Category

Novidades

#PROFESSORPRESENTE | Por que os professores não querem ser homenageados?

By | Novidades | No Comments

Todo ano no dia 15 de outubro os professores são saudados por praticamente todo os tipos de mídia, seja ela de massa, on-line ou off-line. Que eles merecem todo tipo de homenagem, é indiscutível, mas será que é isso mesmo o que eles querem?

Dados da pesquisa Profissão Professor, de julho de 2018, realizada pelo IBOPE Inteligência e encomendada pelo Todos Pela Educação e pelo Itaú Social, mostram que é possível entender o quanto a profissão que merecia pleno destaque no Brasil, ainda precisa de muita atenção e valorização.

Com maioria de mulheres (68%) e que trabalham, em média, 17 anos no corpo docente das escolas brasileiras, 71% dos professores são responsáveis pela renda familiar. O principal motivo pelo qual o professor escolhe sua profissão é o prazer por ensinar e formar pessoas. Porém, não aconselha aos jovens de hoje a seguirem o mesmo caminho, pois consideram o trabalho pouco reconhecido.

Valorização.

A Moderna acredita que o professor precisa do essencial: formação constante; compreender e ser compreendido pelas famílias; ter voz para participar de decisões importantes da escola; enfim, ser reconhecido por um trabalho que empodera pessoas.

Nossa campanha é de reconhecimento. Afinal, um dia de homenagens é pouco quando podemos ter um ano inteiro de valorização e respeito.

#ProfessorPresente

VIVA ANA MARIA MACHADO

By | Novidades | No Comments

Ana Maria Machado é uma das principais autoras brasileiras. Em 2000 recebeu o prêmio Hans Christian Andersen (2000), o Nobel da Literatura Infantil; de 2011 a 2013 foi presidente da Academia Brasileira de Letras, onde ainda ocupa a cadeira número 1; além de ter recebido muitos outros prêmios importantes, nacionais e internacionais, ao longo de mais de 40 anos dedicados à literatura.

Autora de renomados livros, como a Coleção Mico Maneco, Bisa Bia, Bisa Bel e Era uma vez um tirano, nos últimos dias Ana Maria Machado tornou-se protagonista de uma polêmica com o livro “O menino que espiava pra dentro”, publicado pela primeira vez em 1983 (Global Editora).

É uma pena que hoje, 35 anos depois da primeira edição, ainda existam adultos que não consigam perceber a literatura infantil como ferramenta de construção de caráter e de repertório das crianças.

Em seu livro Uma rede de casas encantadas (Editora Moderna), a autora explica a importância e o poder da literatura infantil:

As narrativas de ficção possibilitam que as crianças tenham contato com outras realidades além da sua e vivenciem coisas muito diferentes daquelas que seu quotidiano lhes oferece. Isso permite que projetem seus temores e seus desejos, adquiram experiências emocionais que as ajudem a crescer. Permite também que saiam de si mesmas, indo além dos limites individuais de cada um. Propicia oportunidades para que se identifiquem com os outros, sintam solidariedade e compaixão, admiração e carinho por pessoas que nem conhecem (e que muitas vezes são apenas imaginárias, puros personagens), mas nem por isso as emoções que trazem são menos intensas. Ou que enfrentam medos, vergonhas, sentimentos difíceis, sem precisar passar por eles de verdade.

Essa é uma possibilidade magnífica, quase mágica, que a literatura oferece às pessoas e, se vivida desde a infância, pode representar uma série de portas abertas para o pleno florescimento emocional e intelectual. Os leitores podem viver todos esses sentimentos de maneira simbólica e, com isso, trabalha-los dentro de si próprios, para serem mais felizes. A linguagem simbólica permite que se vivam várias vidas, com intensidade afetiva, e isso é um ganho fantástico para cada um – além de representar sempre uma excelente oportunidade de adquirir informação e construir conhecimento.

Toda criança tem direito a essa experiência. Todo adulto tem o dever de colaborar e fazer sua parte para que isso aconteça. (p. 14-15).

A Moderna e Salamandra colocam-se ao lado da autora neste momento de retrocesso, com a certeza de que a bibliografia de Ana Maria Machado continuará merecendo lugar de destaque na história da Literatura infantil – brasileira e mundial.

SEUS ALUNOS ESTÃO PREPARADOS PARA O ENEM?

