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Oscar Wilde e as polêmicas da vida vitoriana

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Oscar Wilde nasceu em 16 de outubro de 1854, em Dublin, em uma rica família de origem anglo-irlandesa. Além de uma vida pessoal polêmica, Wilde deixou um legado de frases e obras que incentivavam movimentos estéticos e abordavam assuntos bastante polêmicos para a sua época.

Vamos conhecer mais sobre esse grande nome da literatura?

Breve biografia

Por conta da boa condição financeira de sua família, Oscar Wilde sempre teve contato com a elite intelectual e com os grandes clássicos da literatura e com a alta sociedade irlandesa. Com grande interesse no movimento estético, muda-se para Londres em 1879 e dá início a sua longa jornada na literatura mundial.

Durante toda a sua vida, o escritor se envolveu em inúmeras polêmicas particulares, chegando a ser preso, em 1895, por atentado ao pudor. Wilde ficou doía anos na cadeia e perdeu grande parte de seu prestígio na sociedade londrina. Mas, apesar disso, não se pode colocar em voga o seu talento literário, marcado pela sagacidade e pela temática de suas obras.

Embora fosse casado e tivesse dois filhos, Wilde teve uma série de casos homossexuais. A última obra do escritor a ser publicada, De Profundis, é baseada em uma carta escrita para Alfred Douglas durante a temporada na prisão. O título se refere ao salmo 130 da Bíblia e quer dizer “Das Profundezas”. Nele, Wilde fala da sua vida, da humilhação durante o processo, do sofrimento na prisão e das crenças religiosas.

Após ser libertado, Wilde passou seus últimos três anos de vida na França, sob o pseudônimo de Sebastian Melmoth. Veio a falecer em 30 de novembro de 1900, após problemas de saúde relacionados à vida na cadeia.

Estilo literário

Apesar da carreira relativamente curta, Oscar Wilde se aventurou em diversos gêneros, como poesias, contos, peças, ensaios e romance. Sua primeira poesia foi publicada em 1881 e deu início a uma década de obras como O Príncipe feliz (conto de fadas), O leque de lady Windermere, peça que satirizava os hábitos e costumes londrinos e O retrato de Dorian Gray, seu único e mais famoso romance que abordava o homossexualismo.

Em suas obras, defendia a estética e o “belo”, como solução para a sociedade. Esse movimento estético defendido por Wilde pode ter dado início às primeiras ideias das vanguardas artísticas da Europa. Quando foi viver na França, o escritor dedicou-se mais à literatura e seu movimento estético acabou sendo abafado também pelas sua história de vida.

O Retrato de Dorian Gray

Sua obra-prima foi lançada em 1891. Em O Retrato de Dorian Gray, o foco é a decadência da sociedade londrina através da história de Dorian, um rapaz que se encanta com seu próprio retrato. O jovem passa a desenvolver o interesse pelos prazeres da vida mundana e começa a viver desregradamente, entregando-se ao hedonismo. Wilde estabeleceu um paralelo entre a arte e a juventude fugaz vivida plenamente.

Oscar Wilde foi considerado um dos maiores escritores da história da literatura e sua obra ganhou versões para o teatro e para o cinema:

 

Saiba mais

Confira mais sobre a vida e a obra de Oscar Wilde nos episódio da série “Histórias de Oscar Wilde

A poesia objetiva de João Cabral de Melo Neto

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Nascido em Recife, no dia 09 de janeiro de 1920, João Cabral de Melo Neto marcou seu nome na Literatura brasileira com poesias marcadas pela objetividade e pelo retrato da população nordestina do início do século XX. Durante sua trajetória valorizou a diplomacia e a literatura de cordel, cujas influências podem ser observadas em algumas de suas obras.

Primo de Manuel Bandeira e Gilberto Freyre, o poeta faz parte da chamada Geração de 45, movimento literário que criticava os “excessos do modernismo” e propunha uma poesia disciplinada e formal, que deixava de lado a subjetividade e exaltava o traalho árduo do autor.

