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O que é ser um bom professor?

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É fato sabido que bons professores provocam impactos positivos na aprendizagem dos alunos. Mas o que determina o que é ser um bom professor? Como um determinado sistema educacional pode encontrar parâmetros para medir de maneira justa a qualidade docente? Essas e outras perguntas estão sendo cada vez mais colocadas em pauta no cenário educacional e todas elas orbitam ao redor da avaliação de professores.

Experiências internacionais, como as colocadas pelo relatório da consultoria McKinsey&Company, a partir da análise de dados do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), destacam que países como a Coréia do Sul, Japão e Finlândia têm um bom desempenho na avaliação de alunos justamente porque mantêm políticas específicas para selecionar e apoiar o desenvolvimento de seus professores.

Nesses países, os processos de avaliação começam desde o curso de Pedagogia, antes que o profissional seja efetivamente contratado como professor pelo Estado, e continuam ao longo da carreira. As etapas envolvem testes de múltipla escolha, provas discursivas, apresentações de aulas demonstrativas para um comitê especialista do governo, entrevistas, análise do planejamento pedagógico, criação de portfólio etc. Segundo o relatório, assim como a avaliação da aprendizagem de estudantes influencia o currículo e a pedagogia nas salas de aula, os exames de docentes têm causado mudanças no currículo das instituições de ensino superior desses países, que têm adaptado seus cursos aos requisitos determinados pelas avaliações de professores.

Juliana Miranda é gerente de Avaliação da Avalia Educacional e nossa parceira para o tema Avaliação

No Brasil, essa agenda ainda está engatinhando, pois ainda não há definições sobre como estabelecer uma medida para a avaliação de professores. É importante destacar, claro, que as condições de trabalho e os problemas estruturais que conhecemos de diversos sistemas de ensino do país dificultam muito esse processo.

O lado bom, por enquanto, é que as discussões nacionais têm destacado a necessidade de um processo transparente de avaliação, em que os professores saibam exatamente quais os conhecimentos, competências e habilidades serão aferidos. Além disso, há sugestões de práticas para um melhor acompanhamento do estágio probatório dos professores com o objetivo de promover um aprimoramento da formação profissional, o que pode ser uma alternativa ao tradicional teste de conteúdos específicos.

As opções de instrumentos e formas de coleta de dados são variadas, contudo, definir o que é um professor de qualidade passa primeiramente pela compreensão do que é uma educação básica de qualidade, responsável pela formação de cidadãos para o século XXI, concepção que ainda não temos totalmente clara em nosso país. Nesse sentido, até que tenhamos ideias mais estruturadas sobre aonde queremos chegar, nossa esperança é que a avaliação de professores, assim como a avaliação da aprendizagem de alunos, seja feita com o intuito de aprimoramento contínuo dos profissionais, e fuja da rasa composição de mais um ranking promovedor de injustiças e competições desnecessárias.

aprimoramento professora

Escrito por Juliana Miranda

Bacharel em Ciências Sociais/USP e mestre em Educação/PUC-SP e gerente de Avaliação da Avalia Educacional

Referências bibliográficas:

JENSEN, Ben. Catching up: learning from the best school systems in East Asia. Disponível em: http://grattan.edu.au/wp-content/uploads/2014/04/130_report_learning_from_the_best_detail.pdf. Acesso em: 02 ago. 2016.

McKinsy&Company. How the world’s best-performing schools come out on top. Disponível em: http://mckinseyonsociety.com/how-the-worlds-best-performing-schools-come-out-on-top/. Acesso em: 02 ago. 2016.

Lançamentos Moderna: Conheça todos as nossas novidades

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O site de Lançamentos Moderna está no ar e apresenta as novidades das obras para a rede privada. As inovações abrangem todos os segmentos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio e contam com recursos digitais, materiais complementares e ferramentas exclusivas aos docentes, para enriquecer o cotidiano escolar e tornar a sala de aula um ambiente prazeroso para alunos e professores.

Os conteúdos de nossas obras procuram trazer informações próximas à realidade dos estudantes. A Editora também conta com equipes pedagógicas especializadas em cada segmento, que são responsáveis pelo desenvolvimento e edição dos materiais.