By | Novidades | One Comment

O Enem está chegando e milhões de estudantes já se preparam para o grande exame que acontecerá em todo o território brasileiro. Utilizado para o ingresso em várias instituições públicas de ensino, o exame também é critério de seleção para a obtenção de bolsas e financiamentos em instituições privadas. A prova do Enem é pré-requisito para a participação no Sistema de Seleção Unificada (SiSU), Programa Universidade Para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em 2017, com quase 7 milhões de inscritos, o exame será feito em 2 domingos seguidos: 5 e 12 de novembro. Os estudantes deverão chegar com 30 minutos de antecedência. É importante ficar atento ao horário de verão, pois o início das provas será referente ao horário de Brasília. No infográfico abaixo, é possível entender com detalhes o horário de fechamento dos portões de acordo com a região onde será aplicada a prova.

As provas serão divididas da seguinte forma:

  • 5 de novembro – 45 questões de Linguagens, 45 questões de Ciências Humanas e a redação do Enem 2017. A prova terá cinco horas e meia de duração, encerrando às 19h.
  • 12 de novembro – 45 questões de Ciências da Natureza e 45 questões de Matemática. Neste dia, a prova se encerra às 18h, com quatro horas e meia de duração.

Os inscritos já podem acessar o seu local de prova no site do Inep. Conhecer o local com antecedência ajuda a evitar imprevistos no dia do exame. A liberação do gabarito do Enem 2017 será no dia 16 de novembro, 4 dias após as últimas provas. O resultado está previsto para a partir de 19 de janeiro, ainda sem confirmação oficial segundo o site do Inep.

REDAÇÃO: O BICHO DE 5 CABEÇAS

Muitos participantes do Enem estudam para a redação tanto, ou mais, quanto para qualquer outra área do conhecimento, afinal, ela tem grande peso no resultado final do exame.

No Enem, cada redação é avaliada por dois corretores entre os mais de 4 mil contratados para isso. Os avaliadores atribuem uma nota de 0 a 200 pontos em cada uma das cinco competências abaixo:

E, sim, a redação pode ser zerada ou anulada. Segundo o Edital do Enem, existem sete situações em que isso pode acontecer:

1) Fuga total ao tema
2) Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa
3) Texto com até 7 linhas
4) Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação ou parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto
5) Desrespeito aos direitos humanos
6) Redação em branco, mesmo com texto em rascunho
7) Cópia do texto motivador

ACERTE NA DISSERTAÇÃO

O candidato deve estar atento ao que será exigido na redação, e não àquilo que considera como importante. Clareza e objetividade são essenciais, respeitando a lógica do texto com coesão e coerência. O texto argumentativo deve demonstrar que o estudante compreende o assunto, mas com cuidado para não fazer afirmações falsas. Erros ortográficos e de concordância também não passarão despercebidos na correção da prova.

Por ser facultativo, o título não influencia na correção final. É importante perceber que, quando se opta por colocá-lo, o candidato perde uma linha da folha de redação. Se a escolha for pelo título, importante deixá-lo por último para não limitar o texto.

Para este ano, os professores apostam em alguns temas bem relevantes e atuais. Vale a pena aproveitar essas últimas semanas para uma revisão final sobre os últimos acontecimentos sobre eles:

  1. Crimes virtuais e a infância
  2. Transgêneros, homofobia e a cura gay
  3. Lixo e meio ambiente
  4. Poder do trabalho
  5. A nova constituição familiar no Brasil
  6. Movimentações artísticas nas ruas

É muito importante o cuidado para que o tema não desperte uma visão pessoal, fazendo com que o texto desrespeite os Direitos Humanos e o faça com que o candidato perca pontos ou, até mesmo, a nota da redação.

Para ajudar os alunos, a Editora Moderna possui vários simulados e cadernos digitais específicos para o Enem, com questões de acordo com a interdisciplinaridade trabalhada no exame. No portal ModernAmigos o professor tem acesso a simulados gratuitos. Este recurso permite que ele trabalhe seus alunos com materiais exclusivos e questões. Assim, seu aluno pode se preparar e tirar aquela dúvida importante nos momentos finais de estudo.