Nunca escrevi um poema espontaneamente

João Cabral de Melo Neto

Quem mais influência exerceu sobre mim, teoricamente, foi o arquiteto Le Corbusier. Por muitos anos, ele significou para mim lucidez, claridade, construtivismo. Em resumo: o predomínio da inteligência sobre o instinto.

João Cabral de Melo Neto

Carlos Drummond de Andrade foi uma das maiores referências de João Cabral de Melo Neto. O pernambuco chegou a afirmar que Drummond o ensinou que “ser poeta não significava ser sonhador, que a ironia, a prosa cabiam dentro da poesia”. A poesia de João Cabral de Melo Neto também foi influenciada pelas obras de

artistas plásticos como o holandês Piet Mondrian, com suas telas abstratas geométricas, e o catalão Joan Miró, com suas pinturas abstratas surrealistas; além do encantamento provocado pela fragmentação e pelas colagens propostas por cubistas como o espanhol Pablo Picasso e o francês Georges Braque. As teorias arquitetônicas de Le Corbusier também tiveram influência na obra do poeta pernambucano. João Cabral costumava dizer que havia aprendido com esse arquiteto que a poesia “é uma construção, como uma casa”.

João Cabral é considerado pelos críticos “não apenas um dos maiores poetas sociais, mas um renovador consistente, instigante e original da dicção poética antes, durante e depois dele”. Ele e Graciliano Ramos possuem o mesmo grau ético e artístico, um na poesia, o outro na prosa, que objetiva com precisão uma prática poética comum: deram à paisagem nordestina, com suas diferenças sociais, uma das dimensões estéticas mais fortes, cruéis e indiscutíveis que já se conheceu.

João Cabral de Melo Neto na sala de aula

O livro Conexões com a Língua Portuguesa – Literatura traz a biografia literária do autor e todo o contexto histórico de João Cabral de Melo Neto na Literatura brasileira. Wilton Ormundo e Mara Scorfava prepararam um roteiro inovador para os alunos e propostas de atividades especiais para ampliar os conhecimentos. Confira um exemplo:

João Cabral de Melo Neto

Miguel de Cervantes e seu Dom Quixote

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Boa tarde, pessoal,

Muitos de vocês devem ter ouvido o termo “quixotesco” para classificar pessoas que tendem a serem levadas pela imaginação, são muito românticas ou até mesmo um pouco desligadas da realidade. A verdade é que o termo faz referência a uma das maiores obras da Literatura mundial: Dom Quixote de La Mancha.

O autor Miguel de Cervantes Saavedra nasceu em 29 de setembro de 1547. Apesar de não se ter comprovação sobre a data, este é o dia divulgado como oficial de seu nascimento, em Valladoid, Espanha. Cervantes teve passagens pelo exército espanhol e chegou a lutar na batalha de Lepanto, contra o império turco. Alguns historiadores contam que nessa passagem, ele acabou sofrendo um sério ferimento no braço esquerdo que fez com que ele perdesse os movimentos da mão.

Em 1585, Cervantes casa com Catalina de Salazar, 22 anos mais nova que ele, e escreve seus primeiros poemas e novelas, como “La Galatea”. A grande curiosidade que envolve o autor é que por muitos anos, ele foi considerado um escritor ruim, não conseguindo sobreviver de suas obras e, por isso, trabalhou como cobrador de impostos e prestador de serviços para um cardeal italiano.

Dom Quixote de La Mancha

Foi aos 58 anos que Cervantes virou a mesa. Em 1805, o escritor publica a primeira parte do seu livro mais famoso: Dom Quixote de La Mancha. Com ele, Cervantes passaria a se dedicar somente a escrever e marcaria o seu nome para sempre na Literatura mundial. O livro conta a história um fidalgo (Dom Quixote) e seu fiel escudeiro (Sancho Pança) em busca de aventuras trovadorescas.

