A construção do Muro de Berlim

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Em 13 de agosto de 1961, a Alemanha começaria a presenciar uma reviravolta civil em sua história. Eram iniciadas as obras para construção do Muro de Berlim, que dividia o país entre Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental, e marcaria a separação do povo alemão durante os próximos 28 anos.

A construção do muro

A Alemanha foi devastada no pós Segunda Guerra Mundial. Internamente, os alemães enfrentavam um sério problema civil por conta do descontentamento com o governo comunista do lado oriental. Percebendo isso, as autoridades da República Democrática Alemã (RDA) ordenaram a construção de uma barreira praticamente intransponível que dividiu a capital do País ao longo de 155 quilômetros.

Muro de Berlim

Foto da construção do Muro de Berlim

O Muro de Berlim, como ficou conhecido, foi construído para “estancar a emigração em massa para ocidente e a sangria econômica resultante para o regime comunista”. Dados oficiais alemães mostram que entre 1949 (ano de fundação da RDA) e 13 de agosto de 1961, cerca de três milhões de pessoas mudaram-se da área oriental da Alemanha para o ocidente. Todos estavam descontentes com o rumo que RDA estava dando à Alemanha Oriental, tornando-a uma espécie de zona de influência soviética.

Durante os 28 anos que se seguiram, até a queda do mundo, as milícias comunistas ergueram barreiras de arame farpado, ergueram barricadas na fronteira, impedindo que a população saísse do país e os alemães ocidentais de entrar em território da RDA. A segurança era forte. Os alemães orientais utilizavam uma dupla barreira de betão com uma “faixa da morte”, em que foram colocadas minas, armas de tiro automático e um conjunto de vigilantes com mais de 47 mil guardas. Por conta de tudo isso, o Muro ficou conhecido como o “Muro da Vergonha”.

A repercussão na mídia

Veja também a matéria completa veiculada pelo Jornal Nacional, quando houve a queda do muro, em 10 de novembro de 1989.

Saiba mais

Na coleção Conexões com a História, aprovada no PNLD 2015, traz um objeto educacional sobre o Muro de Berlim que pode complementar as aulas de História. Confira:

Muro de Berlim

Filmes de apoio

Adeus, Lênin

Alemanha, 2003

Direção: Wolfganger Becker

A mãe de Alexander, fiel devota do socialismo na antiga Alemanha Oriental, tem um ataque cardíaco ao ver o filho em uma passeata contra o sistema vigente. Quando ela acorda do coma, após a queda do muro de Berlim, o médico aconselha a Alexander que ela evite emoções fortes, pois outro ataque tão cedo seria fatal. Com o peso na consciência pelo estado atual de sua mãe, Alex faz de tudo para que ela continue vivendo em uma ilusória Alemanha socialista, mudando embalagens de produtos industrializados e até mesmo inventando documentários televisivos para preencher as brechas do dia-a-dia do recente capitalismo no país.

Um Amor Além do Muro

Alemanha, 2006
Direção: Dominik Graf

No verão de 1961, quatro meses antes da construção do Muro de Berlim, Siggi (Max Riemelt), um jovem de 20 anos, chega a Dresden para tentar a vida como cenógrafo. Na boate A Cacatua Vermelha conhece Luise (Jessica Schwartz), uma jovem poeta cujo trabalho é proibido na Alemanha Oriental, sem saber que ela é casada com Wolle (Ronald Zehrfeld). Na boate, o trio é apresentado à música proibida do ocidente: o rock’n’roll.

A Vida dos Outros

Alemanha, 2006
Direção: Florian Henckel von Donnersmarck

Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, retrata a situação de artistas e intelectuais numa Alemanha ainda dividida. Em 1984, um ministro da Alemanha Oriental ordena que Georg Dreyman (Sebastian Koch), o maior dramaturgo do país, seja vigiado pelo serviço secreto, apesar dele não contestar o governo ou seu regime político. O ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Com a descoberta do mundo particular do casal, Grubitz passa a ter uma afeição aos dois e questionar seu trabalho.