Acesse: moderna.com.br/modernamigos

PRÊMIO JABUTI: MODERNA CONCORRE COM 11 FINALISTAS

By | Literatura, Novidades | No Comments

Na última terça-feira, 03, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou a lista dos livros finalistas da 59ª edição do Prêmio Jabuti. Neste ano, foram recebidas 2.346 inscrições, divididas em 29 categorias de premiação. Nós, da Editora Moderna, estamos muito felizes pelas 11 indicações de finalistas em 5 categorias: adaptação, infantil, juvenil, didático e paradidático, e educação e pedagogia. Estamos muito orgulhosos de mais uma vez fazer parte desse reconhecimento e gostaríamos de parabenizar a todos os envolvidos: autores, equipes e editora!

A próxima etapa do Jabuti avalia e dá nota a todos os concorrentes, para então escolher os três primeiros colocados de cada categoria. O resultado dessa fase será divulgado no dia 31 de outubro pela Câmara Brasileira do Livro.

Maristela Petrili, diretora editorial de literatura da Editora Moderna e Editora Salamandra, reitera a importância de participar do Prêmio. “Para a equipe de Literatura, há vários motivos de comemoração em ter onze títulos finalistas do Prêmio Jabuti: o reconhecimento do nosso trabalho por avaliadores competentes, o estímulo para a gente caminhar para a frente com novas produções, a alegria pela visibilidade que os livros terão e o orgulho de ter em nossos catálogos autores talentosos”.

Perguntamos também para os  autores finalistas sobre a satisfação de ter a obra entre as principais produções do país. Confira o breve depoimento deles:

Qual a importância de ser um finalista do Prêmio Jabuti para o seu trabalho como autor?

É como sonhar acordado. Se a gente considerar que todo escritor é, antes, leitor, ver o próprio nome escrito em uma lista com os nomes dos autores que você ama é coisa de sonho. É também um reconhecimento que traz certas responsabilidades, porque muda o olhar das pessoas. Mas isso é positivo. Faz a gente andar para frente.

Marília Lovatel – A menina dos sonhos de renda

Ser finalista do prêmio Jabuti acrescenta muito à minha carreira de Autor por ser um reconhecimento crítico de minha atividade e ao mesmo tempo uma valorização do meu trabalho como escritor.

Álvaro Cardoso Gomes – Um grito de liberdade

Como autor representa uma baliza, um sinal de que se alcançou certo patamar na carreira a partir do qual você pode decidir com mais confiança o que fazer daqui por diante em termos de escrita. Como se sabe, a lista dos finalistas do Jabuti é resultado de uma seleção criteriosa feita por gente experiente, o que agrega um valor inestimável à condição de finalista. Há também uma grande satisfação por saber que você está sendo reconhecido por algo que cultiva desde que se entende por gente, a escrita, da qual não abre mão num mundo carente de valores e de princípios. E quando essa escrita é voltada para crianças e adolescentes, a satisfação é ainda maior.

Samir Thomaz – Me belisca! Sete histórias filosóficas para crianças

Vejo duas coisas importantes em ser finalista do Prêmio Jabuti. A primeira é o reconhecimento do mérito do trabalho, por um grupo de avaliadores independentes. A segunda é a visibilidade que esta distinção dá ao livro, fazendo com que mais pessoas saibam de sua existência e se interessem por ele.

Simon Schwartzman – Educação média profissional no Brasil

Considero a indicação um dos mais saborosos estímulos que poderia receber. É como se um chef de cozinha de renome elogiasse um prato preparado por mim. O Jabuti é o mais longevo e, provavelmente, o mais conhecido prêmio literário do Brasil. Minha experiência pessoal é de, anualmente, pegar a lista de premiados (ou mesmo a de finalistas) e ir à livraria com enorme curiosidade para folhear as páginas desses títulos. Tenho boas lembranças de todos os livros que li e que foram finalistas do Jabuti, de modo que a sensação agora, ao ser indicado pela primeira vez, é algo como: “ôpa, estamos fazendo algo bacana, com qualidade, reconhecido por quem entende do assunto”.

Camilo Vannuchi – Jovem Guarda e Tropicália

Para mim é mais do que o reconhecimento de um trabalho. É uma esperança de que o Brasil comece a olhar mais para dentro, para a sua cultura. O que nos inspirou fazer a coleção Ritmos do Brasil (além deste livro indicado, há outros dois: Samba e Bossa Nova e Choro e Música Caipira, todos pela Editora Moderna) foi a percepção de que as crianças e os jovens desconhecem as origens da nossa música.  O prêmio pode jogar luz sobre isto. Portanto, é uma felicidade em dobro.