Aqui vale lembrar que Cervantes foi contemporâneo às ideais renascentistas na Europa. Essa transição de pensamento influenciaria muito a sua obra. Dom Quixote conta com humor as histórias dos antigos cavaleiros trovadores, apaixonados e que idealizavam a mulher amada, pelos olhos de um fidalgo considerado louco pelas pessoas a sua volta. Foi por conta da inocência sonhadora, romântica e da ausência de realidade que surgiu o adjetivo quixotesco para classificar pessoas avoadas.

O sucesso de Dom Quixote foi tão intenso que a obra Miguel de Cervantes transgrediu séculos. Hoje, a língua castelhana, por exemplo, muitas vezes é citada como a “língua de Cervantes”, mostrando a importância da narrativa. A obra foi tão bem aceita pela crítica da época, que no seu primeiro ano, teve seis edições e deu vazão a outras produções do autor: “Novelas Exemplares” (1613), o livro “Viagem ao Parnaso” (1614) e uma coletânea com as suas melhores peças de teatro, “Oito Comédias e Oito Intermédios” (1615). Por toda a sua contribuição, Cervantes é considerado o precursor do realismo na Espanha.

Dom Quixote em outras linguagens

Não foi só Cervantes que obteve sucesso com a figura caricata de Dom Quixote. Pablo Picasso e Salvador Dalí, conceituados pintores também ilustraram em suas obras o fidalgo quixotesco:

Peças de teatro:

Balé:

Filmes:

Don Quixote – Nunca desista

Saiba mais:

Para quem quiser saber mais sobre Dom Quixote, a Biblioteca Nacional de Portugal possui um acervo completo sobre a obra do autor e sobre outros artistas que estiveram relacionados a ele. Vale a pena conferir:

Complemente suas aulas

O autor Walcyr Carrasco publicou uma tradução adaptada de Dom Quixote pela Editora Moderna. A obra ajuda a complementar as aulas de Literatura para os alunos do Ensino Fundamental II.

Conheça mais:

Dom Quixote - Walcyr Carrasco

A construção do Muro de Berlim

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Em 13 de agosto de 1961, a Alemanha começaria a presenciar uma reviravolta civil em sua história. Eram iniciadas as obras para construção do Muro de Berlim, que dividia o país entre Alemanha Ocidental e Alemanha Oriental, e marcaria a separação do povo alemão durante os próximos 28 anos.

A construção do muro

A Alemanha foi devastada no pós Segunda Guerra Mundial. Internamente, os alemães enfrentavam um sério problema civil por conta do descontentamento com o governo comunista do lado oriental. Percebendo isso, as autoridades da República Democrática Alemã (RDA) ordenaram a construção de uma barreira praticamente intransponível que dividiu a capital do País ao longo de 155 quilômetros.

Muro de Berlim

Foto da construção do Muro de Berlim

O Muro de Berlim, como ficou conhecido, foi construído para “estancar a emigração em massa para ocidente e a sangria econômica resultante para o regime comunista”. Dados oficiais alemães mostram que entre 1949 (ano de fundação da RDA) e 13 de agosto de 1961, cerca de três milhões de pessoas mudaram-se da área oriental da Alemanha para o ocidente. Todos estavam descontentes com o rumo que RDA estava dando à Alemanha Oriental, tornando-a uma espécie de zona de influência soviética.

Durante os 28 anos que se seguiram, até a queda do mundo, as milícias comunistas ergueram barreiras de arame farpado, ergueram barricadas na fronteira, impedindo que a população saísse do país e os alemães ocidentais de entrar em território da RDA. A segurança era forte. Os alemães orientais utilizavam uma dupla barreira de betão com uma “faixa da morte”, em que foram colocadas minas, armas de tiro automático e um conjunto de vigilantes com mais de 47 mil guardas. Por conta de tudo isso, o Muro ficou conhecido como o “Muro da Vergonha”.

A repercussão na mídia

Veja também a matéria completa veiculada pelo Jornal Nacional, quando houve a queda do muro, em 10 de novembro de 1989.