Guerra do Golfo: a diplomacia e o petróleo

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A exploração do petróleo desperta o interesse de Estados e empresas em todo o mundo. Neste contexto, o Golfo Pérsico, no Oriente Médio, surge como grande destaque pelo número de reservas petrolíferas e, por consequência, como foco de tensão diplomática. A região já foi palco de uma guerra entre Irã e Iraque (1980 -1988), motivada pelo interesse do ditador iraquiano Saddam Hussein, sunita, em enfraquecer a influência xiita nos campos petrolíferos.

Em 1990, Hussein invadiu o Kuwait sob a justificativa de que o país estava se apropriando de petróleo iraquiano na região da fronteira e o comercializando a preços mais baixos para prejudicar a economia iraquiana. O objetivo principal do Iraque com a invasão era anexar o território vizinho como uma província e controlar o petróleo kuwaitiano.

Era o início do conflito que seria conhecido como Guerra do Golfo.

Saddam Hussein - Guerra do Golfo

Saddam Hussein discursa durante a Guerra do Golfo

 

Guerra do Golfo: Intervenção da ONU e entrada dos EUA

Com a morte de milhares de soldados e civis, a Organização das Nações Unidas (ONU) interveio na situação e declarou embargo comercial ao Iraque e impedindo que outros países associados comercializassem com Saddam Hussein durante a Guerra do Golfo. A medida não foi o bastante para apaziguar a situação e os conflitos armados continuaram. A situação afetou relações comerciais e o fornecimento de petróleo para todo o mundo, mobilizando grandes economias a participarem das ações por paz. Os Estados Unidos decidiram participar do confronto armado apoiando as tropas kuwaitianas para retirada dos iraquianos do território.

Saddam Hussein pretendia, a longo prazo, decretar guerra ao Oriente Médio e dominar territórios vizinhos ao Iraque para dominar o mercado petrolífero. O que o ditador não esperava era o apoio da Arábia Saudita e da Turquia às tropas norte-americanas. Assim, a Organização das Nações Unidas (ONU), autorizou, no início de 1991, a invasão de uma coalizão militar, formada por 34 países, sob a liderança dos Estados Unidos, para forçar a retirada das tropas iraquianas do Kuwait.

Guerra do Golfo: avião sobrevoando o Kuwait

F-14 sobrevoando o território do Kuwait durante a Guerra do Golfo

Os iraquianos atacaram Israel com mísseis de fabricação soviética como medida para ganhar o apoio de outros países da região. No entando, as relações diplomáticas entre Israel e Estados Unidos foram fundamentais para convencer Israel de não contra-atacar militarmente. Saddam Hussein ainda autorizou o incêndio de plataformas petrolíferas do Kuwait.

Em 28 de fevereiro de1991, o Iraque foi bombardeado e as tropas terrestres da coalizão anunciaram a devolução do Kuwait. Apesar das milhares de mortes civis e militares, a Guerra do Golfo não representou grandes mudanças políticas no Iraque, que manteve Saddam Hussein como ditador e não perdeu nenhum território.

Em 2002, esse conflito seria retomado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sob alegação de que o Iraque desenvolvia armas de destruição em massa. Tropas norte-americanas ficaram alojadas no Iraque até 2011 e as armas de destruição em massa nunca foram encontradas e o ditador Saddam Hussein foi condenado à pena de morte e executado em 2006.

Saiba mais sobre a Guerra do Golfo

A Guerra do Golfo foi o primeiro conflito armado com transmissão ao vivo pelos meios de comunicação. O canal britânico CNN (Cable News Network) enviou três jornalistas para acompanhar as ações militares. Bernard Shaw descreveu os primeiros ataques da coalizão contra Bagdá, no Iraque:

A Rede Globo guarda um acervo sobre a Guerra do Golfo. Foi a primeira vez que a emissora realizou a cobertura in loco de um conflito armado.  

