técnica e respeito a competências e habilidades particulares. Dessa forma, a Coleção Moderna Plus busca fortalecer o trabalho do professor com o aluno, propondo projetos específicos para cada curso e idade, para que o aprendizado seja mais interessante.
Teoria e prática se aliam a jogos, tecnologia, recursos digitais e impressos, entre outras ferramentas que estimulam o aluno a aprender melhor.

Clique aqui e navegue pelas novidades da coleção.

Projeto Presente reúne 350 professores em São Paulo

Por | Eventos, Projeto Presente 2015 | Sem comentários

Mais de 350 educadores estiveram na abertura do ciclo de eventos do Projeto Presente, que aconteceu no dia 19 de setembro, em São Paulo. O encontro teve como tema central a palestra “A sistematização e o trabalho do dia a dia em sala de aula”, ministrada por César Augusto Amaral Nunes. Ricardo Dreguer, autor dos livros de História, e Neuza Guelli, autora de Geografia, falaram sobre o Currículo Nacional e seus Componentes no Ensino Fundamental 1.

A nova edição do Projeto Presente traz uma série de inovações para professores e alunos com a qualidade pedagógica que o mercado educacional já conhece. A obra trabalha o conhecimento como uma teia de relações e significados e a sistematização pode ser um grande aliado nessa aventura pedagógica que é o aprendizado. Acesse o novo site do Projeto Presente e solicite a visita de um de nossos consultores.

Confira abaixo todas as fotos do evento:

Projeto Presente 2015 - São Paulo

Amplie conhecimentos

Para complementar as discussões apresentadas durante o encontro e propor trabalhos didáticos para os professores, os autores do Projeto Presente prepararam a nova edição da revista Sempre Presente, com dicas de planos de aula, tendências e outros materiais que otimizam o dia a dia na sala de aula.

Clique aqui e conheça a publicação.

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