Saiba mais

Na coleção Conexões com a História, aprovada no PNLD 2015, traz um objeto educacional sobre o Muro de Berlim que pode complementar as aulas de História. Confira:

Muro de Berlim

Filmes de apoio

Adeus, Lênin

Alemanha, 2003

Direção: Wolfganger Becker

A mãe de Alexander, fiel devota do socialismo na antiga Alemanha Oriental, tem um ataque cardíaco ao ver o filho em uma passeata contra o sistema vigente. Quando ela acorda do coma, após a queda do muro de Berlim, o médico aconselha a Alexander que ela evite emoções fortes, pois outro ataque tão cedo seria fatal. Com o peso na consciência pelo estado atual de sua mãe, Alex faz de tudo para que ela continue vivendo em uma ilusória Alemanha socialista, mudando embalagens de produtos industrializados e até mesmo inventando documentários televisivos para preencher as brechas do dia-a-dia do recente capitalismo no país.

Um Amor Além do Muro

Alemanha, 2006
Direção: Dominik Graf

No verão de 1961, quatro meses antes da construção do Muro de Berlim, Siggi (Max Riemelt), um jovem de 20 anos, chega a Dresden para tentar a vida como cenógrafo. Na boate A Cacatua Vermelha conhece Luise (Jessica Schwartz), uma jovem poeta cujo trabalho é proibido na Alemanha Oriental, sem saber que ela é casada com Wolle (Ronald Zehrfeld). Na boate, o trio é apresentado à música proibida do ocidente: o rock’n’roll.

A Vida dos Outros

Alemanha, 2006
Direção: Florian Henckel von Donnersmarck

Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, retrata a situação de artistas e intelectuais numa Alemanha ainda dividida. Em 1984, um ministro da Alemanha Oriental ordena que Georg Dreyman (Sebastian Koch), o maior dramaturgo do país, seja vigiado pelo serviço secreto, apesar dele não contestar o governo ou seu regime político. O ministro Bruno Hempf (Thomas Thieme) passa esta tarefa para Anton Grubitz (Ulrich Tukur), que monta uma estrutura em que Dreyman e sua namorada, a atriz Christa-Maria Sieland (Martina Gedeck), são vigiados 24 horas. Com a descoberta do mundo particular do casal, Grubitz passa a ter uma afeição aos dois e questionar seu trabalho.

Guerra do Golfo: a diplomacia e o petróleo

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A exploração do petróleo desperta o interesse de Estados e empresas em todo o mundo. Neste contexto, o Golfo Pérsico, no Oriente Médio, surge como grande destaque pelo número de reservas petrolíferas e, por consequência, como foco de tensão diplomática. A região já foi palco de uma guerra entre Irã e Iraque (1980 -1988), motivada pelo interesse do ditador iraquiano Saddam Hussein, sunita, em enfraquecer a influência xiita nos campos petrolíferos.

Em 1990, Hussein invadiu o Kuwait sob a justificativa de que o país estava se apropriando de petróleo iraquiano na região da fronteira e o comercializando a preços mais baixos para prejudicar a economia iraquiana. O objetivo principal do Iraque com a invasão era anexar o território vizinho como uma província e controlar o petróleo kuwaitiano.

Era o início do conflito que seria conhecido como Guerra do Golfo.

Saddam Hussein - Guerra do Golfo

Saddam Hussein discursa durante a Guerra do Golfo

 

Guerra do Golfo: Intervenção da ONU e entrada dos EUA

Com a morte de milhares de soldados e civis, a Organização das Nações Unidas (ONU) interveio na situação e declarou embargo comercial ao Iraque e impedindo que outros países associados comercializassem com Saddam Hussein durante a Guerra do Golfo. A medida não foi o bastante para apaziguar a situação e os conflitos armados continuaram. A situação afetou relações comerciais e o fornecimento de petróleo para todo o mundo, mobilizando grandes economias a participarem das ações por paz. Os Estados Unidos decidiram participar do confronto armado apoiando as tropas kuwaitianas para retirada dos iraquianos do território.