Fundação Santillana e Editora Moderna lançam livro sobre o Ensino Médio Politécnico gaúcho

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A Fundação Santillana e a Editora Moderna acabam de disponibilizar para download o livro “O Ensino Médio e os Desafios da Experiência: movimentos da prática. A obra reúne reflexões de 16 educadores sobre a reestruturação curricular no Ensino Médio Politécnico do Rio Grande do Sul. Organizado pelo secretário de educação José Clovis de Azevedo e pelo assessor Jonas Tarcísio Reis, o título tem como objetivo ampliar o debate sobre a implantação deste formato de Ensino Médio, bem como proporcionar o entendimento teórico e da prática desta mudança já em andamento na rede estadual de ensino gaúcho.

“Essa é uma obra atual, contemporânea, que expressa ideias de um movimento coletivo e reflexivo de educadores/pesquisadores que buscam construir uma nova forma de pensar e fazer o Ensino Médio no século XXI. O livro apresenta grandes contribuições para o avanço do debate sobre o tema da reestruturação do Ensino Médio na perspectiva da politecnia, uma vez que assinala a responsabilidade social do Estado para com a educação pública e o seu compromisso com um projeto emancipatório”, afirma o prof. Dr. Sidinei Pithan da Silva, no prefácio da obra O Ensino Médio e os Desafios da Experiência: movimentos da prática.

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Esta é a segunda publicação lançada pela Fundação Santillana e pela Editora Moderna em parceria com a Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2013, as instituições apresentaram o livro “Reestruturação do Ensino Médio – Pressupostos Teóricos e Desafios da Prática”, também organizada por José Clovis de Azevedo e Jonas Tarcísio Reis, que reúne artigos de especialistas e contribui com reflexões acerca das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e apresenta experiências de sucesso.

Baixe já o seu, clicando aqui.

Franz Kafka: realismo da estranheza

Por | Dicas | Sem comentários

Boa tarde, amigos modernos.

Franz Kafka é um dos mais importantes nomes da literatura mundial. Nascido em 03 de julho de 1883, em Praga, na Tchecoslováquia, o escritor era filho de judeus e cresceu cercado de elementos da cultira judaica, tcheca e alemã. De acordo com alguns estudiosos, o falecimento dos seus irmãos, ainda na infância, justificam características importantes de suas obras como a culpa, a descrença e a angústia.

Fonte: The Telegraph

Socialista e ateu desde a juventude, Franz Kafka se formou em Direito em 1906. Durante sua graduação em Direito, fez parte da chamada Escola de Praga, movimento que incentivava a criação artística baseada no realismo, com inclinação metafísica, passagens marcadas pela lucidez racional e pela ironia.

Morreu em 03 de junho de 1924, em um sanatório na cidade de Kierling, na Áustria, em decorrência da tuberculose. Sua fama viria apenas depois da morte. Durante a vida, publicou apenas alguns textos, mas deixou instruções ao amigo e testamenteiro literário, Max Brod, para que os originais inéditos fossem queimados na ocasião de sua morte.

Obviamente, seu pedido não foi respeitado pelo amigo.

Estilo literário

A habilidade de tornar fatos impossíveis em realidades plausíveis é uma característica essencial do legado kafkiano. Acordar transformado em um inseto gigante ou ser preso sem nenhum motivo aparente ganham sentido em A Metamorfose (1915) e em O Processo (1925) pela capacidade de fazer o leitor entender e se relacionar com a angústia do narrador-personagem.

O impossível ganha vida com uma linguagem de descrição concisa e pela lucidez em situações incompreensíveis. Além disso, Kafka faz duras críticas aos governos burocratas que reprimem o povo com o poder e analisam a condição do ser humano dentro do sistema. Por esse motivo, é comum ouvir que as obras de Kafka são atemporais.

Para ler e, principalmente entender, os clássicos kafkianos, é necessária uma boa dose de atenção à construção da obra. Normalmente, o olhar de Kafka é direcionado à opressão das instituições, à justiça, à dor e à fragilidade do homem perante problemas do dia a dia.

