PRÊMIO JABUTI: MODERNA CONCORRE COM 11 FINALISTAS

Na última terça-feira, 03, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou a lista dos livros finalistas da 59ª edição do Prêmio Jabuti. Neste ano, foram recebidas 2.346 inscrições, divididas em 29 categorias de premiação. Nós, da Editora Moderna, estamos muito felizes pelas 11 indicações de finalistas em 5 categorias: adaptação, infantil, juvenil, didático e paradidático, e educação e pedagogia. Estamos muito orgulhosos de mais uma vez fazer parte desse reconhecimento e gostaríamos de parabenizar a todos os envolvidos: autores, equipes e editora!

A próxima etapa do Jabuti avalia e dá nota a todos os concorrentes, para então escolher os três primeiros colocados de cada categoria. O resultado dessa fase será divulgado no dia 31 de outubro pela Câmara Brasileira do Livro.

Maristela Petrili, diretora editorial de literatura da Editora Moderna e Editora Salamandra, reitera a importância de participar do Prêmio. “Para a equipe de Literatura, há vários motivos de comemoração em ter onze títulos finalistas do Prêmio Jabuti: o reconhecimento do nosso trabalho por avaliadores competentes, o estímulo para a gente caminhar para a frente com novas produções, a alegria pela visibilidade que os livros terão e o orgulho de ter em nossos catálogos autores talentosos”.

Perguntamos também para os  autores finalistas sobre a satisfação de ter a obra entre as principais produções do país. Confira o breve depoimento deles:

Qual a importância de ser um finalista do Prêmio Jabuti para o seu trabalho como autor?

É como sonhar acordado. Se a gente considerar que todo escritor é, antes, leitor, ver o próprio nome escrito em uma lista com os nomes dos autores que você ama é coisa de sonho. É também um reconhecimento que traz certas responsabilidades, porque muda o olhar das pessoas. Mas isso é positivo. Faz a gente andar para frente.

Marília Lovatel – A menina dos sonhos de renda

Ser finalista do prêmio Jabuti acrescenta muito à minha carreira de Autor por ser um reconhecimento crítico de minha atividade e ao mesmo tempo uma valorização do meu trabalho como escritor.

Álvaro Cardoso Gomes – Um grito de liberdade

Como autor representa uma baliza, um sinal de que se alcançou certo patamar na carreira a partir do qual você pode decidir com mais confiança o que fazer daqui por diante em termos de escrita. Como se sabe, a lista dos finalistas do Jabuti é resultado de uma seleção criteriosa feita por gente experiente, o que agrega um valor inestimável à condição de finalista. Há também uma grande satisfação por saber que você está sendo reconhecido por algo que cultiva desde que se entende por gente, a escrita, da qual não abre mão num mundo carente de valores e de princípios. E quando essa escrita é voltada para crianças e adolescentes, a satisfação é ainda maior.

Samir Thomaz – Me belisca! Sete histórias filosóficas para crianças

Vejo duas coisas importantes em ser finalista do Prêmio Jabuti. A primeira é o reconhecimento do mérito do trabalho, por um grupo de avaliadores independentes. A segunda é a visibilidade que esta distinção dá ao livro, fazendo com que mais pessoas saibam de sua existência e se interessem por ele.

Simon Schwartzman – Educação média profissional no Brasil

Considero a indicação um dos mais saborosos estímulos que poderia receber. É como se um chef de cozinha de renome elogiasse um prato preparado por mim. O Jabuti é o mais longevo e, provavelmente, o mais conhecido prêmio literário do Brasil. Minha experiência pessoal é de, anualmente, pegar a lista de premiados (ou mesmo a de finalistas) e ir à livraria com enorme curiosidade para folhear as páginas desses títulos. Tenho boas lembranças de todos os livros que li e que foram finalistas do Jabuti, de modo que a sensação agora, ao ser indicado pela primeira vez, é algo como: “ôpa, estamos fazendo algo bacana, com qualidade, reconhecido por quem entende do assunto”.

Camilo Vannuchi – Jovem Guarda e Tropicália

Para mim é mais do que o reconhecimento de um trabalho. É uma esperança de que o Brasil comece a olhar mais para dentro, para a sua cultura. O que nos inspirou fazer a coleção Ritmos do Brasil (além deste livro indicado, há outros dois: Samba e Bossa Nova e Choro e Música Caipira, todos pela Editora Moderna) foi a percepção de que as crianças e os jovens desconhecem as origens da nossa música.  O prêmio pode jogar luz sobre isto. Portanto, é uma felicidade em dobro.

Carla Gullo – Jovem Guarda e Tropicália

Um importante incentivo para continuar batalhando pela cultura e pela arte. Mesmo quando parece que não dá. Sem contar a expectativa de ter uma estatueta do jabutizinho em casa.

Rita Gullo – Jovem Guarda e Tropicália

Ver seu trabalho reconhecido é uma satisfação e um incentivo a novas produções.

Rosane Pamplona – Almanaque dos astros

Ser finalista no Jabuti, para mim, já é o prêmio. É o reconhecimento do meu trabalho, e reconhecimento, para um autor, é tudo. A indicação é uma chancela muito especial que levarei comigo para o resto da vida.

Silmara Franco – Você precisa de quê?

É importante para persistir trabalhando. É um reconhecimento muito importante para o trabalho de ilustradores e autores da LIJ.

Fiquei muito feliz com este reconhecimento.
Jean-Claude – A outra história de Chapeuzinho Vermelho

Ser finalista do Jabuti, a mais importante premiação da literatura do Brasil, vai além de ser uma honra imensa. O fato de estar indicado ao lado das obras de autores de primeira é um reconhecimento valioso do meu trabalho e, ao mesmo tempo, um estímulo para aperfeiçoar-me a cada novo livro a ser criado, escrito, com responsabilidade ainda maior.

Sérgio Tulio Caldas – Com os pés na África

Ser finalista no Prêmio Jabuti, além de ser importante, é muito bom, é uma delícia. Com esse reconhecimento, vejo que valeu a pena fazer e refazer o trabalho um milhão de vezes até alcançar a qualidade que eu desejava.

Eva Furnari – Drufs

Ser finalista, para mim é uma honra, uma enorme felicidade, pois o Prêmio Jabuti é o mais importante da Literatura Nacional.

Walcyr Carrasco – Romeu e Julieta