Saddam Hussein pretendia, a longo prazo, decretar guerra ao Oriente Médio e dominar territórios vizinhos ao Iraque para dominar o mercado petrolífero. O que o ditador não esperava era o apoio da Arábia Saudita e da Turquia às tropas norte-americanas. Assim, a Organização das Nações Unidas (ONU), autorizou, no início de 1991, a invasão de uma coalizão militar, formada por 34 países, sob a liderança dos Estados Unidos, para forçar a retirada das tropas iraquianas do Kuwait.

Guerra do Golfo: avião sobrevoando o Kuwait

F-14 sobrevoando o território do Kuwait durante a Guerra do Golfo

Os iraquianos atacaram Israel com mísseis de fabricação soviética como medida para ganhar o apoio de outros países da região. No entando, as relações diplomáticas entre Israel e Estados Unidos foram fundamentais para convencer Israel de não contra-atacar militarmente. Saddam Hussein ainda autorizou o incêndio de plataformas petrolíferas do Kuwait.

Em 28 de fevereiro de1991, o Iraque foi bombardeado e as tropas terrestres da coalizão anunciaram a devolução do Kuwait. Apesar das milhares de mortes civis e militares, a Guerra do Golfo não representou grandes mudanças políticas no Iraque, que manteve Saddam Hussein como ditador e não perdeu nenhum território.

Em 2002, esse conflito seria retomado pelo ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sob alegação de que o Iraque desenvolvia armas de destruição em massa. Tropas norte-americanas ficaram alojadas no Iraque até 2011 e as armas de destruição em massa nunca foram encontradas e o ditador Saddam Hussein foi condenado à pena de morte e executado em 2006.

Saiba mais sobre a Guerra do Golfo

A Guerra do Golfo foi o primeiro conflito armado com transmissão ao vivo pelos meios de comunicação. O canal britânico CNN (Cable News Network) enviou três jornalistas para acompanhar as ações militares. Bernard Shaw descreveu os primeiros ataques da coalizão contra Bagdá, no Iraque:

A Rede Globo guarda um acervo sobre a Guerra do Golfo. Foi a primeira vez que a emissora realizou a cobertura in loco de um conflito armado.  

Fundação Santillana e Editora Moderna lançam livro sobre o Ensino Médio Politécnico gaúcho

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A Fundação Santillana e a Editora Moderna acabam de disponibilizar para download o livro “O Ensino Médio e os Desafios da Experiência: movimentos da prática. A obra reúne reflexões de 16 educadores sobre a reestruturação curricular no Ensino Médio Politécnico do Rio Grande do Sul. Organizado pelo secretário de educação José Clovis de Azevedo e pelo assessor Jonas Tarcísio Reis, o título tem como objetivo ampliar o debate sobre a implantação deste formato de Ensino Médio, bem como proporcionar o entendimento teórico e da prática desta mudança já em andamento na rede estadual de ensino gaúcho.

“Essa é uma obra atual, contemporânea, que expressa ideias de um movimento coletivo e reflexivo de educadores/pesquisadores que buscam construir uma nova forma de pensar e fazer o Ensino Médio no século XXI. O livro apresenta grandes contribuições para o avanço do debate sobre o tema da reestruturação do Ensino Médio na perspectiva da politecnia, uma vez que assinala a responsabilidade social do Estado para com a educação pública e o seu compromisso com um projeto emancipatório”, afirma o prof. Dr. Sidinei Pithan da Silva, no prefácio da obra O Ensino Médio e os Desafios da Experiência: movimentos da prática.

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Esta é a segunda publicação lançada pela Fundação Santillana e pela Editora Moderna em parceria com a Secretaria da Educação do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2013, as instituições apresentaram o livro “Reestruturação do Ensino Médio – Pressupostos Teóricos e Desafios da Prática”, também organizada por José Clovis de Azevedo e Jonas Tarcísio Reis, que reúne artigos de especialistas e contribui com reflexões acerca das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e apresenta experiências de sucesso.

Baixe já o seu, clicando aqui.