Para os amantes da literatura, as obras de Kafka oferecem momentos de estranheza e de angústia com histórias envolventes. Se você gosta de finais felizes, os livros de Franz Kafka não são os mais indicados para a sua estante.

As obras de Franz Kafka também receberam adaptações para outros formatos. O famoso diretor Orson Welles produziu a versão cinematográfica em 1962. Confira:

 

#CraquesdaEducação – Philippe Perrenoud

Por | #CraquesdaEducação | Sem comentários

Data de nascimento: 9 de março de 1955
Local de nascimento: Genebra – Suíça
Posição: Lateral direito
Habilidade e técnica: Toque e disciplina
Principal Obra: “10 Novas Competências para Ensinar”

Principais ideias:

  • Formação docente continuada
  • Avaliação crítica
  • Pedagogia diferenciada com envolvimento na gestão escolar
  • Envolvimento dos pais na escola

O que pensou:

O suíço Philippe Perrenoud é, sem dúvida, uma referência bastante atual na educação. Ele sistematizou dez objetivos a serem alcançados pelo professor. As chamads 10 novas competências para ensinar envolvem recursos cognitivos para resolver situações-problema. Dessa forma, encontramos na teoria de Perrenoud, as seguintes funções para o professor: organizar e dirigir situações de aprendizagem; administrar a progressão das aprendizagens; envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho e trabalhar em equipe.

Perrenoud afirma que o professor deve ser crítico em relação à atuação docente e traçar as dificuldades encontradas no convívio didático para estabelecer melhorias na relação aluno x professor.

#CraquesdaEducação – Mikhail Bakhtin

Por | #CraquesdaEducação | Sem comentários

Data de nascimento: 17 de novembro de 1895
Local de nascimento: Orlovsky – Rússia
Posição: Lateral direito
Habilidade e técnica: Cruzamento e boa movimentação
Principais Obra: Marxismo e Filosofia da linguagem

Principais ideias:

  • Toda a atividade humana está relacionada à linguagem
  • Todo enunciado é individual e reflete a individualidade do falante

O que pensou:

Mikhail Bakhtin dedicou sua vida a estudar conceitos relacionados à linguagem e suas aplicações. Todos nós somos agentes das relações sociais e responsáveis pela interação mediada pelo diálogo que fortalece a língua falada.

Em suas pesquisas, Bakhtin estabeleceu uma linha de pensamento alternativa à retórica aristotélica. Segundo o russo, para cada discurso há uma escolha diferente de palavras, enunciados e estilos. Assim, o aluno só adquire conhecimento suficiente para escrever uma poesia, por exemplo, se ele for capaz de entender as marcas do gênero.

#CraquesdaEducação – Emília Ferreiro

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Data de nascimento: 1936
Local de nascimento: Argentina
Posição: Meio-Campo
Habilidade e técnica: Visão ampla e autonomia de jogadas
Principal Obra: “Psicogênese da Língua Escrita”

Principais ideias:

  • Processo de aprendizagem das crianças é individual. Uma criança que aprende mais devagar, não é menos inteligente.
  • Os alunos reinventam a construção da aprendizagem segundo suas próprias facilidades e assimilações
  • O professor eficaz é capaz de adaptar seu ponto de vista ao da criança, tornando-se parceiros na construção da aprendizagem

O que pensou:

Emília Ferreiro nasceu na Argentina e dedicou seus estudos à alfabetização de crianças. Bastante influenciada pelas ideias de Jean Piaget, Emília é reconhecida por sua proposta construtivista de aprendizagem, estabelecendo que a criança tem um papel ativo e de construção de seu próprio conhecimento.

Emília Ferreiro estabeleceu uma série de quatro etapas de aprendizagem da leitura e escrita. Durante este processo, os alunos passam por avanços e recuos até o domínio do código lingüístico. A alfabetização é um fenômeno social, modificado constantemente pelas crianças, segundo suas próprias ideias.