Carla Gullo – Jovem Guarda e Tropicália

Um importante incentivo para continuar batalhando pela cultura e pela arte. Mesmo quando parece que não dá. Sem contar a expectativa de ter uma estatueta do jabutizinho em casa.

Rita Gullo – Jovem Guarda e Tropicália

Ver seu trabalho reconhecido é uma satisfação e um incentivo a novas produções.

Rosane Pamplona – Almanaque dos astros

Ser finalista no Jabuti, para mim, já é o prêmio. É o reconhecimento do meu trabalho, e reconhecimento, para um autor, é tudo. A indicação é uma chancela muito especial que levarei comigo para o resto da vida.

Silmara Franco – Você precisa de quê?

É importante para persistir trabalhando. É um reconhecimento muito importante para o trabalho de ilustradores e autores da LIJ.

Fiquei muito feliz com este reconhecimento.
Jean-Claude – A outra história de Chapeuzinho Vermelho

Ser finalista do Jabuti, a mais importante premiação da literatura do Brasil, vai além de ser uma honra imensa. O fato de estar indicado ao lado das obras de autores de primeira é um reconhecimento valioso do meu trabalho e, ao mesmo tempo, um estímulo para aperfeiçoar-me a cada novo livro a ser criado, escrito, com responsabilidade ainda maior.

Sérgio Tulio Caldas – Com os pés na África

Ser finalista no Prêmio Jabuti, além de ser importante, é muito bom, é uma delícia. Com esse reconhecimento, vejo que valeu a pena fazer e refazer o trabalho um milhão de vezes até alcançar a qualidade que eu desejava.

Eva Furnari – Drufs

Ser finalista, para mim é uma honra, uma enorme felicidade, pois o Prêmio Jabuti é o mais importante da Literatura Nacional.

Walcyr Carrasco – Romeu e Julieta

5 livros para trabalhar a cultura afro-brasileira em 2017

By | Literatura, Novidades | 6 Comments

O dia 20 de novembro celebra a Consciência Negra e relembra a todos a importância de viver em um mundo repleto de diversidade. Nesta data, celebramos a influência das raízes africanas no nosso país e levantamos debates sobre temas transversais e de extrema importância como o combate ao racismo, a promoção da convivência, a cultura afro-brasileira e o respeito.

Sabendo da relevância do assunto e da necessidade de falarmos cada vez mais sobre isso com os nossos alunos, nós selecionamos 5 obras para que professores de todo o Brasil possam realizar projetos especiais, focados na conscientização e no respeito à pluralidade.

Os conteúdos dos livros podem ser trabalhados ao longo do ano ou em projetos interdisciplinares para datas comemorativas e são destinados aos diversos segmentos da educação básica. São obras de ficção e de não ficção que abordam aspectos diferenciados da cultura de influência africana e sua correlação e presença no nosso cotidiano.

Para conhecer mais sobre estes livros, entre em contato com o consultor Moderna na sua escola ou entre em contato com a nossa equipe pelo telefone 0800 17 2002 para agendar uma visita.

ENSINO FUNDAMENTAL 1

***FINALISTA PRÊMIO JABUTI 2016! ***

Categoria Didático e Paradidático

KIESE: HISTÓRIA DE UM AFRICANO NO BRASIL

Antepassados
Editora Moderna

Autor: Ricardo Dreguer
Edição: 1ª Edição
Ilustração: Bruna Assis Brasil
Faixa etária: A partir de 09 anos
Trabalho interdisciplinar: Geografia, História, Português
Indicação: 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1), 6º Ano (EF2)
Assunto: África, Cultura afro-brasileira, Escravidão no Brasil
Tema transversal: Cidadania, Pluralidade Cultural, Ética
ISBN: 9788516096700

Sinopse: O livro narra a trajetória de Kiese, um menino que foi capturado ainda na infância em sua aldeia, na África, e trazido para o Brasil para ser escravizado. É também a história de muitos africanos que foram tirados de seu território, separados de seus familiares e amigos e trazidos para o Brasil ao longo do tempo que durou o regime escravista em nosso país. A história de Kiese é a história de um brasileiro que lutou para conquistar um lugar para ser feliz com sua família, seus amigos e sua gente. Sua história se confunde com a própria formação do Brasil.

O QUE HÁ DE ÁFRICA EM NÓS?