Para Educação Infantil, desenvolvemos o Projeto Desafio, organizado por áreas de conhecimento (Linguagem, Matemática e Natureza & Sociedade) que permite ao professor planejar seu ano letivo de forma agradável e leve. E o Projeto Começando a Aprender composto pelas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Natureza & Sociedade, Inglês e Arte. É uma das únicas obras de Educação Infantil que possui conteúdo de língua inglesa.

Já no Ensino Fundamental I o Projeto Buriti, traz uma série de novidades em conteúdo e materiais complementares que proporcionam o desenvolvimento de habilidades fundamentais para a formação integral dos pequenos. Projeto Presente com o conhecido trabalho em espiral e sequências didáticas completas, todos os livros possuem versão digital para o professor utilizar em sala de aula e aumentar o interesse e a participação dos alunos. O livro de Matemática elaborado por Ênio Silveira e Claudio Marques é uma das obras de Matemática mais adotadas no país e, em sua nova edição, traz conteúdos que estimulam o uso e a aplicação da disciplina em contextos do cotidiano do aluno, permitindo que desenvolvam o raciocínio lógico e adquiram o gosto pela Matemática.

O Projeto Araribá do Ensino Fundamental II, reuniu todas as suas experiências de sucesso com as metodologias mais eficientes e as melhores tendências educacionais para dar vida ao Araribá Plus, um projeto didático inovador e conectado com a realidade brasileira.

O Moderna Plus oferece uma solução completa de recursos didáticos para o Ensino Médio e apresenta novas seções, boxes e recursos digitais à suas coleções.

Outro destaque para este segmento é a reconhecida obra de Química, de Ciscato, Pereira e Chemello, lançada em uma coleção com toda a qualidade pedagógica e editorial da Moderna, que usa a Química como ferramenta para a compreensão de fenômenos naturais e chave para a construção de um olhar crítico sobre fatos da vida moderna.

Para saber mais sobre cada obra e suas inovações, acesse no site e confira: http://lancamentos.moderna.com.br/

Por que dialogar sobre educação financeira na escola?

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A inserção de novos conteúdos e disciplinas em sala de aula merece uma avaliação muito cuidadosa a respeito de sua relevância no contexto da sociedade. Acolher todos os assuntos “da moda” pode trazer riscos à escola que deseja manter a sua qualidade de ensino nos temas essenciais.

Por este motivo, vale a pena refletir sobre as razões que uma escola teria para adotar a educação financeira como problemática a ser discutida em sala de aula. Citamos 5 motivos para você discutir e avaliar com sua escola.

#1 – Tem relevância social

Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor em 2014 publicada pela CNC, mais de 60% das famílias brasileiras estão endividadas. Deste total, 19,4% atrasam os pagamentos, enquanto 6,3% estão inadimplentes, ou seja, não tem condições de cumprir com seus compromissos financeiros. Este é portanto, um tema presente na vida das famílias dos alunos, professores e funcionários das escolas e que afeta toda a comunidade escolar. Por esta relevância, o assunto entrou na agenda da educação básica e do ensino médio por meio da promulgação do decreto que instituiu Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) como política de estado que dá diretrizes para a inclusão do tema na educação de crianças, jovens e adultos.

Andy de Santis é autora do livro Lições de Valor e parceira do blog para o tema Educação Financeira

#2 – Pode acelerar mudanças

O espaço da escola é precioso para despertar a consciência de crianças e adultos sobre assuntos novos, cuja disseminação de forma ampla pode beneficiar a toda a sociedade. Temas como ética, meio ambiente e diversidade, ao serem aplicados em sala de aula, vem gerando verdadeiras revoluções no cotidiano de alunos, pais e professores, contribuindo para desenvolver atitudes alinhadas com as demandas do século XXI. A educação financeira é um tema no qual somos todos aprendizes e a escola pode acelerar a conscientização dos alunos motivando a transformação dos adultos ao seu redor.

#3 – Contribui para o consumo consciente e a sustentabilidade

Educação financeira não trata apenas de números e planilhas de controle das finanças. Fala sobre tomar decisões de consumo, planejar o futuro e considerar os impactos de cada escolha para o bolso, a sociedade e o planeta. Ao propor ao jovem a reflexão sobre as seis perguntas do consumo consciente, seus sonhos e projetos de vida, a distinção entre desejos e necessidades, entre outras questões, o tema contribui para a construção de uma sociedade mais consciente e sustentável.