#CraquesdaEducação – Johann Pestalozzi

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Data de nascimento: 12 de janeiro de 1746
Local de nascimento: Zurique – Suíça
Posição: Auxiliar Técnico
Habilidade e técnica: Criatividade, justiça e liderança
Principais Obra: “Leonardo e Gertrudes” e “Como Gertrudes ensina seus filhos”

Principais ideias:

  • A intuição ou percepção sensorial é a base da educação
  • Crescimento gradual das dificuldades: parte-se do simples para as questões mais complexas
  • Condenava coerção, recompensas e punições aos alunos
  • O aprendizado é desenvolvido a partir dos interesses das crianças e não da lógica dos adultos.
  • Professor deve respeitar a individualidade
  • O fim principal do ensino elementar não é ministrar conhecimentos e talento ao aluno, mas sim desenvolver e aumentar os poderes de sua inteligência.

O que pensou:

Grande adepto da educação pública, Johann Heinrich Pestalozzi é uma das mais importantes referências da reforma educacional do século XIX. Seu trabalho baseou políticas públicas de favorecimento educacional às crianças de classes desfavorecidas, proclamando o direito absoluto à educação.

A escola deve ser organizada como a segunda casa dos alunos e servindo de base para a formação política, religiosa e moral das crianças. Acreditava que os sentimentos tinham o poder de despertar o processo de aprendizagem autônoma na criança.

 

Principais obras:

Leonardo e Gertrudes

Como Gertrudes ensina seus filhos

Data de nascimento: 21 de abril de 1782
Local de nascimento: Oberweissbach – Alemanha
Posição: Atacante
Habilidade e técnica: Criatividade , entrosamento e boa condução de valores
Principais Obra: A Educação do Homem

Principais ideias:

  • Início da infância é fundamental para a formação humana
  • Aprendizado depende dos intereses de cada criança  e se faz por meio da prática diária
  • Brincadeiras são recursos importantes para a aprendizagem infantil: brinquedos maleáveis com diversos formatos e atividades ao ar livre
  • Família e escola são responsáveis pela orientação do aprendizado

O que pensou:

Froebel ficou reconhecido por criar a concepção do Jardim de Infância. Segundo o pesquisador alemão, a educação precisa aprimorar os conceitos de unidade e harmonia, através dos quais as crianças adquirem sua própria identidade.

Os primeiros anos da infância são fundamentais para a formação humana das crianças e, por isso, merecem cuidados especiais. Nessa etapa, os alunos precisam passar por exercícios de autoconhecimento e de relacionamento com elementos do mundo. Assim, a escola deve incentivar a criatividade, a espontaneidade e a liberdade de cada aluno para que ele possa “aprender a aprender”

Data de nascimento: 21 de abril de 1782
Local de nascimento: Oberweissbach – Alemanha
Posição: Atacante
Habilidade e técnica: Criatividade e boa condução de fundamentos
Principais Obra: A Educação do Homem

Principais ideias:

  • Início da infância é fundamental para a formação humana
  • Aprendizado depende dos intereses de cada criança  e se faz por meio da prática diária
  • Brincadeiras são recursos importantes para a aprendizagem infantil: brinquedos maleáveis com diversos formatos e atividades ao ar livre
  • Família e escola são responsáveis pela orientação do aprendizado

O que pensou:

Froebel ficou reconhecido por criar a concepção do Jardim de Infância. Segundo o pesquisador alemão, a educação precisa aprimorar os conceitos de unidade e harmonia, através dos quais as crianças adquirem sua própria identidade.

Os primeiros anos da infância são fundamentais para a formação humana das crianças e, por isso, merecem cuidados especiais. Nessa etapa, os alunos precisam passar por exercícios de autoconhecimento e de relacionamento com elementos do mundo. Assim, a escola deve incentivar a criatividade, a espontaneidade e a liberdade de cada aluno para que ele possa “aprender a aprender”