Coleção Viramundo
Editora Moderna

Autor: Wlamyra R. de Albuquerque, Walter Fraga
Ilustração: Pablo Mayer
Faixa etária: A partir de 09 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 4º Ano (EF1)
Assunto: africanos, escravidão, negros no Brasil
ISBN: 9788516084769

Sinopse: O que há de África em nós é um livro de viagens. Os personagens atravessam o oceano Atlântico, visitam outros períodos históricos, embarcam em navios e chegam a lugares e situações diferentes. Tudo começa com uma pergunta: Desde quando o mundo é mundo? Essa questão nos leva ao continente africano. Venha navegar com Cecília, Camila, Akin, Chico, Isabel e Alice nessa incrível história sobre a presença africana no Brasil.

ENSINO FUNDAMENTAL 2

A AMIZADE ETERNA E OUTRAS VOZES DA ÁFRICA

Veredas
Editora Moderna

 

Autor: Ilan Brenman
Edição: 1ª Edição
Ilustração: Catarina Bessell
Faixa etária: A partir de 09 anos
Trabalho interdisciplinar: Geografia, História, Português, Português
Indicação: 4º Ano (EF1), 5º Ano (EF1), 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2)
Assunto: África, ancestralidade, astúcia, escravidão, esperteza, origem, traição
Tema transversal: Pluralidade Cultural
ISBN: 9788516103637

Sinopse: Cada conto deste livro tem no seu DNA a sabedoria, o humor, a perspicácia e a celebração da vida, deixando um legado de inestimável valor para os homens do futuro.

UM GRITO DE LIBERDADE: A SAGA DE ZUMBI DOS PALMARES

Recontando a História
Editora Moderna

Autor: Álvaro Cardoso Gomes, Rafael Lopes de Sousa
Edição: 1ª Edição
Faixa etária: A partir de 11 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2), 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)
Assunto: Escravidão, Palmares, Quilombos, Sociedade Açucareira, Zumbi
Tema transversal: Pluralidade Cultural
ISBN: 9788516102753

Sinopse: Um jovem escravo, batizado como Francisco, vive em companhia de um padre que é seu protetor. Aprendeu a ler, a escrever e tem regalias que seus companheiros não têm. Mesmo assim, é um eterno descontente, porque almeja conquistar o bem que considera mais precioso – a liberdade. Ao mesmo tempo, a história contempla também o drama da jovem Kênia, uma escrava recém-chegada da África e que se apaixonará por um forte guerreiro chamado Vemba. Contando com muita ação, lutas sangrentas, atos de heroísmo, a narrativa procura resgatar a saga de Palmares. No reino criado pelos negros, estes personagens farão de tudo para manter acesa a chama da liberdade.

DA COR DA ESPERANÇA: A LIBERTAÇÃO DOS ESCRAVOS

Recontando a História
Editora Moderna

Autor: Márcia Abreu
Edição: 1ª Edição
Faixa etária: A partir de 11 anos
Trabalho interdisciplinar: História, Português
Indicação: 6º Ano (EF2), 7º Ano (EF2), 8º Ano (EF2), 9º Ano (EF2)
Assunto: Abolicionismo, Caifazes, Escravidão, Lei Áurea
Tema transversal: Pluralidade Cultural, Ética
ISBN: 9788516102746

Sinopse: Que cor deve ter alguém para ser gente? De que cor deve ser para ter esperança? Até o século XIX, muitos negros foram escravizados e tratados como animais ou coisas. Eram comprados e vendidos, trabalhavam à força, eram castigados duramente. Gente não se submete a este tipo de tratamento sem revolta, por isso eles organizaram rebeliões e fugas, resistiram aos desmandos e lutaram para se tornar livres. Da cor da esperança conta a história de um grupo de negros – escravos, livres e libertos – desde a captura na África até os movimentos abolicionistas. Gente que tinha dor e queria ser livre, gente que sofria e fazia festa, gente que amava e sentia medo.

Conheça outras obras

Preparamos um catálogo especial para os professores que têm interesse em trabalhar com os elementos da cultura africana na sala de aula. Vale lembrar que a Unesco proclamou a década de 2015 a 2024 como a Década Internacional das Pessoas de Ascendência Africana e, para isso, organizou a campanha “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”. Confira mais algumas obras do nosso catálogo que trabalham o tema e são específicas para cada segmento.