#4 – Está na boca do jovem

Dinheiro é um assunto que atrai e gera interesse, faz parte do cotidiano do jovem, especialmente a partir do Fundamental II quando as famílias começam a “liberar” recursos financeiros a ele frequentemente em forma de mesadas, semanadas ou ocasionalmente em datas especiais. Discutir situações concretas envolvendo dinheiro contribui para despertar a atenção dos alunos a diferentes disciplinas do currículo e a atividades complementares em turno extra.

#5 – Contribui para preparar o jovem a viver no século XXI

Para aprender a lidar melhor com suas escolhas de consumo e o uso do dinheiro, o aluno precisará desenvolver a disciplina, a persistência, a responsabilidade, o planejamento, o questionamento e o controle da impulsividade, entre outros hábitos necessários à preparação do jovem para atuar na sociedade do século XXI.

Pensando em tudo isso, lançamos o livro “Lições de Valor – Educação financeira escolar”, que estimula o envolvimento da família nas atividades propostas e a participação protagonista do aluno. Uma das 12 unidades do livro, por exemplo, propõe aos estudantes planejar financeiramente a feira da semana e refletir sobre os consumos de água e luz dentro de casa. Estimular este hábito pode resultar em escolhas que garantam mais qualidade de vida a esses jovens, assim como em economia no orçamento da família, fomentando, ainda, uma relação responsável entre consumo e sustentabilidade.

Eu sou Andyara de Santis Outeiro, autora do livro e a partir de agora irei dialogar neste espaço com você sobre os conteúdos da obra e trazer dicas sobre educação financeira para aplicar na escola e na vida. Aproveite o espaço, traga seus dilemas, dúvidas e experiências. Vamos aprender juntos?

Saiu do forno! Leia a edição especial da Revista Educatrix VOZES DE VALOR

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Bom dia, amigos.

Screen Shot 2014-03-07 at 12.47.20 PMA educação brasileira está em processo de transformação. Pela primeira vez, o Ministério da Educação e da Cultura (MEC) organizou uma edição do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) exclusivo para a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para celebrar esse grande passo, a Editora Moderna e a revista Educatrix prepararam uma edição especial para os profissionais da EJA.

A Educatrix especial Vozes de Valor traz uma série de reportagens sobre os desafios diários dos docentes. Nesta edição, contamos com matérias recheadas de dicas para o planejamento letivo e com uma análise da evolução da EJA e as perspectivas para o futuro.

A matéria de capa, 50 anos de Angicos: um sonho a ser retomado, traz a experiência de Moacir Gadotti sobre o trabalho realizado por Paulo Freire na cidade de Angicos (RN) e faz um convite a um novo pacto social para a formação cidadã de adultos. André Lázaro fala sobre as políticas educacionais da EJA e importância do trabalho para a formação social dos brasileiros na seção CONEXÃO.

Já o texto EJA, espaço para aprender, fazer e ser…, da seção FOCO, conta estratégias e práticas bem-sucedidas na sala de aula, além de destacar os desafios dos alunos que querem retomar os estudos já na idade adulta.

Não fique de fora dessa!

 

Baixe já a sua Educatrix Vozes de Valor

Professor de EJA, solicite a senha de acesso pelo telefone 0800 770 7653, acesse o portal Vozes de Valor e baixe gratuitamente a sua edição especial da Revista Educatrix:

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Editora Moderna lidera participação de ferramentas digitais nas escolas públicas

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O processo de inserção digital está adentrando as escolas públicas de todo o Brasil. De acordo com dados divulgados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educaçao (FNDE), o Ministério da Educação investiu R$ 67 milhões em ferramentas digitais complementares aos livros impressos escolhidos durante o último Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), realizado em 2014. A quantia corresponde a 6% do total de R$1,1 bilhão investido na compra dos materiais dos anos finais do Ensino Fundamental. Para o PNLD 2015, referente ao Ensino Médio, o edital de compra já prevê a compra de livros digitais e conteúdos multimídia como vídeos, animações, mapas interativos entre outros.

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A Editora Moderna lidera a participação nas ferramentas digitais fornecidas para a escola pública com R$ 16,8 milhões. O número vai de encontro aos investimentos da empresa em recursos complementares, à preocupação de adaptar seus conteúdos aos perfis dos alunos de hoje e à garantia de formar cidadãos comprometidos com o mundo digital.

Fonte: Coluna do Ming